Depois que vi o Santi comendo a namorada dele, vou te falar que fiquei muito nervoso, não sabia como reagir, o que fazer ou o que pensar. Não entendi por que ele teve aquela reação quando me viu espiando pela janela, por que ele não gritou ou até me encheu de porrada, sei lá, tanta coisa passando na minha cabeça. Tipo, se ele contasse pro meu namorado que eu tava espiando ele, tudo acabaria. Naquele momento, decidi me acalmar e só deixar as coisas rolarem.
A gente se reuniu pra tomar café da manhã todo mundo junto, de boa, e sinceramente, eu nem conseguia olhar na cara dele. Não sei se era vergonha, mas acho que um pouco de pena pela situação. Bom, ele me tratou normal, falou comigo como sempre, até que todo mundo foi pros quartos, incluindo minha namorada. Aí ficamos só nós dois, ele sentado quase do meu lado, e começou a me fazer perguntas. Eu falei que aquele não era um bom lugar pra conversar, então ele disse pra irmos pro quintal jogar xadrez. Ele ia chamar meu namorado pra ver se queria ir, mas já sabia que meu namorado não curtia muito jogar xadrez, então era uma desculpa pra ficarmos sozinhos no quintal. Foi isso, meu namorado não quis jogar, então ficamos só nós dois. Fomos pro quintal, perto da piscina, jogar xadrez, longe dos outros. E ele perguntou de novo, primeiro umas coisas bestas, tipo com que idade eu saí do armário ou o que eu mais gosto, coisas comuns que talvez um curioso queira saber. Aí, de repente, vieram as perguntas pesadas, e eu senti meu coração disparar, meu estômago revirar, e ele começou a me perguntar:
"O que você sentiu quando me viu comendo minha namorada?" Isso me deixou mudo, mas eu respondi: "Foi a coisa mais excitante que eu já vi até hoje. Eu tava com tanto medo de que sua namorada me visse, mas não conseguia me mexer porque gostei do que vi."
Então ele me disse: "Eu te vi desde o primeiro momento, por isso coloquei minha namorada contra a janela, pra ela não te ver. Não sei, às vezes me excita mais ser visto. Eu tenho uns... Vídeos na internet que um dia desses te manda pra você continuar vendo.
Naquele momento, senti que era minha chance de mandar a real com tudo e falei: eu preferia fazer ao vivo do que ver um vídeo. Ele continuava mexendo nas peças, simulando um jogo de xadrez, e me disse: sim, mas acontece que você é o namorado do meu irmão, e eu respeito muito ele. Falou: se fosse outra situação, talvez eu te desse bola, mas agora não dá.
Então, tudo que eu tinha sentido por ele naquele momento desabou, e eu falei: às vezes a gente precisa mudar a rotina, e a verdade é que eu queria mudar a minha com você. E ele respondeu: olha, eu respeito muito os gays, mas sou um bi de armário. Curto as gostosas, mas também curto uns carinhas como você, com cara de inocente, porque essas são as mais putas na cama. Já comi umas travestis e também curto, mas não sou de me mostrar. Te falo: sou de armário e fico por lá, e é assim que gosto. Então, não sei o que te dizer, embora a verdade é que eu gostaria de ficar com você, mas me sinto mal porque, como falei, você é o namorado do meu irmão.
Aí eu falei: respeito e valorizo muito sua opinião, mas sei que você vai achar ruim, mas desde o primeiro dia que te vi, fiquei obcecado por você. E ele disse: reparei como você me deu mole umas vezes, você não percebeu, mas eu te mostrei a rabeta várias vezes, só que eu sou um safado e faço as coisas na maciota.
Naquele momento, ele estava dizendo que não, mas tinha algo em mim que ainda queria ficar com ele, e eu falei: se a gente fizer, eu mantenho segredo, e você também. Ele respondeu: não sei, deixa eu pensar, vou te responder à tarde.
A tarde passou, chegamos no jantar. Quando todo mundo terminou de comer, de conversar e rir como uma grande família, disfarçadamente me aproximei dele e falei: então, o que a gente faz? Naquele momento, ele disse: nada, vamos trocar ideia por mensagem. Coloca seu celular no silêncio total. Ele foi pro quarto dele, e a gente começou a trocar mensagem. Eu me Fiquei na cozinha e a gente começou a trocar mensagens. Ele me disse: "Te quero, mas não sei como fazer hoje. Todo mundo tá em casa. Minha namorada vai sair daqui a umas horas, mas não posso te trazer pro meu quarto porque é muito arriscado. Então acho melhor deixar pra outro dia, mas eu quero, sim." Bom, com essa última mensagem, minhas esperanças já tinham ido pro saco. Aí, quando fomos pra cama e todo mundo já tava dormindo (só pra deixar claro, meu namorado dorme que nem uma pedra, mesmo se você bater nele, estuprar ele ou jogar ele no chão, ele não acorda — uma vantagem pra mim), coloquei uma calcinha limpa e fui pro quarto dele. Ele tava sozinho, fazia um calorzinho, a janela tava aberta e ele só coberto com um lençol. Do jeito que deu, me enfiei na cama e entrei debaixo das cobertas. Quando ele acordou, assustado, só perguntou: "O que cê tá fazendo?" E eu respondi: "Realizando uma fantasia." Comecei a acariciar o volume dele. Ele tava pelado, com o pau completamente murcho e pequenininho, do jeito que eu imaginava. Ele era lisinho no corpo todo, só tinha uns pelinhos na pélvis. As bolas eram grandes e peludas. Eu acariciava o pau dele, que foi crescendo aos poucos enquanto eu beijava ele. Beijei o peito dele, o pescoço, desci até a cintura. Ele me segurou pela cintura, começou a beijar minhas costas e, aos poucos, colocou minha bunda na cara dele. Começou a meter a língua, dava lambidas enormes, cheias de saliva, cuspia na minha bunda. A situação me derreteu toda e, de repente, a gente tava num 69: ele chupando meu cu e eu chupando o pau dele, as bolas, mordendo a pélvis dele — a situação mais excitante possível. Depois, ele me mandou colocar uma calcinha que a namorada dele tinha deixado lá. Coloquei a calcinha, e ele me beijou, puxou a calcinha pro lado sem tirar, só pra deixar minha bunda descoberta, e começou a meter o pau dele em pé. É grande e bem grosso, mas o melhor é a cabeça, que tem a grossura do pau inteiro. Ele começou a me bombar devagar, aos poucos, até o pau dele entrar inteiro no meu cu, até a base. Ele agarrava meus peitos, apertava meus peitos com as mãos. ele dizia: "quero que esta noite você seja minha puta", eu dizia: "sou sua puta porque você é meu homem". Ele me bombava, me colocou de quatro e metia mais rápido a piroca. De vez em quando batia na minha bunda. Me joguei no chão, ele me fez colocar um pé na cama e me comeu na beira da cama, metendo a piroca grossa dele. Entrava no meu cu, eu só sentia aquela dor de prazer, me fazia gemer. Ele tapava minha boca pros outros não ouvirem, e me dizia: "que puta que você é, era assim que queria te ter, vai puta, come ela toda, essa bunda é minha, toma a piroca toda". Eu pedia mais forte, e ele dizia: "você é uma putinha, toma mais, garota". Tirou a piroca do meu cu, começou a me bater punheta e disse: "chupa minha piroca". Me jogou na cama, meteu toda a piroca gostosa dele de novo, colocou minhas pernas nos ombros dele e me bombava. Depois levantou só uma perna e começou a bombear mais forte, e me perguntou: "onde você quer a porra, puta?". Eu, de gulosa, pedi na carinha. "Vai", ele disse, e tirou a piroca e começou a jorrar leite na minha cara. "Mete a piroca na boca e saboreia meu leite, raposinha", ele disse. Chupei toda aquela cabeça vermelha melada, os ovos, até limpar tudo com minha língua. Aquela noite foi uma das minhas melhores gozadas. Decidimos que íamos repetir, mas até hoje não encontramos o lugar. Sempre conversamos, mas não rola nada.
Agora vou deixar umas fotos que ele me mandou pelo WhatsApp.
A gente se reuniu pra tomar café da manhã todo mundo junto, de boa, e sinceramente, eu nem conseguia olhar na cara dele. Não sei se era vergonha, mas acho que um pouco de pena pela situação. Bom, ele me tratou normal, falou comigo como sempre, até que todo mundo foi pros quartos, incluindo minha namorada. Aí ficamos só nós dois, ele sentado quase do meu lado, e começou a me fazer perguntas. Eu falei que aquele não era um bom lugar pra conversar, então ele disse pra irmos pro quintal jogar xadrez. Ele ia chamar meu namorado pra ver se queria ir, mas já sabia que meu namorado não curtia muito jogar xadrez, então era uma desculpa pra ficarmos sozinhos no quintal. Foi isso, meu namorado não quis jogar, então ficamos só nós dois. Fomos pro quintal, perto da piscina, jogar xadrez, longe dos outros. E ele perguntou de novo, primeiro umas coisas bestas, tipo com que idade eu saí do armário ou o que eu mais gosto, coisas comuns que talvez um curioso queira saber. Aí, de repente, vieram as perguntas pesadas, e eu senti meu coração disparar, meu estômago revirar, e ele começou a me perguntar:
"O que você sentiu quando me viu comendo minha namorada?" Isso me deixou mudo, mas eu respondi: "Foi a coisa mais excitante que eu já vi até hoje. Eu tava com tanto medo de que sua namorada me visse, mas não conseguia me mexer porque gostei do que vi."
Então ele me disse: "Eu te vi desde o primeiro momento, por isso coloquei minha namorada contra a janela, pra ela não te ver. Não sei, às vezes me excita mais ser visto. Eu tenho uns... Vídeos na internet que um dia desses te manda pra você continuar vendo.
Naquele momento, senti que era minha chance de mandar a real com tudo e falei: eu preferia fazer ao vivo do que ver um vídeo. Ele continuava mexendo nas peças, simulando um jogo de xadrez, e me disse: sim, mas acontece que você é o namorado do meu irmão, e eu respeito muito ele. Falou: se fosse outra situação, talvez eu te desse bola, mas agora não dá.
Então, tudo que eu tinha sentido por ele naquele momento desabou, e eu falei: às vezes a gente precisa mudar a rotina, e a verdade é que eu queria mudar a minha com você. E ele respondeu: olha, eu respeito muito os gays, mas sou um bi de armário. Curto as gostosas, mas também curto uns carinhas como você, com cara de inocente, porque essas são as mais putas na cama. Já comi umas travestis e também curto, mas não sou de me mostrar. Te falo: sou de armário e fico por lá, e é assim que gosto. Então, não sei o que te dizer, embora a verdade é que eu gostaria de ficar com você, mas me sinto mal porque, como falei, você é o namorado do meu irmão.
Aí eu falei: respeito e valorizo muito sua opinião, mas sei que você vai achar ruim, mas desde o primeiro dia que te vi, fiquei obcecado por você. E ele disse: reparei como você me deu mole umas vezes, você não percebeu, mas eu te mostrei a rabeta várias vezes, só que eu sou um safado e faço as coisas na maciota.
Naquele momento, ele estava dizendo que não, mas tinha algo em mim que ainda queria ficar com ele, e eu falei: se a gente fizer, eu mantenho segredo, e você também. Ele respondeu: não sei, deixa eu pensar, vou te responder à tarde.
A tarde passou, chegamos no jantar. Quando todo mundo terminou de comer, de conversar e rir como uma grande família, disfarçadamente me aproximei dele e falei: então, o que a gente faz? Naquele momento, ele disse: nada, vamos trocar ideia por mensagem. Coloca seu celular no silêncio total. Ele foi pro quarto dele, e a gente começou a trocar mensagem. Eu me Fiquei na cozinha e a gente começou a trocar mensagens. Ele me disse: "Te quero, mas não sei como fazer hoje. Todo mundo tá em casa. Minha namorada vai sair daqui a umas horas, mas não posso te trazer pro meu quarto porque é muito arriscado. Então acho melhor deixar pra outro dia, mas eu quero, sim." Bom, com essa última mensagem, minhas esperanças já tinham ido pro saco. Aí, quando fomos pra cama e todo mundo já tava dormindo (só pra deixar claro, meu namorado dorme que nem uma pedra, mesmo se você bater nele, estuprar ele ou jogar ele no chão, ele não acorda — uma vantagem pra mim), coloquei uma calcinha limpa e fui pro quarto dele. Ele tava sozinho, fazia um calorzinho, a janela tava aberta e ele só coberto com um lençol. Do jeito que deu, me enfiei na cama e entrei debaixo das cobertas. Quando ele acordou, assustado, só perguntou: "O que cê tá fazendo?" E eu respondi: "Realizando uma fantasia." Comecei a acariciar o volume dele. Ele tava pelado, com o pau completamente murcho e pequenininho, do jeito que eu imaginava. Ele era lisinho no corpo todo, só tinha uns pelinhos na pélvis. As bolas eram grandes e peludas. Eu acariciava o pau dele, que foi crescendo aos poucos enquanto eu beijava ele. Beijei o peito dele, o pescoço, desci até a cintura. Ele me segurou pela cintura, começou a beijar minhas costas e, aos poucos, colocou minha bunda na cara dele. Começou a meter a língua, dava lambidas enormes, cheias de saliva, cuspia na minha bunda. A situação me derreteu toda e, de repente, a gente tava num 69: ele chupando meu cu e eu chupando o pau dele, as bolas, mordendo a pélvis dele — a situação mais excitante possível. Depois, ele me mandou colocar uma calcinha que a namorada dele tinha deixado lá. Coloquei a calcinha, e ele me beijou, puxou a calcinha pro lado sem tirar, só pra deixar minha bunda descoberta, e começou a meter o pau dele em pé. É grande e bem grosso, mas o melhor é a cabeça, que tem a grossura do pau inteiro. Ele começou a me bombar devagar, aos poucos, até o pau dele entrar inteiro no meu cu, até a base. Ele agarrava meus peitos, apertava meus peitos com as mãos. ele dizia: "quero que esta noite você seja minha puta", eu dizia: "sou sua puta porque você é meu homem". Ele me bombava, me colocou de quatro e metia mais rápido a piroca. De vez em quando batia na minha bunda. Me joguei no chão, ele me fez colocar um pé na cama e me comeu na beira da cama, metendo a piroca grossa dele. Entrava no meu cu, eu só sentia aquela dor de prazer, me fazia gemer. Ele tapava minha boca pros outros não ouvirem, e me dizia: "que puta que você é, era assim que queria te ter, vai puta, come ela toda, essa bunda é minha, toma a piroca toda". Eu pedia mais forte, e ele dizia: "você é uma putinha, toma mais, garota". Tirou a piroca do meu cu, começou a me bater punheta e disse: "chupa minha piroca". Me jogou na cama, meteu toda a piroca gostosa dele de novo, colocou minhas pernas nos ombros dele e me bombava. Depois levantou só uma perna e começou a bombear mais forte, e me perguntou: "onde você quer a porra, puta?". Eu, de gulosa, pedi na carinha. "Vai", ele disse, e tirou a piroca e começou a jorrar leite na minha cara. "Mete a piroca na boca e saboreia meu leite, raposinha", ele disse. Chupei toda aquela cabeça vermelha melada, os ovos, até limpar tudo com minha língua. Aquela noite foi uma das minhas melhores gozadas. Decidimos que íamos repetir, mas até hoje não encontramos o lugar. Sempre conversamos, mas não rola nada.
Agora vou deixar umas fotos que ele me mandou pelo WhatsApp.

7 comentários - A mi cuñado me lo quiero garchar III
yo me lo como a pedazos