Hoje, como de costume, tava muito, mas muito tarado. Minha velha tinha ido trabalhar, meu irmão também, meus primos que tão de férias em Buenos Aires e tão na minha casa saíram pra passear pelo centro. Fiquei sozinho em casa, com um monte de anotações da faculdade pra ler. Coloquei uma música bem suave pra criar clima, tava calor, cozinhei algo, peguei minha bandeja de comida, os apontamentos e um marca-texto e fui pra cama. Me despi, me deitei, almocei, li um pouco, mas não tem jeito, a história é muito chata. Fiz um esforço pra ler mais um pouco, mas mesmo que um segundo antes de pegar os apontamentos eu não tivesse sono, a verdade é que a matéria que tenho que estudar age como um sonífero. Mas o que não me entedia nem me dá sono é o sexo. Peguei o telefone, entrei numa hotline: "Olá, aqui é Gonza, só passivo, 23 anos, muito petero, engole porra, magrinho, 1,70 de altura, rastafari, procuro caras só ativos, dominantes, tarados e sujos, na Lugano, sem local, busco pela área ou com mobilidade." Tinha uma overdose de passivas querendo pica, e eu era mais um. Muita competição, pensei, e ainda tinha escassez de ativos. Mas por sorte, os poucos que tinham me chamavam. Alguns muito velhos, outros que moravam longe. Talvez o destino queira que eu continue estudando, pensei enquanto ria por dentro e olhava com cara de medo pros meus apontamentos. Ia desligar, porque chegavam propostas interessantes, mas quando perguntava como era, as respostas nunca vinham. Ou quando passava meu WhatsApp pra eles me mandarem foto, também nunca mandavam. Tudo uma cambada de enganadores. Tava quase desligando, quando chegam duas propostas que me fizeram continuar. Um cara que queria me comer no depósito do bar que ele é dono, dizendo que tava cheio de porra porque tinha ficado com vontade de comer a sobrinha puta dele. E outro, um cara de 38 anos, dizia ter um corpo bom, cabelo castanho, olhos castanhos, pedia discrição por ser casado, e não. Estava bem longe, tava em Villa Luro, ele tinha um lugar no trabalho dele, uma obra de construção, já que trampa nessa área. Fiquei com ele, ele me disse que até umas 6 e meia no máximo tinha tempo, era 17h30, até que peguei o busão e tudo já ia bater o horário limite dele. Isso me broxou pra caralho, de verdade, eu já tava todo excitado com as poucas mensagens que a gente tinha trocado. Ele falou pra eu pedir um táxi e ir, que ele pagava. Topiquei, desliguei e chamei a empresa de táxi. Em 5 minutos já tava a caminho, meio nervoso, indo tudo rápido, até que o filho da puta do motorista quase partiu pra briga com um pedestre. Muita masculinidade, me deixou com tesão a situação, embora nenhum dos dois tivesse razão. Falei que tava com pressa, que não ligava pra briga idiota dele. No fundo pensava: "Tenho um macho me esperando, entra no carro e dirige, porra, é pra isso que vou te pagar, imbecil". Eles se xingaram mais um pouco, o sinal ficou verde e ele acelerou. Tava a poucas quadras, o nervosismo aumentando. E se fosse mais um otário me enrolando e ainda me deixasse na mão pagando o táxi? Já tava no jogo, então foda-se. Cheguei, desci, não existia o número ou pelo menos não tinha nenhum prédio com aquele número. "Maldita puta mãe", gritei por dentro. Olhei pra todo lado e quando me virei, um cara lindo se aproximou da calçada e fez um sinal com a mão me chamando. "Oooolá, gostoso!!", pensei por dentro. Ele não tinha mentido na apresentação, era um cara lindo, dava pra ver a idade, isso me excitava muito. Magro, 1,75, cabelo curto e castanho, corpo bonito que dava pra apreciar pela camiseta colada no corpo. Cumprimentei ele com um beijo na bochecha e entramos no prédio. Larguei minha mochila no chão, conversamos um pouco, e ele disse: "Vem, vamos mais pra dentro". Entramos num quarto e ele me contou que tava super nervoso, que era a primeira vez que um cara ia chupar a rola dele. "Nããão, sério? Falo?", com um sorrisinho safado no rosto. "Sim, espero que fique dura", "eu também, com o que vou fazer com ele, acho que sim", minha mão agarrou o volume dele, ele tirou a camiseta, precisei de um guardanapo pra baba que escorria, um peito peludo e lindo e tatuado, acariciei enquanto minha outra mão continuava apalpando e testando o pacote do gostosão, ele desabotoou a calça e abaixou o zíper, a calça não caiu, olhei pra ele, sorrimos um pro outro, e me sentei num sofá que tinha, abaixei a cueca dele, e não acreditei no que vi! uma piroca pequena, como um embrulho tão, mas tão bonito, tinha entre as pernas algo daquele tamanho, era injusto!! pensei por dentro, mas em nenhum momento dei sinais de estar pensando nisso, enfiei toda na boca com facilidade, não era larga também, mas caprichei muito no boquete, foi endurecendo aos poucos, enquanto ele me segurava pela cabeça acompanhando meus movimentos, abaixei a calça dele até os joelhos, com uma mão acariciava e massageava os ovos, enquanto com a outra acariciava as pernas peludas, queria agarrar ele pela bunda, mas como era o primeiro homem dele, não quis exagerar e deixar ele desconfortável, continuei chupando, ele ficou no auge, chegou num tamanho aceitável de uns 3,5 ou 4 por uns 13 ou 14, faz tempo que não comia uma piroca pequena, venho bem alimentado por sorte, mas a verdade é que não me importei, era um macho lindo pra caralho o cara, lambia o tronco, subia e descia com a língua, dava batidinhas suaves com a língua na cabeça, enfiava inteira e ao mesmo tempo lambia tudo, "ufff que bom boqueteiro você é, cara", "continua assim", "que piroquinha gostosa você tem" eu respondia, olhando nos olhos dele, fiquei um bom tempo assim, chupei com muita vontade, ele ficou tão duro que até me fez engasgar em alguns momentos, não conseguia parar de apalpar as pernas dele, aquele cara irradiava masculinidade, amei, depois de um tempo chupando, ele me segurou forte pela cabeça sem me deixar mexer, mas ele Se ela se mexia a todo vapor, eu tava mamando gostoso na boquinha dela, dava pra ver que ele tava agitado e as pernas tremiam um pouco. Num momento ele me soltou, eu tirei, bati uma pra ele, olhei nos olhos dele e falei: "Goza na minha boca". E enfiei tudo de novo na boca. Continuei chupando até ele soltar toda a porra, que delícia. Ele me segurou firme enquanto jorrava fortes gozadas, comecei a engolir, encheu minha boca toda, nem uma gota escapou. Tirei da boca, segurei com uma mão e apertei de baixo pra cima até a ponta, e saíram as últimas gotas. Passei a língua e tomei essas gotas também. "Uff, adorei, gatinho!!", "Que pau e gozo gostoso você tem", respondi com os olhos lacrimejando de tanto engasgar com o pau médio dele. Levantei, falei sobre a tatuagem que ele tinha, uma desculpa pra ele não vestir a camisa e eu continuar apreciando e tocando o peito dele. Depois ele vestiu a camisa, voltamos pro escritório dele, e conversamos bastante sobre a vida, falamos sobre a profissão já que ele é meio arquiteto e eu mestre de obras. Ele me falou como todas as gostosas se ofereciam pra ele pelo tesão de ver ele todo suado, de capacete, trabalhando. Falei que não era só as gostosas que ficavam com tesão por isso, ele sorriu e ficou meio vermelho. Continuamos falando sobre isso, enquanto ouvíamos Iron Maiden e tomávamos um whisky com cola. Não podia ser tão gostoso assim, e eu tava felizão por ter sido o primeiro viado a comer o pau dele. Ele me contou os fiascos que tinha tado naquela linha de sexo, disse que quer continuar me vendo. Falei que quando ele quisesse, que ele tinha meu número. Nos despedimos, e fui em direção à Av. Rivadavia, música eletrônica tocando no meu celular, era uma tarde linda, e eu caminhava lembrando do gostoso que conheci. Tava felizão. Depois de umas 15 quadras, cheguei na estação Liniers, tava com muita vontade de mijar, então entrei num banheiro público. Olhares tarados iam e vinham pra todo lado, o típico. Fiquei na frente de um espelho, bem onde dava pra ver os caras. Estavam mijando, ou queriam fazer parecer que estavam, todo mundo olhando a pica do outro, sem o menor disfarce, como isso me excita! Eu arrumando meus dreads, com um pirulito na boca, começaram a mostrar as picas meio duras, e eu não tirava os olhos delas, embora as picas deles parecessem gostosas, eles não, bem diferente do que rolou com o cara anterior. De repente, vejo um cara de terno saindo de um cubículo, uns 25 ou 26 anos, barba, gato pra caralho, me olha, eu olho de volta, ele fica do meu lado e faz um sinal com a cabeça pra eu segui-lo. Óbvio que fui. Entramos num cubículo enquanto todo mundo olhava e morria de inveja, porque sabiam o que ia rolar. Tirei a mochila e coloquei no chão pra tampar a fresta da porta, mas dava pra ver claramente quatro pés num cubículo, e a gente não era um centauro, haha. Sinceramente, tava pouco me lixando, todo mundo ali na mesma. Na hora, puxei a pica dele, muito boa, não sei se porque comparei com a do anterior que eu tinha comido ou se era realmente bonita de comprimento e grossura. Imediatamente me ajoelhei e comecei a mamar, o cara já tava durasso. Desde o começo ele me fazia engasgar, se esticava e apalpava minha bunda. Desabotoei o cinto, baixei um pouco a calça pra ele pegar melhor. Ele encheu os dedos de saliva e enfiou um na minha bunda, enfiava e tirava. Depois de mamar um tempo, ele me fez parar, me virou de costas pra ele, fiquei apoiando as mãos na porta. Ele vestiu uma camisinha e começou a meter. Doía, eu falei "devagar" entre suspiros e gemidos baixinhos. "É, promíscua, controla você", ele disse. Comecei a me mexer e meter do meu jeito, apertava a pica dele com a bunda, mas depois ele me segurou e meteu tudo de uma vez na minha bunda. Tapou minha boca com a mão pra abafar meu gemido forte, e bombou por um bom tempo. Levantou um pé no vaso e continuou bombando ainda melhor, enquanto eu empinava a raba. Ficou assim por um tempo, até encher a camisinha de porra. Ele encostou na parede, eu abri a porta e saí. porta pra sair sem ninguém ver a gente, mas todo mundo tava olhando enquanto continuavam naquela brincadeira de se bater nas picas.
18 comentários - con el arquitecto + baño publico(relato gay)