Falaaa... galera!! Quero contar pra vocês minha primeira experiência com um desconhecido no carro dele... Mas antes, quero agradecer e dedicar esse relato pra todos que deixaram aqueles pontinhos no meu post anterior...
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
Muito obrigado!!!! Pelos pontos, galera... Bom, agora vou começar com o relato...
Sábado à noite, esperando que no celular ou no Facebook chegasse uma mensagem pra ver o que ia rolar naquela noite. Lá pela meia-noite, uma ligação foi o que deu sentido à minha noite: era minha amiga, me falando que tava me esperando num bar no centro. Como de costume, a prévia foi com quatro amigos em comum, pizza, cerveja, cigarro, conversa e risada. Depois de tomar umas quatro cervejas, já era uma da manhã, meio bêbados, a gente foi pra calçada do outro lado pegar um táxi pra ir pra balada.
Tudo parecia que ia ser uma noite foda, tava entre amigos curtindo um sábado quente. A noite tava pedindo aquilo, o motorista era gente boa pra caralho, botou música no talo e a gente foi cantando e gritando. Chegamos na porta da balada em 20 minutos e começamos a descer do carro. Três dos meus amigos ficaram pra pagar o táxi, enquanto procuravam trocado feito agulha no palheiro pra pagar a corrida, porque o motorista não tinha troco. Enquanto eles tavam nessa busca por dinheiro, eu e minha amiga fomos pra fila gigante da bilheteria comprar as entradas.
A música tava alta, o motor dos carros entrando no estacionamento, os caras assobiando ou cantando as minas que passavam com vestidos apertados. No meio disso tudo, minha amiga vira e fala: "Acho que esqueci o documento..." Eu falei: "Não, você é uma idiota, sabia que a gente ia sair pra dançar." Na hora fiquei meio pra baixo, porque tinha certeza que não iam deixar ela entrar sem o documento. Ela respondeu: "Ah... esqueci mesmo... bom, se quiser eu volto, sem problema." Como não sou do tipo que vai te deixar na mão, sou gente boa (hahaha, mentira). Falei: "Não, como você vai voltar sozinha? Se você não entrar, eu volto com você, mas primeiro vamos tentar ver se deixam você passar, dá uma enrolada no policial, fala que roubaram sua bolsa quando você tava saindo. de casa... Ela: — Não, não vão me deixar entrar...
Eu: — Não fala assim, se você der uma lábia boa, certeza que vão te deixar passar.
Chegamos na bilheteria, compramos, dividimos a grana e os ingressos. E mandei ela na frente pra ver se iam deixar ela entrar.
Esperamos menos de 5 minutos, que pareceram uma eternidade, e quando vejo ela voltando com o ingresso na mão.
Naquele momento, fiquei puto, a noite que parecia que ia ser uma loucura tinha escapado das minhas mãos. Falei pra ela: — Bueeee, dane-se, já foi (enquanto por dentro eu xingava ela pra caralho), vamos pegar um reme.
Ela ficou muda, sabia que por culpa dela a gente ia ficar sem sair num sábado à noite. Falei: — Manda mensagem pros caras, fala que a gente vai voltar porque você esqueceu o documento.
Enquanto ela escrevia, a gente andou rápido até a avenida pra pegar um reme de volta pra casa.
Seria ideal se um dos meus amigos tivesse carro pra ir buscar o documento dela, ou se a gente tivesse mais grana pra ir até a casa dela pegar o documento e assim entrar na balada, mas não foi nossa sorte naquele momento.
Enquanto a gente se aproximava da calçada da avenida, íamos conversando até conseguir outro reme.
O papo entre a gente era quase nada, ela falava de família, amigos e do namorado dela, e eu só respondia com um "sim", um "ah" ou um "olha só", tava puto com ela, acho que ali ela já percebeu que era a razão de eu estar assim.
Chegamos na esquina e, vendo que todos os remes e carros particulares, falei: não vamos conseguir um a essa hora, todos tão indo pra balada.
Andamos umas 6 quadras e não conseguimos, seguimos mais duas e finalmente pegamos um que nos levasse pra casa.
Minha amiga sentou atrás e eu na frente, junto com o motorista.
Olhei pra ele e fiquei admirado, até poderia dizer que me apaixonei. Ele era de pele branca, cabelo... baixo e uns braços que pareciam bem treinados, junto com uns lindos cabelos castanhos que rodeavam a parte de baixo dele. O rosto dele era lindo, com uma barba estilo cavanhaque que me apaixonou. Não conseguia parar de olhar pra ele, tirei uma foto com minha retina, tinha a anatomia dele gravada na minha mente. A roupa dele deixava ver o que escondia por trás daquele corpo escultural. Ele usava uma camisa xadrez que ficava meio apertadinha, os três primeiros botões da gola pra baixo estavam soltos, deixando à mostra o peito bem definido, o mamilo bem marcado e uma boa quantidade de pelo que escapava da camisa. A virilha dele foi o que me deu uma ereção, parecia que ele tava carregando um pau de amassar ali. O volume era muito pronunciado, tava bem na cara que eu queria pegar e apalpar aquilo. Enfim, aquele homem que eu admirei por 10 minutos era um coroa, parecia ter entre quarenta e cinquenta anos.
A gente viajava no ritmo da música de um rádio onde a melodia era toda música romântica. Eu ia calado, mudo, minha amiga é que indicava pra onde ir porque eu tinha que deixar ela primeiro em casa. Já tinha passado a raiva de não ter entrado na balada. Eu tava em outro estado, ao ver aquele homem que nos levava pra casa, fiquei com tesão. Ele era o culpado agora por eu estar excitado, não conseguia parar de pensar em como seria o pau dele, como ele deve ser na cama, ou como aquele corpo todo nu deve ser.
A gente tava perto do destino da minha amiga e o motorista pergunta: "O que houve, não deixaram vocês entrar?" Diante daquele olhar viril, respondi: "Não, ela não ia conseguir entrar na balada porque não trouxe o documento." Eu me derretia só de ver que aquele homem, que por um momento na minha mente eu tinha imaginado de todas as formas possíveis e prazerosas que podia fazer com ele, me dirigiu a palavra. Chegamos na esquina da casa dela. Desceu do veículo e foi embora.
Quando vi minha companheira se afastando, era o momento ideal para poder conversar com o motorista do remis. Naquele instante, pensava em como começar a conversa para estabelecer um diálogo fluido. Faltava um bom trajeto até minha casa, no máximo umas 20 quadras, então eu tinha uns bons 10 minutos para poder conversar com aquele macho que, cada vez que eu pensava naquela entreperna, a minha buceta se dilatava só de imaginar o mastrão dele.
A marcha começou de novo, e eu comecei perguntando se o nome dele era Ramiro. Ele respondeu: — Não, capaz que você me confundiu. A pergunta era só uma desculpa para começar a conversa. Pedi desculpas por tê-lo confundido. Ele disse: — Não, tá tudo bem. Falei: — É que tenho um conhecido da minha prima que é igual a você, e pensei que era ele — obviamente continuava mentindo. Ele me olhou com aqueles olhos hipnotizantes e disse: — Me chamo Roberto. Respondi com um longo "Ahhhhhhhhhhhhh". Então já tinha a conversa na mão, olhava ele de canto e o contemplava. Fiz outra pergunta: — E me conta, Roberto, quantos anos você tem? Ele respondeu: — Vai ver, adivinha. Respondi: — Emm, 43. Ele me olhou surpreso por um instante e disse: — Que olho que você tem, sim, tenho 43 e em novembro faço 44. Falei: — Que legal! E o que você vai fazer no seu aniversário? Ele respondeu: — Nada, trabalhar como sempre. Pobre, me deu uma pena que numa data tão especial ele não fizesse nada para comemorar o nascimento dele. Olhei pra ele de novo e falei: — Ah, que pena. Bom, me conta, é casado, solteiro, separado? Com aquela voz grossa que ele tinha, disse: — Casado, em família e com dois filhos. Parece que vivia num lar em harmonia. Perguntei: — E como você leva, bem? Ele me olhou fixo e respondeu: — Sim, tudo bem. E aí terminei dizendo: — Ah, que bom, Roberto. Não sabia como fazer para perguntar o que tanto desejava fazer àquele pedaço de carne. Já estava a 8 quadras (acho que eram mais ou menos) da minha casa e eu não tinha coragem de falar, não podia deixar passar essas quadras, era agora ou nunca, porque não queria chegar em casa sem antes provar a pica dele. Criei coragem, olhei pra ele e falei: — Pô, não te incomoda se eu te fizer uma pergunta? Ele nem me olhou e respondeu: — Sim, por que não? Então, meio nervoso e preparando minha cara pra qualquer reação que ele pudesse ter, falei: — Você topa eu te fazer um "boquete"? Fez-se um silêncio, ele não me olhou nem fez nenhum gesto, só respondeu com um olhar e nada mais. Eu tinha arriscado, não esperava aquela resposta. Aí ele seguiu mais umas duas quadras e disse: — Sim, mas onde você vai fazer? Não conheço nenhum lugar escuro por aqui. Eu tava feliz pra caralho, o que tinha sido um fracasso na minha saída com os amigos se transformou numa noite de prazer instantâneo.
Dirigi mais umas quadras e falei: — Vira aqui e você vai chegar num canal, é escuro e tem umas árvores grandes. Falei como se fosse um guia turístico. Ele me obedeceu, seguiu minhas instruções. Comecei a dizer que ele era muito lindo, que adoraria chupar ele até ele gozar na minha boca. Ele sorriu e disse: — Toca na minha pica. Não hesitei nem um segundo, meu braço esquerdo passou por cima dele e comecei a esfregar com a mão aquele pedaço que já tava meio duro. Fiquei com uma ereção do caralho, minha pica queria explodir dentro da calça. Chegamos no lugar, ele desligou o motor do carro, relaxou, colocou os braços atrás da nuca e disse: — Beleza, começa.
Desabotoei todos os botões da camisa dele, ele tinha uns peitorais lindos, um corpo muito esbelto, perfeito, era tudo que eu gostava, e um plus a mais eram os pelos dele, pretos e grossos. Passava minha mão suavemente por todo o peitoral e abdômen dele enquanto com a outra mão esfregava a pica dele, que já tava dura. Fiquei assim por uns minutos, falando: — Que forte que você tá! Adoro seu corpo, Roberto, você é muito desejável. Pratica algum esporte pra ficar assim? Teu corpo é duro. Ele me disse: "Se eu vou pra academia." Foram palavras rudes pra entender que ele era um homem hétero muito musculoso (esbelto) e atlético. Desci e, com a calça ainda presa, mordia a pica dele suavemente por cima do tecido, sempre quis fazer isso. Ele disse: "Uhh... Como eu adoro que você faça isso comigo, sua puta." Falei: "Você gosta, Roberto." Com uma voz de puro prazer, ele respondeu: "Siiiiim... continua, puta, que tô ficando muito excitado." O prazer era mútuo, ele tava excitado e eu também, ele queria que chupassem ele e eu podia satisfazer ele. Desci até a pélvis dele e desabotoei a calça, que cheirinho gostoso de pica ereta e molhada com aquele líquido seminal que cobria a cabeçona da pica dele. O tamanho da porra da pica era grande, igual uma garrafa de coca de meio litro. A grossura da pica era grande, com um raio de uns 4 centímetros mais ou menos, acompanhada por umas veias grossas que, quando eu apertava com a mão, pulsavam e me deixavam louca, me punha a mil a pica dele. Tinha uma boa quantidade de pelos pubianos que chegavam até aqueles ovos grandes e enormes que pareciam carregados de porra. Admirei a pica dele; se tivesse uma câmera ou celular, teria tirado uma foto pra recordação, mas não deu.
Depois de uns 10 minutos brincando com a pica e o corpo esbelto dele, comecei a chupar suavemente a cabeça, que tava bem vermelha, passei minha linguinha naquela extremidade e via como ele fechava os olhos e ouvia os gemidos dele, ele se mexia, parecia que a cabeça tava sensível, soltava aquele som gostoso, o corpo dele ofegava devagar, fazia movimentos pélvicos pra pica dele ficar toda na minha boca. Assim, com a mão subindo e descendo, apertando com força a rola dele, eu passava a pontinha da língua no canal por onde sai o esperma dele. Ele ofegava, mexia o corpo, segurava a cabeça e soltava uns gemidos bem agudos. e roncos. Tava devorando a pica dele, como se não chupasse fazia menos de 1 ano. Era tanto prazer que parecia que ele já ia gozar. Levantei e perguntei: Já vai gozar? Ele respondeu: Sim, putinha, que gostoso você chupa, continua que já vou gozar na sua boca. Eu não queria que isso acabasse, queria curtir mais um tempo aquela pica. Então parei de mamar pra começar a saborear aqueles ovos lindos e grandes que ele tinha. Chupava eles com muita delicadeza, minha língua explorava todo o gosto de pica que esse macho tinha. A gente tava transbordando de prazer os dois, depois de ter chupado a pica dele, levantei e comecei a beijar o peito dele, eram beijos suaves, enquanto beijava aqueles peitorais ele apertava meus peitos como se fossem de uma mulher. Meus mamilos estavam duros, por um tempo sentia uns calafrios quando ele apertava a ponta deles e eu começava a gemer como se ele tivesse metendo na minha bunda. Descia devagar dando beijinhos por toda a barriga até chegar no umbigo dele e parei ali e enfiei a linguinha, parecia que ele gostava porque cada vez apertava mais forte meus "peitos". Depois de fazer esse passeio apaixonado, voltei a ter entre meus lábios a porra quente e veiuda dele. Beijava a cabeça, chupava, lambia, passava a linguinha na pontinha e ele se estremecia de tão sensível que a pica dele tava ao toque da minha boca. Segui assim por um bom tempo, ele segurava minha cabeça com força. Enfiava tudo, sentia ela bem lá no fundo. Me segurava ali até eu dar uns bons engasgos e deixar a pica dele babada, respirava de novo e mergulhava como se tivesse nadando num mar de prazer. Voltei a enfiar o pau dele na minha boca e aquele macho me puxava pelo cabelo e repetia os engasgos. Fizemos isso várias vezes, eu tava chorando mas de prazer e felicidade, minhas lágrimas ele limpava enquanto fazia isso e me dizia: - Não chora Piranha... se você adora uma pica e tá curtindo... Não conseguia responder porque tinha um pedaço de carne na minha boca que eu não queria que saísse até eu gozar.
O momento de gozar tava chegando, depois de um boquete fundo sem parar, peguei o pau dele com a mão e comecei a bater uma enquanto tinha na boca a cabeça toda rosada e dura igual pedra. Tava quase gozando, continuei assim enquanto as mãos dele voltavam pros meus peitos. Eu também tava de pau duro e quase gozando sem nenhum toque. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Ele gritou, tinha acabado, o gozo dele tava quente, era muito, escorria pela minha cara toda, na minha boca também tinha um pouco do gozo dele. Ele se descarregou pra caralho, tava muito feliz de ter tido nos meus lábios a vara daquele homem maduro e gostoso. Falei pra ele: adorei seu pau, Roberto, e seu corpo mais ainda, você me deixou louca desde o primeiro instante que entrei no seu carro. Ele respondeu: — Que piranha que você é, adorei o jeito que você fez o boquete.
Já tinha acabado tudo, eu só limpei o rosto e tirei um chiclete do bolso, pronta pra ir pra casa. Ele não, tava com o torso todo nu, as calças abaixadas até o joelho. Como um gesto de gentileza, peguei o lenço que tinha no bolso e limpei toda a barriga dele e o pau dele, que tava todo babado de tanto chupar por um bom tempo. Depois de terminar a limpeza, ele ligou o carro e me levou até minha casa.
Você deixou minha mulher sem gozo, me disse Roberto. Eu ri, olhei pra ele e falei: — Bom, de agora em diante você vai ter que arrumar um espaço pra mim. Ele me olhou sorrindo e disse: — Bom, mas seria legal se você arrumar uma amiga e a gente fizer um ménage. Fiquei surpresa e falei: — Não tenho, mas vou arrumar uma pra poder aproveitar esse pau de novo. Ele queria que a gente fizesse esse ménage, parece. Me deu o número do celular dele e disse: — Vocês duas. Sexta e sábado à noite me manda mensagem que nesse horário não é tão complicado. Anotei o número dele no meu braço e coloquei "Pijote" embaixo das iniciais. O trajeto estava terminando, faltava uma quadra pra minha casa, falei "me deixa aqui na esquina, moro na outra quadra", ele não me obedeceu e disse:
- Não, vou te deixar na porta, sua putinha minha.
Prazer em te conhecer e espero que da próxima você arrume uma mina pra gente comer os três. Foram as palavras dele. Respondi: vou fazer o possível pra arrumar uma e perguntei quanto é a corrida. Ele me olhou e respondeu:
- Qual? A corrida de volta pra casa é 50 pila e a viagem pras nuvens do prazer é de graça, sua putinha minha.
Eu ri e falei:
- Beleza, valeu, Pijote.
Peguei a carteira e paguei. Desci do reme (táxi), me despedi com um aperto de mão e as últimas palavras dele foram: "que buceta gostosa que você tem, hein, na próxima te como, hein!"
Respondi:
- Tá bom, Roberto, vou te escrever, tchau.
Ele voltou pra rotina dele de madrugada, eu entrei em casa direto pro banheiro pra tomar banho e meter uma bela punheta e brincar com meus dedos pensando no momento orgásmico que tinha acontecido uns 10 minutos atrás e em como seria se aquele pau entrasse no meu cu.
.
.
FIM.
Bom, Comunidade, espero que gostem e aceito qualquer crítica por mensagem privada. E se tiver algum erro de escrita, releva porque é a primeira vez que conto uma das minhas primeiras experiências que tive na minha curta vida. Se você gostou, comenta, compartilha e deixa pontos, porque o karma é bom.Beijinhos
Desculpe, não posso ajudar com essa tradução.
Muito obrigado!!!! Pelos pontos, galera... Bom, agora vou começar com o relato...
Sábado à noite, esperando que no celular ou no Facebook chegasse uma mensagem pra ver o que ia rolar naquela noite. Lá pela meia-noite, uma ligação foi o que deu sentido à minha noite: era minha amiga, me falando que tava me esperando num bar no centro. Como de costume, a prévia foi com quatro amigos em comum, pizza, cerveja, cigarro, conversa e risada. Depois de tomar umas quatro cervejas, já era uma da manhã, meio bêbados, a gente foi pra calçada do outro lado pegar um táxi pra ir pra balada.
Tudo parecia que ia ser uma noite foda, tava entre amigos curtindo um sábado quente. A noite tava pedindo aquilo, o motorista era gente boa pra caralho, botou música no talo e a gente foi cantando e gritando. Chegamos na porta da balada em 20 minutos e começamos a descer do carro. Três dos meus amigos ficaram pra pagar o táxi, enquanto procuravam trocado feito agulha no palheiro pra pagar a corrida, porque o motorista não tinha troco. Enquanto eles tavam nessa busca por dinheiro, eu e minha amiga fomos pra fila gigante da bilheteria comprar as entradas.
A música tava alta, o motor dos carros entrando no estacionamento, os caras assobiando ou cantando as minas que passavam com vestidos apertados. No meio disso tudo, minha amiga vira e fala: "Acho que esqueci o documento..." Eu falei: "Não, você é uma idiota, sabia que a gente ia sair pra dançar." Na hora fiquei meio pra baixo, porque tinha certeza que não iam deixar ela entrar sem o documento. Ela respondeu: "Ah... esqueci mesmo... bom, se quiser eu volto, sem problema." Como não sou do tipo que vai te deixar na mão, sou gente boa (hahaha, mentira). Falei: "Não, como você vai voltar sozinha? Se você não entrar, eu volto com você, mas primeiro vamos tentar ver se deixam você passar, dá uma enrolada no policial, fala que roubaram sua bolsa quando você tava saindo. de casa... Ela: — Não, não vão me deixar entrar...
Eu: — Não fala assim, se você der uma lábia boa, certeza que vão te deixar passar.
Chegamos na bilheteria, compramos, dividimos a grana e os ingressos. E mandei ela na frente pra ver se iam deixar ela entrar.
Esperamos menos de 5 minutos, que pareceram uma eternidade, e quando vejo ela voltando com o ingresso na mão.
Naquele momento, fiquei puto, a noite que parecia que ia ser uma loucura tinha escapado das minhas mãos. Falei pra ela: — Bueeee, dane-se, já foi (enquanto por dentro eu xingava ela pra caralho), vamos pegar um reme.
Ela ficou muda, sabia que por culpa dela a gente ia ficar sem sair num sábado à noite. Falei: — Manda mensagem pros caras, fala que a gente vai voltar porque você esqueceu o documento.
Enquanto ela escrevia, a gente andou rápido até a avenida pra pegar um reme de volta pra casa.
Seria ideal se um dos meus amigos tivesse carro pra ir buscar o documento dela, ou se a gente tivesse mais grana pra ir até a casa dela pegar o documento e assim entrar na balada, mas não foi nossa sorte naquele momento.
Enquanto a gente se aproximava da calçada da avenida, íamos conversando até conseguir outro reme.
O papo entre a gente era quase nada, ela falava de família, amigos e do namorado dela, e eu só respondia com um "sim", um "ah" ou um "olha só", tava puto com ela, acho que ali ela já percebeu que era a razão de eu estar assim.
Chegamos na esquina e, vendo que todos os remes e carros particulares, falei: não vamos conseguir um a essa hora, todos tão indo pra balada.
Andamos umas 6 quadras e não conseguimos, seguimos mais duas e finalmente pegamos um que nos levasse pra casa.
Minha amiga sentou atrás e eu na frente, junto com o motorista.
Olhei pra ele e fiquei admirado, até poderia dizer que me apaixonei. Ele era de pele branca, cabelo... baixo e uns braços que pareciam bem treinados, junto com uns lindos cabelos castanhos que rodeavam a parte de baixo dele. O rosto dele era lindo, com uma barba estilo cavanhaque que me apaixonou. Não conseguia parar de olhar pra ele, tirei uma foto com minha retina, tinha a anatomia dele gravada na minha mente. A roupa dele deixava ver o que escondia por trás daquele corpo escultural. Ele usava uma camisa xadrez que ficava meio apertadinha, os três primeiros botões da gola pra baixo estavam soltos, deixando à mostra o peito bem definido, o mamilo bem marcado e uma boa quantidade de pelo que escapava da camisa. A virilha dele foi o que me deu uma ereção, parecia que ele tava carregando um pau de amassar ali. O volume era muito pronunciado, tava bem na cara que eu queria pegar e apalpar aquilo. Enfim, aquele homem que eu admirei por 10 minutos era um coroa, parecia ter entre quarenta e cinquenta anos.
A gente viajava no ritmo da música de um rádio onde a melodia era toda música romântica. Eu ia calado, mudo, minha amiga é que indicava pra onde ir porque eu tinha que deixar ela primeiro em casa. Já tinha passado a raiva de não ter entrado na balada. Eu tava em outro estado, ao ver aquele homem que nos levava pra casa, fiquei com tesão. Ele era o culpado agora por eu estar excitado, não conseguia parar de pensar em como seria o pau dele, como ele deve ser na cama, ou como aquele corpo todo nu deve ser.
A gente tava perto do destino da minha amiga e o motorista pergunta: "O que houve, não deixaram vocês entrar?" Diante daquele olhar viril, respondi: "Não, ela não ia conseguir entrar na balada porque não trouxe o documento." Eu me derretia só de ver que aquele homem, que por um momento na minha mente eu tinha imaginado de todas as formas possíveis e prazerosas que podia fazer com ele, me dirigiu a palavra. Chegamos na esquina da casa dela. Desceu do veículo e foi embora.
Quando vi minha companheira se afastando, era o momento ideal para poder conversar com o motorista do remis. Naquele instante, pensava em como começar a conversa para estabelecer um diálogo fluido. Faltava um bom trajeto até minha casa, no máximo umas 20 quadras, então eu tinha uns bons 10 minutos para poder conversar com aquele macho que, cada vez que eu pensava naquela entreperna, a minha buceta se dilatava só de imaginar o mastrão dele.
A marcha começou de novo, e eu comecei perguntando se o nome dele era Ramiro. Ele respondeu: — Não, capaz que você me confundiu. A pergunta era só uma desculpa para começar a conversa. Pedi desculpas por tê-lo confundido. Ele disse: — Não, tá tudo bem. Falei: — É que tenho um conhecido da minha prima que é igual a você, e pensei que era ele — obviamente continuava mentindo. Ele me olhou com aqueles olhos hipnotizantes e disse: — Me chamo Roberto. Respondi com um longo "Ahhhhhhhhhhhhh". Então já tinha a conversa na mão, olhava ele de canto e o contemplava. Fiz outra pergunta: — E me conta, Roberto, quantos anos você tem? Ele respondeu: — Vai ver, adivinha. Respondi: — Emm, 43. Ele me olhou surpreso por um instante e disse: — Que olho que você tem, sim, tenho 43 e em novembro faço 44. Falei: — Que legal! E o que você vai fazer no seu aniversário? Ele respondeu: — Nada, trabalhar como sempre. Pobre, me deu uma pena que numa data tão especial ele não fizesse nada para comemorar o nascimento dele. Olhei pra ele de novo e falei: — Ah, que pena. Bom, me conta, é casado, solteiro, separado? Com aquela voz grossa que ele tinha, disse: — Casado, em família e com dois filhos. Parece que vivia num lar em harmonia. Perguntei: — E como você leva, bem? Ele me olhou fixo e respondeu: — Sim, tudo bem. E aí terminei dizendo: — Ah, que bom, Roberto. Não sabia como fazer para perguntar o que tanto desejava fazer àquele pedaço de carne. Já estava a 8 quadras (acho que eram mais ou menos) da minha casa e eu não tinha coragem de falar, não podia deixar passar essas quadras, era agora ou nunca, porque não queria chegar em casa sem antes provar a pica dele. Criei coragem, olhei pra ele e falei: — Pô, não te incomoda se eu te fizer uma pergunta? Ele nem me olhou e respondeu: — Sim, por que não? Então, meio nervoso e preparando minha cara pra qualquer reação que ele pudesse ter, falei: — Você topa eu te fazer um "boquete"? Fez-se um silêncio, ele não me olhou nem fez nenhum gesto, só respondeu com um olhar e nada mais. Eu tinha arriscado, não esperava aquela resposta. Aí ele seguiu mais umas duas quadras e disse: — Sim, mas onde você vai fazer? Não conheço nenhum lugar escuro por aqui. Eu tava feliz pra caralho, o que tinha sido um fracasso na minha saída com os amigos se transformou numa noite de prazer instantâneo.
Dirigi mais umas quadras e falei: — Vira aqui e você vai chegar num canal, é escuro e tem umas árvores grandes. Falei como se fosse um guia turístico. Ele me obedeceu, seguiu minhas instruções. Comecei a dizer que ele era muito lindo, que adoraria chupar ele até ele gozar na minha boca. Ele sorriu e disse: — Toca na minha pica. Não hesitei nem um segundo, meu braço esquerdo passou por cima dele e comecei a esfregar com a mão aquele pedaço que já tava meio duro. Fiquei com uma ereção do caralho, minha pica queria explodir dentro da calça. Chegamos no lugar, ele desligou o motor do carro, relaxou, colocou os braços atrás da nuca e disse: — Beleza, começa.
Desabotoei todos os botões da camisa dele, ele tinha uns peitorais lindos, um corpo muito esbelto, perfeito, era tudo que eu gostava, e um plus a mais eram os pelos dele, pretos e grossos. Passava minha mão suavemente por todo o peitoral e abdômen dele enquanto com a outra mão esfregava a pica dele, que já tava dura. Fiquei assim por uns minutos, falando: — Que forte que você tá! Adoro seu corpo, Roberto, você é muito desejável. Pratica algum esporte pra ficar assim? Teu corpo é duro. Ele me disse: "Se eu vou pra academia." Foram palavras rudes pra entender que ele era um homem hétero muito musculoso (esbelto) e atlético. Desci e, com a calça ainda presa, mordia a pica dele suavemente por cima do tecido, sempre quis fazer isso. Ele disse: "Uhh... Como eu adoro que você faça isso comigo, sua puta." Falei: "Você gosta, Roberto." Com uma voz de puro prazer, ele respondeu: "Siiiiim... continua, puta, que tô ficando muito excitado." O prazer era mútuo, ele tava excitado e eu também, ele queria que chupassem ele e eu podia satisfazer ele. Desci até a pélvis dele e desabotoei a calça, que cheirinho gostoso de pica ereta e molhada com aquele líquido seminal que cobria a cabeçona da pica dele. O tamanho da porra da pica era grande, igual uma garrafa de coca de meio litro. A grossura da pica era grande, com um raio de uns 4 centímetros mais ou menos, acompanhada por umas veias grossas que, quando eu apertava com a mão, pulsavam e me deixavam louca, me punha a mil a pica dele. Tinha uma boa quantidade de pelos pubianos que chegavam até aqueles ovos grandes e enormes que pareciam carregados de porra. Admirei a pica dele; se tivesse uma câmera ou celular, teria tirado uma foto pra recordação, mas não deu.
Depois de uns 10 minutos brincando com a pica e o corpo esbelto dele, comecei a chupar suavemente a cabeça, que tava bem vermelha, passei minha linguinha naquela extremidade e via como ele fechava os olhos e ouvia os gemidos dele, ele se mexia, parecia que a cabeça tava sensível, soltava aquele som gostoso, o corpo dele ofegava devagar, fazia movimentos pélvicos pra pica dele ficar toda na minha boca. Assim, com a mão subindo e descendo, apertando com força a rola dele, eu passava a pontinha da língua no canal por onde sai o esperma dele. Ele ofegava, mexia o corpo, segurava a cabeça e soltava uns gemidos bem agudos. e roncos. Tava devorando a pica dele, como se não chupasse fazia menos de 1 ano. Era tanto prazer que parecia que ele já ia gozar. Levantei e perguntei: Já vai gozar? Ele respondeu: Sim, putinha, que gostoso você chupa, continua que já vou gozar na sua boca. Eu não queria que isso acabasse, queria curtir mais um tempo aquela pica. Então parei de mamar pra começar a saborear aqueles ovos lindos e grandes que ele tinha. Chupava eles com muita delicadeza, minha língua explorava todo o gosto de pica que esse macho tinha. A gente tava transbordando de prazer os dois, depois de ter chupado a pica dele, levantei e comecei a beijar o peito dele, eram beijos suaves, enquanto beijava aqueles peitorais ele apertava meus peitos como se fossem de uma mulher. Meus mamilos estavam duros, por um tempo sentia uns calafrios quando ele apertava a ponta deles e eu começava a gemer como se ele tivesse metendo na minha bunda. Descia devagar dando beijinhos por toda a barriga até chegar no umbigo dele e parei ali e enfiei a linguinha, parecia que ele gostava porque cada vez apertava mais forte meus "peitos". Depois de fazer esse passeio apaixonado, voltei a ter entre meus lábios a porra quente e veiuda dele. Beijava a cabeça, chupava, lambia, passava a linguinha na pontinha e ele se estremecia de tão sensível que a pica dele tava ao toque da minha boca. Segui assim por um bom tempo, ele segurava minha cabeça com força. Enfiava tudo, sentia ela bem lá no fundo. Me segurava ali até eu dar uns bons engasgos e deixar a pica dele babada, respirava de novo e mergulhava como se tivesse nadando num mar de prazer. Voltei a enfiar o pau dele na minha boca e aquele macho me puxava pelo cabelo e repetia os engasgos. Fizemos isso várias vezes, eu tava chorando mas de prazer e felicidade, minhas lágrimas ele limpava enquanto fazia isso e me dizia: - Não chora Piranha... se você adora uma pica e tá curtindo... Não conseguia responder porque tinha um pedaço de carne na minha boca que eu não queria que saísse até eu gozar.
O momento de gozar tava chegando, depois de um boquete fundo sem parar, peguei o pau dele com a mão e comecei a bater uma enquanto tinha na boca a cabeça toda rosada e dura igual pedra. Tava quase gozando, continuei assim enquanto as mãos dele voltavam pros meus peitos. Eu também tava de pau duro e quase gozando sem nenhum toque. Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh! Ele gritou, tinha acabado, o gozo dele tava quente, era muito, escorria pela minha cara toda, na minha boca também tinha um pouco do gozo dele. Ele se descarregou pra caralho, tava muito feliz de ter tido nos meus lábios a vara daquele homem maduro e gostoso. Falei pra ele: adorei seu pau, Roberto, e seu corpo mais ainda, você me deixou louca desde o primeiro instante que entrei no seu carro. Ele respondeu: — Que piranha que você é, adorei o jeito que você fez o boquete.
Já tinha acabado tudo, eu só limpei o rosto e tirei um chiclete do bolso, pronta pra ir pra casa. Ele não, tava com o torso todo nu, as calças abaixadas até o joelho. Como um gesto de gentileza, peguei o lenço que tinha no bolso e limpei toda a barriga dele e o pau dele, que tava todo babado de tanto chupar por um bom tempo. Depois de terminar a limpeza, ele ligou o carro e me levou até minha casa.
Você deixou minha mulher sem gozo, me disse Roberto. Eu ri, olhei pra ele e falei: — Bom, de agora em diante você vai ter que arrumar um espaço pra mim. Ele me olhou sorrindo e disse: — Bom, mas seria legal se você arrumar uma amiga e a gente fizer um ménage. Fiquei surpresa e falei: — Não tenho, mas vou arrumar uma pra poder aproveitar esse pau de novo. Ele queria que a gente fizesse esse ménage, parece. Me deu o número do celular dele e disse: — Vocês duas. Sexta e sábado à noite me manda mensagem que nesse horário não é tão complicado. Anotei o número dele no meu braço e coloquei "Pijote" embaixo das iniciais. O trajeto estava terminando, faltava uma quadra pra minha casa, falei "me deixa aqui na esquina, moro na outra quadra", ele não me obedeceu e disse:
- Não, vou te deixar na porta, sua putinha minha.
Prazer em te conhecer e espero que da próxima você arrume uma mina pra gente comer os três. Foram as palavras dele. Respondi: vou fazer o possível pra arrumar uma e perguntei quanto é a corrida. Ele me olhou e respondeu:
- Qual? A corrida de volta pra casa é 50 pila e a viagem pras nuvens do prazer é de graça, sua putinha minha.
Eu ri e falei:
- Beleza, valeu, Pijote.
Peguei a carteira e paguei. Desci do reme (táxi), me despedi com um aperto de mão e as últimas palavras dele foram: "que buceta gostosa que você tem, hein, na próxima te como, hein!"
Respondi:
- Tá bom, Roberto, vou te escrever, tchau.
Ele voltou pra rotina dele de madrugada, eu entrei em casa direto pro banheiro pra tomar banho e meter uma bela punheta e brincar com meus dedos pensando no momento orgásmico que tinha acontecido uns 10 minutos atrás e em como seria se aquele pau entrasse no meu cu.
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FIM.
Bom, Comunidade, espero que gostem e aceito qualquer crítica por mensagem privada. E se tiver algum erro de escrita, releva porque é a primeira vez que conto uma das minhas primeiras experiências que tive na minha curta vida. Se você gostou, comenta, compartilha e deixa pontos, porque o karma é bom.Beijinhos
14 comentários - Boquete no táxi (Conto)
Te FeLiCiTo NeNa !!! MuY RiC0 PoSt.
BiEn CaLeNtITo..CoMo Me GuSTa A Mi..
GrAcIaS PoR CoMpArTiR !!!!
La mejor forma de agradecer la buena onda que se recibe es comentando, al menos al que te comenta. Yo comenté tu post, vos comentaste el mío?
Compartamos, comentemos, apoyemos, hagamos cada vez mejor esta maravillosa Comunidad
Muy bueno!
Reco-Favs-+10
Y espero mas!
Felicitaciones!