Mi primera experiencia gay, relato

Bom, antes de tudo, meu nome é Emanuel, tenho 21 anos, adoro olhar homens, mas sou virgem. Não tenho amigos gays, então ninguém sabe de nada.

Essa história que vou contar, claro, não é minha. Encontrei por aí, já que adoro ler contos e esse me deixou muito excitado, então vim compartilhar aqui.
Minha primeira experiência gay
Vou começar dizendo que sou mexicano, mas moro nos EUA há muito tempo. Tenho 36 anos, sempre fui hétero, mas com uma curiosidade de saber como é ter uma pica no cu. Comecei a procurar em sites como o Adult Friend Finder, sem sucesso — parecia que ninguém queria comer meu cu virgem. Postava fotos minhas bem quentes e explícitas, e mesmo assim não tinha sorte de conhecer alguém que me comesse pela primeira vez. Então, depois de tentar por um tempo, desisti da ideia e esqueci o assunto.

Como estou um pouco acima do peso, decidi entrar numa academia, mais para agradar minha esposa do que por convicção própria. Lá conheci três caras com quem comecei uma amizade: dois eram anglo-saxões (brancos) e o outro afro-americano (negro). Dava para ver que eles treinavam há muito tempo, porque os três tinham corpos bem definidos.

Eles se aproximaram de mim com a intenção de me mostrar como usar os aparelhos da academia, o que eu agradecia, mas sempre notava algo estranho neles. Porque sempre que eu ia tomar banho, eles iam também, como se gostassem de me ver ou que eu os visse. E nos vestiários era a mesma coisa. Eu gosto de usar fio dental como cueca (fio dental masculino, não se confundam, porque minha aparência é bem máscula).

Assim se passaram alguns meses, até que uma vez me convidaram para correr na beira de um rio que atravessa a cidade, mas que começa nos arredores. Aceitei, e dirigimos até lá. Deixamos os carros e corremos umas cinco milhas rio acima. Lá decidimos descansar, e o afro (Charles) sugeriu que nadássemos. E assim fizemos. Eles se pelaram. Eu decidi ficar só de fio dental — era um lugar realmente isolado.

Depois de um tempo, saímos da água e nos sentamos na grama para secar um pouco. Começamos a conversar sobre tudo, até chegar no assunto das fantasias sexuais. Eu não confessava a minha, claro, mas eles coincidiam na mesma: a de comer um cara, já que eles só tinham feito com mulheres, foi quando me senti meio visado, porque começaram a falar do mesmo lugar onde eu tinha postado fotos; algumas delas mostravam meu rosto. Eles me conheciam, me senti confuso e meio com medo, pra ser sincero. Foi quando Ray me perguntou na cara se eu já tinha realizado minha fantasia. Jared continuou: "anda, fala pra gente se já ou se ainda não". Não sabia o que responder; foi quando Charles disse "o mais provável é que já fez", num tom bem desdenhoso. Aí eu respondi que não; que não consegui fazer, então desisti da ideia.

Eles imediatamente se levantaram na minha frente e perguntaram se eu queria fazer. Não sabia o que dizer, ali estavam eles com seus grandes paus. O maior e mais grosso era o do negro, que não parava de se acariciar, era realmente impressionante. Depois o do Ray, menos comprido mas quase igual grosso, e por último o do Jared, comprido mas muito fino e torto. Foi quando o negro tomou a iniciativa, vendo que eu ia falar algo, sem mais nem menos me pegou pela cabeça e, num movimento só, enfiou o pau na minha boca. No início só a cabeça, mas depois inteiro. Eu estava paralisado, não conseguia reagir, só me deixava levar pela situação. O gosto do pau de Charles, pra ser sincero, foi desagradável no começo, depois acho que comecei a gostar. Ele tirou o pau pra eu chupar o do Ray e depois o do Jared. Foi isso, fiquei chupando um e outro, era um verdadeiro banquete.

Ray se deitou e eu continuei chupando ele, sem perceber que agora estava de quatro. Charles aproveitou pra se colocar atrás de mim e começou a acariciar minhas nádegas e a dar tapas bem fortes, ao mesmo tempo que apertava com força. Doía, mas eu não podia reclamar porque tinha um pau enorme na minha boca que eu estava realmente curtindo. Só ouvia Charles dizendo pro Jared que agora ele ia saber se meu cu era virgem. Foi quando senti o dedo dele penetrando meu ânus pela primeira vez.

Eu sabia que era só No começo, depois senti o segundo enquanto ele girava na entrada do meu cu, ao mesmo tempo que o Ray gozava na minha boca. Engoli todo o leite dele, nunca vou esquecer o gosto da porra dele, já que foi o primeiro que provei. Foi nesse momento que senti a cabeça da pica do Charles querendo entrar, mas não conseguia — era grande demais. Ele passava saliva na pica dele e no meu cu até que a cabeça entrou. Ah, isso foi doloroso; doía cada vez que ele enfiava em mim, e ele não parou até que tivesse tudo lá dentro. Eu sentia os ovos dele batendo em mim, e nessa altura a dor já tinha diminuído. Eu só sentia ele dentro de mim até que ele finalmente gozou, e senti aquela porra dentro escorrendo pelas minhas pernas. Só que não era só o sêmen dele — era uma mistura de porra, sangue e merda. Ele se levantou dizendo que eu era virgem, que tinha arrombado meu cu, que ele tinha sido o primeiro. Eu me levantei e entrei no rio para me limpar, mas quando saí, ainda faltavam duas picas enormes.

Eu saí do rio depois de me lavar, já que depois que o Charles me penetrou, fiquei coberto de uma mistura de sujeira, porra e sangue. Mas quando saí, ainda faltavam dois paus: o do Ray e o do Jared, que também queriam me comer assim que eu saísse do rio. O Ray tomou a iniciativa e, depois de perguntar se eu estava bem e eu responder que sim, sem mais nem menos, ele se aproximou e me deu um beijo na boca.

Eu fiquei congelado — era a primeira vez que um homem me beijava, mas eu correspondi. Depois, ele continuou me beijando: primeiro meu pescoço, depois meus mamilos, e foi descendo até encontrar minha pica, que estava dura pra caralho. Ele enfiou tudo na boca e depois continuou com meus ovos. Eu estava realmente curtindo essas carícias novas para mim, mas o clímax chegou quando senti a língua dele roçando no meu cu — isso foi delicioso.

Ele continuou fazendo isso, depois enfiou a língua no meu cu. Nesse momento, não aguentei mais e gozei — acho que nunca tive uma gozada tão abundante. Depois disso... me pediu pra eu deitar na grama, ele se ajoelhou na minha frente, levantou minhas pernas e colocou nos ombros dele e começou a me penetrar.

Dessa vez não doeu tanto porque meu cu ainda estava meio dilatado da trepada anterior. Foi delicioso sentir aquela pica dentro de mim. Eu gemia a cada estocada que o Ray me dava. Ele gozava tanto quanto eu. Dessa vez era puro prazer, já não tinha tanta dor, realmente aproveitei até sentir o Ray gozando dentro de mim.

Agora era a vez do Jared, ele nem quis que eu me limpasse, porque assim que o Ray tirou a pica do meu cu, o Jared só pediu pra eu ficar de quatro de novo e, de uma só vez, enfiou a pica inteira em mim e começou a me bombar meio bruto, mas não tanto quanto o Charles, por causa do quanto meu cu já estava dilatado. Pra ele foi mais fácil. Era minha terceira pica, mas eu estava adorando, era uma experiência que eu tinha procurado por muito tempo e agora tinha se realizado em triplo.

Eu sentia o Jared batendo as bolas dele na minha bunda, eu achava que ia acabar ali, mas estava enganada. Naquele momento, o Charles, já com a pica enorme dele completamente dura de novo, se ajoelhou na minha frente e pediu pra eu chupar ele, e eu comecei a comer aquele pedaço enorme de carne. Às vezes eu sentia que ia engasgar de tão grande que era, queria me apressar pra acabar logo com aquilo e chupava e chupava pra fazer ele gozar o mais rápido possível, mas antes senti o Jared gozando dentro de mim, terminando a terceira das minhas primeiras picas.

Mas ainda tinha a pica do Charles na minha boca. Ele, vendo que o Jared tinha terminado, se levantou e, sem me dar tempo, me pegou pela bunda e enfiou aquela pica enorme de novo. Ah, era delicioso sentir como, apesar do meu cu estar dilatado, ele se abria caminho dentro de mim de novo. Eu gozava a cada movimento, era delicioso. De repente, ele parou, tirou a pica e o Ray tomou o lugar dele, e depois o Jared, e assim foram se revezando por um bom tempo. Eu sentia que não aguentava mais. Pedi pra eles pararem, mas os caras estavam loucos e só queriam me comer sem parar até que, finalmente, os três na minha frente gozaram, jogando o esperma deles por todo o meu corpo — na minha cara, peito, pernas, em tudo.

Finalmente tinha acabado. Não sei quanto tempo durou, nem quantas vezes cada um me comeu, nem a quantidade de posições que usaram pra me foder. Fizeram do meu cu o que quiseram. Devo confessar que curti, gostei pra caralho. Agora sei que minha verdadeira orientação sexual é bissexual, já que também curto muito minha relação com mulheres. Não transei mais com eles depois disso. Tudo segue como se nada tivesse acontecido. Eu realizei minha fantasia e eles a deles. Até rolam umas indiretas pra repetir a dose, principalmente da parte do Charles, mas a verdade é que eu não quero ficar com os três de novo. Talvez com quem eu toparia repetir a experiência é com o Ray, mas vamos ver no que dá.

4 comentários - Mi primera experiencia gay, relato

lindo, contate una fantasia de las tuyas.. soñala esta noche
kramalo +1
muy caliente tu relato..!! empeza de a uno a la vez... sino te van a dejar el orto como una cacerola... y después, no vuelve a estar igual....
muy caliente tu relato me hiciste exitar de lo lindo