DEIXO PRA VOCÊS UM CONTO GOSTOSO QUE ME DEIXOU MUITO QUENTE!🤤
Era uma tarde quente de verão. O sol tava pegando forte em Madrid, e só os loucos é que se atreviam a sair das piscinas ou de casa pra se aventurar na rua.
Outro refúgio contra o calor eram os shoppings. Aqueles paraísos de ar-condicionado e lojas eram um bom refúgio pra quem não gostava de suar.
E lá estávamos nós, depois de passar a manhã vagando pela rua debaixo do sol, resolvemos dar uma pausa e entrar naquele shopping de Leganés. Éramos 4: Alejandro, Manu, Mario e eu. Todo mundo na mesma sala (9º ano), embora eu me desse melhor com o Mario e o Alejandro com o Manu. Mas não era que a gente se odiasse, só que eu e o Manu já quase não tínhamos contato, e com o Alejandro era quase a mesma coisa. A gente tava junto há 3 anos e se conhecia bem, e talvez por isso a gente se afastou um pouco.
Depois de dar uma volta e ir no McDonald's comer uns hambúrgueres de um euro (não dá pra pedir mais tendo 15 anos), eu e o Mario decidimos ir olhar roupa, enquanto os outros dois foram numa loja de videogame dar uma olhada.
Minha relação com o Mario era boa, a gente começou a conversar naquele ano e se deu bem. Nenhum de nós era metido nem fazia parte do grupinho que se achava melhor que os outros, a gente tinha mais amizades fora da sala do que dentro, e isso permitiu a gente ter confiança. Graças a essa confiança, descobri que o Mario pegava todas, e que a lista de rolos dele era bem grande, na real. Mas quando falavam de foder, ele preferia deixar "pra mais tarde". Não era estranho, porque o cara, mesmo sem ter um corpo perfeito, era alto, magro, e tinha uma barriguinha tanquinho e uns bíceps, que somados ao cabelo moderninho e cara de menino, fazia todas se apaixonarem. Eu, por outro lado, era mais baixo pra minha idade, não me destacava por ser uma maravilha fisicamente, mas também não era um bagaço. Tinha olhos azuis e cabelo loiro, embora em questão de rolos eu estivesse bem mais atrás que ele...
Depois de Ficamos de olho nunsas roupas em várias lojas, puxamos papo, e rapidinho o assunto foi pras minas (como sempre).
— Então, conheci uma mina lá na minha cidade, a Elena, ela tem fama de ser rodada, mas é mó gente boa — falou o Mario enquanto me mostrava a foto de uma morena no celular dele — Fiquei com ela nas últimas festas, e ela bebe pra caralho... — concluiu o Mario com um sorriso.
— Ah, legal, então se ela bebe bem, imagina como ela chupa — respondi num tom mais sacana.
— Cara, você sabe que não é isso que eu tô procurando — disse o Mario.
— Claro, o que você quer é comer ela, seu safado! — falei rindo.
— Para de ser otário, pô, você sabe que não quero — Mario falou sério.
— Beleza, então o que você queria? — perguntei tentando melhorar o papo.
— Bemm... Que ela me fizesse um bom boquete — respondeu o Mario — Que ela me masturbasse bem e eu gozasse na boca dela... — completou o Mario com um sorrisão.
— Kkkkkkkkkk, caralho, você tava guardando essa bem escondida — não consegui segurar a risada... — Isso é coisa de vídeo pornô, certeza que na real não é tão legal assim — respondi — Além disso, precisa ter um pau bem grande pra gozar na boca com um boquete, e não sei se você... — falei pro Mario só pra provocar.
— Que isso, cara? — Mario caiu na provocação — Eu tenho um pau bem grande...
— Kkkkkkkkkk — ri — Quanto é bem grande? — eu tava zoando, mas comecei a ficar curioso.
— Bemm... — Mario hesitou — ... 21 centímetros... — falou rápido.
— ... Não acredito — falei com cara de total descrença — Mario, isso é enorme. Eu sei que você tem mais que o Alex, mas isso é exagero... — concluí com ceticismo.
— Bom... É o que tem, se você não quer acreditar, problema seu... — disse o Mario com um certo orgulho no olhar.
— Não, eu acredito... Mas é que parece estranho ser tão grande assim... — respondi.
— Quando você se acostuma, é normal. Pra mim não parece tão grande — disse o Mario — Além disso, é desconfortável. às vezes pra colocar no bolso da calça...
Mario brincava pra amenizar a situação, mas entre as risadas do comentário dele, dei uma boa olhada nos jeans apertados que ele tava usando
- É, já sei... Imagino que com um pau maior você goza mais. É verdade?
- Kkkkkkkkkk - ria o Mario - Tem hora que parece uma piscina... - brincou ele
- Eca, que nojo. - falei, mesmo não pensando aquilo
- Mas... Tô há muito tempo sem bater punheta, meio que me dá nojo. - confessou finalmente
- Sei do que você tá falando... Comigo também acontece às vezes.
Tentei disfarçar bem, mas na real não entendi nada do que ele quis dizer, pra mim punheta era parte essencial da minha rotina. Todo dia caía uma, e às vezes duas ou três...
Depois da conversa animada que tivemos, não pude evitar notar que tinha ficado de pau duro, e resolvi ir no banheiro mijar enquanto esperávamos os outros. Mario entrou comigo e se colocou no mictório do lado do meu. Enquanto mijávamos, dei umas olhadas discretas na direção da virilha dele. Ele tava inclinado pra trás, parecia que queria me deixar ver, embora não tivesse muito o que ver, porque o pau tava mole e apontando pra baixo, mas dava pra notar que era bem comprido.
Numa dessas olhadas, Mario pareceu perceber minhas intenções, mas se percebeu, não demonstrou, ou disfarçou muito bem...
Depois de aliviar a bexiga, saímos pra receber os outros e ir embora. Naquela noite ia ter um rolê na vila do Mario, os pais dele tinham viajado por uns dias e deixaram ele sozinho. Ia ter mina e piscina, e não dava pra perder...
---------------------------------
Li 22:05 na tela do meu celular. Já tava rolando umas hora de rolê no parque e a gente já tava subindo pra vila do Mario. Durante o tempo que passamos lá, bebemos um pouco e conversamos com umas minas, que pareciam bem mais bêbadas e taradas do que a gente, por isso Mario e eu nos seguramos. de tentar pegar alguém, embora não de beber...
Duas horas e pouco depois, o pessoal já tava indo embora da festa. Só tinham uns poucos na piscina, então eu e o Mário decidimos subir pro apartamento dele pra jogar um Fifa no play. Na subida, vimos que já tinha uns caras (vizinhos do Mário) que tinham tido a mesma ideia, e tavam jogando acirradamente no videogame, ocupando o sofá inteiro. Então o Mário, meio tonto de álcool, decidiu que preferia ir pro quarto dele, mais sossegado. Depois de ficar lá um tempinho conversando sobre vários assuntos sem importância, o Mário resolveu botar um pornô no computador pra gente se entreter. Enquanto a gente via um negão comendo uma loira de peitões operados, o Mário começou a se coçar por cima da calça, que ia crescendo a cada carícia. Eu, sei lá se pelo vídeo ou por ver o Mário naquela, acabei ficando de pau duro também.
Já tava uns cinco ou seis minutos de vídeo, quando o Mário, que parecia cansado de só se esfregar, perguntou meio sem jeito:
— Ei, cara, quer... Hmm... conferir o tamanho da minha rola? Pelo que a gente falou antes e tal... — a proposta não teria soado normal pra qualquer um, mas pela curiosidade que eu já tinha e o tesão que tava, acabei topando...
O Mário começou a desabotoar a calça jeans preta que tava usando, deixando o volume dele se espalhar mais à vontade. Quando terminou, puxou a calça pra baixo, deixando à mostra umas cuecas amarelas fluorescentes, que tavam esticadas pelo tamanho do bagulho que escondiam debaixo do pano...
Enquanto me olhava nos olhos, o Mário passou os dedos no tecido da cueca e puxou pra baixo, soltando toda a virilidade dele. Quando vi pela primeira vez, fiquei chocado com o tamanho. Era comprido, muito comprido, e também bem grosso, mais no meio do que na base. Tava rodeado por uma moita fina de pelos pubianos castanho claro, que envolvia a abdominais do Mario e acabava no umbigo dele. A cabeça do pau era grande e rosada, e tava coberta por um prepúcio bem esticado. Também vi que os ovos eram grandes, e também tinham um pelo marrom macio por cima. Muitas veias rodeavam o membro, dando um aspecto super atraente e másculo...
Deve ter sido pela boca aberta e pela cara de besta que eu fiz, porque o Mario, com um sorrisinho debochado na boca, perguntou:
- E aí, cê gostou? - Eu demorei pra reagir, quando consegui, respondi
- Bom... Sim... É maior do que eu imaginava...
- É, já sei... Bom, era só pra você ter certeza...
Dito isso, ele virou de novo pro monitor do computador, apertou o play e começou a se masturbar devagar. Eu olhava pra tela, onde o preto já tava metendo na loirinha coitada, que gemia exageradamente alto, enquanto não conseguia tirar o olho do movimento hipnótico de sobe-e-desce do prepúcio do Mario. Comecei a me masturbar também, sem tirar o pau da cueca de qualquer jeito. Quando o vídeo acabou, o Mario colocou outro, de duas morenas com outro preto.
Quando o vídeo tava na metade, o Mario parou o movimento, virou, me olhou, pegou minha mão que ainda tava dentro da cueca, e levou ela até o pedaço de carne enorme dele. Eu não me considerava gay, era algo que nunca tinha pensado até então, e ainda era virgem; mas por causa da bebida, da excitação, ou da soma de tudo, acabei aproximando a mão sozinho até segurar o mastrão dele. A primeira coisa que me surpreendeu foi a maciez, e ao mesmo tempo a dureza que a pele escondia, firme igual pedra. Fiquei ali parado sem saber o que fazer, com a mão agarrada no pau dele e ele me encarando fundo nos olhos.
No fim, decidi que não tinha começado à toa, e comecei a mover a mão pra cima e pra baixo devagar, masturbando ele com calma. Fui acelerando o ritmo, até chegar numa velocidade normal. O Mario jogava a cabeça pra trás com os olhos fechados, então supus que não estava fazendo tão mal pra ser a primeira vez. Depois de um tempo, Mario comentou:
– Tá ficando muito seca, pode lubrificar pra ficar mais suave?
Eu não tinha problema nenhum em fazer isso, olhei nos olhos dele, que me encaravam com luxúria, baixei a cabeça até a barriga dele, e quando estava bem perto da cabecinha dele, certo de que não ia errar, cuspi, misturando minha saliva com os fluidos pré-seminais dele. A surpresa veio quando fui me levantar, senti a mão grande do Mario pressionando minha cabeça pra baixo, impedindo que eu subisse. Quando ia pedir uma explicação, ele falou:
– Ei... e se você aproveitar que já tá aí e de quebra... mmm... meter na boca?...
Eu fiquei de cara. A gente tinha começado como uma brincadeira vendo pornô e agora ele tava me "obrigando" a chupar ele... Parecia que o Mario era bem diferente do que eu imaginava. Mesmo assim, não resisti, só soltei um suspiro de frustração. Depois abri a boca o máximo que pude e enfiei a cabeça da rola, ajudado pela mão do Mario que empurrava mais pra dentro da minha garganta. O gosto era gostoso, mistura de suor e hormônios. Depois de um tempo, comecei a tentar engolir mais, mas não consegui nem meter metade. Pra compensar, comecei a me mexer pra cima e pra baixo, chupando a parte sensível da glande e passando a língua pelo frênulo dele.
Isso pareceu agradar o Mario, que jogou a cabeça pra trás e começou a suspirar pesado, enquanto me segurava pelo cabelo pra marcar o ritmo da mamada. Como ele deve ter se sentido generoso, enfiou a mão dentro da minha cueca, pegou na minha rola e começou a terminar o serviço que eu tinha começado, mas quando deixou minha rola à luz, com um sorrisinho debochado, disse:
– Normal você achar que minha rola é tão grande, porque comparada com a sua... –
Embora ele tivesse razão, e minha rola não pudesse competir com o monstro dele, o comentário me deixou mal, e aproveitando que eu situação, mordi de leve o botãozinho dele, deixando escorregar entre meus dentes. Isso pareceu causar dor, mas na verdade era muito prazer junto, e ele soltou um gemido bem mais alto do que o recomendável. Eu continuei meu trabalho, mas mais acelerado, e parecia que o Mario gostava mais, porque cada vez ele gemia mais forte e batia uma mais rápido. Logo, Mario, entre gemidos sonoros, levantou minha cabeça, previsivelmente pra eu não fazer ele gozar.
Depois de alguns segundos de descanso, Mario, com timidez nos olhos, perguntou de novo:
- Bom, ehh... Queria saber se você quer... Ir até o final...
No começo eu não entendi o que ele queria dizer, mas quando vi a cara nervosa dele, imaginei que era a cara de qualquer um que vai perder a virgindade. Entrei num dilema danado, não sabia se queria completar aquele momento ali e com ele, e também se aquilo, o pau dele, ia conseguir entrar dentro de mim, só de pensar já me encolhia o cu. No final, o álcool agiu por mim de novo, e como resposta, me aproximei dos lábios dele e beijei. Enquanto nossas línguas brincavam, passando o gosto da espada dele, notei que ele me olhava, com uma mistura de amor e paixão escondidas atrás da luxúria e do desejo.
Depois do beijo, Mario, sem esperar nem um segundo, se virou, abriu uma gaveta e tirou um par de camisinhas Durex e um pote de lubrificante da mesma marca. "O filho da puta já tinha preparado", pensei enquanto rasgava um dos envoltórios e tirava o preservativo. Como ele parecia não ter muita ideia de como colocar, eu ajudei, embora fosse difícil caber inteiro sem estourar. Quando terminou, abriu o lubrificante, colocou um pouco em cima da rola e espalhou. Depois, com cuidado, me colocou de quatro na cama dele, se posicionou atrás de mim, tirou minha calça completamente enquanto tirava a camiseta dele e eu a minha, ficando completamente nus e expostos um ao outro. Finalmente, ele jogou outro jato de lubrificante no meu cu, e sem dar aviso, ele enfiou um dedo dentro de mim. Mesmo entrando com bastante facilidade, não consegui evitar dar um pulo, porque a sensação de ter algo enfiado no cu era nova pra mim. Ele começou a me penetrar com o dedo, e quando achou que já tava bem solto, enfiou outro.
Depois de um tempo, ele desistiu daquilo, que pra mim já tava me levando ao céu. Sacudiu o pau no ar, fazendo ele recuperar a dureza que tinha perdido durante a minha chupada de cu, e encostou a ponta na minha porta dos fundos. Empurrando devagar, foi entrando: primeiro um centímetro, depois dois, depois três... E aos poucos já tinha enfiado a cabeça toda. Eu tinha começado a me masturbar de novo, o que agradeci, porque aliviava a dor que eu sentia no meu buraco. Nunca tinha sentido nada igual, aquele monstro furando minha virgindade por dentro, e doía pra caralho. Me compensei vendo a cara de prazer do Mario, que continuava enfiando dentro de mim. Quando ele achou que já tinha enfiado o suficiente, começou um movimento suave de vai-e-vem. No começo doeu mais que tudo, mas depois de um tempo comecei a sentir mais prazer que dor, e aquilo me deixava louco.
O Mario continuava se masturbando, cada vez mais rápido. Ele se abaixou sobre mim e beijou minha nuca, mas parecia que não bastava pra ele. Num segundo, me agarrou e me virou, me deitando de barriga pra cima. Pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e sem me dar tempo de perguntar, me enfiou com toda força. O pau dele, que antes não tinha entrado todo, me empalou completamente, me levando a uma nova dimensão de dor, fazendo eu gritar. O Mario, pra me calar, começou a me masturbar de novo, se abaixou e me deu um beijo na boca, que durou o suficiente pra dor passar e chegar um prazer bestial novo, que me fazia sentir cheio por dentro como nunca tinha sentido antes.
O Mario voltou com o ritmo de enfiadas de antes, mas mais forte, e foi acelerando com o tempo.
Chegou uma hora que eu Tava fodendo gostoso, eu só queria que ele continuasse e não parava de gemer enquanto ele me metia e a cama rangia. Quando a gente tava quase gozando, o Mario tirou a rola, pulou pra minha boca, tirou a camisinha na hora e enfiou na minha boca. No segundo seguinte, cinco jatos de porra, fortes e grossos, bateram no meu céu da boca. Eu tentei não engolir nada, mas o pouco que escapou tinha um gosto salgado e gostoso que me excitou como nunca. Me excitou tanto que, enquanto o Mario mordia meu mamilo de brincadeira, eu gozei, sujando o torso nu dele com meu semen quente. Enquanto ele se deitava na cama, eu me aproximei da boca dele pra compartilhar o próprio semen dele. No começo ele me afastou, mas depois me beijou e engoliu a parte dele, com uma cara visível de prazer e tesão. Depois de gozar, me deitei do lado dele enquanto ele acariciava meu cabelo, e juntos a gente dormiu...
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Acordei de madrugada no dia seguinte, a gente mal tinha dormido umas horas, mas ele já tava acordado também, me olhando com desejo, implorando pra gente repetir aquela cena da noite anterior que tinha mandado ele direto pro prazer...
Era uma tarde quente de verão. O sol tava pegando forte em Madrid, e só os loucos é que se atreviam a sair das piscinas ou de casa pra se aventurar na rua.
Outro refúgio contra o calor eram os shoppings. Aqueles paraísos de ar-condicionado e lojas eram um bom refúgio pra quem não gostava de suar.
E lá estávamos nós, depois de passar a manhã vagando pela rua debaixo do sol, resolvemos dar uma pausa e entrar naquele shopping de Leganés. Éramos 4: Alejandro, Manu, Mario e eu. Todo mundo na mesma sala (9º ano), embora eu me desse melhor com o Mario e o Alejandro com o Manu. Mas não era que a gente se odiasse, só que eu e o Manu já quase não tínhamos contato, e com o Alejandro era quase a mesma coisa. A gente tava junto há 3 anos e se conhecia bem, e talvez por isso a gente se afastou um pouco.
Depois de dar uma volta e ir no McDonald's comer uns hambúrgueres de um euro (não dá pra pedir mais tendo 15 anos), eu e o Mario decidimos ir olhar roupa, enquanto os outros dois foram numa loja de videogame dar uma olhada.
Minha relação com o Mario era boa, a gente começou a conversar naquele ano e se deu bem. Nenhum de nós era metido nem fazia parte do grupinho que se achava melhor que os outros, a gente tinha mais amizades fora da sala do que dentro, e isso permitiu a gente ter confiança. Graças a essa confiança, descobri que o Mario pegava todas, e que a lista de rolos dele era bem grande, na real. Mas quando falavam de foder, ele preferia deixar "pra mais tarde". Não era estranho, porque o cara, mesmo sem ter um corpo perfeito, era alto, magro, e tinha uma barriguinha tanquinho e uns bíceps, que somados ao cabelo moderninho e cara de menino, fazia todas se apaixonarem. Eu, por outro lado, era mais baixo pra minha idade, não me destacava por ser uma maravilha fisicamente, mas também não era um bagaço. Tinha olhos azuis e cabelo loiro, embora em questão de rolos eu estivesse bem mais atrás que ele...
Depois de Ficamos de olho nunsas roupas em várias lojas, puxamos papo, e rapidinho o assunto foi pras minas (como sempre).
— Então, conheci uma mina lá na minha cidade, a Elena, ela tem fama de ser rodada, mas é mó gente boa — falou o Mario enquanto me mostrava a foto de uma morena no celular dele — Fiquei com ela nas últimas festas, e ela bebe pra caralho... — concluiu o Mario com um sorriso.
— Ah, legal, então se ela bebe bem, imagina como ela chupa — respondi num tom mais sacana.
— Cara, você sabe que não é isso que eu tô procurando — disse o Mario.
— Claro, o que você quer é comer ela, seu safado! — falei rindo.
— Para de ser otário, pô, você sabe que não quero — Mario falou sério.
— Beleza, então o que você queria? — perguntei tentando melhorar o papo.
— Bemm... Que ela me fizesse um bom boquete — respondeu o Mario — Que ela me masturbasse bem e eu gozasse na boca dela... — completou o Mario com um sorrisão.
— Kkkkkkkkkk, caralho, você tava guardando essa bem escondida — não consegui segurar a risada... — Isso é coisa de vídeo pornô, certeza que na real não é tão legal assim — respondi — Além disso, precisa ter um pau bem grande pra gozar na boca com um boquete, e não sei se você... — falei pro Mario só pra provocar.
— Que isso, cara? — Mario caiu na provocação — Eu tenho um pau bem grande...
— Kkkkkkkkkk — ri — Quanto é bem grande? — eu tava zoando, mas comecei a ficar curioso.
— Bemm... — Mario hesitou — ... 21 centímetros... — falou rápido.
— ... Não acredito — falei com cara de total descrença — Mario, isso é enorme. Eu sei que você tem mais que o Alex, mas isso é exagero... — concluí com ceticismo.
— Bom... É o que tem, se você não quer acreditar, problema seu... — disse o Mario com um certo orgulho no olhar.
— Não, eu acredito... Mas é que parece estranho ser tão grande assim... — respondi.
— Quando você se acostuma, é normal. Pra mim não parece tão grande — disse o Mario — Além disso, é desconfortável. às vezes pra colocar no bolso da calça...
Mario brincava pra amenizar a situação, mas entre as risadas do comentário dele, dei uma boa olhada nos jeans apertados que ele tava usando
- É, já sei... Imagino que com um pau maior você goza mais. É verdade?
- Kkkkkkkkkk - ria o Mario - Tem hora que parece uma piscina... - brincou ele
- Eca, que nojo. - falei, mesmo não pensando aquilo
- Mas... Tô há muito tempo sem bater punheta, meio que me dá nojo. - confessou finalmente
- Sei do que você tá falando... Comigo também acontece às vezes.
Tentei disfarçar bem, mas na real não entendi nada do que ele quis dizer, pra mim punheta era parte essencial da minha rotina. Todo dia caía uma, e às vezes duas ou três...
Depois da conversa animada que tivemos, não pude evitar notar que tinha ficado de pau duro, e resolvi ir no banheiro mijar enquanto esperávamos os outros. Mario entrou comigo e se colocou no mictório do lado do meu. Enquanto mijávamos, dei umas olhadas discretas na direção da virilha dele. Ele tava inclinado pra trás, parecia que queria me deixar ver, embora não tivesse muito o que ver, porque o pau tava mole e apontando pra baixo, mas dava pra notar que era bem comprido.
Numa dessas olhadas, Mario pareceu perceber minhas intenções, mas se percebeu, não demonstrou, ou disfarçou muito bem...
Depois de aliviar a bexiga, saímos pra receber os outros e ir embora. Naquela noite ia ter um rolê na vila do Mario, os pais dele tinham viajado por uns dias e deixaram ele sozinho. Ia ter mina e piscina, e não dava pra perder...
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Li 22:05 na tela do meu celular. Já tava rolando umas hora de rolê no parque e a gente já tava subindo pra vila do Mario. Durante o tempo que passamos lá, bebemos um pouco e conversamos com umas minas, que pareciam bem mais bêbadas e taradas do que a gente, por isso Mario e eu nos seguramos. de tentar pegar alguém, embora não de beber...
Duas horas e pouco depois, o pessoal já tava indo embora da festa. Só tinham uns poucos na piscina, então eu e o Mário decidimos subir pro apartamento dele pra jogar um Fifa no play. Na subida, vimos que já tinha uns caras (vizinhos do Mário) que tinham tido a mesma ideia, e tavam jogando acirradamente no videogame, ocupando o sofá inteiro. Então o Mário, meio tonto de álcool, decidiu que preferia ir pro quarto dele, mais sossegado. Depois de ficar lá um tempinho conversando sobre vários assuntos sem importância, o Mário resolveu botar um pornô no computador pra gente se entreter. Enquanto a gente via um negão comendo uma loira de peitões operados, o Mário começou a se coçar por cima da calça, que ia crescendo a cada carícia. Eu, sei lá se pelo vídeo ou por ver o Mário naquela, acabei ficando de pau duro também.
Já tava uns cinco ou seis minutos de vídeo, quando o Mário, que parecia cansado de só se esfregar, perguntou meio sem jeito:
— Ei, cara, quer... Hmm... conferir o tamanho da minha rola? Pelo que a gente falou antes e tal... — a proposta não teria soado normal pra qualquer um, mas pela curiosidade que eu já tinha e o tesão que tava, acabei topando...
O Mário começou a desabotoar a calça jeans preta que tava usando, deixando o volume dele se espalhar mais à vontade. Quando terminou, puxou a calça pra baixo, deixando à mostra umas cuecas amarelas fluorescentes, que tavam esticadas pelo tamanho do bagulho que escondiam debaixo do pano...
Enquanto me olhava nos olhos, o Mário passou os dedos no tecido da cueca e puxou pra baixo, soltando toda a virilidade dele. Quando vi pela primeira vez, fiquei chocado com o tamanho. Era comprido, muito comprido, e também bem grosso, mais no meio do que na base. Tava rodeado por uma moita fina de pelos pubianos castanho claro, que envolvia a abdominais do Mario e acabava no umbigo dele. A cabeça do pau era grande e rosada, e tava coberta por um prepúcio bem esticado. Também vi que os ovos eram grandes, e também tinham um pelo marrom macio por cima. Muitas veias rodeavam o membro, dando um aspecto super atraente e másculo...
Deve ter sido pela boca aberta e pela cara de besta que eu fiz, porque o Mario, com um sorrisinho debochado na boca, perguntou:
- E aí, cê gostou? - Eu demorei pra reagir, quando consegui, respondi
- Bom... Sim... É maior do que eu imaginava...
- É, já sei... Bom, era só pra você ter certeza...
Dito isso, ele virou de novo pro monitor do computador, apertou o play e começou a se masturbar devagar. Eu olhava pra tela, onde o preto já tava metendo na loirinha coitada, que gemia exageradamente alto, enquanto não conseguia tirar o olho do movimento hipnótico de sobe-e-desce do prepúcio do Mario. Comecei a me masturbar também, sem tirar o pau da cueca de qualquer jeito. Quando o vídeo acabou, o Mario colocou outro, de duas morenas com outro preto.
Quando o vídeo tava na metade, o Mario parou o movimento, virou, me olhou, pegou minha mão que ainda tava dentro da cueca, e levou ela até o pedaço de carne enorme dele. Eu não me considerava gay, era algo que nunca tinha pensado até então, e ainda era virgem; mas por causa da bebida, da excitação, ou da soma de tudo, acabei aproximando a mão sozinho até segurar o mastrão dele. A primeira coisa que me surpreendeu foi a maciez, e ao mesmo tempo a dureza que a pele escondia, firme igual pedra. Fiquei ali parado sem saber o que fazer, com a mão agarrada no pau dele e ele me encarando fundo nos olhos.
No fim, decidi que não tinha começado à toa, e comecei a mover a mão pra cima e pra baixo devagar, masturbando ele com calma. Fui acelerando o ritmo, até chegar numa velocidade normal. O Mario jogava a cabeça pra trás com os olhos fechados, então supus que não estava fazendo tão mal pra ser a primeira vez. Depois de um tempo, Mario comentou:
– Tá ficando muito seca, pode lubrificar pra ficar mais suave?
Eu não tinha problema nenhum em fazer isso, olhei nos olhos dele, que me encaravam com luxúria, baixei a cabeça até a barriga dele, e quando estava bem perto da cabecinha dele, certo de que não ia errar, cuspi, misturando minha saliva com os fluidos pré-seminais dele. A surpresa veio quando fui me levantar, senti a mão grande do Mario pressionando minha cabeça pra baixo, impedindo que eu subisse. Quando ia pedir uma explicação, ele falou:
– Ei... e se você aproveitar que já tá aí e de quebra... mmm... meter na boca?...
Eu fiquei de cara. A gente tinha começado como uma brincadeira vendo pornô e agora ele tava me "obrigando" a chupar ele... Parecia que o Mario era bem diferente do que eu imaginava. Mesmo assim, não resisti, só soltei um suspiro de frustração. Depois abri a boca o máximo que pude e enfiei a cabeça da rola, ajudado pela mão do Mario que empurrava mais pra dentro da minha garganta. O gosto era gostoso, mistura de suor e hormônios. Depois de um tempo, comecei a tentar engolir mais, mas não consegui nem meter metade. Pra compensar, comecei a me mexer pra cima e pra baixo, chupando a parte sensível da glande e passando a língua pelo frênulo dele.
Isso pareceu agradar o Mario, que jogou a cabeça pra trás e começou a suspirar pesado, enquanto me segurava pelo cabelo pra marcar o ritmo da mamada. Como ele deve ter se sentido generoso, enfiou a mão dentro da minha cueca, pegou na minha rola e começou a terminar o serviço que eu tinha começado, mas quando deixou minha rola à luz, com um sorrisinho debochado, disse:
– Normal você achar que minha rola é tão grande, porque comparada com a sua... –
Embora ele tivesse razão, e minha rola não pudesse competir com o monstro dele, o comentário me deixou mal, e aproveitando que eu situação, mordi de leve o botãozinho dele, deixando escorregar entre meus dentes. Isso pareceu causar dor, mas na verdade era muito prazer junto, e ele soltou um gemido bem mais alto do que o recomendável. Eu continuei meu trabalho, mas mais acelerado, e parecia que o Mario gostava mais, porque cada vez ele gemia mais forte e batia uma mais rápido. Logo, Mario, entre gemidos sonoros, levantou minha cabeça, previsivelmente pra eu não fazer ele gozar.
Depois de alguns segundos de descanso, Mario, com timidez nos olhos, perguntou de novo:
- Bom, ehh... Queria saber se você quer... Ir até o final...
No começo eu não entendi o que ele queria dizer, mas quando vi a cara nervosa dele, imaginei que era a cara de qualquer um que vai perder a virgindade. Entrei num dilema danado, não sabia se queria completar aquele momento ali e com ele, e também se aquilo, o pau dele, ia conseguir entrar dentro de mim, só de pensar já me encolhia o cu. No final, o álcool agiu por mim de novo, e como resposta, me aproximei dos lábios dele e beijei. Enquanto nossas línguas brincavam, passando o gosto da espada dele, notei que ele me olhava, com uma mistura de amor e paixão escondidas atrás da luxúria e do desejo.
Depois do beijo, Mario, sem esperar nem um segundo, se virou, abriu uma gaveta e tirou um par de camisinhas Durex e um pote de lubrificante da mesma marca. "O filho da puta já tinha preparado", pensei enquanto rasgava um dos envoltórios e tirava o preservativo. Como ele parecia não ter muita ideia de como colocar, eu ajudei, embora fosse difícil caber inteiro sem estourar. Quando terminou, abriu o lubrificante, colocou um pouco em cima da rola e espalhou. Depois, com cuidado, me colocou de quatro na cama dele, se posicionou atrás de mim, tirou minha calça completamente enquanto tirava a camiseta dele e eu a minha, ficando completamente nus e expostos um ao outro. Finalmente, ele jogou outro jato de lubrificante no meu cu, e sem dar aviso, ele enfiou um dedo dentro de mim. Mesmo entrando com bastante facilidade, não consegui evitar dar um pulo, porque a sensação de ter algo enfiado no cu era nova pra mim. Ele começou a me penetrar com o dedo, e quando achou que já tava bem solto, enfiou outro.
Depois de um tempo, ele desistiu daquilo, que pra mim já tava me levando ao céu. Sacudiu o pau no ar, fazendo ele recuperar a dureza que tinha perdido durante a minha chupada de cu, e encostou a ponta na minha porta dos fundos. Empurrando devagar, foi entrando: primeiro um centímetro, depois dois, depois três... E aos poucos já tinha enfiado a cabeça toda. Eu tinha começado a me masturbar de novo, o que agradeci, porque aliviava a dor que eu sentia no meu buraco. Nunca tinha sentido nada igual, aquele monstro furando minha virgindade por dentro, e doía pra caralho. Me compensei vendo a cara de prazer do Mario, que continuava enfiando dentro de mim. Quando ele achou que já tinha enfiado o suficiente, começou um movimento suave de vai-e-vem. No começo doeu mais que tudo, mas depois de um tempo comecei a sentir mais prazer que dor, e aquilo me deixava louco.
O Mario continuava se masturbando, cada vez mais rápido. Ele se abaixou sobre mim e beijou minha nuca, mas parecia que não bastava pra ele. Num segundo, me agarrou e me virou, me deitando de barriga pra cima. Pegou minhas pernas e colocou nos ombros dele, e sem me dar tempo de perguntar, me enfiou com toda força. O pau dele, que antes não tinha entrado todo, me empalou completamente, me levando a uma nova dimensão de dor, fazendo eu gritar. O Mario, pra me calar, começou a me masturbar de novo, se abaixou e me deu um beijo na boca, que durou o suficiente pra dor passar e chegar um prazer bestial novo, que me fazia sentir cheio por dentro como nunca tinha sentido antes.
O Mario voltou com o ritmo de enfiadas de antes, mas mais forte, e foi acelerando com o tempo.
Chegou uma hora que eu Tava fodendo gostoso, eu só queria que ele continuasse e não parava de gemer enquanto ele me metia e a cama rangia. Quando a gente tava quase gozando, o Mario tirou a rola, pulou pra minha boca, tirou a camisinha na hora e enfiou na minha boca. No segundo seguinte, cinco jatos de porra, fortes e grossos, bateram no meu céu da boca. Eu tentei não engolir nada, mas o pouco que escapou tinha um gosto salgado e gostoso que me excitou como nunca. Me excitou tanto que, enquanto o Mario mordia meu mamilo de brincadeira, eu gozei, sujando o torso nu dele com meu semen quente. Enquanto ele se deitava na cama, eu me aproximei da boca dele pra compartilhar o próprio semen dele. No começo ele me afastou, mas depois me beijou e engoliu a parte dele, com uma cara visível de prazer e tesão. Depois de gozar, me deitei do lado dele enquanto ele acariciava meu cabelo, e juntos a gente dormiu...
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Acordei de madrugada no dia seguinte, a gente mal tinha dormido umas horas, mas ele já tava acordado também, me olhando com desejo, implorando pra gente repetir aquela cena da noite anterior que tinha mandado ele direto pro prazer...
2 comentários - Mario, su pollón y mi virginidad (Relato)