O que vou contar acabou de acontecer comigo. Tava voltando da faculdade, o busão me deixa a dez quarteirões de casa, então vinha andando pela avenida ouvindo música no fone, morto de calor, fome e sono. Na rua não tinha quase ninguém, deve ser por causa do calor infernal. Tô a uns quatro quarteirões de casa, mais ou menos, quando na minha frente, a uns 10 metros, vejo um cara vindo de bike. Um moreno de boné, tatuagem nas canelas, chuto uns 35 anos, cabelo curto quase raspado, boné, tênis com amortecedor, regata, bem estilo cumbiero — como me dá tesão! O negócio é que o cara não parava de me olhar. Ele desce da bike e fica sentado, me encarando e se esfregando no volume sem a menor vergonha. Eu fiquei meio surpresa ao ver aquilo, mas obviamente não tirei o olho dele. Enquanto passava do lado dele, ele continuava se tocando. Eu tava com um pirulito na boca, fiz minha melhor cara de puta, e enquanto seguia andando, uns 20 metros depois, olho pra trás. Ele se levantou, subiu na bike e começou a pedalar na direção que eu ia, sentido contrário ao que ele tava indo quando me viu. Eu de vez em quando olhava pra ele, e ele não tirava os olhos de mim. No semáforo, atravessei e comecei a andar pela parte asfaltada da calçada. Nesse lado da avenida, as calçadas são super largas, no mínimo 10 metros. Já tava a dois quarteirões de casa, desliguei a música do celular e comecei a andar devagar pra ele me alcançar. Ele subiu na calçada, tava super perto de mim. A adrenalina e o tesão estavam no talo! Continuo andando, tava na esquina de casa. Ele fica na esquina e, enquanto me olhava, continuava se tocando na rola sem parar! Eu fiquei na esquina de casa, decidida a ver o que ia rolar com aquele macho. Fiz um sinal discreto com a cabeça pra ele se aproximar. Ele veio, ele na rua e eu parada no meio-fio. Ele me cumprimentou do jeito que os cumbieros cumprimentam, batendo e deslizando as mãos e depois com um soco.
- Ele: "E aí? E aí, amigão?"
- YO: "Tudo bem, só o calor, tô chegando da facul, e você?"
Ele: "Aqui também, no calorão, indo trampar..."
Não sei mais o que ele ia falar, mas na hora cortei:
YO: "Tá tarado, pelo visto."
Ele: "Sim, pra caralho, pode crer."
YO: (enquanto olhava pra minha casa pra ver se minha mãe ou minha sobrinha não saíam na calçada e me viam falando com um estranho) "É, quer que eu te passe meu celular e a gente vê o que rola um desses dias? Cê é da onde?"
Ele: "Não tenho celular, moro aqui a umas quadras, virando a escola. Vamos lá pra cima, bora?"
Ele não me olhava nos olhos. Será que é muito direto ficar se esfregando na frente de um puto desconhecido, mas meio tímido? Eu não sabia o que fazer. Tudo bem, tava com muito tesão, mas não confiava nele. Já tava vendo que, de tanto ser tarado, ia voltar pra casa sem celular e sem grana. Olhei pra minha casa, ia falar que não, mas da minha boca saiu um: "É, bora, vamos."
Atrás da minha casa, umas três quadras, tem — não sei como explicar — um desnível, um morrinho de uns 20 metros que faz divisa com meu bairro. Lá em cima tão construindo um bairro novo, tudo murado, então tivemos que dar a volta. Umas duas quadras até onde começa o campinho subindo, um mato brabo, quadras de terreno baldio, árvores, grama, uma quadra de futebol. Caminhamos um pouco enquanto falávamos de tudo: se já tínhamos comido caras do bairro. Ele me disse que me viu "pra caralho" de vezes por ali: "Te vi cara de puto, por isso ficava me tocando assim." Aí olhei bem pra cara dele e percebi quem era. É um cara que SEMPRE que me vê fica se tocando. É o mesmo desse relato, mas naquela época ele tinha celular.http://www.poringa.net/posts/gay/2630971/Levante-en-la-calle-cojido-en-bano-relato-gay.htmlE aí eu falei: "aqui tá bom, cê acha?" "sim sim, vamos ali". Uns metros pra dentro, entre uns arvoredos não muito grandes, mas que tampavam bem a visão. Ainda por cima eram duas da tarde, um solzão da porra, mas por sorte quase ninguém passa por ali. Deixamos a mochila e a bicicleta dele apoiadas numa árvore. Eu me ajoelhei num pano que tinha jogado ali, e ele, de pé, baixou um pouco a calça e a cueca, o suficiente pra mostrar o pau, um pau moreno como ele, peludo, nem muito, nem pouco, o justo e necessário. Na hora, meti na boca e comecei a fazer o que tanto gosto e dizem que faço tão bem. Rapidinho foi endurecendo, sentia ele crescendo dentro da minha boca. Levantava o olhar e encarava ele nos olhos enquanto enfiava e tirava o pau da boca, da ponta até sentir os pelos do pau dele nos meus lábios, rodeando aquele tronco duro e moreno com meus lábios. "Uuuh, mãe, continua assim, como tu chupa bem!" Ele me pegou pelas dreads e comeu minha boca de verdade, enfiava tudo na boca, tirava e metia de novo, bem rápido, uma vez atrás da outra. Engasguei com aquele pedaço, então fiz força pra tirar, com os olhos lacrimejando. Enquanto batia uma pra ele, falei: "cê gosta de como eu chupo?" "Sim, adoro, viadinho, continua, continua, vai." E de novo ele enfiava na minha boquinha. Chegou a ficar duro feito pedra, media uns 17x4 ou 5 reais, porque aqui todo mundo fala "meu pau tem 20x6" e quando você vê, fica decepcionado, haha. Uns não passam no teste da régua ou usam uma régua furada, hahaha. Enfim, tirei da boca e fiquei lambendo o tronco inteiro, dos ovos até a ponta, enquanto ele olhava pra todos os lados pra ver se não vinha ninguém. Ele me pegou de novo pelas dreads e comeu minha boca de verdade, eu tentava aguentar, mas ele me fazia engasgar. Olhava nos olhos dele enquanto ele me encarava com aquela cara de tarado que o moreno tem e dizia: "Uuh, sim, chupa assim, come meu pau inteiro, putinha." Aí passaram uns... Uns carinhas passando por ali, então a gente se fez de besta, parou e foi na beirada daquele desnível, ficou olhando pro bairro como se tivesse falando da vida. Os caras foram embora e a gente voltou pro nosso rolê. "Mostra essa bunda pra mim, gostoso." Abaixei um pouco a calça, ele foi me apalpando, enquanto com a outra mão eu vi de relance ele tirando uma camisinha da mochila. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu no meu cu. Eu tava muito tesudo, louco pra sentir aquela pica dura arrombando minha bunda, mas bem na hora passou outro cara andando. Eu me abaixei e falei: "Já era, vem, monta em mim." Ele cuspiu meu cu de novo, se posicionou atrás de mim e eu senti aquela pica encostada no meu buraco. Ele fez força e na hora já tava toda dentro. Depois de tanta pica que já passou por aqui, entra fácil. Ele me segurou pela cintura e começou a bombar com tudo, enquanto eu também mexia a bunda. "Fica quietinho", falei com minha melhor voz de putinha, e comecei a rebolar na boca dele com força, fechava bem pra apertar a pica dele e dar uma sentada melhor. Depois ele se levantou um pouco e me montou de vez, eu sentia o peso do corpo dele e aquela pica arrombando meu cu gostoso. Não conseguia evitar gemer, mesmo tentando não fazer muito barulho pra ninguém ouvir. "Uuuh, puta que pariu, como eu tô te comendo gostoso." Ele continuou bombando mais um pouco, tava bem fundo, e o filho da puta tirou tudo de uma vez, rápido. Doeu pra caralho, mas ao mesmo tempo eu amei, sentir aquela pica saindo, como meu cu ia se fechando rápido enquanto aquela peça de carne saía, foi delicioso. Olhei pra trás: "Gozou?" Perguntei. "Uufff, sim." A gente se levantou e voltou pro bairro. Minha bunda ardia enquanto eu caminhava. Cheguei em casa, entrei, cumprimentei minha mãe e ela disse: "Chegou tarde da faculdade hoje?" "É, o ônibus demorou muito." Se ela soubesse o que o filhinho dela andou fazendo, hehe. Espero cruzar com ele de novo logo. Ser muito puta, na rua não sou afeminado, mas adoro olhar caras, devorar eles com o olhar, broxa, engole porra, tenho dreads, piercings nos mamilos, períneo, nariz, lábio, buceta depilada, pelos nas pernas e braços, peito praticamente liso, de Lugano, área do autódromo, sem local, amante de transar em lugares públicos.
Procuro: caras, masculinos, só ativos, bem dominadores, tarados, tesudos, entre 27 e 40 anos, magros, peludos, que tenham local ou mobilidade, moleques da minha idade não, gordinhos não, caras com corpo de academia também não, me broxam total, mais de 40 tem que estar bem cuidado senão não rola.
Skype: GonzaDirty (não pra sex cam, conversar e se rolar clima a gente se pega, fotos, vídeos meus tem nessa conta, então sex cam NÃO)
WhatsApp: 1561691178 (não pra mandar vídeos, fotos, áudios, etc, conversar e se rolar clima a gente se vê)
- Ele: "E aí? E aí, amigão?"
- YO: "Tudo bem, só o calor, tô chegando da facul, e você?"
Ele: "Aqui também, no calorão, indo trampar..."
Não sei mais o que ele ia falar, mas na hora cortei:
YO: "Tá tarado, pelo visto."
Ele: "Sim, pra caralho, pode crer."
YO: (enquanto olhava pra minha casa pra ver se minha mãe ou minha sobrinha não saíam na calçada e me viam falando com um estranho) "É, quer que eu te passe meu celular e a gente vê o que rola um desses dias? Cê é da onde?"
Ele: "Não tenho celular, moro aqui a umas quadras, virando a escola. Vamos lá pra cima, bora?"
Ele não me olhava nos olhos. Será que é muito direto ficar se esfregando na frente de um puto desconhecido, mas meio tímido? Eu não sabia o que fazer. Tudo bem, tava com muito tesão, mas não confiava nele. Já tava vendo que, de tanto ser tarado, ia voltar pra casa sem celular e sem grana. Olhei pra minha casa, ia falar que não, mas da minha boca saiu um: "É, bora, vamos."
Atrás da minha casa, umas três quadras, tem — não sei como explicar — um desnível, um morrinho de uns 20 metros que faz divisa com meu bairro. Lá em cima tão construindo um bairro novo, tudo murado, então tivemos que dar a volta. Umas duas quadras até onde começa o campinho subindo, um mato brabo, quadras de terreno baldio, árvores, grama, uma quadra de futebol. Caminhamos um pouco enquanto falávamos de tudo: se já tínhamos comido caras do bairro. Ele me disse que me viu "pra caralho" de vezes por ali: "Te vi cara de puto, por isso ficava me tocando assim." Aí olhei bem pra cara dele e percebi quem era. É um cara que SEMPRE que me vê fica se tocando. É o mesmo desse relato, mas naquela época ele tinha celular.http://www.poringa.net/posts/gay/2630971/Levante-en-la-calle-cojido-en-bano-relato-gay.htmlE aí eu falei: "aqui tá bom, cê acha?" "sim sim, vamos ali". Uns metros pra dentro, entre uns arvoredos não muito grandes, mas que tampavam bem a visão. Ainda por cima eram duas da tarde, um solzão da porra, mas por sorte quase ninguém passa por ali. Deixamos a mochila e a bicicleta dele apoiadas numa árvore. Eu me ajoelhei num pano que tinha jogado ali, e ele, de pé, baixou um pouco a calça e a cueca, o suficiente pra mostrar o pau, um pau moreno como ele, peludo, nem muito, nem pouco, o justo e necessário. Na hora, meti na boca e comecei a fazer o que tanto gosto e dizem que faço tão bem. Rapidinho foi endurecendo, sentia ele crescendo dentro da minha boca. Levantava o olhar e encarava ele nos olhos enquanto enfiava e tirava o pau da boca, da ponta até sentir os pelos do pau dele nos meus lábios, rodeando aquele tronco duro e moreno com meus lábios. "Uuuh, mãe, continua assim, como tu chupa bem!" Ele me pegou pelas dreads e comeu minha boca de verdade, enfiava tudo na boca, tirava e metia de novo, bem rápido, uma vez atrás da outra. Engasguei com aquele pedaço, então fiz força pra tirar, com os olhos lacrimejando. Enquanto batia uma pra ele, falei: "cê gosta de como eu chupo?" "Sim, adoro, viadinho, continua, continua, vai." E de novo ele enfiava na minha boquinha. Chegou a ficar duro feito pedra, media uns 17x4 ou 5 reais, porque aqui todo mundo fala "meu pau tem 20x6" e quando você vê, fica decepcionado, haha. Uns não passam no teste da régua ou usam uma régua furada, hahaha. Enfim, tirei da boca e fiquei lambendo o tronco inteiro, dos ovos até a ponta, enquanto ele olhava pra todos os lados pra ver se não vinha ninguém. Ele me pegou de novo pelas dreads e comeu minha boca de verdade, eu tentava aguentar, mas ele me fazia engasgar. Olhava nos olhos dele enquanto ele me encarava com aquela cara de tarado que o moreno tem e dizia: "Uuh, sim, chupa assim, come meu pau inteiro, putinha." Aí passaram uns... Uns carinhas passando por ali, então a gente se fez de besta, parou e foi na beirada daquele desnível, ficou olhando pro bairro como se tivesse falando da vida. Os caras foram embora e a gente voltou pro nosso rolê. "Mostra essa bunda pra mim, gostoso." Abaixei um pouco a calça, ele foi me apalpando, enquanto com a outra mão eu vi de relance ele tirando uma camisinha da mochila. Ele se ajoelhou atrás de mim, abriu minhas nádegas com as mãos e cuspiu no meu cu. Eu tava muito tesudo, louco pra sentir aquela pica dura arrombando minha bunda, mas bem na hora passou outro cara andando. Eu me abaixei e falei: "Já era, vem, monta em mim." Ele cuspiu meu cu de novo, se posicionou atrás de mim e eu senti aquela pica encostada no meu buraco. Ele fez força e na hora já tava toda dentro. Depois de tanta pica que já passou por aqui, entra fácil. Ele me segurou pela cintura e começou a bombar com tudo, enquanto eu também mexia a bunda. "Fica quietinho", falei com minha melhor voz de putinha, e comecei a rebolar na boca dele com força, fechava bem pra apertar a pica dele e dar uma sentada melhor. Depois ele se levantou um pouco e me montou de vez, eu sentia o peso do corpo dele e aquela pica arrombando meu cu gostoso. Não conseguia evitar gemer, mesmo tentando não fazer muito barulho pra ninguém ouvir. "Uuuh, puta que pariu, como eu tô te comendo gostoso." Ele continuou bombando mais um pouco, tava bem fundo, e o filho da puta tirou tudo de uma vez, rápido. Doeu pra caralho, mas ao mesmo tempo eu amei, sentir aquela pica saindo, como meu cu ia se fechando rápido enquanto aquela peça de carne saía, foi delicioso. Olhei pra trás: "Gozou?" Perguntei. "Uufff, sim." A gente se levantou e voltou pro bairro. Minha bunda ardia enquanto eu caminhava. Cheguei em casa, entrei, cumprimentei minha mãe e ela disse: "Chegou tarde da faculdade hoje?" "É, o ônibus demorou muito." Se ela soubesse o que o filhinho dela andou fazendo, hehe. Espero cruzar com ele de novo logo. Ser muito puta, na rua não sou afeminado, mas adoro olhar caras, devorar eles com o olhar, broxa, engole porra, tenho dreads, piercings nos mamilos, períneo, nariz, lábio, buceta depilada, pelos nas pernas e braços, peito praticamente liso, de Lugano, área do autódromo, sem local, amante de transar em lugares públicos.
Procuro: caras, masculinos, só ativos, bem dominadores, tarados, tesudos, entre 27 e 40 anos, magros, peludos, que tenham local ou mobilidade, moleques da minha idade não, gordinhos não, caras com corpo de academia também não, me broxam total, mais de 40 tem que estar bem cuidado senão não rola.
Skype: GonzaDirty (não pra sex cam, conversar e se rolar clima a gente se pega, fotos, vídeos meus tem nessa conta, então sex cam NÃO)
WhatsApp: 1561691178 (não pra mandar vídeos, fotos, áudios, etc, conversar e se rolar clima a gente se vê)
10 comentários - No campinho do meu bairro (Conto gay)
quiero cogerte a pelo y acabarte adentro de tu cola!!!!!
Estoy casi seguro que la avenida es Avelino Díaz y la "subida" es donde esta la terminal del 80...