Não tenho palavras pra descrever a noite que passei com o vagabundo do transporte. Acho que todo promíscuo merece, pelo menos uma vez, viver uma noite romântica e apaixonada, com alguém que cuide de você, te foda e te faça aproveitar o momento ao máximo.
O momento que vivi dias atrás, quando provei pela primeira vez a piroca gostosa dele, parece que ficou na memória. Lembro quando ele disse que teria muito mais pra mim. E foi assim, teve muito, muito mais. Confesso pra vocês que quando lembro daquele momento, meu pau já sobe e o rosto dele vem na minha cabeça.
Não passaram nem dois dias e meu amigo, o do transporte, me chamou pra gente se encontrar. Ele disse que ficou muito tesudo e que morre de vontade de comer minha bunda.
Eu, com uma puta vontade de ser o promíscuo dele mais uma vez, falei que podia quando ele quisesse e, sem pensar duas vezes, propus que a gente se encontrasse às 21h daquele mesmo dia no prédio onde trabalho.
Pra vocês terem uma ideia, vou contextualizar o lugar. Esse prédio é só de escritórios comerciais, então por volta das 20h já não tem ninguém. Isso é foda pra mim, porque até no elevador dá pra fazer um boquete gostoso e ninguém percebe.
Minha proposta foi levá-lo pro escritório ao lado do meu, que tá abandonado. Eu consigo entrar porque a grade que divide os dois tá quebrada e dá pra passar fácil, já que é uma porta de vidro que não tem tranca.
Um dia, entrei pra ver o que tinha e encontrei um colchonete, várias latas de cerveja e alguns preservativos. Parece que o dono usava o lugar pra putaria. E eu não podia deixar de dar continuidade a essa função. Então, trouxe de casa um lençol, um champanhezinho com duas taças.
Se ele ia me comer, que fosse direito, com todo o show.
Chegou 21h, não vou mentir, tava nervoso. Ele toca a campainha do interfone. Se anuncia, chega no escritório, abro a porta e ele me arromba a boca com um beijo.
Eu: — Epa!! O que foi isso?
Ele: — Foi tudo! Você me deixou com muito tesão da outra vez. e quero te comer!
Eu: _calma, tranquilo! Já vai poder fazer o que quiser comigo!! Vem, vamos pro lado.
Entramos no quarto, não tinha luz, mas a claridade dos postes da rua iluminava um pouco.
Eu: tiro o champanhe _Olha o que eu tenho!. Guardei pra ocasiões especiais. Quer abrir?
Ele: Olha só! Você se preparou bem!! Claro que quero abrir, e não só o champanhe!
Eu: _já vai abrir e comoooo!
Então ele serve na taça e a gente senta no colchão, frente a frente. Não acreditava no que tava rolando. Não acreditava que um macho tava do meu lado, prestes a tomar conta do meu corpo inteiro.
Como bom macho, ele começou a comandar a situação. Na penumbra, quase não dava pra ver o rosto dele, mas dava pra sentir a temperatura subindo.
Ele: _Faz tempo que não enfio meu pau numa buceta, então queria fazer isso com você. É por isso que tô aqui, gostei do jeito que você se virou e conseguiu me fazer gozar toda a porra que tava acumulada.
Eu: e eu adorei, quero ser sua putinha de novo, pode fazer o que quiser comigo.. Te permito.
Ele: _sério?
Então ele pega minha mão e coloca no volume dele, se deita e me manda começar a beijá-lo. Eu não hesito um segundo e massajo aquele pau, fazendo ele endurecer. Começo a beijar os peitos dele, dou beijos nos peitorais, desço pela barriga quase inexistente, beijo o pacote ainda escondido dentro da calça jeans.
Dava pra ouvir o gemido de prazer dele, o que me deixava mais louco e me fazia chupar com mais tesão.
Quando tiro aquele pau, respiro fundo, gemo, cheiro ele, beijo de leve. Destaque que ele tem ele macio e muito gostoso. O cheiro que sentia era de sabonete, parece que ele tinha lavado bem aquela cabecinha antes.
Chupando o pau, massajo o corpo dele; ele não para de gemer.
Ele toca minha cabeça, meio com carinho, me agradecendo pelo que tava fazendo. Eu já tava virando uma putinha, super excitado.
Tiro a calça dele e coloco minha cabeça entre as pernas dele. Tinha tudo pra mim. Era só meu. Beijo aqueles testículos grandes e peludos, saboreio eles. Lamber o tronco dele, e chupo aquela glande, ele fica louco!.
Ele me diz: _ é, assim, gosto como você chupa!!
Faço isso por mais um tempo e ele pede pra eu mostrar minha bunda. Aceito.
Fico de quatro e atrás de mim, com a língua dele começa a beijar ela, que prazer senti naquele momento, a língua dele ficava dura e ele enfiava no buraco, às vezes ajudava com o dedo, com a saliva dele lubrificava meu cu.
Bem excitados, ele me diz pra deitarmos e fazermos colherinha!! Que emoção, por favor, sentir um macho atrás de você, te acariciando e roçando o pau dele no meu cu.
Ele tava molhadíssimo, então pincelava a racha do meu cu, antes de meter.
Ele: Tá preparado? Vou meter devagarzinho, prometo que não vai doer, vou cuidar de você!
Eu não disse nada, só olhava pra ele, do jeito que dava.
Tentava beijar ele e era meio difícil, mas ele aproximava a língua dele da minha.
Num momento sinto a cabeça dele entrando, fecho os olhos e ele faz de forma suave, mas cada vez sinto que vai entrando mais e mais.
Começa com movimentos suaves, balançando a cintura e depois fica mais intenso e rápido.
Eu, como a boa puta que sou, gemo e de vez em quando escapa um grito.
EU: _ é, é. Isso, papai, é!
Ele totalmente silencioso, parecia concentrado no que fazia, só ouvia a respiração forte dele no meu ouvido.
Ficamos um bom tempo assim, até que ele me colocou de quatro e começou a meter com força.
Ele parecia outra pessoa, tinha virado um garanhão.
Tirava o pau e metia de novo, dava pra sentir como ele brincava com meu cu. Até que ele disse que ia me fazer ver estrelas.
Então começa a tirar e meter mais forte o pau dele; não para, faz com mais intensidade!
Ouço um gemido forte: _ Vou gozaaaar!
Depois sinto aquela porra morna, por toda minha bunda! Que prazer!!
Me viro e começo a chupar o pau dele, tipo limpar um pouco com a boca o resto de porra que tinha ficado!
Depois a gente deitou no colchão, se beijou, dormiu um pouco.
Ele me leva pra minha casa. E eu me despeço com um tapinha na pica dele. Agradecendo pelo que ele fez aquela noite por mim.
O momento que vivi dias atrás, quando provei pela primeira vez a piroca gostosa dele, parece que ficou na memória. Lembro quando ele disse que teria muito mais pra mim. E foi assim, teve muito, muito mais. Confesso pra vocês que quando lembro daquele momento, meu pau já sobe e o rosto dele vem na minha cabeça.
Não passaram nem dois dias e meu amigo, o do transporte, me chamou pra gente se encontrar. Ele disse que ficou muito tesudo e que morre de vontade de comer minha bunda.
Eu, com uma puta vontade de ser o promíscuo dele mais uma vez, falei que podia quando ele quisesse e, sem pensar duas vezes, propus que a gente se encontrasse às 21h daquele mesmo dia no prédio onde trabalho.
Pra vocês terem uma ideia, vou contextualizar o lugar. Esse prédio é só de escritórios comerciais, então por volta das 20h já não tem ninguém. Isso é foda pra mim, porque até no elevador dá pra fazer um boquete gostoso e ninguém percebe.
Minha proposta foi levá-lo pro escritório ao lado do meu, que tá abandonado. Eu consigo entrar porque a grade que divide os dois tá quebrada e dá pra passar fácil, já que é uma porta de vidro que não tem tranca.
Um dia, entrei pra ver o que tinha e encontrei um colchonete, várias latas de cerveja e alguns preservativos. Parece que o dono usava o lugar pra putaria. E eu não podia deixar de dar continuidade a essa função. Então, trouxe de casa um lençol, um champanhezinho com duas taças.
Se ele ia me comer, que fosse direito, com todo o show.
Chegou 21h, não vou mentir, tava nervoso. Ele toca a campainha do interfone. Se anuncia, chega no escritório, abro a porta e ele me arromba a boca com um beijo.
Eu: — Epa!! O que foi isso?
Ele: — Foi tudo! Você me deixou com muito tesão da outra vez. e quero te comer!
Eu: _calma, tranquilo! Já vai poder fazer o que quiser comigo!! Vem, vamos pro lado.
Entramos no quarto, não tinha luz, mas a claridade dos postes da rua iluminava um pouco.
Eu: tiro o champanhe _Olha o que eu tenho!. Guardei pra ocasiões especiais. Quer abrir?
Ele: Olha só! Você se preparou bem!! Claro que quero abrir, e não só o champanhe!
Eu: _já vai abrir e comoooo!
Então ele serve na taça e a gente senta no colchão, frente a frente. Não acreditava no que tava rolando. Não acreditava que um macho tava do meu lado, prestes a tomar conta do meu corpo inteiro.
Como bom macho, ele começou a comandar a situação. Na penumbra, quase não dava pra ver o rosto dele, mas dava pra sentir a temperatura subindo.
Ele: _Faz tempo que não enfio meu pau numa buceta, então queria fazer isso com você. É por isso que tô aqui, gostei do jeito que você se virou e conseguiu me fazer gozar toda a porra que tava acumulada.
Eu: e eu adorei, quero ser sua putinha de novo, pode fazer o que quiser comigo.. Te permito.
Ele: _sério?
Então ele pega minha mão e coloca no volume dele, se deita e me manda começar a beijá-lo. Eu não hesito um segundo e massajo aquele pau, fazendo ele endurecer. Começo a beijar os peitos dele, dou beijos nos peitorais, desço pela barriga quase inexistente, beijo o pacote ainda escondido dentro da calça jeans.
Dava pra ouvir o gemido de prazer dele, o que me deixava mais louco e me fazia chupar com mais tesão.
Quando tiro aquele pau, respiro fundo, gemo, cheiro ele, beijo de leve. Destaque que ele tem ele macio e muito gostoso. O cheiro que sentia era de sabonete, parece que ele tinha lavado bem aquela cabecinha antes.
Chupando o pau, massajo o corpo dele; ele não para de gemer.
Ele toca minha cabeça, meio com carinho, me agradecendo pelo que tava fazendo. Eu já tava virando uma putinha, super excitado.
Tiro a calça dele e coloco minha cabeça entre as pernas dele. Tinha tudo pra mim. Era só meu. Beijo aqueles testículos grandes e peludos, saboreio eles. Lamber o tronco dele, e chupo aquela glande, ele fica louco!.
Ele me diz: _ é, assim, gosto como você chupa!!
Faço isso por mais um tempo e ele pede pra eu mostrar minha bunda. Aceito.
Fico de quatro e atrás de mim, com a língua dele começa a beijar ela, que prazer senti naquele momento, a língua dele ficava dura e ele enfiava no buraco, às vezes ajudava com o dedo, com a saliva dele lubrificava meu cu.
Bem excitados, ele me diz pra deitarmos e fazermos colherinha!! Que emoção, por favor, sentir um macho atrás de você, te acariciando e roçando o pau dele no meu cu.
Ele tava molhadíssimo, então pincelava a racha do meu cu, antes de meter.
Ele: Tá preparado? Vou meter devagarzinho, prometo que não vai doer, vou cuidar de você!
Eu não disse nada, só olhava pra ele, do jeito que dava.
Tentava beijar ele e era meio difícil, mas ele aproximava a língua dele da minha.
Num momento sinto a cabeça dele entrando, fecho os olhos e ele faz de forma suave, mas cada vez sinto que vai entrando mais e mais.
Começa com movimentos suaves, balançando a cintura e depois fica mais intenso e rápido.
Eu, como a boa puta que sou, gemo e de vez em quando escapa um grito.
EU: _ é, é. Isso, papai, é!
Ele totalmente silencioso, parecia concentrado no que fazia, só ouvia a respiração forte dele no meu ouvido.
Ficamos um bom tempo assim, até que ele me colocou de quatro e começou a meter com força.
Ele parecia outra pessoa, tinha virado um garanhão.
Tirava o pau e metia de novo, dava pra sentir como ele brincava com meu cu. Até que ele disse que ia me fazer ver estrelas.
Então começa a tirar e meter mais forte o pau dele; não para, faz com mais intensidade!
Ouço um gemido forte: _ Vou gozaaaar!
Depois sinto aquela porra morna, por toda minha bunda! Que prazer!!
Me viro e começo a chupar o pau dele, tipo limpar um pouco com a boca o resto de porra que tinha ficado!
Depois a gente deitou no colchão, se beijou, dormiu um pouco.
Ele me leva pra minha casa. E eu me despeço com um tapinha na pica dele. Agradecendo pelo que ele fez aquela noite por mim.
2 comentários - Alta safadeza entre a puta e o folgado do transporte