Natal, calor e tesão

Noite de Natal, calor, umidade e tesão. Eu tava sozinho em casa, sem sono, e decidi sair pra dar uma volta de bike. Peguei uma estradinha e fui sem rumo. Muitos caras na rua bebendo algo e conversando, alguns de bike, outros andando. Não era tão tarde, mas como no dia seguinte, sexta-feira 26, muitos não trabalhavam, tavam na rua. Tava muito calor e a noite tava linda.

Não sei o que tava rolando comigo, mas eu tava com tesão. Tava de short, sem cueca e sem camisa, mas o corpo fervia. A pica dura, os ovos cheios de porra grossa e doce, abundante. Não conseguia tirar da cabeça a vontade de foder.

Voltei pelo mesmo lugar, já quase sem esperança. A duas quadras de casa, alguém vinha andando na direção oposta. Quando vi, era meu vizinho, de bermuda, sem camisa e tomando um sorvete. "E aí, cara!" ele disse. "À toa, com calor, entediado, então saí pra dar uma volta. E você?" "Igual você, com calor..."

Leo é meu vizinho, tem 32 anos. É magro, um cara normal, comum. É meu vizinho e mora com a namorada, parceira, ou algo assim. Ela é meio chata, mas ele, cara legal. Não somos de nos juntar nem nada parecido. Pelo que eu sabia, ele é hétero. Nunca dei motivo pra ele saber nada sobre mim, então até aquele momento, zero chance de fazer algo.

Perguntei mais, porque ele tava sozinho. Aí ele me contou que a mina dele tinha ido pro interior passar as festas com a família e que ele ficou porque não tinha ninguém pra cuidar da casa. Disse que fazia 15 dias que ela não tava, etc, etc. De vez em quando, ele chupava um pouco do sorvete, era um cascão gigante. Ver ele abrir a boca e colocar os lábios em formato de círculo me deixava mais com tesão. Cheguei a imaginar minha pica no lugar do sorvete. Que loucura! Que tesão!!! Ainda mais de short sem nada por baixo, a pica dura. Disfarçando, ajeitei ela pra cima, mas tive medo da cabeça aparecer. Tentei falar de outra coisa, mas não consegui. Então arrisquei, convidei ele pra ir em casa tomar algo. "Cerveja, sidra, o que você quiser", falei. Ele pareceu hesitar um pouco. Meu coração batia a mil. "Valeu. Vamos, ele me disse, amanhã também não trabalho. Desci da bike e caminhamos as duas quadras curtas que nos separavam de casa, ele continuava mais tarado, tentava não imaginar nada espetacular. Ao chegar, entramos e fui até a geladeira, perguntei o que ele queria beber, cerveja, manda ver, tá ideal! Peguei duas latas e fomos pra sala, sentamos um de frente pro outro, e bebemos, uma, duas, três, seis latas cada um, tava muito gelada e eu muito quente. Enquanto isso, falamos de futebol, bundas, bundinhas, trabalho, travestis e viados, parecia não ser estranho pra ele. Tava largado no sofá com as pernas abertas, elas eram peludas, igual o peito, uma trilha de pelos crespos e bem pretos descendo pros genitais. Queria me jogar em cima e despir ele, chupar o cu dele, imaginava ele bem peludo e talvez bem virgem, a tesão me fazia ver visões e imaginá-lo pelado, enquanto pensava, Leo, daqui você sai ou com a bunda feita ou bem esgotado, não tinha outra opção.

De repente, ele se levantou pra ir ao banheiro mijar, quando voltou, fui eu, mijei e lavei a piroca, porque tava toda molhada de líquido pré-seminal. Quando voltei, ele tava em pé olhando um quadro que tenho na parede. Vi ele assim ereto, com os braços cruzados, a bunda empinada, e de lado, marcava um belo volume, até parecia maior por momentos. Trouxe uma sidra e bebemos no gargalo mesmo, vê-lo levar a garrafa à boca me deixava louco. Ele me passou a garrafa enquanto perguntou, quanto tempo que você não come ninguém? Não esperava essa pergunta, três dias, falei, e você? Quinze! Acredita!!!, uh, foda pra mim! E então você tá muito acumulado, né? Não sabe, não sabe como tô! E??? não bate uma sozinho? Só, não, mano, é muito chato, pelo menos se alguém me acompanhar! Nunca pensei em ouvir isso, foi a faísca que faltava, tava em casa, nós dois sozinhos, insinuando algo assim. Então, sem demora, enfiei os polegares dentro do short e puxei pra baixo, tirei num segundo, a pistola deu um pulo pra frente e apontou pra cima, tava lindamente dura. Ele me olhou, e olhou pra ela, fala aí, parte pra masturbação!, parecia Chocado. Dale, tira tudo e vamos bater uma juntos. Eu temi o pior, que ele fosse ficar ofendido, mas não!! Em silêncio, ele desabotoou a bermuda e tirou tudo junto, bermuda e cueca, deixou ver o corpo nu, peludo, um pau preto, não muito grande, meio curvado, cheio de veias, ficou no ar. Sentei e convidei ele a fazer o mesmo. Comecei a me masturbar devagar. Ele veio pro meu lado e se punhetava de olhos fechados, mordendo os lábios. Estiquei a mão e peguei no pau dele, tava duro e muito quente. Ele tirou a mão e se deixou fazer. Aproveitei e toquei nos ovos peludos e duros dele, enquanto eu brincava com o meu. Ele ainda não fazia nada, cruzava as pernas e se espreguiçava, respirava fundo. Não queria que acabasse tão rápido. "Tá confortável aí?" perguntei. "Sim, sim, sim" ele quase gaguejava, tava muito excitado.

Me animei e peguei a mão esquerda dele e levei até minha rola, enquanto segurava a dele. Ele segurou a minha. Tem mãos grandes e ásperas. Meu pau e eu, felizes. Ele me bateu uma como se tivesse experiência numa cruzada. Pra dar uma segurada, perguntei se ele queria ir pra cama. "Não, aqui mesmo, no chão" ele disse. Peguei um colchonete e joguei lá. Tomamos mais sidra e me animei pra mais. Deitei aos pés dele, deixei meu pau perto da cara dele e o dele perto da minha. Um cheiro de sexo saía dos ovos e da cabeça dele. Bati uma pra ele devagar. Não perdi tempo, passei a língua na cabeça do pau e aí ele pirou, gemeu forte, se mexia. Enfiei a cabeça na boca e chupei devagar, depois um pouco mais. Ele ainda não fazia nada, mas não faltava muito. Continuei um pouco mais e de repente senti a língua dele nos meus ovos, na entreperna. Ele separou minhas pernas e tentava alcançar com a língua meu buraco. Me virou de barriga pra cima e levantou minhas pernas. Meu cu ficou na boca dele. Ele tava chupando meu cu!!! Fazia cócegas com a ponta da língua dura. Continuou por um bom tempo. Ajeitei ele pra que o cu dele ficasse na minha cara. Ele mesmo se posicionou, como se oferecendo o tesouro peludo dele. Minha língua abriu caminho pelos pelos até o buraco dele. Parecia um funil, tava bem fechado, delicioso. Dava pra ver. que gostei muito porque ela começou a chupar minha rola, no começo meio sem jeito, quase me mordendo, foi se animando e enfiando cada vez mais fundo, até engasgar. Minha língua tava doida por aquela bunda, queria comer ele, mas será que dava?

A gente se ajeitou e chupou a rola um do outro. Ele parou e me fez chupar de joelhos, disse que isso deixava ele muito excitado. Sentei no sofá, de pernas abertas, e ele me chupou, era minha posição favorita. Virei ele e fiz ele se abaixar, chupei o cu dele, deixei tudo molhado, passei a rola de baixo pra cima e vice-versa. No começo ele hesitou, mas depois não falou nada. Ele fez o mesmo comigo, ficou na minha frente e segurou minha rola forte enquanto batia uma punheta com força. Gozou um leite que acertou minha barriga, não parava de jorrar porra. Aí foi a minha vez, foi rápido, quatro movimentos e gozei, um pouco menos que ele, mas também bastante.

A gente esperou um tempo ali em pé, recuperou o fôlego, e eu convidei ele pra tomar um banho, depois eu. Arrumei um pouco a bagunça, limpei a porra do chão e abri mais uma sidra. A gente bebeu quase em silêncio, ele estava calado, olhando pra baixo. "Aconteceu alguma coisa?" perguntei. "Não, é que isso sempre acontece comigo, depois que gozo não sirvo pra nada, mas é só um tempo, depois volto ao normal." Respirei aliviado, pensei que ele tinha se arrependido.

Mais tranquilos e já sem tesão, ele me contou que viu o filme *O Segredo de Brokeback Mountain* e que isso despertou uma curiosidade nele, que era a primeira vez dele assim, que já tinha batido punheta com dois amigos enquanto pescavam, que foi de noite mas cada um se virou sozinho, que um deles tinha um pau enorme, que deixava ele e o outro cara no chinelo (não entendi direito o que ele quis dizer). Ele queria saber como era chupar um cu e uma rola, e que não tinha desgostado, mas que deixar fazer o cu nele, não, não atraía ele. Pra meu alívio.

Eu também disse que nunca tinham feito isso em mim, mas que gosto de chupar e de ter minha rola chupada o quanto quiserem. Ele me pediu pra não contar pra ninguém, que a partir de agora... Esse ia ser o nosso "Segredo na cidade" e com certeza não ia ser a última vez que a gente fazia algo assim.
Ele foi embora, fiquei sozinho tomando mais sidra, com calor, pensando nisso tudo, que nunca tinha imaginado, pelo menos com ele, mas que por sorte aconteceu. Por sorte!!!!
Valeu por ler, boas chupadas de cu, rola, punhetas geniais e intermináveis e, acima de tudo, MUITO FELIZ ANO NOVO!!!!!!!!
Não deixem de comentar e dar pontos!!!
Até mais!!!!!!

9 comentários - Natal, calor e tesão

Buen relato, te dejo unos puntos e INVITAME!!!
van puntos. q suerte tenes hdp
gracias,y si! se me da y pasa.
@brasilboy segui contando hdp. fotos nunca??
@serendipityar es que nadie quiere,no se animan,les pido del cuerpo sin la cara pero nadie acepta,