Continuo contando minhas peripécias
Depois daquela primeira experiência, fiquei meio atordoado, pensando como podia ser que eu tinha chupado uma rola, gozei na boca dela, ela encheu minha cara de porra e eu, tipo, de boa… preciso tirar isso da cabeça agora mesmo, pensei, porque vão acabar arrombando meu cu. Com esse pensamento, me garanti que nunca mais ia ficar com uma travesti; mas, pelo lugar onde morava, era impossível não passar na frente delas toda noite quando voltava pra casa e, verdade seja dita, eu ficava olhando com vontade.
Foi assim que o tesão falou mais alto e, uma noite, vi uma mina muito gostosa e, de novo, acabamos no meu carro num terreno baldio escuro. Dessa vez, tava decidido que eu ia tomar a frente. "O que você quer, papai?" ela disse. "Um boquete", respondi, e foi assim que fomos parar no baldio. Ela me chupava como os deuses, era verão e tava calor, então a roupa que a gente usava era pouca, e a mina acabou com a rola pra fora e eu grudado na chupeta de novo. Dessa vez, só chupei um pouquinho e, quando senti que ela ia gozar, trocamos de novo até que fui eu que gozei tudo nela.
Fiquei um tempão fazendo a mesma coisa: fazia ela gozar, chupava um pouquinho, mas nada além. Cada vez mais, via mais vídeos de shemales e aquilo me dava muito tesão. Uma noite, peguei uma linda, dava pra ver que era novinha, nem peito tinha, e fomos direto pro motel. Comi ela pra caralho, num momento ela disse: "Tá doendo, papai"; e eu comecei a meter mais forte, ela meio que choramingava de dor e eu falava "aguenta", e mais excitado ficava, arrombando bem a bunda dela. Nunca imaginei que, tempos depois, eu estaria pedindo clemência pro meu cu judiado.
Saí com muitas outras minas, sempre a mesma situação: no carro, fazia ela gozar, chupava um pouco, muitas vezes comia elas e, verdade seja dita, adorava. Uma noite, peguei uma que era bem grandona, gorda, e eu sem grana Diz que mais tarde eu passe na casa dela. Não sei por que, mas às 4 da manhã eu tava na frente do apartamento dela quando ela chegou. O elevador foi uma viagem tensa, em silêncio, de vez em quando ela passava a mão na minha rola por cima da calça. Chegamos, ela foi pro banheiro e aparece com um roupão onde eu consegui ver uma rola imensa já dura e me assustei, pensei "essa vai cair em cima de mim e arrebentar meu cu" e fiquei com tanto medo que levantei e fui embora. Mas nessa altura já tava com bastante curiosidade pra saber como seria sentir ela enfiar. Em cada uma das minhas saídas, enquanto chupava ela, comecei a olhar pra rola com vontade, pensando "essa é muito grande, essa ia entrar bem..." Até que uma noite conheci a Jessy e ela terminou de me transformar numa putinha.
Depois daquela primeira experiência, fiquei meio atordoado, pensando como podia ser que eu tinha chupado uma rola, gozei na boca dela, ela encheu minha cara de porra e eu, tipo, de boa… preciso tirar isso da cabeça agora mesmo, pensei, porque vão acabar arrombando meu cu. Com esse pensamento, me garanti que nunca mais ia ficar com uma travesti; mas, pelo lugar onde morava, era impossível não passar na frente delas toda noite quando voltava pra casa e, verdade seja dita, eu ficava olhando com vontade.
Foi assim que o tesão falou mais alto e, uma noite, vi uma mina muito gostosa e, de novo, acabamos no meu carro num terreno baldio escuro. Dessa vez, tava decidido que eu ia tomar a frente. "O que você quer, papai?" ela disse. "Um boquete", respondi, e foi assim que fomos parar no baldio. Ela me chupava como os deuses, era verão e tava calor, então a roupa que a gente usava era pouca, e a mina acabou com a rola pra fora e eu grudado na chupeta de novo. Dessa vez, só chupei um pouquinho e, quando senti que ela ia gozar, trocamos de novo até que fui eu que gozei tudo nela.
Fiquei um tempão fazendo a mesma coisa: fazia ela gozar, chupava um pouquinho, mas nada além. Cada vez mais, via mais vídeos de shemales e aquilo me dava muito tesão. Uma noite, peguei uma linda, dava pra ver que era novinha, nem peito tinha, e fomos direto pro motel. Comi ela pra caralho, num momento ela disse: "Tá doendo, papai"; e eu comecei a meter mais forte, ela meio que choramingava de dor e eu falava "aguenta", e mais excitado ficava, arrombando bem a bunda dela. Nunca imaginei que, tempos depois, eu estaria pedindo clemência pro meu cu judiado.
Saí com muitas outras minas, sempre a mesma situação: no carro, fazia ela gozar, chupava um pouco, muitas vezes comia elas e, verdade seja dita, adorava. Uma noite, peguei uma que era bem grandona, gorda, e eu sem grana Diz que mais tarde eu passe na casa dela. Não sei por que, mas às 4 da manhã eu tava na frente do apartamento dela quando ela chegou. O elevador foi uma viagem tensa, em silêncio, de vez em quando ela passava a mão na minha rola por cima da calça. Chegamos, ela foi pro banheiro e aparece com um roupão onde eu consegui ver uma rola imensa já dura e me assustei, pensei "essa vai cair em cima de mim e arrebentar meu cu" e fiquei com tanto medo que levantei e fui embora. Mas nessa altura já tava com bastante curiosidade pra saber como seria sentir ela enfiar. Em cada uma das minhas saídas, enquanto chupava ela, comecei a olhar pra rola com vontade, pensando "essa é muito grande, essa ia entrar bem..." Até que uma noite conheci a Jessy e ela terminou de me transformar numa putinha.
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