Fala, galera! Então, essa semana fui fazer a prova de química, porque era minha última chance de passar e não ficar de DP na facul. O problema é que, com tantos finais, não tive muito tempo pra estudar; então tive que dar um jeitinho pra passar...
Cheguei no colégio às 9 da manhã. Procurei a sala onde ia fazer a prova, e quando entrei percebi que era o único que tinha aparecido. Isso me deixou mais nervoso, ainda mais porque também não tinha estudado muito. Lá estava meu professor de química. Um cara de uns 40 anos, alto, 1,80m, olhos castanhos claros. Um coroa gostoso com um sorriso safado, que ele já soltou assim que me viu.
Prof: Santiago, quanto tempo. Como você tá? — Ele pergunta e me dá uma palmadinha no ombro.
Eu: Tudo bem. Torcendo pra passar pra não ter que repetir na faculdade.
Prof: Bom, se você estudou, não tem motivo pra se preocupar. — Ele pisca um olho e sorri de novo.
Prof: Senta aí, Santi, pra gente começar e não perder muito tempo.
Sentei na frente da mesa dele. Ele se levanta pra me entregar a prova. Nunca tinha reparado no corpo dele. Dava pra ver que malhava. Ele tava de camisa e calça social cinza, que marcava um belo volume. Óbvio que eu olhei praquilo sem vergonha, haha!
Li a prova. Eram dez perguntas. Das dez, só sabia três respostas. Tava ferrado, literalmente. Era perda de tempo responder, então não pensei duas vezes em devolver a prova em branco.
Eu: Desculpa, professor, mas não consigo fazer.
Prof: O que houve, Santi? Pensei que você tinha estudado. — Ele me olha com cara de decepção.
Eu: Com todas as provas da faculdade, não deu pra estudar muito, professor. Não tem outro jeito de passar? — Pergunto e faço a maior cara de coitado.
Ele se levanta e senta na mesa.
Prof: Olha, Santi, eu não posso fazer nada. É simples: não estudou... não passa. — Achei que ele fosse ter pena de mim, mas não ia ceder. Me aproximei dele.
Eu: Tem certeza que não tem outro jeito de passar? — Pergunto e passo uma das minhas mãos na perna dele. Não tinha outra opção, se ele se ofendesse, o pior que podia fazer era me mandar embora.
Percebi que ele ficou nervoso, mas não tentou tirar minha mão, então comecei a subir até chegar no volume dele. Apalpei a Fiquei um bom tempo olhando nos olhos dele. Percebi que ele começava a ficar duro.
Profe: Espera — Ele diz... caminha até a porta e tranca ela. Passa a mão no volume — Então quer passar?
Eu: Sim, profe, faço o que o senhor mandar.
Profe: Beleza, vem cá e chupa minha pica — Eu me aproximei e comecei a baixar a calça dele. Ele tava com uma cueca branca bem justa, o que me deixou ainda mais excitada. Baixei a cueca e a pica dura dele saltou na minha cara. Tinha uns 18x5 e um pouco de pelo. Eu amei. Comecei a passar a língua na cabeça e devagar fui chupando aquela pica deliciosa. Olhei pra ele enquanto chupava. A cara dele era de puro prazer, então comecei a bater uma punheta com as duas mãos. Depois ele segurou minha cabeça com as duas mãos grandes e começou a foder minha boca. Eu engasgava e ficava sem ar. Quando terminou, me fez parar e me colocou contra o quadro negro. Baixou minha calça e minha calcinha de uma vez e começou a passar a língua no meu rabo. Nunca tinha aproveitado tanto ser comida com a língua, que prazer que me dava. Dava pra ver que ele tinha experiência. Depois, devagar, enfiou um dedo, e depois dois, até deixar bem aberta minha bunda pequena. Ele se levantou e, aos poucos, começou a me foder. Enfiou até o fundo e começou a bombar forte. Eu gemia alto, então ele enfiou dois dedos na minha boca pra eu chupar. Me comeu assim por um bom tempo até me fazer subir na mesa. Colocou minhas pernas nos ombros dele e, dessa vez, começou a me foder selvagemente. Nessa posição, eu sentia mais a pica dele, então comecei a gemer muito mais.
Profe: Gosta que seu profe te coma assim?
Eu: Ai sim, profe, me fode forte... sim, profe.
Profe: Queria passar? Aguenta essa foda então.
Ele me comia com tudo... As bolas dele batiam no meu rabo... Eu não aguentava mais... Mas tinha que passar de qualquer jeito. Ele me comeu por mais uns minutos até tirar a pica do meu rabo e começar a bater punheta. Em segundos, gozou na minha barriga, no peito e até umas gotinhas de porra chegaram no meu rosto. Eu me ajoelhei e comecei a chupar ele de novo. chupando até deixar ela bem limpinha.
Me vesti e peguei minha mochila.
Eu: Passei, professor?
Professor: Claro, meu aluno favorito. — Ele me olhou e, pela última vez, me mostrou seu sorriso mais safado...
Cheguei no colégio às 9 da manhã. Procurei a sala onde ia fazer a prova, e quando entrei percebi que era o único que tinha aparecido. Isso me deixou mais nervoso, ainda mais porque também não tinha estudado muito. Lá estava meu professor de química. Um cara de uns 40 anos, alto, 1,80m, olhos castanhos claros. Um coroa gostoso com um sorriso safado, que ele já soltou assim que me viu.
Prof: Santiago, quanto tempo. Como você tá? — Ele pergunta e me dá uma palmadinha no ombro.
Eu: Tudo bem. Torcendo pra passar pra não ter que repetir na faculdade.
Prof: Bom, se você estudou, não tem motivo pra se preocupar. — Ele pisca um olho e sorri de novo.
Prof: Senta aí, Santi, pra gente começar e não perder muito tempo.
Sentei na frente da mesa dele. Ele se levanta pra me entregar a prova. Nunca tinha reparado no corpo dele. Dava pra ver que malhava. Ele tava de camisa e calça social cinza, que marcava um belo volume. Óbvio que eu olhei praquilo sem vergonha, haha!
Li a prova. Eram dez perguntas. Das dez, só sabia três respostas. Tava ferrado, literalmente. Era perda de tempo responder, então não pensei duas vezes em devolver a prova em branco.
Eu: Desculpa, professor, mas não consigo fazer.
Prof: O que houve, Santi? Pensei que você tinha estudado. — Ele me olha com cara de decepção.
Eu: Com todas as provas da faculdade, não deu pra estudar muito, professor. Não tem outro jeito de passar? — Pergunto e faço a maior cara de coitado.
Ele se levanta e senta na mesa.
Prof: Olha, Santi, eu não posso fazer nada. É simples: não estudou... não passa. — Achei que ele fosse ter pena de mim, mas não ia ceder. Me aproximei dele.
Eu: Tem certeza que não tem outro jeito de passar? — Pergunto e passo uma das minhas mãos na perna dele. Não tinha outra opção, se ele se ofendesse, o pior que podia fazer era me mandar embora.
Percebi que ele ficou nervoso, mas não tentou tirar minha mão, então comecei a subir até chegar no volume dele. Apalpei a Fiquei um bom tempo olhando nos olhos dele. Percebi que ele começava a ficar duro.
Profe: Espera — Ele diz... caminha até a porta e tranca ela. Passa a mão no volume — Então quer passar?
Eu: Sim, profe, faço o que o senhor mandar.
Profe: Beleza, vem cá e chupa minha pica — Eu me aproximei e comecei a baixar a calça dele. Ele tava com uma cueca branca bem justa, o que me deixou ainda mais excitada. Baixei a cueca e a pica dura dele saltou na minha cara. Tinha uns 18x5 e um pouco de pelo. Eu amei. Comecei a passar a língua na cabeça e devagar fui chupando aquela pica deliciosa. Olhei pra ele enquanto chupava. A cara dele era de puro prazer, então comecei a bater uma punheta com as duas mãos. Depois ele segurou minha cabeça com as duas mãos grandes e começou a foder minha boca. Eu engasgava e ficava sem ar. Quando terminou, me fez parar e me colocou contra o quadro negro. Baixou minha calça e minha calcinha de uma vez e começou a passar a língua no meu rabo. Nunca tinha aproveitado tanto ser comida com a língua, que prazer que me dava. Dava pra ver que ele tinha experiência. Depois, devagar, enfiou um dedo, e depois dois, até deixar bem aberta minha bunda pequena. Ele se levantou e, aos poucos, começou a me foder. Enfiou até o fundo e começou a bombar forte. Eu gemia alto, então ele enfiou dois dedos na minha boca pra eu chupar. Me comeu assim por um bom tempo até me fazer subir na mesa. Colocou minhas pernas nos ombros dele e, dessa vez, começou a me foder selvagemente. Nessa posição, eu sentia mais a pica dele, então comecei a gemer muito mais.
Profe: Gosta que seu profe te coma assim?
Eu: Ai sim, profe, me fode forte... sim, profe.
Profe: Queria passar? Aguenta essa foda então.
Ele me comia com tudo... As bolas dele batiam no meu rabo... Eu não aguentava mais... Mas tinha que passar de qualquer jeito. Ele me comeu por mais uns minutos até tirar a pica do meu rabo e começar a bater punheta. Em segundos, gozou na minha barriga, no peito e até umas gotinhas de porra chegaram no meu rosto. Eu me ajoelhei e comecei a chupar ele de novo. chupando até deixar ela bem limpinha.
Me vesti e peguei minha mochila.
Eu: Passei, professor?
Professor: Claro, meu aluno favorito. — Ele me olhou e, pela última vez, me mostrou seu sorriso mais safado...
12 comentários - Química con el profesor.
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