Mi primer putito (Relato)

Por um tempo trabalhei numa loja de roupas esportivas.
Era bem movimentada, mas não tanto de manhã quando eu trabalhava. Tanto que três pessoas eram suficientes. A caixa Ximena, Pablito e eu.

Quando Pablito saiu, contrataram um cara. No começo eu nem dei bola. Expliquei pro cara, o Andy, as bobagens que o trabalho envolvia. E os dias foram passando, até que ele foi se soltando. Ele falava muito com a Xime. Não tanto comigo. Embora a gente zoasse com piadas e tal, não era a mesma coisa que com o Pablito.

Ele foi caindo na minha graça porque quando entrava uma gatinha ele me chamava e deixava que eu atendesse, ou falava "telefone" quando entrava um belo rabo ou uns peitões. Era óbvio que ele era gay e não pretendia esconder. Eu respeitei isso.

Uns dois meses depois, estávamos comendo com a Xime num McDonald's. E no meio da conversa ela solta:
—Você transaria com o Andy?
—O QUÊ?
—O cara tá morrendo de vontade.
—Haha, tá de sacanagem.
—Sério.
—Não, nem fodendo.
—OK.

Passou uma semana. Todo dia eu olhava pro Andy. Avaliava ele. Considerava coisas que antes nem fodendo. Olhava pra bunda dele, imaginava coisas...
No depósito, quando arrumávamos as roupas e os tênis sozinhos, a gente quase não falava.

Até que um dia...

—Ajuda o Andy — me disse a Xime, que era a encarregada do turno. — Se vier gente eu chamo vocês pra saírem pra vender.
— OK — falei e fui pro depósito. Era um lugar grande, uns 45 metros quadrados com prateleiras altas. Se você vai pro fundo, ninguém vê, a não ser que vão até lá.

Ouvi barulho de sacolas. Quando cheguei, o Andy estava com uma legging de gatinha, justa, tirando fotos com o celular da bunda.
— O que cê tá fazendo, cara?
— Como tá em mim? Hahaha.
— Vamos, me mandaram te ajudar. Vamos arrumar rápido que você sabe que eu não gosto de ficar no depósito.
— Tá, que amargo você é.

E ele começou a arrumar com a legging ainda vestida. Eu não dei bola e continuei. O Andy se agachava pra mostrar o máximo possível. Em uma dessas, vi que dava pra ver a calcinha fio dental marcando. Começou a me dar... parar o pau.

Cantava para me esquecer mas não conseguia esquecer aquele detalhe.
- Andy, você tá de calcinha fio dental?
- Não.
- Como não? dá pra ver clarão, cara!
- Não, olha. - Ele disse e puxou a legging pra baixo. Enfiou os dedos na calcinha e me mostrou a bunda. Era divina. Redondinha, sem um pelo. Logo em seguida subiu a legging de novo e continuou. O cara me deixou com tesão. Empurrei ele contra a parede e encostei meu pau na bunda dele.
- Tem certeza que quer isso?

Ele se virou e abaixou minha calça. Passou a ponta do pau na boca suavemente e deu dois beijinhos molhados.
- Que gostoso o cheiro. - Disse e abriu a boca. Engoliu até a metade e tirou.
- É muito grossa. - Ele me olhava com cara de puta. Cuspiu no tronco e lubrificou. Chupou a saliva que escorria pelas bolas.
- Tem muito leite aí?

Agarrei o queixo dele e enfiei o pau. Ele começou a engolir tudo que conseguia. Tossiu. Me masturbava e mamava divinamente. Senti que ia gozar, então levantei ele e coloquei contra a parede. Abaixei a legging dele e deixei só a calcinha. Lambi as nádegas e mordi um pouquinho. Puxei a calcinha de lado e enfiei a língua no cu. Comi ele todinho. Cheirava gostoso. Deixei bem lubrificado.

Puxei a calcinha de lado e depois de molhar meu pau, comecei a enfiar. Ele enfiou o rosto numa pilha de roupa pra abafar a voz e começou a gritar. Tinha as mãos contra a parede, as costas arqueadas e a bunda empinada. Eu segurava ele pela cintura. De vez em quando ele levantava o rosto da roupa e me dizia: "me fode, me fode a bunda, me arrebenta toda".

Eu metia como um louco. Quando estava quase lá, ele diz: "para". Tira a calcinha e diz: "agora sim, eu também vou gozar". Dei mais alguns minutos e ele começou a gritar contra a roupa. Vi que tinha as mãos na parede, mas tremia como se estivesse gozando. Me inclinei pra ver o pau dele. Tava bem duro e jorrava porra nas sacolas de roupa nova. Isso me fez explodir de tesão e enchi o cu dele.

Limpamos o que deu e eu saí. Ele ficou mais tempo.

Xime me olhava. -O quê..? - eu disse. -Essa carinha eu conheço - ele me disse. FIM

9 comentários - Mi primer putito (Relato)

debiste darle una gran cojida, muy pocos hombres consiguen que el pasivo se venga sin necesidad de tocarse, para mi gusto de los mejores orgasmos,
yo tengo la cola muy sensible..casi siempre acabo sin tocarme....queres probarme?
Bien muy bien a los putios asi se los tiene que cojer uno fuerte y sin culpa .
Muy bien contado, cierto!. Seguí con más