E aí, salve pra todo mundo. Então, quero contar o que acabei de viver semana passada, quando precisei viajar pro litoral de Michoacán e Colima.
Bom, o rolê é que fechamos um projeto com um banco pra instalar uns equipos em várias agências que tão nessa região do oeste do país. Aí, caiu na minha vez de ir pra Uruapan, Lázaro Cárdenas e Tecoman. Me preparei, porque ia ficar fora de Guadalajara uns dois dias. Dei uma revisada no carro, no equipamento e nas ferramentas pra partir na manhã seguinte.
Quando tava nessa, o celular tocou. Era um grande amigo que tenho há vários anos. Contei que ia viajar no dia seguinte bem cedo. Ele, como sempre, perguntou com quem eu ia. Respondi que sozinho, que agora, com tanto trampo, todo mundo tava saindo sozinho. E, sem mais, falei: "Por que você não vem comigo pra me dar uma mão a instalar os equipos mais rápido?" Já que ele só trabalha nos fins de semana, teria tempo de me acompanhar sem problema no serviço. Ele curtiu a ideia e, sem enrolação, disse que ia comigo. Só precisava avisar a esposa e me confirmava mais tarde (vale dizer que ele, nem ninguém do meu círculo, sabe nada sobre minhas preferências bissexuais). Mais tarde ele confirmou que ia comigo, e combinamos de nos ver cedo pra começar a viagem.
Ele é um amigão e vou só falar que o nome dele é Lalo, tem 37 anos, é casado sem filhos e, sinceramente, o cara é muito gostoso, tem um corpo bem definido porque passa o dia todo malhando no mesmo clube que a gente vai. Também vejo ele pelado direto, já que quase sempre a gente se encontra no vapor ou nos chuveiros pra tomar banho de manhã e, puta merda, ele é muito gostoso. O cara é peludo o corpo inteiro e tem um belo pacote que deve ter uns 18cm. É circuncidado e tem uma bunda muito bem torneada, também bem peludinha (bom, chega de descrição porque já tô de pau duro só de pensar nele).
Bom, já na estrada da nossa viagem, comentei com ele que a gente ia tentar instalar o primeiro equipamento em Uruapan o mais rápido possível pra poder ir no mesmo dia até Lázaro Cárdenas e começar a instalar o outro, assim que chegássemos, pra só na manhã seguinte terminar os detalhes e ir pra Tecoman, já que dava umas 5 horas e era uma estrada muito perigosa, e eu não queria pegar aquilo de noite. Tudo saiu como tô contando.
Chegamos no hotel em Lázaro Cárdenas, nos instalamos no quarto, e de repente me viro e quase caí de susto, porque nunca imaginei que ele ia se pelar assim, na maior cara de pau, e só falou "vou tomar banho". Tentei me acalmar um pouco, liguei a TV pra me distrair e ele não perceber que eu tava olhando. Ele entrou no banheiro, ligou o chuveiro e fechou a porta. Eu tava que não me aguentava, porque a pica tava dura pra caralho, e desabotoei a calça, tirei ela pra fora e comecei a bater uma pra tentar gozar antes dele sair do banheiro. Nisso, percebi que ele tinha deixado a cueca na cama junto com a roupa toda e, por instinto, peguei ela e levei no rosto pra pelo menos sentir o cheiro dele, e puta merda, me excitou muito mais, porque tinha um cheiro de homem delicioso. E assim me masturbei até gozar, jorrando meu leite por cima. da minha barriga.
Pouco depois, parei de ouvir o barulho da água e percebi que ele não ia demorar muito pra sair, então me apressei pra me limpar e deixar a peça dele no mesmo lugar pra ele não perceber o que tinha rolado. Assim que terminei, ele saiu do banho e só tinha a toalha no pescoço, secando o excesso de água do cabelo, então pude admirar de novo o corpo dele todo peladão. Ele só falou: "É tua vez de tomar banho, a água tá uma delícia" (e eu só pensava: a delícia é ele). Levantei da cama e, igual ele fez, tirei toda a minha roupa ali também e deixei em cima da cama, peguei minha mala e comecei a tirar minha roupa e meus acessórios de banho completamente nu.
Nós dois estávamos completamente pelados no mesmo quarto, andando de um lado pro outro como se nada estivesse acontecendo, com as picas balançando, até que, não sei por quê, num dado momento senti ele muito perto de mim, como se quisesse pegar algo na mesa e tivesse que se virar pra alcançar. Tentei me mexer, mas no movimento senti o corpo dele colado no meu, podendo sentir ele roçando na minha bunda e o peito dele nas minhas costas. Ele na hora se afastou de mim e só pediu desculpa, meio preocupado, mas eu falei pra ele não se preocupar, que quase caímos. A gente riu, mas daquelas risadas nervosas que você já não sabe nem o que dizer. Bom, eu me apressei pra entrar no banho porque, sinceramente, não aguentava mais continuar suportando aquela situação e, se não me apressasse, ia acabar pegando aquele homem à força pra ele me meter e eu meter nele também.
Entrei no banho e na minha mente só conseguia pensar em como ele enfiou o pau dele na minha bunda, mesmo que por só alguns segundos. Por isso, comecei a ficar excitado de novo e meu pau endureceu na hora. Já com o sabão nas mãos, comecei a passar na minha bunda e enfiei um dedo pra me dar um pouco de prazer, pelo menos, já que sentia que era praticamente impossível ter aquele homem furando meu cu de novo. Comecei a bater uma punheta até gozar inteiro. Terminei de tomar banho e saí igual a ele, com a toalha no pescoço, deixando meu corpo nu à mostra também. Mas a surpresa foi minha quando saí do banheiro: assim que abri a porta e entrei no quarto, me deparei com ele de novo, ainda completamente nu, do jeito que o deixei antes de entrar no banho. Só que agora ele estava deitado em uma das camas, com a toalha em cima do pacote, assistindo a um filme meio pornô na TV.
Percebi que o pau dele estava duro, porque dava pra ver pelo volume da toalha. Olhei pra TV e tinha um casal transando. Claro que comecei a ficar excitado, e como eu estava nu, ele percebeu que meu pau estava endurecendo e disse: "Ei, já tá ficando duro de novo". Eu respondi: "Pô, como não, olha como o cara tá comendo ela. Quem não esquenta com uma cena dessas?" E falei: "O teu já tá super duro também". Então, puxei a toalha dele de uma vez, deixando ele surpreso, porque não esperava. Eu também fiquei completamente surpreso, porque o pau dele saltou, balançando, totalmente ereto e vermelho (tava uma delícia, ainda tenho na mente a cena de como aquele pau se mexia). Na hora, ele tentou esconder com as mãos e se levantou pra pegar algo pra se cobrir, mas eu tirava tudo que ele tentava alcançar e ria, zoando ele.
Ele tentou tirar a toalha da minha mão, e começamos a brigar de brincadeira. Na luta, nossos corpos começaram a... se roçando um no outro quando ele quase tira a toalha da minha mão, eu seguro o pau dele com a outra mão e dou um puxão pra ele não conseguir pegar a toalha, ele recua e me diz "então é assim que é" e se joga em cima de mim, me pega pelo pau e dá um puxão meio brusco nas bolas, eu solto a toalha que ele tanto queria e ele se afasta. A gente tava morrendo de rir, porque tava brincando igual quando era moleque, e nessa altura nossos paus já estavam moles, porque a brincadeira fez a excitação passar.
Depois a gente ficou na posição de ataque, vendo quem conseguia dar outro puxão no outro. Nisso eu me distraio e ele se joga de novo em cima de mim, caímos os dois na cama, ele me agarra pelas bolas me dominando e fala "se rende ou vou arrancar". Eu só gritava com o puxão que ele dava, quando sinto que aos poucos a força que ele apertava foi diminuindo, e de doloroso começou a virar uma carícia, e ele foi subindo a mão até segurar meu pau.
Nós dois ficamos mudos, nos olhando nos olhos e sem dizer mais nada, ele foi se aproximando cada vez mais e começou a me beijar com uma paixão incontrolável. Senti a língua dele na minha boca e eu correspondi ao beijo, colocando minha língua também. Acariciei suas costas enquanto ele não soltava meu pau, me masturbando de um jeito delicioso. Depois, ele foi me beijando e lambendo o pescoço, as orelhas, meu peito e parou por um instante nos meus mamilos, lambendo e chupando como se quisesse que eles crescessem.
Eu já estava completamente excitado ao máximo, porque esse homem estava me possuindo como um mestre. Depois, ele continuou o caminho e foi lambendo meu abdômen até chegar no meu pau e, sem mais delongas, começou a me dar um boquete espetacular. A boca dele aceitava cada milímetro do meu pau, a língua lambia minha glande de um jeito muito guloso e, em seguida, ele colocava minhas bolas, uma por uma, na boca, para depois voltar a engolir meu pau de novo. Depois, ele subiu de novo para me dar outro beijo de língua, onde pude sentir o cheiro do meu próprio pau. Então, ele se afastou de mim e se virou, ficando num 69, onde agora eu podia ver completamente o pau dele, duro ao máximo, apontando para o meu rosto, com as bolas balançando. E, sem pensar duas vezes, meti aquele pedaço de carne na boca, saboreando ao máximo o néctar dele.
Eu acariciava as nádegas e as bolas dele com minhas mãos, podia ver o cu dele e roçava meu dedo nele. Ele, por sua vez, continuava com a tarefa de chupar meu pau, puxava e depois metia tudo na boca, me dando umas chupadas deliciosas. Depois, ele se levantou e ficou na minha frente, onde eu me sentei e comecei a chupar o mastro ereto dele, que apontava para o meu rosto. Em seguida, deitei ele na cama de barriga para cima, subi em cima dele, vi a cara de guloso dele, aproximei meu pau e ele me deu mais umas chupadas. Depois, peguei o pau dele com a mão, guiei até a entrada do meu cu, lubrifiquei o cu com um pouco de saliva e fui me sentando nele, enfiando devagar, fazendo um pouco de pressão até ficar inteiro. Completamente enfiado nele, sentindo uma dorzinha e ao mesmo tempo um prazer incalculável.
Quando fiquei completamente cheio de pau no meu buraco anal, já não sentia mais dor nenhuma, pelo contrário, um prazer delicioso. Depois me levantei também bem devagar, aos poucos, até quase sair por completo, e de novo fui descendo devagarinho, sentindo aquele pênis abrindo caminho dentro de mim, e então repeti a mesma manobra. Mas dessa vez, na hora de me sentar de novo nele, dei uma sentada com muita força e tirei ele bem rápido de novo — que bruto, isso sim me deu um prazer incrível. Depois me levantei de novo com o pau no meio e, fazendo círculos, comecei a mexer meus quadris, mas ao mesmo tempo fui descendo pra ele ir me penetrando com o pau. Eu via a cara dele e ele só tinha uma expressão de prazer.
Com as mãos, ele acariciava meus glúteos e, assim que sentia que eu me sentava nele de novo, abria mais minhas nádegas pra ele entrar todo, até que ele não aguentou mais e gritou que estava quase gozando. Mas eu não ia deixar o néctar dele se perder, então continuei com minha tarefa de receber o pênis dele no meu cu. Na hora que ele começou a tremer, fiquei um pouco levantada e ele começou a bombar minha bunda com muita força, mexendo os quadris bem rápido numa metida e tirada única, até sentir os jatos de porra dentro de mim. Quase quando ele terminava de se esvaziar, me sentei de novo nele pra ele finalizar dentro de mim do jeito mais gostoso possível. Depois me deitei em cima dele e demos um beijo muito gostoso, o pau dele já começando a perder a rigidez e saindo do meu cu. E eu falei: "Descansa, porque eu ainda não terminei e isso não pode ficar assim.
Depois de descansar um pouco deitado em cima dele, me levantei e fui ao banheiro limpar minha buceta, porque o gozo dele escorria por toda minha bunda e minhas pernas. Peguei um pouco mais de papel higiênico e levei até onde ele estava, pra limpar também o pau e as bolas dele, que estavam iguais aos meus, cheios de gozo. Ele continuava deitado de barriga pra cima, e comecei a limpar ele por todo lado. Assim que ficou completamente limpo, não aguentei mais e enfiei ele todo na minha boca.
Ele ainda estava mole, mas assim que sentiu minha língua na cabeça dele, começou a crescer de novo e ficar duro dentro da minha boca. Aí comecei a lamber as bolas dele, chupando uma por uma, e voltava pro pau dele. Depois desci mais, lambendo debaixo das bolas sem chegar no cu, e subia de novo pra engolir aquele rabo que já tava igual a um touro no cio. Na vez seguinte, continuei, mas agora lambia o cu dele de verdade. Quando ele sentiu aquilo, só abriu mais as pernas e foi mostrando cada vez mais o buraquinho, pedindo pra ser atendido sem nenhuma piedade.
Quase dava pra enfiar minha língua naquele buraco que já começava a abrir de tanta estimulação, até que ele mesmo já pedia pra eu não parar, pra meter logo porque já não aguentava mais de vontade de ter minha pica dentro. Depois disso, peguei o creme corporal e fui passando uma boa quantidade no buraquinho faminto dele, já enfiava os dedos e cada vez que eu metia, ele apertava fechando o esfíncter pra não deixar sair, até que percebi que já tava bem aberto. Coloquei ele de quatro, apontei minha pica naquele asterisco que implorava pra ser atendido e fui penetrando devagar, primeiro a cabeça, e ele mostrava sinais de dor, mas falei pra ele fazer força que passava rápido. Depois fui enfiando aos poucos meu tronco todo duro na bunda apertada dele e assim consegui meter minha pica inteira. Já com ela toda lá dentro, comecei a dar umas estocadas suaves, sem tirar nada da pica de dentro.
Ele começou a relaxar e a rebolar cada vez mais, como se quisesse sentir mais, e eu continuei, mas agora tirava um pouco e metia tudo de novo, dava pra sentir batendo na próstata dele e seguia metendo, mas agora com mais ritmo e firmeza. Dava pra ver a cara dele e as caras de prazer que fazia. Depois tirei e mandei ele virar de costas, deitar de barriga pra cima, e sem mais nem menos ele virou. Eu só abri as nádegas dele, apontei a pica de novo e, sem nenhuma cerimônia, enfiei tudo de uma vez e comecei a meter como um louco naquele cu quente dele.
Ele, assim como eu, a cada estocada que dava, só empurrava pra ir metendo mais e mais fundo, até que eu falei que não aguentava mais e que ia gozar dentro dele, mas ele nem ligou e continuou empurrando cada vez mais forte até que eu não aguentei e gozei num espasmo sem fim de paixão e loucura. Sentia meu corpo se desmanchar com a gozada tão forte que tive, já quase sem forças, fui me deitando em cima dele e ficamos ali deitados por uns minutos sem dizer uma palavra.
Já um pouco mais calmos, ele me disse que nunca na vida tinha sentido um prazer tão grande, mas que sentia remorso e culpa pelo que aconteceu, e que agora não sabia como seria nossa amizade, já que não tinha nenhuma intenção de formar um relacionamento com outra pessoa, muito menos do mesmo sexo. Eu, da mesma forma, disse pra ele não se preocupar com a gente formar um relacionamento de casal, porque não queria mudar as coisas nem meu estilo de vida. O que aconteceu naquele lugar, só ele e eu saberíamos pra sempre, não precisávamos contar pra ninguém, e se um dia acontecesse de novo, seríamos bem discretos em tudo.
Depois disso, fomos os dois pro banheiro e tomamos banho juntos, onde ele me ensaboava e eu ensaboava ele. Saímos do chuveiro e fomos deitar completamente pelados, mas isso sim, numa cama só, juntos. Fizemos de novo, onde ele me penetrou e eu penetrei ele antes de dormir. Na manhã seguinte, ele me acordou porque já tinha meu pau na boca, me dando um boquete espetacular, e acabei gozando na boca dele. Depois, retribuí pra ele, mas em vez de chupar, preferi que ele metesse de novo no meu cu. Saímos do hotel e seguimos nossa viagem...
Bom, o rolê é que fechamos um projeto com um banco pra instalar uns equipos em várias agências que tão nessa região do oeste do país. Aí, caiu na minha vez de ir pra Uruapan, Lázaro Cárdenas e Tecoman. Me preparei, porque ia ficar fora de Guadalajara uns dois dias. Dei uma revisada no carro, no equipamento e nas ferramentas pra partir na manhã seguinte.
Quando tava nessa, o celular tocou. Era um grande amigo que tenho há vários anos. Contei que ia viajar no dia seguinte bem cedo. Ele, como sempre, perguntou com quem eu ia. Respondi que sozinho, que agora, com tanto trampo, todo mundo tava saindo sozinho. E, sem mais, falei: "Por que você não vem comigo pra me dar uma mão a instalar os equipos mais rápido?" Já que ele só trabalha nos fins de semana, teria tempo de me acompanhar sem problema no serviço. Ele curtiu a ideia e, sem enrolação, disse que ia comigo. Só precisava avisar a esposa e me confirmava mais tarde (vale dizer que ele, nem ninguém do meu círculo, sabe nada sobre minhas preferências bissexuais). Mais tarde ele confirmou que ia comigo, e combinamos de nos ver cedo pra começar a viagem.
Ele é um amigão e vou só falar que o nome dele é Lalo, tem 37 anos, é casado sem filhos e, sinceramente, o cara é muito gostoso, tem um corpo bem definido porque passa o dia todo malhando no mesmo clube que a gente vai. Também vejo ele pelado direto, já que quase sempre a gente se encontra no vapor ou nos chuveiros pra tomar banho de manhã e, puta merda, ele é muito gostoso. O cara é peludo o corpo inteiro e tem um belo pacote que deve ter uns 18cm. É circuncidado e tem uma bunda muito bem torneada, também bem peludinha (bom, chega de descrição porque já tô de pau duro só de pensar nele).Bom, já na estrada da nossa viagem, comentei com ele que a gente ia tentar instalar o primeiro equipamento em Uruapan o mais rápido possível pra poder ir no mesmo dia até Lázaro Cárdenas e começar a instalar o outro, assim que chegássemos, pra só na manhã seguinte terminar os detalhes e ir pra Tecoman, já que dava umas 5 horas e era uma estrada muito perigosa, e eu não queria pegar aquilo de noite. Tudo saiu como tô contando.
Chegamos no hotel em Lázaro Cárdenas, nos instalamos no quarto, e de repente me viro e quase caí de susto, porque nunca imaginei que ele ia se pelar assim, na maior cara de pau, e só falou "vou tomar banho". Tentei me acalmar um pouco, liguei a TV pra me distrair e ele não perceber que eu tava olhando. Ele entrou no banheiro, ligou o chuveiro e fechou a porta. Eu tava que não me aguentava, porque a pica tava dura pra caralho, e desabotoei a calça, tirei ela pra fora e comecei a bater uma pra tentar gozar antes dele sair do banheiro. Nisso, percebi que ele tinha deixado a cueca na cama junto com a roupa toda e, por instinto, peguei ela e levei no rosto pra pelo menos sentir o cheiro dele, e puta merda, me excitou muito mais, porque tinha um cheiro de homem delicioso. E assim me masturbei até gozar, jorrando meu leite por cima. da minha barriga.
Pouco depois, parei de ouvir o barulho da água e percebi que ele não ia demorar muito pra sair, então me apressei pra me limpar e deixar a peça dele no mesmo lugar pra ele não perceber o que tinha rolado. Assim que terminei, ele saiu do banho e só tinha a toalha no pescoço, secando o excesso de água do cabelo, então pude admirar de novo o corpo dele todo peladão. Ele só falou: "É tua vez de tomar banho, a água tá uma delícia" (e eu só pensava: a delícia é ele). Levantei da cama e, igual ele fez, tirei toda a minha roupa ali também e deixei em cima da cama, peguei minha mala e comecei a tirar minha roupa e meus acessórios de banho completamente nu.Nós dois estávamos completamente pelados no mesmo quarto, andando de um lado pro outro como se nada estivesse acontecendo, com as picas balançando, até que, não sei por quê, num dado momento senti ele muito perto de mim, como se quisesse pegar algo na mesa e tivesse que se virar pra alcançar. Tentei me mexer, mas no movimento senti o corpo dele colado no meu, podendo sentir ele roçando na minha bunda e o peito dele nas minhas costas. Ele na hora se afastou de mim e só pediu desculpa, meio preocupado, mas eu falei pra ele não se preocupar, que quase caímos. A gente riu, mas daquelas risadas nervosas que você já não sabe nem o que dizer. Bom, eu me apressei pra entrar no banho porque, sinceramente, não aguentava mais continuar suportando aquela situação e, se não me apressasse, ia acabar pegando aquele homem à força pra ele me meter e eu meter nele também.
Entrei no banho e na minha mente só conseguia pensar em como ele enfiou o pau dele na minha bunda, mesmo que por só alguns segundos. Por isso, comecei a ficar excitado de novo e meu pau endureceu na hora. Já com o sabão nas mãos, comecei a passar na minha bunda e enfiei um dedo pra me dar um pouco de prazer, pelo menos, já que sentia que era praticamente impossível ter aquele homem furando meu cu de novo. Comecei a bater uma punheta até gozar inteiro. Terminei de tomar banho e saí igual a ele, com a toalha no pescoço, deixando meu corpo nu à mostra também. Mas a surpresa foi minha quando saí do banheiro: assim que abri a porta e entrei no quarto, me deparei com ele de novo, ainda completamente nu, do jeito que o deixei antes de entrar no banho. Só que agora ele estava deitado em uma das camas, com a toalha em cima do pacote, assistindo a um filme meio pornô na TV.Percebi que o pau dele estava duro, porque dava pra ver pelo volume da toalha. Olhei pra TV e tinha um casal transando. Claro que comecei a ficar excitado, e como eu estava nu, ele percebeu que meu pau estava endurecendo e disse: "Ei, já tá ficando duro de novo". Eu respondi: "Pô, como não, olha como o cara tá comendo ela. Quem não esquenta com uma cena dessas?" E falei: "O teu já tá super duro também". Então, puxei a toalha dele de uma vez, deixando ele surpreso, porque não esperava. Eu também fiquei completamente surpreso, porque o pau dele saltou, balançando, totalmente ereto e vermelho (tava uma delícia, ainda tenho na mente a cena de como aquele pau se mexia). Na hora, ele tentou esconder com as mãos e se levantou pra pegar algo pra se cobrir, mas eu tirava tudo que ele tentava alcançar e ria, zoando ele.
Ele tentou tirar a toalha da minha mão, e começamos a brigar de brincadeira. Na luta, nossos corpos começaram a... se roçando um no outro quando ele quase tira a toalha da minha mão, eu seguro o pau dele com a outra mão e dou um puxão pra ele não conseguir pegar a toalha, ele recua e me diz "então é assim que é" e se joga em cima de mim, me pega pelo pau e dá um puxão meio brusco nas bolas, eu solto a toalha que ele tanto queria e ele se afasta. A gente tava morrendo de rir, porque tava brincando igual quando era moleque, e nessa altura nossos paus já estavam moles, porque a brincadeira fez a excitação passar.
Depois a gente ficou na posição de ataque, vendo quem conseguia dar outro puxão no outro. Nisso eu me distraio e ele se joga de novo em cima de mim, caímos os dois na cama, ele me agarra pelas bolas me dominando e fala "se rende ou vou arrancar". Eu só gritava com o puxão que ele dava, quando sinto que aos poucos a força que ele apertava foi diminuindo, e de doloroso começou a virar uma carícia, e ele foi subindo a mão até segurar meu pau.
Nós dois ficamos mudos, nos olhando nos olhos e sem dizer mais nada, ele foi se aproximando cada vez mais e começou a me beijar com uma paixão incontrolável. Senti a língua dele na minha boca e eu correspondi ao beijo, colocando minha língua também. Acariciei suas costas enquanto ele não soltava meu pau, me masturbando de um jeito delicioso. Depois, ele foi me beijando e lambendo o pescoço, as orelhas, meu peito e parou por um instante nos meus mamilos, lambendo e chupando como se quisesse que eles crescessem.Eu já estava completamente excitado ao máximo, porque esse homem estava me possuindo como um mestre. Depois, ele continuou o caminho e foi lambendo meu abdômen até chegar no meu pau e, sem mais delongas, começou a me dar um boquete espetacular. A boca dele aceitava cada milímetro do meu pau, a língua lambia minha glande de um jeito muito guloso e, em seguida, ele colocava minhas bolas, uma por uma, na boca, para depois voltar a engolir meu pau de novo. Depois, ele subiu de novo para me dar outro beijo de língua, onde pude sentir o cheiro do meu próprio pau. Então, ele se afastou de mim e se virou, ficando num 69, onde agora eu podia ver completamente o pau dele, duro ao máximo, apontando para o meu rosto, com as bolas balançando. E, sem pensar duas vezes, meti aquele pedaço de carne na boca, saboreando ao máximo o néctar dele.
Eu acariciava as nádegas e as bolas dele com minhas mãos, podia ver o cu dele e roçava meu dedo nele. Ele, por sua vez, continuava com a tarefa de chupar meu pau, puxava e depois metia tudo na boca, me dando umas chupadas deliciosas. Depois, ele se levantou e ficou na minha frente, onde eu me sentei e comecei a chupar o mastro ereto dele, que apontava para o meu rosto. Em seguida, deitei ele na cama de barriga para cima, subi em cima dele, vi a cara de guloso dele, aproximei meu pau e ele me deu mais umas chupadas. Depois, peguei o pau dele com a mão, guiei até a entrada do meu cu, lubrifiquei o cu com um pouco de saliva e fui me sentando nele, enfiando devagar, fazendo um pouco de pressão até ficar inteiro. Completamente enfiado nele, sentindo uma dorzinha e ao mesmo tempo um prazer incalculável.
Quando fiquei completamente cheio de pau no meu buraco anal, já não sentia mais dor nenhuma, pelo contrário, um prazer delicioso. Depois me levantei também bem devagar, aos poucos, até quase sair por completo, e de novo fui descendo devagarinho, sentindo aquele pênis abrindo caminho dentro de mim, e então repeti a mesma manobra. Mas dessa vez, na hora de me sentar de novo nele, dei uma sentada com muita força e tirei ele bem rápido de novo — que bruto, isso sim me deu um prazer incrível. Depois me levantei de novo com o pau no meio e, fazendo círculos, comecei a mexer meus quadris, mas ao mesmo tempo fui descendo pra ele ir me penetrando com o pau. Eu via a cara dele e ele só tinha uma expressão de prazer.
Com as mãos, ele acariciava meus glúteos e, assim que sentia que eu me sentava nele de novo, abria mais minhas nádegas pra ele entrar todo, até que ele não aguentou mais e gritou que estava quase gozando. Mas eu não ia deixar o néctar dele se perder, então continuei com minha tarefa de receber o pênis dele no meu cu. Na hora que ele começou a tremer, fiquei um pouco levantada e ele começou a bombar minha bunda com muita força, mexendo os quadris bem rápido numa metida e tirada única, até sentir os jatos de porra dentro de mim. Quase quando ele terminava de se esvaziar, me sentei de novo nele pra ele finalizar dentro de mim do jeito mais gostoso possível. Depois me deitei em cima dele e demos um beijo muito gostoso, o pau dele já começando a perder a rigidez e saindo do meu cu. E eu falei: "Descansa, porque eu ainda não terminei e isso não pode ficar assim.
Depois de descansar um pouco deitado em cima dele, me levantei e fui ao banheiro limpar minha buceta, porque o gozo dele escorria por toda minha bunda e minhas pernas. Peguei um pouco mais de papel higiênico e levei até onde ele estava, pra limpar também o pau e as bolas dele, que estavam iguais aos meus, cheios de gozo. Ele continuava deitado de barriga pra cima, e comecei a limpar ele por todo lado. Assim que ficou completamente limpo, não aguentei mais e enfiei ele todo na minha boca.
Ele ainda estava mole, mas assim que sentiu minha língua na cabeça dele, começou a crescer de novo e ficar duro dentro da minha boca. Aí comecei a lamber as bolas dele, chupando uma por uma, e voltava pro pau dele. Depois desci mais, lambendo debaixo das bolas sem chegar no cu, e subia de novo pra engolir aquele rabo que já tava igual a um touro no cio. Na vez seguinte, continuei, mas agora lambia o cu dele de verdade. Quando ele sentiu aquilo, só abriu mais as pernas e foi mostrando cada vez mais o buraquinho, pedindo pra ser atendido sem nenhuma piedade.
Quase dava pra enfiar minha língua naquele buraco que já começava a abrir de tanta estimulação, até que ele mesmo já pedia pra eu não parar, pra meter logo porque já não aguentava mais de vontade de ter minha pica dentro. Depois disso, peguei o creme corporal e fui passando uma boa quantidade no buraquinho faminto dele, já enfiava os dedos e cada vez que eu metia, ele apertava fechando o esfíncter pra não deixar sair, até que percebi que já tava bem aberto. Coloquei ele de quatro, apontei minha pica naquele asterisco que implorava pra ser atendido e fui penetrando devagar, primeiro a cabeça, e ele mostrava sinais de dor, mas falei pra ele fazer força que passava rápido. Depois fui enfiando aos poucos meu tronco todo duro na bunda apertada dele e assim consegui meter minha pica inteira. Já com ela toda lá dentro, comecei a dar umas estocadas suaves, sem tirar nada da pica de dentro.Ele começou a relaxar e a rebolar cada vez mais, como se quisesse sentir mais, e eu continuei, mas agora tirava um pouco e metia tudo de novo, dava pra sentir batendo na próstata dele e seguia metendo, mas agora com mais ritmo e firmeza. Dava pra ver a cara dele e as caras de prazer que fazia. Depois tirei e mandei ele virar de costas, deitar de barriga pra cima, e sem mais nem menos ele virou. Eu só abri as nádegas dele, apontei a pica de novo e, sem nenhuma cerimônia, enfiei tudo de uma vez e comecei a meter como um louco naquele cu quente dele.
Ele, assim como eu, a cada estocada que dava, só empurrava pra ir metendo mais e mais fundo, até que eu falei que não aguentava mais e que ia gozar dentro dele, mas ele nem ligou e continuou empurrando cada vez mais forte até que eu não aguentei e gozei num espasmo sem fim de paixão e loucura. Sentia meu corpo se desmanchar com a gozada tão forte que tive, já quase sem forças, fui me deitando em cima dele e ficamos ali deitados por uns minutos sem dizer uma palavra.
Já um pouco mais calmos, ele me disse que nunca na vida tinha sentido um prazer tão grande, mas que sentia remorso e culpa pelo que aconteceu, e que agora não sabia como seria nossa amizade, já que não tinha nenhuma intenção de formar um relacionamento com outra pessoa, muito menos do mesmo sexo. Eu, da mesma forma, disse pra ele não se preocupar com a gente formar um relacionamento de casal, porque não queria mudar as coisas nem meu estilo de vida. O que aconteceu naquele lugar, só ele e eu saberíamos pra sempre, não precisávamos contar pra ninguém, e se um dia acontecesse de novo, seríamos bem discretos em tudo.Depois disso, fomos os dois pro banheiro e tomamos banho juntos, onde ele me ensaboava e eu ensaboava ele. Saímos do chuveiro e fomos deitar completamente pelados, mas isso sim, numa cama só, juntos. Fizemos de novo, onde ele me penetrou e eu penetrei ele antes de dormir. Na manhã seguinte, ele me acordou porque já tinha meu pau na boca, me dando um boquete espetacular, e acabei gozando na boca dele. Depois, retribuí pra ele, mas em vez de chupar, preferi que ele metesse de novo no meu cu. Saímos do hotel e seguimos nossa viagem...
7 comentários - Viajando com um amigo (relato)
TE FELICITO,CALIENTE RELATO !!!! BESOTES !!!