[relato]Fudendo num camping (1ª parte)[/relato]

Oi, voltei depois de muito tempo pra contar uma história que rolou comigo uns anos atrás.
A gente foi no feriadão de carnaval acampar com uma amiga minha e o namorado dela.
Eles tão juntos há vários anos, e por isso o namorado, Martín, virou meu amigão também.
A gente acampou na frente de um terreno de um camping no interior de Buenos Aires porque dentro não tinha mais vaga. O lugar não tinha luz, só chegava um pouco de claridade das luzes do camping e de algum carro que passava ou ficava por ali.

No primeiro dia, depois de montar as barracas e zoar um pouco na lagoa perto, fomos tomar banho no camping eu e o Martín, enquanto minha amiga comprava umas coisas pra comer num mercadinho ali perto. Os chuveiros eram separados por uma parede comprida e cortinas na frente que arrastavam até o chão, bem reservado pra ver os caras pelados.

Quando saí do banho, o Martín já estava trocado. Eu me troquei na frente dele, colocando a calça por baixo da toalha, mas deu pra ver alguma coisa quando tirei a toalha da cintura, porque a calça não tinha subido direito. Percebi que o Martín me olhava meio vidrado enquanto eu me vestia. Não me chamou muito a atenção, porque ele, mesmo sabendo que eu curto caras, sempre respeitou isso e nunca notei curiosidade dele por mim.

O Martín é um cara muito fechado em relação a sexo. Com o resto do grupo, a gente costuma falar bastante sobre nossas experiências sexuais, namoros e todo tipo de assunto sexual com maior naturalidade. Mas, embora ele participe das conversas, nunca contou nada muito profundo sobre as minas que pegou ou algo sexual sobre ele mesmo.

Mas aquela situação no chuveiro me deixou meio intrigada.

O segundo dia foi normal, a gente zoou, pescou, jogou cartas, dados, conversou entre nós três e se cagou de rir o dia inteiro. Eu e o Martín compramos uns fernets e ficamos bebendo o dia todo. Minha amiga não podia beber porque tava fazendo um tratamento com uns remédios hormonais, sei lá pra quê. desregulação do ciclo.
À noite, a gente tava quase indo dormir. Eu e Martín estávamos meio altos do fernet e demos um monte de voltas antes de entrar nas barracas. (eles dois dormiam numa e eu sozinho em outra, a uns metros).
Num momento, Martín tava parado do lado da barraca dele e eu na frente. Os dois em silêncio, fumando.
De repente, ele começa a se coçar no peito (tava pelado), de vez em quando na barriga e no começo da barriga baixa.
Eu olhava pra ele sem prestar muita atenção, mas a situação me dava um certo tesão.
Nunca tinha sentido atração por ele, mas também não era um cara de se jogar fora. 1,75m, moreno, uma barriguinha, mas daquelas bonitas, e algo que sempre me chamou a atenção: Martín tinha um volume enorme. O filho da puta marcava com qualquer calça, era aquele volume baixo e avantajado. Quando tava sentado, o volume parecia a braguilha da calça jeans quando dobra pra fora, mas nele aquela protuberância era firme; bem tensa, se mexia e o volume enorme continuava sempre igual. Às vezes, com uns bermudões, marcava perfeitamente dois ovos enormes e o contorno da pica mole pra baixo e pra direita. (sim, eu sempre olhava aquilo. Era um volume que, mesmo que você não quisesse, você olhava do mesmo jeito… volume é volume, né).
A questão é que aquela situação do Martín se coçando começou a me dar um tesão, e ainda por cima, como eu tava meio alto, não conseguia evitar; quando bebo, fico mais tarado que o normal. Ele esfregava o peito e, quando descia, puxava cada vez mais pra baixo a borda do bermudão.
Martín costumava depilar o corpo todo no verão, e pelo jeito que eu tinha visto ele pelado naquele dia, dava pra perceber que ele tinha se depilado uns três dias antes, porque os pelos já estavam começando a aparecer de novo. Então, com certeza, ele tava coçando de verdade naquela noite. (quem se depila ou faz laser sabe do que eu tô falando).
Cada vez ele puxava mais a borda do bermudão, até que numa dessas… essas descidas da mão dele, do peito pra baixo, puxaram a bermuda até deixar todo o púbis e uns centímetros do tronco da pica à mostra, enquanto ele esfregava com a mão.
Eu olhava em silêncio, atônito. Percebi a posição que ele tinha tomado em relação à barraca onde minha amiga já estava deitada quando isso começou, e caí na ficha de que ele estava exatamente num ponto onde ela, de dentro, não conseguia vê-lo pela janela de tule da barraca; mas eu conseguia ver. Só olhar, porque eu estava parado na frente da entrada da barraca e minha amiga me via perfeitamente.
Comecei a sentir uma leve ereção no meio das pernas, que controlei ao máximo pra não deixar evidente, já que eu tava vestindo um short de futebol sem nada por baixo.
Essa situação se prolongou por vários minutos, os dois em silêncio, até que cada um foi dormir na sua barraca.
Fiquei bem excitado, aquela noite custei pra caralho pra dormir porque não parava de pensar no Martín. Era muito louco aquilo, sentia que tava traindo minha amiga e não entendia se o Martín tava me provocando ou se eu tava viajando na minha cabeça à toa.
No dia seguinte, acordamos cedo. O dia tava um calor do caralho, então eu e o Tincho decidimos tomar café com fernet bem gelado desde cedo. Quando ele tá comigo, costuma beber bem mais do que o normal. A Laura, minha amiga, sempre zoa que eu levei ele pro mau caminho desde que me conheceu, porque o Tincho era um cara pouco sociável. Digamos que ele se desinibiu com o tempo em muitos aspectos desde que me conheceu, um deles sendo com o álcool; mais de uma vez a gente pegou uns porres fodidos juntos.
O dia seguiu normal, como os anteriores. A gente tinha tomado banho de novo, mas não juntos. De noite, depois de comer, fomos pra lagoa que ficava atrás do camping pescar. Ficamos até tarde lá, obviamente com o fernet na mão, bebendo e zoando pra caralho.
Quando voltamos pras barracas, eu e o Martín estávamos naquele ponto altura com um peido marca ACME. A gente morria de rir de tudo e começamos a encher o saco da minha amiga de um jeito insuportável. Sempre combinamos de sacanear ela com pegadinhas e essas coisas, ela tem um humor muito aberto e morre de rir com a gente. Deitamos cada um na sua barraca e ficávamos gritando de dentro. Era uma bagunça, a gente ria de qualquer besteira e de um jeito estrondoso.
Minha amiga acabou cansando e mandou o Martín pra fora da barraca por bêbado (a gente tava muito louco, vínhamos bebendo desde as 10 da manhã); ele sai (eu ouvia a risada dele) e de repente fala pra minha amiga – “Vou com o Franco jogar cartas”, e ela responde – “Vai com o outro bêbado e dorme lá, porque com o cheiro de fernet que você exala, comigo você não dorme!”.
Claro que tudo isso ela falava meio irritada, mas não brava.
Assim que ouvi isso, minha barraca abre e o Martín entra de uma vez. Eu tava dormindo pelado e, embora tivesse um lençol, tinha puxado ele pros pés porque o calor lá dentro era insuportável. Uma daquelas noites de verão pra dormir num freezer.
Mal consegui reagir, ele entrou e se jogou do meu lado ainda com um sorriso no rosto por causa de como a outra tinha xingado ele. Na hora que se deitou, percebeu minha situação e arregalou os olhos.
Eu fiz o gesto de “fica quieto” antes que ele gritasse alguma besteira ou começasse a morrer de rir. Ele não disse nada, o calor era terrível e além disso eu dormia sozinho.
Me cobri com o lençol até a cintura. Começamos a falar besteiras, morríamos de rir, continuávamos na zoeira, resumindo.
Já tinha passado umas hora e meia que estávamos na minha barraca e fazia um tempinho que a euforia tinha baixado. Num momento, me sento e me estico pra pegar os cigarros que estavam jogados num buraco da barraca e, quando volto a me deitar, meu pau fica descoberto. Ele me olhou, não sério, mas com o mesmo olhar que eu tinha notado Uns dias atrás, no chuveiro, enquanto eu me trocava.
Foi a primeira vez que me viu pelado. Não entendia aqueles olhares, mas tava me deixando com tesão e, ao mesmo tempo, me desorientando, porque nunca tinha visto nenhum sinal estranho no Martín. Mas o álcool e a testosterona tavam fazendo o deles, e meu pau começou a ficar duro antes que eu percebesse.

Naquele momento, meu estado de embriaguez era totalmente consciente, mas meio atrasado, tipo um delay; demorava vários segundos pra responder e agir. Continuamos conversando, num tom mais baixo, e eu deixei o lençol por cima do meu pau, só cobrindo de leve. Como se eu não tivesse notado. Queria ver a reação dele, mas, no fundo, queria deixar ele com tesão.

Percebia que ele olhava de vez em quando pra ponta do meu pau, que tava aparecendo, enquanto a gente falava cada vez mais baixo.

De repente, ele começou a se coçar, igual na noite anterior, só que dessa vez foi direto pro abdômen e pro púbis, primeiro por baixo da bermuda e depois abaixando um pouco. Meu pau ficou duro de vez, e a ponta que tava descoberta pelo lençol ficou ainda mais à mostra.

Martín tava colado em mim, a barraca era pequena e, de repente, pra minha surpresa, ele esticou a mão e pegou no meu pau.

Assim, na lata, sem rodeios nem palavras. Demorei vários segundos pra me tocar; eu ainda tava falando e olhando de vez em quando como a mão dele mexia na barriga dele, enquanto ele já tava em silêncio total há uns minutos, só me encarando.

Quando me liguei, não soube o que dizer nem fazer; não sabia até onde o Martín queria ou podia ir naquele momento, e muito menos se era certo ou errado. Fiquei pasmo. Não esperava que ele fosse se jogar daquele jeito. Ficamos nos encarando, cara a cara, ele agora passando a mão na minha barriga e no meu púbis com uma mão, e com a outra, já não se coçando, mas brincando com o pau dele por baixo da bermuda.

Só consegui aproximar um pouco minha boca da dele, o suficiente pra ele me dar um beijo incrível; ele tirou as mãos de onde estavam e me agarrou. o rosto dele pelos lados, me beijando com uma puta vontade.
Eu respondi na mesma intensidade enquanto minha mão esquerda acariciava do peito nu dele até as costas. A boca dele começou a beijar meu pescoço e a barba por fazer arranhava minha pele. Nossos corpos começaram a suar um pouco mais. Beijei o pescoço dele, desci um pouco pelos ombros até o peito. Acariciava tudo, as mãos dele também percorriam meu corpo e meu pau, duro igual aço. A pele dele tinha um cheiro doce de perfume misturado com suor, me excitava pra caralho. Comecei a lamber o pescoço dele, a boca e o queixo. Ele respondia esfregando o rosto na minha pele e mordendo de leve meus ombros quando eu deixava ele descer.
Enfiei a mão dele dentro da bermuda, acariciando todo o contorno daquela porra grossa por cima da cueca de microfibra. Ele tava prestes a explodir, o pau dele tava fervendo e uma umidade começava a se espalhar na borda onde a uretra dele encostava.
Nossas mãos se comunicaram telepaticamente pra ir ao mesmo tempo passear na bunda um do outro. Apertávamos as cinturas cada vez mais enquanto continuávamos nos beijando e nos lambendo.
A bunda dele era linda, redondinha, larga e perfeitamente desenhada pelo tecido justo. Meus dedos percorriam a racha que separava aquelas montanhas macias de carne. Os dele brincavam na mesma área, mas mais pra dentro, já que eu tava completamente pelado. As pontas dos dedos dele, úmidas e ásperas, percorriam todo o caminho, passando de leve pelo cu até debaixo das minhas bolas, ansiosas pra esvaziar nele.
Era questão de segundos o que ia rolar: inevitavelmente íamos foder como animais no cio; minha mente, a bebedeira e minha consciência se uniram pela primeira vez na noite pra me frear de repente, me jogando pro lado.
Martín se assustou, mas na hora entendeu perfeitamente o que tava rolando, voltando à realidade, então não precisei falar nada. A gente tava num camping prestes a transar a três metros da namorada dele, ou seja, minha amiga. Uma loucura.
Situação foda pra caralho. Arriscada e passível de julgamento pra quem quiser fazer.
Naquele exato instante foi que entendi o quanto o Martín me deixava com tesão e me atraía, e não era algo que tinha nascido naquele fim de semana, mas sim que já fazia um bom tempo que minha curiosidade pelo volume dele e pela sua misteriosa história sexual tinham criado uns ratos em mim que só eram controlados e quase isolados num cantinho do meu entendimento pelo simples fato de que "ele é o namorado da minha amiga".
Com ele estava rolando algo parecido (fiquei sabendo tempos depois, conversando com ele), mas com o agravante de que nunca tinha sentido atração por outro homem. Se descobrir esses sentimentos aos 29 anos é bem mais complicado do que na adolescência, como foi comigo.
O tesão dos dois não tinha diminuído em nenhum momento, ficamos os dois olhando pro teto da barraca e de vez em quando virando a cabeça pro lado pra encontrar o olhar do outro. Ninguém falou nada por vários minutos, mas os olhares intensos tinham uma linguagem própria; cada vez mais intensos e com mais vontade de tirar a dúvida do que a gente queria um do outro.
Minha amiga dormia na barraca dela, disso a gente tinha certeza, mas além da barraca poder ser aberta por qualquer pessoa, a gente tinha contra nós as luzes esporádicas dos carros que de vez em quando passavam na frente da área de acampamento, transparentando por breves segundos as silhuetas de tudo que estava em cada uma das barracas. Nem preciso dizer que, visto de fora, qualquer um podia perceber que dentro daquela barraca pequena tinha dois bêbados fodendo como coelhos.
— Não aguento mais, mano. Falei pro Martín. — Se você não voltar pra sua barraca agora, sabe que a gente vai transar, né?
— Já era, fodeu tudo. Ele respondeu. — Mas não quero ir embora.
Ficou um silêncio longo dos dois de novo.
— Morre aqui isso? Tudo que rolar essa noite nesse camping morre entre a gente. Falei finalmente, olhando fixo nos olhos dele.
A gente ficou assim por uns segundos até que, de novo, o Tincho fez algo que me deixou perplexo. Ela me respondeu se jogando em cima de mim enquanto me dava um beijo daqueles que anunciam uma tempestade de hormônios com previsão de uma foda violenta.
- Para, mano, para! Falei baixinho, afastando ele um pouco de mim. - Aqui não dá, dá pra ver tudo lá de fora... vamos parecer um teatro de sombras pornô toda vez que passar um carro!
Ele riu, o primeiro sorriso depois de tanta tensão. Meu amigo Martin estava de volta, aquele que até horas atrás morria de rir das minhas piadas e acendia meus cigarros, mas com o pau duro em cima do meu.
- Vamos pros chuveiros. Ele disse. - Deve entrar um ou outro a essa hora, mas quando estivermos atrás da cortina ninguém vai perceber que tem duas pessoas lá.
- Deixa sua roupa e seus chinelos debaixo dos meus. Vamos sair os dois juntos daqui, caso a Laura esteja acordada. Se ela perguntar: vamos tomar banho porque estamos morrendo de calor.
- Vamos. Ele respondeu enquanto me beijava de novo e depois se jogava pro lado pra subir o zíper da bermuda. Ele penou bastante, e minha mão pôde confirmar, por cima da cueca de microfibra, o tamanho daquele par de ovos que não cabiam juntos nela e o falo de carne que mais de uma vez marcou nas calças dele, só que dessa vez estava no auge do esplendor: um pau de uns 19cm e grosso como um desodorante daquele cheiro que o corpo macio dele exalava.
Me vesti e saímos pros chuveiros que ficavam uns 100 metros de onde estávamos, com os paus erguidos como dois mastros e pensando na loucura que estávamos prestes a fazer. Mas não houve culpa suficiente pra impedir, o álcool que ainda tínhamos no sangue não era pouco pra baixar a tesão, mas bastava pra calar a consciência que já vinha falando de amizade e fidelidade há um tempão.

(em alguns dias escrevo a segunda parte).

Desculpa se a pontuação tá meio errada e se tiver algum erro de ortografia, escrevi de uma vez e não parei pra revisar.

Espero que tenham gostado.

13 comentários - [relato]Fudendo num camping (1ª parte)[/relato]

El campig en un habitat natural para el garche. Inspirador. Un abrazo
Buenisimo! me dejaste la chota dura. Quiero la segunda parte!
man8404 +1
espectaCUAR QUEREMOS LA SEGUNDA PARTE ! TE DEJO +10 PUNTOS !
no nos podessssssss dejarrrrrrrrr asi!!!! jajajaj aguardamos el resto del relato!!