A mi cuñado me lo quiero garchar III

Depois que vi o Santi comendo a namorada dele, vou te falar que fiquei muito nervoso, não sabia como reagir, o que fazer ou o que pensar. Não entendi por que ele teve aquela reação quando me viu espiando pela janela, por que ele não gritou ou até me encheu de porrada. Sei lá, tanta coisa passando na minha cabeça. Tipo, se ele contasse pro meu namorado que eu tava espiando ele, tudo acabaria. Naquele momento, decidi me acalmar e só deixar as coisas rolarem.

A gente se reuniu pra tomar café da manhã todo mundo junto, de boa, e sinceramente, eu não conseguia nem olhar na cara dele. Não sei se era vergonha, mas acho que um pouco de pena pela situação. Bom, ele me tratou normal, falou comigo como sempre, até que todo mundo foi pros quartos, incluindo minha namorada. Aí ficamos só nós dois, ele sentado quase do meu lado, e começou a me fazer perguntas. Eu falei que aquele não era um bom lugar pra conversar, então ele disse pra irmos pro quintal jogar xadrez. Ele ia chamar meu namorado pra ver se queria ir, mas já sabia que meu namorado não curtia muito xadrez, então era uma desculpa pra ficarmos sozinhos no quintal. Foi isso, meu namorado não quis jogar, então ficamos só nós dois. Fomos pro quintal, perto da piscina, jogar xadrez, longe dos outros. E ele voltou a me perguntar, primeiro umas coisas bestas, tipo com que idade eu saí do armário ou o que eu mais gosto, coisas comuns que talvez um curioso queira saber. Aí, de repente, vieram as perguntas pesadas, e eu senti meu coração disparar, meu estômago revirar. Ele começou a me perguntar:

"O que você sentiu quando me viu comendo minha namorada?" Isso me deixou mudo, mas eu respondi: "Foi a coisa mais excitante que eu já vi até hoje. Tive tanto medo de que sua namorada me visse, mas não conseguia me mexer porque gostei do que vi."

Então ele me disse: "Eu te vi desde o primeiro momento, por isso coloquei minha namorada contra a janela, pra ela não te ver. Às vezes me excita mais ser visto. Eu tenho uns... Vídeos na internet que um dia desses te manda pra você continuar vendo.
Naquele momento, senti que era minha chance de mandar a real com toda força e falei: eu prefiro fazer ao vivo do que ficar vendo vídeo. Ele continuava mexendo nas peças, simulando um jogo de xadrez, e me disse: sim, mas o problema é que você é o namorado do meu irmão, e eu respeito muito ele. Ele falou: se fosse outra situação, talvez eu te desse bola, mas agora não dá.
Então, tudo que eu sentia por ele naquele momento desabou, e eu falei: às vezes a gente precisa de uma mudança de rotina, e a verdade é que eu queria mudar a minha rotina com você. E ele respondeu: olha, eu respeito muito os gays, mas eu sou um bi de armário. Eu gosto das gostosas, mas também curto uns carinhas como você, com cara de inocente, porque esses são os mais putinhos na cama. Já comi umas travestis e também curto, mas não sou de ficar me mostrando. Te falo, sou de armário e fico por ali, e é assim que gosto. Então, não sei o que te dizer, embora a verdade seja que eu queria ficar com você, mas me sinto mal porque, como falei, você é o namorado do meu irmão.
Aí eu falei: respeito e valorizo muito sua opinião, mas sei que você vai achar ruim, mas desde o primeiro dia que te vi, fiquei obcecado por você. E ele disse: percebi como você me deu mole umas vezes, você não notou, mas eu te mostrei a rabeta várias vezes, só que eu sou uma raposa e faço as coisas na maciota.
Naquele momento, ele estava dizendo que não, mas tinha algo em mim que ainda queria ficar com ele, e eu falei: se a gente fizer, eu mantenho segredo, e você também. Ele respondeu: não sei, deixa eu pensar, até o fim da tarde eu te falo.
A tarde passou, chegamos no jantar. Quando todo mundo terminou de comer, de conversar e rir como uma grande família, disfarçadamente me aproximei dele e perguntei: então, o que a gente faz? Na hora, ele falou: nada, vamos trocar ideia por mensagem. Coloca seu celular no silêncio total. Ele foi pro quarto dele, e a gente começou a trocar mensagem. Eu me... Fiquei na cozinha e a gente começou a trocar mensagens. Ele me disse: "Te quero, mas não sei como fazer. Hoje todo mundo tá em casa. Minha namorada vai sair daqui a umas horas, mas não posso te trazer pro meu quarto porque é muito arriscado. Então acho melhor deixar pra outro dia, mas eu quero, sim." Bom, com essa última mensagem, minhas esperanças já tinham ido pro ralo. Aí, quando fui pra cama e todo mundo já tava dormindo (só pra deixar claro, meu namorado dorme que nem uma pedra, mesmo que você bata nele, estupre ele ou jogue ele no chão, ele não acorda — algo a meu favor), coloquei uma calcinha limpa e fui pro quarto dele. Ele tava sozinho, fazia um calorzinho, a janela tava aberta e ele só coberto com um lençol. Do jeito que deu, me enfiei na cama e entrei debaixo do lençol. Quando ele acordou, assustado, só perguntou: "O que cê tá fazendo?" E eu respondi: "Realizando uma fantasia." Comecei a acariciar o volume dele. Ele tava pelado, com o pau completamente molinho e pequenininho, e era exatamente como eu imaginava. Ele não tinha pelo no corpo, só uns poucos na pélvis. As bolas eram grandes e peludas. Fui acariciando o pau dele, que foi crescendo aos poucos enquanto eu beijava ele. Beijei o peito dele, o pescoço, desci até a cintura. Ele me segurou pela cintura, começou a beijar minhas costas e, aos poucos, colocou minha bunda na cara dele e começou a meter a língua. Me dava lambidas enormes, cheias de saliva, cuspia na minha bunda. A situação me derreteu toda e, de repente, a gente tava num 69: ele chupando meu cu e eu chupando o pau dele, as bolas, mordendo a pélvis dele — a situação mais excitante possível. Depois, ele me mandou colocar uma calcinha que a namorada dele tinha deixado lá. Coloquei a calcinha, ele me beijou, puxou a calcinha pro lado sem tirar, só pra deixar minha bunda descoberta, e começou a meter o pau dele. É grande e bem grosso, mas o melhor é a cabeça, que tem a grossura do pau inteiro. Ele começou a me bombar devagar, aos poucos, até o pau entrar inteiro no meu cu, até o talo. Ele segurava meus peitos, apertava eles com as mãos. Ele dizia: "Quero que esta noite você seja minha puta". Eu respondia: "Sou sua puta porque você é meu homem". Ele me metia, me colocou de quatro e enfiava o pau mais rápido, me batia de vez em quando na bunda. Me joguei no chão, ele me fez colocar um pé na cama e me comeu na beirada da cama, metendo o pau grosso dele no meu cu. Só conseguia sentir aquela dor de prazer, me fazia gemer, ele tapava minha boca pros outros não ouvirem. E me dizia: "Que puta que você é, era assim que queria te ter. Vai, puta, come tudo. Essa bunda é minha. Toma o pau todo." Eu pedia mais forte, e ele falava: "Você é uma putinha, toma mais, garota." Tirou o pau do meu cu, começou a me bater uma e disse: "Chupa meu pau." Me jogou na cama, meteu o pau gostoso dele de novo, colocou minhas pernas nos ombros dele e me macetava. Depois levantou só uma perna e começou a bombar mais forte, e me perguntou: "Onde você quer a porra, puta?" Eu, de gulosa, pedi na carinha. "Vai", ele disse, e tirou o pau e começou a jorrar leite na minha cara. "Mete o pau na boca e saboreia minha porra, raposinha", ele falou. Chupei toda aquela cabeça vermelha melada, as bolas, até limpar tudo com minha língua. Aquela noite foi uma das melhores gozadas. Decidimos que íamos repetir, mas até hoje não achamos o lugar. Sempre conversamos, mas não rola nada.

Agora vou deixar umas fotos que ele me mandou no WhatsApp.A mi cuñado me lo quiero garchar III




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7 comentários - A mi cuñado me lo quiero garchar III

Mas caliente q burro en primavera quedé! Muy buen relato y alto raton me generaron...
Después les sigo contando mas hace unos días tubimos otro encuentro