Levo o carro uma vez por semana no lava-rápido, sempre no mesmo lugar. Trabalham 5 caras lavando, mas tinha um de quem eu gostava bastante, é o que finaliza e entrega o carro. É um cara de 23 anos, magro, cabelo curto, simpático e extrovertido. Sempre o via com roupa de trabalho, até sábado, 18 de janeiro, quando fui buscar o carro e ele não estava. Tive a ideia de perguntar e me disseram que ele estava se trocando pra ir embora, ia porque no dia seguinte viria o dia todo. Paguei e estava saindo quando o vi se despedindo dos colegas de trabalho. Levantei a mão cumprimentando ele também, e ele fez um gesto pra eu esperar. Quando veio, me perguntou se podia dar uma carona até o ponto de ônibus, que ficava umas 12 quadras dali. Sim, sobe, te levo. Até onde você vai? Até em casa, ele disse.
O dia estava muito quente e era quase uma da tarde. Ele estava vestido com chinelos, camiseta e uma bermuda, recém-tomado banho e perfumado, a primeira vez que o via assim. Sempre foi muito atencioso comigo, eu sempre deixava gorjeta pra ele, ele finalizava meu carro como ninguém. Assim que subiu, ele ajeitou a piroca, fez uns três movimentos se ajustando. Eu olhei de canto enquanto a gente falava do calor que fazia. Poucas quadras depois, ele tocou de novo, como se estivesse de pau duro e estivesse ajeitando. Na hora eu falei: "O que foi? tá subindo?" Ele sorriu e disse que sim, que tava com tesão e que o dia pedia uma foda, uma foda num campo ou mato, que ele era do interior e lá era costume, na sesta entrar em algum lugar e bater uma ou transar quem tem sorte de ter com quem. "Uhhh! que gostoso, sim! dá pra foder, pra fazer alguma coisa, mas aqui não tem campo ou mato", falei, pra ver até onde ele topava ir. De novo ele pegou na piroca. Na hora eu falei que se incomodava tanto, era só tirar pra fora. "Tá falando sério?" ele perguntou, me olhando safado. "Sim, porra, tira, total aqui em cima do carro ninguém vê a gente, né?" "Não, quem vai ver? Mas melhor a gente ir pra casa, moro sozinho, aí te mostro direitinho." Ele me indicou onde era e fomos pra lá. Fomos, chegamos. É um apartamento bem pequeno, só pra ele. Entramos e, com a minha tesão, já tava vendo ele pelado. Ele foi no banheiro e saiu na hora, baixou a bermuda e deixou à mostra uma piroca linda, fina e comprida, com uma cabeça rosada bem clarinha e pequena, os ovos grandes balançando moles, sem um único pelo. Não me segurei e peguei nela, tava dura, quente. Bati uma punheta pra ele um pouco, ele fez um sinal pra eu chupar, me fiz de besta e comecei a tirar a roupa. "Vamos pra cama", ele disse e foi pro quarto. Se jogou na cama de casal e tirou a camiseta, pude ver o corpo dele pelado, magro, rabo redondo e bem empinado, pernas proporcionadas, uma piroca boa e cara alegre, safado. Me joguei por cima dele, na posição do 69, e comecei a chupar ele, tentava enfiar tudo que podia, tava bem limpinho e macio. Ele, sem perder tempo, começou a chupar meu cu, a língua dura e pontuda tentando abrir meu rabo. Fiquei doido, meti as duas mãos entre as pernas dele e brincava com os ovos grandes, enfiei um dedo no cu dele e ele deu uma mordida leve no meu cu. Saí e me virei de barriga pra cima, fiz ele ficar pra um 69, abri o cu dele, era lisinho, pequeno e bem fechado, meti a língua, chupei muito. De repente, senti calor e umidade na minha piroca, ele tava chupando, meio sem jeito, mas cada vez melhor. Eu levantava a bacia pra ele enfiar mais, até que falei: "Para, besta, porque vou arrebentar teu cu!" "Se você quer, faz", ele me convidou. Na hora, saí, coloquei ele de quatro, cuspi no cu dele e tentei enfiar a cabeça, tentei porque tava muito fechado e ele não relaxava. Tentamos várias vezes até que a cabeça entrou. Ele suava e tava vermelho como se fosse pegar fogo. Saiu e chupou minha piroca com muita vontade, chupei ele mais um pouco, lambi o cu dele. Ele me colocou de bruços e abriu minhas nádegas, meteu a língua e chupou meu cu por um tempão, com gosto. Deitou de barriga pra cima e me fez sentar na barriga dele, a piroca dele encostava no meu cu. Eu tava com a buceta molhada do líquido pré-seminal dele, sentia o pau dele deslizando todo lubrificado. Ele me fez bater uma punheta por um tempo, depois pegou no meu pau e começou a bater uma com força, rápido, até eu jorrar uma porrada de porra que acertou na cara dele. Ele passou o sêmen no peito e levou a mão ao nariz pra cheirar, parecia que isso deixou ele ainda mais excitado. Me jogou de barriga pra cima e chupou meu pau até deixar ele macio, limpo e inchado. Pegou no pau dele e começou a bater uma, soltando suspiros e gritinhos de tesão. Gozou rápido, bastante porra, branca e grossa. Passou o sêmen no peito também, enquanto me dizia: "Olha como a gente terminou, nunca imaginei que a gente fosse fazer isso." "Bom", eu disse, "no final aconteceu. Como você se sentiu?" "Muito bem, quero mais, mas hoje não, já tô acabado. Se quiser, vem hoje à noite e a gente continua. Pelo menos já tenho um amigo pra foder." "Ok", eu disse, "mas lembra que você me pediu pra te comer o cu, e esse cu já é meu. Eu vou arrebentar você, não esquece." "Toma um banho", ele me disse. E eu fiz isso, depois ele. Tomamos uma cerveja e eu fui embora. Voltei a ver ele à noite, mas de novo poupei a vida dele. Dilatei ele o máximo que pude, mas quando tinha entrado metade, ele pediu pra tirar, porque tava doendo muito. Deu vontade de enfiar tudo de uma vez, mas ele não merecia isso. Quando ele voltar das férias dele, a gente vai terminar o que começou. Aí sim vou arrebentar bem o cu dele. Ele quer e tá decidido. Por enquanto, já tô preparando o meu pau pra esse dia.
Boa vida pra todos e até o próximo relato!!!!!
O dia estava muito quente e era quase uma da tarde. Ele estava vestido com chinelos, camiseta e uma bermuda, recém-tomado banho e perfumado, a primeira vez que o via assim. Sempre foi muito atencioso comigo, eu sempre deixava gorjeta pra ele, ele finalizava meu carro como ninguém. Assim que subiu, ele ajeitou a piroca, fez uns três movimentos se ajustando. Eu olhei de canto enquanto a gente falava do calor que fazia. Poucas quadras depois, ele tocou de novo, como se estivesse de pau duro e estivesse ajeitando. Na hora eu falei: "O que foi? tá subindo?" Ele sorriu e disse que sim, que tava com tesão e que o dia pedia uma foda, uma foda num campo ou mato, que ele era do interior e lá era costume, na sesta entrar em algum lugar e bater uma ou transar quem tem sorte de ter com quem. "Uhhh! que gostoso, sim! dá pra foder, pra fazer alguma coisa, mas aqui não tem campo ou mato", falei, pra ver até onde ele topava ir. De novo ele pegou na piroca. Na hora eu falei que se incomodava tanto, era só tirar pra fora. "Tá falando sério?" ele perguntou, me olhando safado. "Sim, porra, tira, total aqui em cima do carro ninguém vê a gente, né?" "Não, quem vai ver? Mas melhor a gente ir pra casa, moro sozinho, aí te mostro direitinho." Ele me indicou onde era e fomos pra lá. Fomos, chegamos. É um apartamento bem pequeno, só pra ele. Entramos e, com a minha tesão, já tava vendo ele pelado. Ele foi no banheiro e saiu na hora, baixou a bermuda e deixou à mostra uma piroca linda, fina e comprida, com uma cabeça rosada bem clarinha e pequena, os ovos grandes balançando moles, sem um único pelo. Não me segurei e peguei nela, tava dura, quente. Bati uma punheta pra ele um pouco, ele fez um sinal pra eu chupar, me fiz de besta e comecei a tirar a roupa. "Vamos pra cama", ele disse e foi pro quarto. Se jogou na cama de casal e tirou a camiseta, pude ver o corpo dele pelado, magro, rabo redondo e bem empinado, pernas proporcionadas, uma piroca boa e cara alegre, safado. Me joguei por cima dele, na posição do 69, e comecei a chupar ele, tentava enfiar tudo que podia, tava bem limpinho e macio. Ele, sem perder tempo, começou a chupar meu cu, a língua dura e pontuda tentando abrir meu rabo. Fiquei doido, meti as duas mãos entre as pernas dele e brincava com os ovos grandes, enfiei um dedo no cu dele e ele deu uma mordida leve no meu cu. Saí e me virei de barriga pra cima, fiz ele ficar pra um 69, abri o cu dele, era lisinho, pequeno e bem fechado, meti a língua, chupei muito. De repente, senti calor e umidade na minha piroca, ele tava chupando, meio sem jeito, mas cada vez melhor. Eu levantava a bacia pra ele enfiar mais, até que falei: "Para, besta, porque vou arrebentar teu cu!" "Se você quer, faz", ele me convidou. Na hora, saí, coloquei ele de quatro, cuspi no cu dele e tentei enfiar a cabeça, tentei porque tava muito fechado e ele não relaxava. Tentamos várias vezes até que a cabeça entrou. Ele suava e tava vermelho como se fosse pegar fogo. Saiu e chupou minha piroca com muita vontade, chupei ele mais um pouco, lambi o cu dele. Ele me colocou de bruços e abriu minhas nádegas, meteu a língua e chupou meu cu por um tempão, com gosto. Deitou de barriga pra cima e me fez sentar na barriga dele, a piroca dele encostava no meu cu. Eu tava com a buceta molhada do líquido pré-seminal dele, sentia o pau dele deslizando todo lubrificado. Ele me fez bater uma punheta por um tempo, depois pegou no meu pau e começou a bater uma com força, rápido, até eu jorrar uma porrada de porra que acertou na cara dele. Ele passou o sêmen no peito e levou a mão ao nariz pra cheirar, parecia que isso deixou ele ainda mais excitado. Me jogou de barriga pra cima e chupou meu pau até deixar ele macio, limpo e inchado. Pegou no pau dele e começou a bater uma, soltando suspiros e gritinhos de tesão. Gozou rápido, bastante porra, branca e grossa. Passou o sêmen no peito também, enquanto me dizia: "Olha como a gente terminou, nunca imaginei que a gente fosse fazer isso." "Bom", eu disse, "no final aconteceu. Como você se sentiu?" "Muito bem, quero mais, mas hoje não, já tô acabado. Se quiser, vem hoje à noite e a gente continua. Pelo menos já tenho um amigo pra foder." "Ok", eu disse, "mas lembra que você me pediu pra te comer o cu, e esse cu já é meu. Eu vou arrebentar você, não esquece." "Toma um banho", ele me disse. E eu fiz isso, depois ele. Tomamos uma cerveja e eu fui embora. Voltei a ver ele à noite, mas de novo poupei a vida dele. Dilatei ele o máximo que pude, mas quando tinha entrado metade, ele pediu pra tirar, porque tava doendo muito. Deu vontade de enfiar tudo de uma vez, mas ele não merecia isso. Quando ele voltar das férias dele, a gente vai terminar o que começou. Aí sim vou arrebentar bem o cu dele. Ele quer e tá decidido. Por enquanto, já tô preparando o meu pau pra esse dia.
Boa vida pra todos e até o próximo relato!!!!!
13 comentários - El pendejo del lavadero.
Buenísimo !!
Gracias por compartir 👍