Meu padrasto e os amigos dele (Conto)

Fala galera, meu nome é Miguel, tenho 22 anos, sou de Córdoba Capital e entrei no Poringa pra contar minhas experiências sexuais (gays).

Vou começar com a história da minha primeira vez, que rolou em Novembro, 1 mês e uns dias depois que fiz 19 anos. Foi com meu padrasto de 41 anos, que vou chamar de "Antonio", e dois amigos dele, que vou chamar de "Marcelo", de 42, e "Luis", de 45. Os três são pedreiros e amigos há muito tempo.

Era Sábado, umas 17h, tava um calorzinho. Minha mãe, como sempre todo Sábado, ia pra casa da minha tia porque os amigos do Antonio vinham "beber". Eles sempre se juntavam pra tomar umas cervejas e minha mãe não aguentava. Eu cheguei em casa, tinha passado a tarde com um amigo jogando umas partidas no PS2 dele, e ouvi eles falando alto. Pensei: "é verdade, é Sábado, porra. Bom, vou me trocar e vazar pra não aturar eles." Entrei em casa, meu padrasto mandou eu sentar com eles pra tomar umas cervejas, mas ignorei e fui direto pro meu quarto. Tomei banho, me troquei, deve ter passado umas 2 horas.

Quando tava saindo, o Antonio me chamou:

- Vem aqui rapidinho que quero te perguntar uma coisa.
- Pergunta, que tô com pressa - falei.
- Quer uma cerveja? - ele perguntou.
- Não, tenho que ir - respondi e virei pra sair.
- Peraí - ele disse, e eu olhei com cara de "e agora?". - Segundo eles - ele apontou pros amigos - você é virgem, então vem aqui e conta algo pra eles verem que não é.

Passaram vários segundos, ninguém falava nada, e o Antonio perguntou:

- Você é virgem? - entre risadas.
- Ss... sim - respondi.
E o Luis falou - Fala a verdade, Antonio, fala que você pegou o celular dele e achou fotos e vídeos de viado - num tom meio de zoeira.
- Como assim pegou meu celular? - perguntei com raiva e um pouco de medo.
- Bom, sim, é verdade. Você gosta de ter a buceta arrombada? Fica tranquilo que não vou contar nada pra sua mãe - disse o Antonio.
- Nunca fiquei com ninguém, mas sim, queria isso. Você já viu meu celular e sabe do que eu gosto - respondi. nervoso.
Quando eu disse isso, Antonio, Marce e Luis me cercaram e Antonio falou:

- Agora você vai sentir 3 picas já que você gosta tanto.

Ao dizer isso, começaram a tirar minha roupa, enquanto de vez em quando me davam tapas na bunda. Quando eu estava completamente nu, me fizeram ajoelhar, os três se colocaram na minha frente, tiraram a roupa e deixaram as 3 picas na minha cara. A do Marce era visivelmente mais comprida, grossa e com a cabeça grande, a do Antonio era longa, não tanto quanto a do Marce, mas quase igual de grossa e cabeçuda, e a do Luis era a menor, mas ainda assim me parecia grande.

- Todas suas - disse Antonio, e me agarrou pela nuca, fazendo eu engolir a pica dele.

Comecei a chupar a pica do Antonio enquanto batia uma para o Marce e o Luis, e de vez em quando ia trocando a que eu chupava. Eles falavam coisas como "você adora pica, putinha", "come ela toda, vai", "como o virgem putinho chupa bem" e me deixavam louco. Depois de uns 15 minutos saboreando essas picas gostosas como um louco, Antonio disse:

- Vamos para o quarto dele para a gente poder arrebentar o cu dele mais confortável.

Ao ouvir isso, meu coração acelerou de ansiedade, por um lado eu gostava da ideia de ter 3 caras só para mim, mas por outro lado estava com medo por ser minha primeira vez. No caminho da sala para o meu quarto, eles iam me dando tapas na bunda, enquanto acariciavam minhas pernas e minha bunda com os paus deles.

Quando chegamos no meu quarto, me levantaram e me levaram para minha cama (de solteiro), me colocaram de quatro, deixando minha bunda na beirada da cama. Marce e Luis se posicionaram na minha frente para eu continuar chupando a pica deles, e Antonio ficou atrás de mim e começou a encher meu cu de saliva, batendo com a pica no meu cu, passando a pica pela minha fenda, tudo enquanto continuava cuspindo. Depois de uns 2 minutos, ele enfiou 1 dedo babado no meu cu, o que foi muito gostoso, pra ser sincero, eu tentava gemer, mas não conseguia porque tinha uma pica na boca o tempo todo. Passaram uns 15 minutos, Antonio tinha 3 dedos no meu cu, Marce e Luis reclamavam que se continuasse chupando assim, nunca gozavam, e de vez em quando me pegavam pela nuca e me faziam engolir tudo.

Antonio disse "isso já tá bem dilatado", passou um pouco de saliva na pica e encostou a cabeça no meu cu, falou "agora você vai se sentir uma puta" e começou a fazer força pra meter a pica. Depois de algumas tentativas, conseguiu enfiar a cabeça, eu senti uma dor terrível e tentei me jogar pra frente, mas ele me segurou pelos quadris e disse "te falei que você ia se sentir uma puta" e começou a meter a pica toda, eu tentava pedir pra ele parar, mas não conseguia, porque quando tentava tirar a pica do Luis da boca, ele me pegava pela nuca e me fazia engolir tudo.

Antonio começou com estocadas fortes, enquanto eu tentava gritar de dor, mas não conseguia tirar a pica da boca. Luis tirou a pica da minha boca pra eu continuar com a do Marce, e quando fez isso, consegui falar "mais devagar", mas Antonio disse "não, daqui você vai sair bem puta" e começou a arrebentar meu cu com estocadas fortes.

Passou um tempão, e Antonio começou a gemer, sinal que ia gozar. Pediu pro Marce e pro Luis gozarem também pra encher minha boca de porra. Antonio ficou na minha frente, e eu comecei a chupar a pica dele com desespero e prazer até que ele encheu minha boca de porra.

- Engole - ele disse, e quando viu que eu engoli, continuou com um - Viu que você ia sair bem puta daqui? - E foi pra sala, me deixando com Marce e Luis.

Luis me pegou pela nuca e eu comecei a chupar ele de novo, Marce ficou atrás de mim e ficava enfiando e tirando a cabeça da pica dele, doía um pouco, mas ele ficava muito excitado. Depois de um tempinho assim, ele disse que ia arrebentar meu cu em outra posição.

Ele me virou, deixando minha cabeça pendurada, olhando pra cima, e Luis aproveitou pra foder minha boca, enquanto Marce levantava minhas pernas e colocava um travesseiro nas minhas costas, deixando meu cu na posição certa pra ser penetrado. Ele começou a brincar de novo, enfiando e tirando a cabeça até que... Ele enfiou o pau inteiro de uma vez. Senti uma dor forte, mas um puta prazer. Marce segurou minhas pernas com força e começou a me penetrar sem piedade, eu sentia meu cu queimando, não aguentava mais, mas Marce continuava sem dó, assim como Luís enfiando o pau na minha boca. Eu não dava mais conta, mas eles seguiam como se nada.

De vez em quando, Marce tirava e enfiava tudo de novo. Luís, que não me dava descanso e continuava com o pau na minha boca, começou a ofegar, e percebi que não ia demorar pra ele gozar. Devem ter passado uns 30 segundos e comecei a sentir Luís enchendo minha boca com a porra grossa dele. Quando terminou, disse: "Muito bem, promíscua" e saiu do quarto.

Quando Luís saiu, Marce me virou de bruços, subiu em cima de mim e começou a me meter com força. Eu já não sentia tanta dor, sentia prazer. Marce me montava como um louco e falava coisas no meu ouvido tipo: "Vou encher essa bunda de porra", "Agora você é minha putinha", "Quando eu mandar, você entrega essa bunda". Umas 10 minutos depois, senti toda aquela porra quentinha dentro do meu cu, e Marce se jogou em cima de mim. Depois de 5 minutos, tirou o pau, me deu uns tapas na bunda e disse: "Quando eu pedir, você me dá" e saiu do quarto. Olhei no relógio e eram 19h15, a gente tinha passado praticamente 1 hora arrombando meu cu!

Saí do quarto pra tomar banho e Luís disse: "Sábado que vem é a minha vez de te penetrar", e Antônio completou: "Sábado a gente repete tudo". Eu concordei com a cabeça, com uma carinha de felicidade do caralho. No próximo relato, vou contar o que rolou no sábado seguinte.

4 comentários - Meu padrasto e os amigos dele (Conto)

hugonz +1
Excelente relato !!!!! quedé al mango......van puntos...