Nessa noite, conto como conheci a mina que ia arrombar minha bunda pequenininha e me comer umas quantas vezes.
Uma noite, fui num churrasco e, parada numa esquina, vejo uma putinha incrivelmente gostosa, loira de cabelo liso comprido até meia costa com franjinha, com umas botas vermelhas, meias vermelhas, cinta-liga vermelha, uma saia curta vermelha e um topzinho vermelho. Fiquei louco, nunca tinha visto ela antes. Tenho que conhecer essa garota, pensei. Terminei meu churrasquinho e voltei pra procurar ela, mas não tava mais lá. Decepcionado, dei umas voltas sem me interessar por nenhuma das outras minas que estavam por ali, até que de repente, numa passada, vejo ela parada na esquina. Virei, dei a volta no quarteirão e coloquei ela no carro.
"Oi, gato, o que a gente vai fazer?", ela perguntou. "Uma chupadinha?", respondi, acertamos o preço e fomos pra um lugar escondido.
Abaixei minha calça e ela começou a me chupar toda, eu tava voando de tesão; como vinha fazendo até então, deixava ela me chupar bem e enquanto isso, apertava bem a bunda dela e de vez em quando pegava no pacote pra tentar ver o tamanho que tinha...
"Quer que eu tire?", ela perguntou. Com a voz meio trêmula, respondi que sim... "isso é mais grana, meu amor..." Naquele momento, percebi que tava pagando um extra pra poder ver, tocar e, com sorte, chupar uma rola. Ela tirou e não sei por que, mas me apaixonei por aquela rola, que realmente parecia a minha. Chupei ela toda por um bom tempo, trocávamos e ela chupava, de novo eu... ficamos assim no carro por umas meia hora, até que de repente ela fala: "Vamos pra um lugar mais confortável?" "Beleza, onde?" "Vamos pra minha casa", ela disse... e fomos pra lá.
Chegamos na casa dela, acho que ela morava sozinha ou bem naquele momento a casa tava vazia. Ela começou a se despir e eu não sabia o que fazer. Quando terminou de se despir, tirou toda a minha roupa, me sentou na cama, ficou na minha frente e disse: "Abre essa boquinha, bebê." Obedeci e ela começou a comer minha boca de um jeito que me fazia voar de tesão. Igualzinho na minha primeira vez com uma safada, começou a me mandar: fica assim, chupa minha cabeça, agora as bolas, chupa de novo, engole tudo; igual da primeira vez, perdi o controle da situação e deixei rolar... de repente, me vejo num 69, ela de barriga pra cima na cama e eu por cima dela metendo a pica na boca com tanta vontade que me senti uma verdadeira gulosa... acho que foi aí que entendi esse negócio de ser gulosa. Claro que meu buraquinho ainda virgem ficava bem ao alcance dela, e ela meteu um dedo sem pedir licença, eu continuei chupando, batendo punheta, fazendo mil gostosuras com aquela pica na minha boca, as bolas dela... chupava aquela cabeça toda babada e adorava. De repente, sinto que o dedinho no meu cu veio acompanhado de um amigo e doeu tanto que me levantei e saí da cama.
— Não faz assim, olha como me deixou — ela diz, e me mostra a pica toda dura —, vem, continua chupando que você gosta, piranha... obedeci de novo, estava submetido àquela pica. — Olha, gato, espera — ela fala, tira a pica da minha boca e vejo que começa a colocar uma camisinha e pergunta: — Já te comeram? — Não — respondi. Ela me dá um gel e fala: — Passa bem isso pra não doer. Nunca me perguntou se eu queria, nunca me perguntei se queria, só foi uma ordem pra mim, eu fazia o que ela mandava, passei gel na bunda, passei na pica e me deitei pra receber.
— Assim não, fica de quatro — ela mandou, me virei e ansioso esperei... ela espalhou bem o gel, levantou bem minha bundinha, meteu os dois dedos que antes não entravam e disse: — Já tá pronto... passava a pica na fresta do cu, eu sentia tudo muito escorregadio por ali e de repente começou a empurrar na porta, mas eu não relaxava, não entrava, ou entrava só a pontinha e ela dizia: — Você tá tirando... relaxa bem, faz força como se fosse no banheiro, e foi o que fiz, ela encaixou na porta, empurrou um pouquinho e eu fiz força, e de repente senti como se ela tivesse metido meio metro de pica ardente que ardia, queimava e doía.
— Já entrou? — perguntei. — Não, meu amor, é só a ponta. Só a pontinha", ela me disse, faltando o resto todo. Quando ela falou isso, pensei que não ia aguentar. Ela foi enfiando de pouquinho, eu ia me jogando pra frente; até que ela me agarra pela cintura e fala: "não seja arisca, se joga um pouquinho pra trás..." Quando ela me chamou de arisca, me deixou mais tesuda do que já tava e, como sempre obediente, me joguei um pouco pra trás, sem saber o quanto era pouco e com que força. A questão é que fui pra trás e me empalei sozinho no que restava da pica até sentir os pelinhos dela contra minha bunda. Da minha boca saiu um suspiro, um aaaaaaahhhh mais de prazer do que de dor. A Jessy se jogou em cima das minhas costas, sentia os peitos dela esmagados nas minhas costas e a pica dela como ferro quente rasgando meu cu, e isso me deixava com mais tesão ainda. Ela ficou paradinha um tempinho e falava tudo no meu ouvido: "promíscuo lindo, vai ver, você vai amar a pica, vamos ser amigas, vou te encher de porra". Eu só respondia "sim, sim..." só conseguia falar "sim, sim" com a voz trêmula. De repente, ela começou a bombar, devagarzinho, saindo e entrando. Tinha tanto gel que não doía, sentia centímetro por centímetro o que saía e o que entrava até que ela começou a me comer com gosto. Eu ouvia o batidaço da pélvis dela contra minha bunda e, de repente, ela enfiou o mais fundo que pôde, tava gozando... Saiu de dentro de mim, eu caí na cama, toquei na minha bunda e encontrei a camisinha lá dentro. Tirei, olhei toda a porra que tinha dentro e joguei no lixo. Me vesti, nos despedimos e fui embora. Fiquei uma semana sentindo o cu arrombado, me dava um tesão tão grande que bati umas quantas punhetas lembrando como a Jessy tinha me empalado, sabendo que aquela pica me fazia perder a cabeça. Acabei me viciando na Jessy, tanto que a pica dela entrou várias vezes no meu cuzinho.
Uma noite, fui num churrasco e, parada numa esquina, vejo uma putinha incrivelmente gostosa, loira de cabelo liso comprido até meia costa com franjinha, com umas botas vermelhas, meias vermelhas, cinta-liga vermelha, uma saia curta vermelha e um topzinho vermelho. Fiquei louco, nunca tinha visto ela antes. Tenho que conhecer essa garota, pensei. Terminei meu churrasquinho e voltei pra procurar ela, mas não tava mais lá. Decepcionado, dei umas voltas sem me interessar por nenhuma das outras minas que estavam por ali, até que de repente, numa passada, vejo ela parada na esquina. Virei, dei a volta no quarteirão e coloquei ela no carro.
"Oi, gato, o que a gente vai fazer?", ela perguntou. "Uma chupadinha?", respondi, acertamos o preço e fomos pra um lugar escondido.
Abaixei minha calça e ela começou a me chupar toda, eu tava voando de tesão; como vinha fazendo até então, deixava ela me chupar bem e enquanto isso, apertava bem a bunda dela e de vez em quando pegava no pacote pra tentar ver o tamanho que tinha...
"Quer que eu tire?", ela perguntou. Com a voz meio trêmula, respondi que sim... "isso é mais grana, meu amor..." Naquele momento, percebi que tava pagando um extra pra poder ver, tocar e, com sorte, chupar uma rola. Ela tirou e não sei por que, mas me apaixonei por aquela rola, que realmente parecia a minha. Chupei ela toda por um bom tempo, trocávamos e ela chupava, de novo eu... ficamos assim no carro por umas meia hora, até que de repente ela fala: "Vamos pra um lugar mais confortável?" "Beleza, onde?" "Vamos pra minha casa", ela disse... e fomos pra lá.
Chegamos na casa dela, acho que ela morava sozinha ou bem naquele momento a casa tava vazia. Ela começou a se despir e eu não sabia o que fazer. Quando terminou de se despir, tirou toda a minha roupa, me sentou na cama, ficou na minha frente e disse: "Abre essa boquinha, bebê." Obedeci e ela começou a comer minha boca de um jeito que me fazia voar de tesão. Igualzinho na minha primeira vez com uma safada, começou a me mandar: fica assim, chupa minha cabeça, agora as bolas, chupa de novo, engole tudo; igual da primeira vez, perdi o controle da situação e deixei rolar... de repente, me vejo num 69, ela de barriga pra cima na cama e eu por cima dela metendo a pica na boca com tanta vontade que me senti uma verdadeira gulosa... acho que foi aí que entendi esse negócio de ser gulosa. Claro que meu buraquinho ainda virgem ficava bem ao alcance dela, e ela meteu um dedo sem pedir licença, eu continuei chupando, batendo punheta, fazendo mil gostosuras com aquela pica na minha boca, as bolas dela... chupava aquela cabeça toda babada e adorava. De repente, sinto que o dedinho no meu cu veio acompanhado de um amigo e doeu tanto que me levantei e saí da cama.
— Não faz assim, olha como me deixou — ela diz, e me mostra a pica toda dura —, vem, continua chupando que você gosta, piranha... obedeci de novo, estava submetido àquela pica. — Olha, gato, espera — ela fala, tira a pica da minha boca e vejo que começa a colocar uma camisinha e pergunta: — Já te comeram? — Não — respondi. Ela me dá um gel e fala: — Passa bem isso pra não doer. Nunca me perguntou se eu queria, nunca me perguntei se queria, só foi uma ordem pra mim, eu fazia o que ela mandava, passei gel na bunda, passei na pica e me deitei pra receber.
— Assim não, fica de quatro — ela mandou, me virei e ansioso esperei... ela espalhou bem o gel, levantou bem minha bundinha, meteu os dois dedos que antes não entravam e disse: — Já tá pronto... passava a pica na fresta do cu, eu sentia tudo muito escorregadio por ali e de repente começou a empurrar na porta, mas eu não relaxava, não entrava, ou entrava só a pontinha e ela dizia: — Você tá tirando... relaxa bem, faz força como se fosse no banheiro, e foi o que fiz, ela encaixou na porta, empurrou um pouquinho e eu fiz força, e de repente senti como se ela tivesse metido meio metro de pica ardente que ardia, queimava e doía.
— Já entrou? — perguntei. — Não, meu amor, é só a ponta. Só a pontinha", ela me disse, faltando o resto todo. Quando ela falou isso, pensei que não ia aguentar. Ela foi enfiando de pouquinho, eu ia me jogando pra frente; até que ela me agarra pela cintura e fala: "não seja arisca, se joga um pouquinho pra trás..." Quando ela me chamou de arisca, me deixou mais tesuda do que já tava e, como sempre obediente, me joguei um pouco pra trás, sem saber o quanto era pouco e com que força. A questão é que fui pra trás e me empalei sozinho no que restava da pica até sentir os pelinhos dela contra minha bunda. Da minha boca saiu um suspiro, um aaaaaaahhhh mais de prazer do que de dor. A Jessy se jogou em cima das minhas costas, sentia os peitos dela esmagados nas minhas costas e a pica dela como ferro quente rasgando meu cu, e isso me deixava com mais tesão ainda. Ela ficou paradinha um tempinho e falava tudo no meu ouvido: "promíscuo lindo, vai ver, você vai amar a pica, vamos ser amigas, vou te encher de porra". Eu só respondia "sim, sim..." só conseguia falar "sim, sim" com a voz trêmula. De repente, ela começou a bombar, devagarzinho, saindo e entrando. Tinha tanto gel que não doía, sentia centímetro por centímetro o que saía e o que entrava até que ela começou a me comer com gosto. Eu ouvia o batidaço da pélvis dela contra minha bunda e, de repente, ela enfiou o mais fundo que pôde, tava gozando... Saiu de dentro de mim, eu caí na cama, toquei na minha bunda e encontrei a camisinha lá dentro. Tirei, olhei toda a porra que tinha dentro e joguei no lixo. Me vesti, nos despedimos e fui embora. Fiquei uma semana sentindo o cu arrombado, me dava um tesão tão grande que bati umas quantas punhetas lembrando como a Jessy tinha me empalado, sabendo que aquela pica me fazia perder a cabeça. Acabei me viciando na Jessy, tanto que a pica dela entrou várias vezes no meu cuzinho.
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