Olá de novo pra todo mundo, essa história é do meu primeiro ano de faculdade, e foi no ônibus que eu pegava todo dia de manhã e de noite. Espero que vocês gostem.
Foi minha primeira semana de aula na faculdade, e todo dia eu tinha que pegar um ônibus que me levava pro D.F (eu sou do Estado do México). Bem perto da minha casa fica o ponto final dos ônibus, e eu tenho que passar entre eles pra chegar na minha casa.
Tudo ia bem, escola nova, amigos novos, a única merda era meu horário, porque minha última aula terminava às 10 da noite, e pra pegar o último ônibus eu tinha que atravessar o D.F inteiro. Então sempre chegava muito cansado em casa, e geralmente dormia no ônibus, já que só descia lá no ponto final.
Lembro que foi uma quarta-feira de manhã, quando tava passando entre os ônibus, ouvi vários motoristas falando: – "Eu bem que tava comendo um homem se ele deixasse, ou pelo menos me dar uns boquetes até eu gozar."
Eu virei pra olhar eles e continuei andando, mas só de me imaginar naquela posição já comecei a ficar excitado. Entrei na fila e na hora de subir no ônibus, notei que o motorista era o mesmo que tava falando uns minutos atrás. Eles usam uniforme, tipo camisa branca social e calça cinza. Na hora de pagar, olhei pra entreperna dele e vi que por baixo da calça marcava um pau grosso.
Acho que fiquei olhando pra aquela piroca gostosa uns 10 segundos, até que alguém atrás falou: – "Vai passar ou não?" Nessa hora o motorista percebeu que eu tava olhando o volume dele e só deu um sorriso safado. Eu sentei lá no fundo, nos últimos bancos, e quando cheguei na estação fui o último a descer. E quando passei do lado do motorista, ele se levantou do banco como se fosse arrumar alguma coisa e encostou o pau dele na minha bunda. Eu não falei nada, só olhei pra ele e desci do ônibus.
A manhã e a tarde inteira na escola eu fiquei fantasiando com aquele pau, com aquela silhueta enorme e com a roçada do pau dele na minha bunda. Lembro que fui várias às vezes vou ao banheiro pra me masturbar pensando em como seria chupar algo daquele tamanho.
Quando saía da faculdade, tinha que correr pro metrô pra pegar e chegar a tempo de pegar o último ônibus da noite. E quando chegava, queria que fosse o mesmo motorista, o que não aconteceu (infelizmente). Entrei no ônibus e dormi até chegar na garagem. Desci e, enquanto caminhava, percebi que meu celular tinha caído no banco do ônibus (sabia que ia encontrar porque sempre sou o último a descer).
Então fui procurar o ônibus e, ao chegar, falei pro motorista: — Com licença, esqueci meu celular no banco, posso entrar pra ver se ainda tá lá? Ele disse que eu podia entrar. Fui até meu banco e lá estava o celular. Agradeci o motorista e desci. Nessa altura já era umas 12 da noite ou um pouco mais.
Caminhei entre os ônibus pra chegar em casa e, ao passar por um deles, ouvi a porta se abrir. Meu coração começou a bater muito rápido. Ouvi alguém assobiar. Continuei andando sem virar e, nisso, a luz de outro ônibus na minha frente acendeu. Na cabine, pude ver que era o caminhoneiro que de manhã tinha encostado o pauzão enorme em mim.
Ao passar do lado do caminhão dele, ele falou: — Ei, não quer subir e terminar de ver o que você tava vendo de manhã? Eu fiquei mudo. Tava com medo, tava excitado, e meu coração batia a mil. Quando o motorista viu que eu não respondi, baixou a calça até os joelhos e disse: — É isso que você queria ver de manhã, não é?
Engoli meu medo e subi no caminhão dele. Fiquei na frente dele e ele disse: — Sabia que você ia subir. Sentou, abriu as pernas e falou: — Quer ver melhor? Tira minha cueca. Eu me ajoelhei e coloquei minhas mãos nas pernas dele pra puxar a cueca. Aí ele disse: — Tira com a boca!!
Eu aceitei e encostei meu rosto no umbigo dele. Com os dentes, peguei a cueca e comecei a puxar devagar. Dava pra sentir o cheiro do pau dele e o calor que saía dele. Meu nariz foi percorrendo ele aos poucos enquanto minhas Os olhos ficaram chocados ao ver o tamanho e a grossura daquela pica enorme.
Quando baixei a cueca dele, ele disse: "Quer provar?" Eu só concordei com a cabeça e levei à boca. Só entrava a pontinha de tão grossa que era aquela pica cheia de veias. Ele segurava minha cabeça e tentava fazer entrar tudo na minha boca, mas era impossível. Nisso, ouço a porta do caminhão se abrir de novo. Eu continuava chupando a pica porque o motorista não soltava minha cabeça, mas dava pra ouvir outras vozes cada vez mais perto de mim.
Quando, de relance, vejo outra pica do meu lado, já pronta pra chupar. Salivo na mão e agarro ela pra começar a masturbar. Naquele momento, eu estava como em transe e comecei a chupar as duas picas. Mas atrás de mim tinha mais dois caras, loucos de tesão. Um tirou minha calça e o outro dizia: "Você é bem putinha, né?" "Nem sabe a surra de pica que você vai levar!" "Sua putinha!!"
Eu, com cada insulto, ficava mais e mais excitada. Chupava as picas deles com tanta dedicação que lembro de ter feito eles gozarem umas duas vezes na minha cara e no meu peito. Também lembro de um dos motoristas começar a lamber meu cu e tentar enfiar um dedo (naquela hora ninguém tinha me comido ainda, era só sexo oral). Quando ele enfiou o dedo, senti dor, mas ao mesmo tempo senti um puta prazer.
Falei pra ele: "Mete tua pica em mim!" "Mete que sou sua putinha!!" Ele dizia: "Você é minha putinha?" E me dava tapas na bunda. Eu respondia: "Sim, sou uma putinha que quer ser penetrada." E sem mais nem menos, ele foi enfiando aos poucos (a pica dele não era grossa, era normal) até enfiar tudo. E aí deixou ela lá por uns minutos. Eu não conseguia falar de tanto prazer e dor que tava sentindo. Lágrimas escorriam e eles diziam: "Olha a putinha chorando!!!" "Ela gosta tanto de pica que ficou muda!"
Eu chupava 3 picas enquanto um me comia. Até que o motorista da pica enorme tentou me comer e simplesmente não conseguiu. Só enfiou a ponta e era tanta dor que eu não parava de gritar. Até que ele desistiu e eu continuei. chupando a pica enorme dele.
lembro que todos gozaram na minha cara e no corpo, tinha tanto leite que parecia que não comiam há meses. me deram um cobertor e eu limpei todo o leite deles, me vesti e saí do caminhão.
cheguei em casa, entrei no banho, já deitado na cama lembrava daquelas picas, aquela sensação de ser penetrado com tesão, de chupar as picas deles como se fosse a maior puta do mundo.
todas as minhas histórias são tiradas do meu diário e eu compartilho com vocês.
é um pouco longa e espero que gostem, abraços e bom dia.
Foi minha primeira semana de aula na faculdade, e todo dia eu tinha que pegar um ônibus que me levava pro D.F (eu sou do Estado do México). Bem perto da minha casa fica o ponto final dos ônibus, e eu tenho que passar entre eles pra chegar na minha casa.
Tudo ia bem, escola nova, amigos novos, a única merda era meu horário, porque minha última aula terminava às 10 da noite, e pra pegar o último ônibus eu tinha que atravessar o D.F inteiro. Então sempre chegava muito cansado em casa, e geralmente dormia no ônibus, já que só descia lá no ponto final.
Lembro que foi uma quarta-feira de manhã, quando tava passando entre os ônibus, ouvi vários motoristas falando: – "Eu bem que tava comendo um homem se ele deixasse, ou pelo menos me dar uns boquetes até eu gozar."
Eu virei pra olhar eles e continuei andando, mas só de me imaginar naquela posição já comecei a ficar excitado. Entrei na fila e na hora de subir no ônibus, notei que o motorista era o mesmo que tava falando uns minutos atrás. Eles usam uniforme, tipo camisa branca social e calça cinza. Na hora de pagar, olhei pra entreperna dele e vi que por baixo da calça marcava um pau grosso.
Acho que fiquei olhando pra aquela piroca gostosa uns 10 segundos, até que alguém atrás falou: – "Vai passar ou não?" Nessa hora o motorista percebeu que eu tava olhando o volume dele e só deu um sorriso safado. Eu sentei lá no fundo, nos últimos bancos, e quando cheguei na estação fui o último a descer. E quando passei do lado do motorista, ele se levantou do banco como se fosse arrumar alguma coisa e encostou o pau dele na minha bunda. Eu não falei nada, só olhei pra ele e desci do ônibus.
A manhã e a tarde inteira na escola eu fiquei fantasiando com aquele pau, com aquela silhueta enorme e com a roçada do pau dele na minha bunda. Lembro que fui várias às vezes vou ao banheiro pra me masturbar pensando em como seria chupar algo daquele tamanho.
Quando saía da faculdade, tinha que correr pro metrô pra pegar e chegar a tempo de pegar o último ônibus da noite. E quando chegava, queria que fosse o mesmo motorista, o que não aconteceu (infelizmente). Entrei no ônibus e dormi até chegar na garagem. Desci e, enquanto caminhava, percebi que meu celular tinha caído no banco do ônibus (sabia que ia encontrar porque sempre sou o último a descer).
Então fui procurar o ônibus e, ao chegar, falei pro motorista: — Com licença, esqueci meu celular no banco, posso entrar pra ver se ainda tá lá? Ele disse que eu podia entrar. Fui até meu banco e lá estava o celular. Agradeci o motorista e desci. Nessa altura já era umas 12 da noite ou um pouco mais.
Caminhei entre os ônibus pra chegar em casa e, ao passar por um deles, ouvi a porta se abrir. Meu coração começou a bater muito rápido. Ouvi alguém assobiar. Continuei andando sem virar e, nisso, a luz de outro ônibus na minha frente acendeu. Na cabine, pude ver que era o caminhoneiro que de manhã tinha encostado o pauzão enorme em mim.
Ao passar do lado do caminhão dele, ele falou: — Ei, não quer subir e terminar de ver o que você tava vendo de manhã? Eu fiquei mudo. Tava com medo, tava excitado, e meu coração batia a mil. Quando o motorista viu que eu não respondi, baixou a calça até os joelhos e disse: — É isso que você queria ver de manhã, não é?
Engoli meu medo e subi no caminhão dele. Fiquei na frente dele e ele disse: — Sabia que você ia subir. Sentou, abriu as pernas e falou: — Quer ver melhor? Tira minha cueca. Eu me ajoelhei e coloquei minhas mãos nas pernas dele pra puxar a cueca. Aí ele disse: — Tira com a boca!!
Eu aceitei e encostei meu rosto no umbigo dele. Com os dentes, peguei a cueca e comecei a puxar devagar. Dava pra sentir o cheiro do pau dele e o calor que saía dele. Meu nariz foi percorrendo ele aos poucos enquanto minhas Os olhos ficaram chocados ao ver o tamanho e a grossura daquela pica enorme.
Quando baixei a cueca dele, ele disse: "Quer provar?" Eu só concordei com a cabeça e levei à boca. Só entrava a pontinha de tão grossa que era aquela pica cheia de veias. Ele segurava minha cabeça e tentava fazer entrar tudo na minha boca, mas era impossível. Nisso, ouço a porta do caminhão se abrir de novo. Eu continuava chupando a pica porque o motorista não soltava minha cabeça, mas dava pra ouvir outras vozes cada vez mais perto de mim.
Quando, de relance, vejo outra pica do meu lado, já pronta pra chupar. Salivo na mão e agarro ela pra começar a masturbar. Naquele momento, eu estava como em transe e comecei a chupar as duas picas. Mas atrás de mim tinha mais dois caras, loucos de tesão. Um tirou minha calça e o outro dizia: "Você é bem putinha, né?" "Nem sabe a surra de pica que você vai levar!" "Sua putinha!!"
Eu, com cada insulto, ficava mais e mais excitada. Chupava as picas deles com tanta dedicação que lembro de ter feito eles gozarem umas duas vezes na minha cara e no meu peito. Também lembro de um dos motoristas começar a lamber meu cu e tentar enfiar um dedo (naquela hora ninguém tinha me comido ainda, era só sexo oral). Quando ele enfiou o dedo, senti dor, mas ao mesmo tempo senti um puta prazer.
Falei pra ele: "Mete tua pica em mim!" "Mete que sou sua putinha!!" Ele dizia: "Você é minha putinha?" E me dava tapas na bunda. Eu respondia: "Sim, sou uma putinha que quer ser penetrada." E sem mais nem menos, ele foi enfiando aos poucos (a pica dele não era grossa, era normal) até enfiar tudo. E aí deixou ela lá por uns minutos. Eu não conseguia falar de tanto prazer e dor que tava sentindo. Lágrimas escorriam e eles diziam: "Olha a putinha chorando!!!" "Ela gosta tanto de pica que ficou muda!"
Eu chupava 3 picas enquanto um me comia. Até que o motorista da pica enorme tentou me comer e simplesmente não conseguiu. Só enfiou a ponta e era tanta dor que eu não parava de gritar. Até que ele desistiu e eu continuei. chupando a pica enorme dele.
lembro que todos gozaram na minha cara e no corpo, tinha tanto leite que parecia que não comiam há meses. me deram um cobertor e eu limpei todo o leite deles, me vesti e saí do caminhão.
cheguei em casa, entrei no banho, já deitado na cama lembrava daquelas picas, aquela sensação de ser penetrado com tesão, de chupar as picas deles como se fosse a maior puta do mundo.
todas as minhas histórias são tiradas do meu diário e eu compartilho com vocês.
é um pouco longa e espero que gostem, abraços e bom dia.
5 comentários - Caminhoneiro e os amigos (conto gay)