Olhei a hora e saí correndo pro chuveiro, tomei banho rápido, vesti uma bermuda sem cueca, uma camisa e chinelo, mandei uma mensagem que já tava saindo pra lá, cheguei rápido, buzinei pra avisar que tava chegando, ela abriu a porta e me fez entrar, e... tava pelada, toda molhada, "que que cê tá fazendo assim?" perguntei, "tava me refrescando enquanto esperava você". "Não! E se alguém te vê?" "Quem? Aqui não tem ninguém, tão tudo longe e com a cerca não dá pra ver nada", ela disse, é verdade, não dá pra ver nada, só o interior do sítio. Ela caminhava na minha frente pra casa, eu não parava de olhar aquele corpo perfeito, proporcionado, entramos e ela trancou a porta, "vamos pra cima?" ela perguntou. "Sim, onde você quiser, do jeito que tô com vontade!" Ela subiu a escada, na minha frente, assim pelada, aproveitei e chupei a bunda dela, tava úmida e com gosto de cloro, tava apertadinha, uma delícia, passei a mão na frente e agarrei a maior piroca que já vi pessoalmente, senti ela bem dura e pesada. Entramos no quarto, ela tinha preparado um colchão no chão, me despi rápido, tava muito excitado, ela me fez deitar de barriga pra cima e disse que agora era a vez dela, lambeu meus mamilos bem devagar, cheirou minhas axilas e passou a língua, continuou pela barriga e chegou no meu umbigo, brincou com a língua afiada e dura, me deu um arrepio no corpo todo, ainda mais sabendo que ela tava indo pro meu pau duríssimo e lubrificado, continuou e brincou com meus pelos, lambeu a haste, foi pras bolas, cheirava e beijava elas, me virou de bruços e começou a cheirar meu cu, nunca tinha acontecido comigo, mas me deu um tesão e uma excitação maior do que eu já tava, a piroca tava explodindo, me deixou louco, senti a língua dura e molhada no meu buraco, me virou de novo e continuou com meu pau, cheirou ele por um bom tempo e finalmente enfiou na boca, eu suava, me contorcia e gemia de um prazer único. Ela me convidou pra fazer o mesmo que ela fez, se ajeitou e se deixou fazer, fiz tudo, cheirei as bolas dela, o pau e o cu virgem, e sinceramente experimentei algo novo, o cheiro do corpo limpo dela é tão excitante! Continuamos com um 69, o tamanho da pica dele fazia minha mandíbula doer, mas o empenho que ele colocava em chupar meu cu me fazia me esforçar e agradar ele. Depois, ele me devolveu todo o prazer que eu tinha dado, chupou minha pica até quase me fazer gozar. Paramos um pouco, não era questão de terminar tão cedo. Aí aproveitei pra dizer que, se ele não entregava e eu também não, mas os dois estavam com vontade de penetrar, a gente tinha que arrumar alguém, não tinha outro jeito.
Perguntei se ele conhecia alguém que quisesse vir. "A verdade é que não conheço ninguém por aqui", respondeu. "Só um cara que cuida de uma casa a duas quadras daqui e que uma vez insinuou fazer algo, mas não rolou nada, não tive coragem."
"Como ele é?", perguntei. "Deve ter uns 28/29 anos, é moreno, magro, sei lá. Quer que eu ligue pra ele e chame pra vir?" "Sim, manda logo! Não vamos perder tempo."
Ele falou um pouco e encerrou a ligação com um "fechou, te esperamos. Tô com um amigo que é quiropraxista", disse e desligou.
"O que você disse pra ele?" "Nada! Menti porque ele contou que tava com uma dor na lombar, por isso falei isso. Então agora é sua vez, cuida dele. A gente tem que terminar transando os três. No fim, se der merda, ele não te conhece." Achei uma boa ideia e na hora já imaginei um plano.
Nos trocamos, esperando o melhor. Descemos e fomos esperar ele lá fora. Ele vinha a umas quadras. Quando chegou, era mais ou menos como eu imaginava: magro, cabelo curto, corpo bonito, uns 1,70m, parecia bem cuidado. Nos cumprimentamos e fomos pro hall da casa. Sentamos e batemos um papo. Eu olhava fixo pra ele, e ele não ficava atrás. O dono da casa trouxe refrigerante e a gente bebeu. "O que você tem, tá com dor nas costas?", ele disse. "É, levantei algo pesado e deu um estalo, agora tá doendo. Não é muito, mas incomoda." Aí aproveitei e dei uma massageada nele, e me ofereci pra tratar. "Fechou, ótimo", ele disse. "Você tem um colchonete ou um colchãozinho pra eu dar uma olhada?" "Olha, tenho um colchão, vê se serve. Onde tá? Lá em cima, podem subir." Saí disparado e ele atrás de mim. O colchão tava no chão, o mesmo onde a gente tinha estado. Estado nós antes.
Bom, vamos ver onde você diz que dói? Aqui — disse e apontou pra cintura. Ah, beleza, tira a camiseta. Ela tirou e minha excitação só aumentava. Braços e peito bonitos, com poucos pelos no meio e uma linha descendo pro pau. Toquei pra ver se era aquela área, enfiei o dedo por dentro da calça em direção ao cu, toquei a última vértebra. Aqui também dói? perguntei, todo especialista. Especialista sim, mas em fazer booties.
Sim, até aí, bem aí onde você tá tocando. Ok, tira o calçado e deita no colchão. Tiro a calça? perguntou. Sim, tira, do jeito que ficar mais confortável, assim também trabalho a região lombar, falei. Ela sentou no chão e tirou a calça e, pra minha surpresa, também a cueca que tava usando!!! Tava saindo tudo bem até agora. Não olhei, fui no banheiro pegar um creme e voltei. Ela tava de bruços. Ver ela assim me deu vontade de tirar a roupa e meter de uma vez, ainda por cima meu pau tinha subido. Me ajoelhei do lado dela, passei creme e comecei a massagear devagar, do meio das costas até a cintura, assim por um bom tempo. De vez em quando passava o dedo indicador em direção à última vértebra e massageava com movimentos circulares. Uma vez fui além, com meu dedo cheio de creme, rocei a borda do buraco. Tava quente, muito quente, e isso me deu a sensação de que tava excitando ela cada vez mais. Às vezes ela se mexia como se o pau incomodasse. Eu, com as duas mãos cheias de creme, continuava da cintura pros lados das costas, e às vezes até nas nádegas duras e peludinhas.
Acelerei o tratamento, peguei ela pela cintura e falei: vamos virar, te ajudo. Suavemente, ela virou de barriga pra cima, aí pude ver que tava de pau duro, como imaginava. É um pau bonito, uns 16 cm mais ou menos, com a cabeça coberta, bem peludinho. Desculpa, ela disse. Por que desculpa? Por isso — e segurou o pau. Ah, não se preocupa, sempre acontece. E segurei ele suave, tentei descobrir a cabeça, mas tava tão duro que ela disse que doía. Sabe uma O quê? Comigo aconteceu a mesma coisa. Olha como eu tô, peguei na minha por cima da calça, fiquei olhando com desejo. "Sério, você também?", ela disse. "Sim, quer ver?" "Não, o outro tá lá embaixo. Melhor a gente ir pra casa, que tal? Assim a gente fica mais à vontade." "Eu tenho outra ideia: e se a gente chamar o magrelo?" "Não! Acho que ele não vai querer." "Hummm, deixa comigo. Se ele disser não, a gente vaza, ok?" "Sim, sim, bora."
Desci as escadas correndo. Ele tava sentado brincando com a pica pra fora, durona. "E aí?", perguntou quase desesperado. "Sim, porra, bora, trouxa!!" Ele pulou de uma vez e subimos. Ela tinha se virado de bruços. Eu me despi, e ele fez o mesmo. Ela se ajoelhou na frente dele e ofereceu a pica. Sem dizer nada, ele pegou e ficou olhando com curiosidade. "O que foi?", ela disse. "Nada, é que nunca vi uma assim!" "Ah, não? E o que cê tá esperando pra dar prazer pra ela?" Devagar, ele enfiou na boca. A cabeça parecia um morango gigante. Eu me posicionei na bunda dela e comecei a brincar: abri as nádegas e passei os dedos, passei creme e enfiei primeiro um dedo, depois dois e terminei com três. O buraco dela não ofereceu resistência, tava bem arrombado! Enquanto ele gemia e chupava aquele pedaço gigante, eu me coloquei pra ela chupar a minha. Como a minha é menor, ela mostrou tudo que sabia: chupava até enfiar tudo, até o talo, até quase engasgar. O outro animal tava de quatro, abrindo as nádegas dela e cheirando o cu dela!!!
Mandei ele tomar banho. Ele tomou banho rápido, se secou e voltou pro colchão. Ficou de quatro e, enquanto chupava minha pica, o outro chupava o cu dele. Ele se levantou e disse: "Come ele! Come ele primeiro, porque se eu pegar ele, depois nem sente a sua." A gente riu pra caralho. Coloquei uma camisinha e um pouco de creme no cu dele e dentro. Entrou muito bem e rápido. Ele chupava a pica do meu amigo sem perder tempo. Eu não gozei, queria me guardar pra ver quando e como a pica do outro animal ia entrar. Não aguentei mais. Falei: "Agora é sua vez!" "Bora." Ele se posicionou por trás, cuspiu no cu dele, segurou na cintura com as mãos grandes e apontou a cabeça pro centro. "Para! Para!! Não te... Colocou forro? Uau!! Que masturbador da tesão, quase mandei no pelo. Coloquei nele e a mesma situação de novo, mas agora dei um tapa forte na bunda direita, fez estalar. Relaxa, se solta, queria cock? Agora vou te dar, não se desespera, ele disse. Quem se desesperava era eu, a cock babava, queria ver como ele comia tudo aquilo. Tentei enfiar a cabeça, tirei e meti três dedos juntos, girava de um lado pro outro, os gemidos cada vez mais fortes. Tentei de novo, com mais sorte agora, o cu abriu deixando passar aquela cock maravilhosa, continuei empurrando. Sentei na frente dele e chupei com vontade, ele reclamava, até deu um grito bem alto. O que foi? Tá doendo? Aguenta que já tá quase toda dentro. Com um empurrão, meteu tudo. Não se mexe, aguenta um pouco!!!. Tô aguentando!! Mas me partiu no meio, arrombou meu cu, tá ardendo! ele respondeu. Aguenta meu amor, aguenta, já vai acostumar, já tá toda dentro, agora sente, é sua, toda sua.... Saí e fui ver se era verdade que ele tinha metido tudo, era verdade! Minha tesão era tanta que na hora me coloquei atrás dele e chupei o cu dele, tentei comer com a língua, me ajeitei e chupei os ovos dele enquanto ele entrava e saía. Levantei e meti na boca dele, ele chupava como um louco, não aguentei mais e descarreguei toda minha cum dentro, ele cuspiu nas costas do nosso novo amigo, e passou a língua na cabeça, limpando tudo. Nessa hora ele gritou forte, ecoou no quarto, era a hora da cum com muita cum. Ficou parado um instante e tirou. A visita levantou e disse que tinha gozado duas vezes, era verdade, o lençol era testemunha. Foi tomar banho, enquanto meu amigo dizia que não acreditava que ele ia aguentar tudo, mas no fim entrou!! Tomamos banho cada um, nos secamos e eu ainda intrigado como tinha deixado o cu dele. Ainda estávamos pelados e pedi pra ele me mostrar. Ele ficou de quatro e abriu, deixou lindo, bem aberto. Comido, aberto, vermelho com uma auréola gigante. Cheguei perto e chupei ele, tava muito quente e muito gostoso. Fomos pra piscina um pouco, nosso parceiro foi embora, ficamos sozinhos, tomamos uma cerveja e falamos do preço do aluguel. Chamei meu amigo, mandei fotos e acertamos. No final, em vez de uma semana, ele alugou o mês inteiro, então por esse tempo não vamos poder fazer nada, a não ser que a gente vá pra outra casa. Ah, esqueci, ele pediu mais sessões de massagem, parece que fiz muito bem pra ele. Na verdade, fizemos: eu as massagens e meu amigo fez muito bem o cu dele. A gente nadou pelado na piscina, chupamos a rola e várias vezes o cu. Saímos e batemos uma até gozar. A rola ficou vermelha, a cabeça inchada, doía, mas era uma dor que me excitava. Já tava tarde, me troquei e fui embora. Prometi voltar logo. "Quando quiser", ele disse, "e se puder, traz um amigo". Já entrei em contato com um que não acredita no que eu conto. Por desconfiado, é o próximo que vai ter o cu arrebentado.
Boa vida a todos, felizes férias. Comentem, recomendem, deem pontos. Vocês vão ter sorte, vão ter muita porra, vão transar muito e, acima de tudo, a rola de vocês vai crescer muito. Façam o teste.
Até o próximo relato.
Abraços a todos.
Perguntei se ele conhecia alguém que quisesse vir. "A verdade é que não conheço ninguém por aqui", respondeu. "Só um cara que cuida de uma casa a duas quadras daqui e que uma vez insinuou fazer algo, mas não rolou nada, não tive coragem."
"Como ele é?", perguntei. "Deve ter uns 28/29 anos, é moreno, magro, sei lá. Quer que eu ligue pra ele e chame pra vir?" "Sim, manda logo! Não vamos perder tempo."
Ele falou um pouco e encerrou a ligação com um "fechou, te esperamos. Tô com um amigo que é quiropraxista", disse e desligou.
"O que você disse pra ele?" "Nada! Menti porque ele contou que tava com uma dor na lombar, por isso falei isso. Então agora é sua vez, cuida dele. A gente tem que terminar transando os três. No fim, se der merda, ele não te conhece." Achei uma boa ideia e na hora já imaginei um plano.
Nos trocamos, esperando o melhor. Descemos e fomos esperar ele lá fora. Ele vinha a umas quadras. Quando chegou, era mais ou menos como eu imaginava: magro, cabelo curto, corpo bonito, uns 1,70m, parecia bem cuidado. Nos cumprimentamos e fomos pro hall da casa. Sentamos e batemos um papo. Eu olhava fixo pra ele, e ele não ficava atrás. O dono da casa trouxe refrigerante e a gente bebeu. "O que você tem, tá com dor nas costas?", ele disse. "É, levantei algo pesado e deu um estalo, agora tá doendo. Não é muito, mas incomoda." Aí aproveitei e dei uma massageada nele, e me ofereci pra tratar. "Fechou, ótimo", ele disse. "Você tem um colchonete ou um colchãozinho pra eu dar uma olhada?" "Olha, tenho um colchão, vê se serve. Onde tá? Lá em cima, podem subir." Saí disparado e ele atrás de mim. O colchão tava no chão, o mesmo onde a gente tinha estado. Estado nós antes.
Bom, vamos ver onde você diz que dói? Aqui — disse e apontou pra cintura. Ah, beleza, tira a camiseta. Ela tirou e minha excitação só aumentava. Braços e peito bonitos, com poucos pelos no meio e uma linha descendo pro pau. Toquei pra ver se era aquela área, enfiei o dedo por dentro da calça em direção ao cu, toquei a última vértebra. Aqui também dói? perguntei, todo especialista. Especialista sim, mas em fazer booties.
Sim, até aí, bem aí onde você tá tocando. Ok, tira o calçado e deita no colchão. Tiro a calça? perguntou. Sim, tira, do jeito que ficar mais confortável, assim também trabalho a região lombar, falei. Ela sentou no chão e tirou a calça e, pra minha surpresa, também a cueca que tava usando!!! Tava saindo tudo bem até agora. Não olhei, fui no banheiro pegar um creme e voltei. Ela tava de bruços. Ver ela assim me deu vontade de tirar a roupa e meter de uma vez, ainda por cima meu pau tinha subido. Me ajoelhei do lado dela, passei creme e comecei a massagear devagar, do meio das costas até a cintura, assim por um bom tempo. De vez em quando passava o dedo indicador em direção à última vértebra e massageava com movimentos circulares. Uma vez fui além, com meu dedo cheio de creme, rocei a borda do buraco. Tava quente, muito quente, e isso me deu a sensação de que tava excitando ela cada vez mais. Às vezes ela se mexia como se o pau incomodasse. Eu, com as duas mãos cheias de creme, continuava da cintura pros lados das costas, e às vezes até nas nádegas duras e peludinhas.
Acelerei o tratamento, peguei ela pela cintura e falei: vamos virar, te ajudo. Suavemente, ela virou de barriga pra cima, aí pude ver que tava de pau duro, como imaginava. É um pau bonito, uns 16 cm mais ou menos, com a cabeça coberta, bem peludinho. Desculpa, ela disse. Por que desculpa? Por isso — e segurou o pau. Ah, não se preocupa, sempre acontece. E segurei ele suave, tentei descobrir a cabeça, mas tava tão duro que ela disse que doía. Sabe uma O quê? Comigo aconteceu a mesma coisa. Olha como eu tô, peguei na minha por cima da calça, fiquei olhando com desejo. "Sério, você também?", ela disse. "Sim, quer ver?" "Não, o outro tá lá embaixo. Melhor a gente ir pra casa, que tal? Assim a gente fica mais à vontade." "Eu tenho outra ideia: e se a gente chamar o magrelo?" "Não! Acho que ele não vai querer." "Hummm, deixa comigo. Se ele disser não, a gente vaza, ok?" "Sim, sim, bora."
Desci as escadas correndo. Ele tava sentado brincando com a pica pra fora, durona. "E aí?", perguntou quase desesperado. "Sim, porra, bora, trouxa!!" Ele pulou de uma vez e subimos. Ela tinha se virado de bruços. Eu me despi, e ele fez o mesmo. Ela se ajoelhou na frente dele e ofereceu a pica. Sem dizer nada, ele pegou e ficou olhando com curiosidade. "O que foi?", ela disse. "Nada, é que nunca vi uma assim!" "Ah, não? E o que cê tá esperando pra dar prazer pra ela?" Devagar, ele enfiou na boca. A cabeça parecia um morango gigante. Eu me posicionei na bunda dela e comecei a brincar: abri as nádegas e passei os dedos, passei creme e enfiei primeiro um dedo, depois dois e terminei com três. O buraco dela não ofereceu resistência, tava bem arrombado! Enquanto ele gemia e chupava aquele pedaço gigante, eu me coloquei pra ela chupar a minha. Como a minha é menor, ela mostrou tudo que sabia: chupava até enfiar tudo, até o talo, até quase engasgar. O outro animal tava de quatro, abrindo as nádegas dela e cheirando o cu dela!!!
Mandei ele tomar banho. Ele tomou banho rápido, se secou e voltou pro colchão. Ficou de quatro e, enquanto chupava minha pica, o outro chupava o cu dele. Ele se levantou e disse: "Come ele! Come ele primeiro, porque se eu pegar ele, depois nem sente a sua." A gente riu pra caralho. Coloquei uma camisinha e um pouco de creme no cu dele e dentro. Entrou muito bem e rápido. Ele chupava a pica do meu amigo sem perder tempo. Eu não gozei, queria me guardar pra ver quando e como a pica do outro animal ia entrar. Não aguentei mais. Falei: "Agora é sua vez!" "Bora." Ele se posicionou por trás, cuspiu no cu dele, segurou na cintura com as mãos grandes e apontou a cabeça pro centro. "Para! Para!! Não te... Colocou forro? Uau!! Que masturbador da tesão, quase mandei no pelo. Coloquei nele e a mesma situação de novo, mas agora dei um tapa forte na bunda direita, fez estalar. Relaxa, se solta, queria cock? Agora vou te dar, não se desespera, ele disse. Quem se desesperava era eu, a cock babava, queria ver como ele comia tudo aquilo. Tentei enfiar a cabeça, tirei e meti três dedos juntos, girava de um lado pro outro, os gemidos cada vez mais fortes. Tentei de novo, com mais sorte agora, o cu abriu deixando passar aquela cock maravilhosa, continuei empurrando. Sentei na frente dele e chupei com vontade, ele reclamava, até deu um grito bem alto. O que foi? Tá doendo? Aguenta que já tá quase toda dentro. Com um empurrão, meteu tudo. Não se mexe, aguenta um pouco!!!. Tô aguentando!! Mas me partiu no meio, arrombou meu cu, tá ardendo! ele respondeu. Aguenta meu amor, aguenta, já vai acostumar, já tá toda dentro, agora sente, é sua, toda sua.... Saí e fui ver se era verdade que ele tinha metido tudo, era verdade! Minha tesão era tanta que na hora me coloquei atrás dele e chupei o cu dele, tentei comer com a língua, me ajeitei e chupei os ovos dele enquanto ele entrava e saía. Levantei e meti na boca dele, ele chupava como um louco, não aguentei mais e descarreguei toda minha cum dentro, ele cuspiu nas costas do nosso novo amigo, e passou a língua na cabeça, limpando tudo. Nessa hora ele gritou forte, ecoou no quarto, era a hora da cum com muita cum. Ficou parado um instante e tirou. A visita levantou e disse que tinha gozado duas vezes, era verdade, o lençol era testemunha. Foi tomar banho, enquanto meu amigo dizia que não acreditava que ele ia aguentar tudo, mas no fim entrou!! Tomamos banho cada um, nos secamos e eu ainda intrigado como tinha deixado o cu dele. Ainda estávamos pelados e pedi pra ele me mostrar. Ele ficou de quatro e abriu, deixou lindo, bem aberto. Comido, aberto, vermelho com uma auréola gigante. Cheguei perto e chupei ele, tava muito quente e muito gostoso. Fomos pra piscina um pouco, nosso parceiro foi embora, ficamos sozinhos, tomamos uma cerveja e falamos do preço do aluguel. Chamei meu amigo, mandei fotos e acertamos. No final, em vez de uma semana, ele alugou o mês inteiro, então por esse tempo não vamos poder fazer nada, a não ser que a gente vá pra outra casa. Ah, esqueci, ele pediu mais sessões de massagem, parece que fiz muito bem pra ele. Na verdade, fizemos: eu as massagens e meu amigo fez muito bem o cu dele. A gente nadou pelado na piscina, chupamos a rola e várias vezes o cu. Saímos e batemos uma até gozar. A rola ficou vermelha, a cabeça inchada, doía, mas era uma dor que me excitava. Já tava tarde, me troquei e fui embora. Prometi voltar logo. "Quando quiser", ele disse, "e se puder, traz um amigo". Já entrei em contato com um que não acredita no que eu conto. Por desconfiado, é o próximo que vai ter o cu arrebentado.
Boa vida a todos, felizes férias. Comentem, recomendem, deem pontos. Vocês vão ter sorte, vão ter muita porra, vão transar muito e, acima de tudo, a rola de vocês vai crescer muito. Façam o teste.
Até o próximo relato.
Abraços a todos.
8 comentários - Afinal, qual era o preço?