Bom, como eu já tinha dito antes, nunca me senti gay, mas desde aquela vez com os dois policiais, fiquei com vontade de sentir aquilo de novo.
Era um dia normal, como qualquer outro, meus pais e irmãos tinham viajado. Naquela noite, vendo um pornô hétero, bateu uma vontade de comer alguém, mas eu queria a mesma sensação daquela vez. Bom, ignorando os sentimentos, acabei me masturbando e fui dormir. Umas 30 minutos depois, ouço alguém falando na porta de casa, era meu tio.
Tio: "Ô, Luís, seus pais já foram?"
Eu: "Sim, por quê?"
Tio: "Seu pai pediu pra eu vir vigiar você porque os policiais estão procurando alguém por aqui."
(Naqueles dias, tinha boatos de um ladrão rondando minha casa, e a viatura passava direto.)
Eu: "Você veio só ou vai ficar?"
Tio: "Já é tarde, acho melhor eu ficar. De manhã eu vou."
Eu: "Beleza, entra."
Bom, subimos pro quarto e eu me deitei na rede pra deixar a cama pra ele. Deitei e senti ele se deitar do meu lado. Pensei: é meu tio, teria nojo de ficar com ele, então sem problema. Dormi por umas horas e acordei. Quando acordei, senti algo no meu cu, era o pau duro do meu tio roçando por cima da roupa. Na hora, fiquei com tesão, e senti de novo aquela sensação que tive com os dois policiais.
Comecei a me mexer pra afastar aquele pau do meu cu, mas por mais que eu me mexia, ele não saía. A única coisa que pensei foi pegar ele e mover pra outro lugar. Peguei e senti algo muito grosso, curto, torto, mas grosso, quase como uma lata de refrigerante. Fiquei duro na hora. Abaixei o short e a cueca dele, tirei pra fora pra ver se era real e sentir na minha mão. Segurando ele, só imaginava como seria sentir ele dentro de mim, se ia doer ou não. Abaixei meu short e encostei ele na entrada do meu buraco, sentindo minhas nádegas bem abertas. Comecei a fazer pressão pra ele entrar, mas não entrava nem um pouco. Comecei a... incomodando porque não entrava.
Nisso senti que meu tio se mexeu, acordou e fingi que ainda estava dormindo, com o pau dele ainda na entrada do meu buraco. Meu tio acordou e percebeu onde estava com ele e tirou dali (fiquei puta porque não sentia mais ele).
Tio: Luis, você tá acordado?
Eu: Não respondi, fingi que ainda tava dormindo.
Depois de alguns minutos.
Tio: Não vai acordar, não.
Ele colocou o pau dele na minha virilha e começou a se mexer como se tivesse me fodendo. Depois de um tempo fazendo a mesma coisa, colocou no meu buraco e começou a empurrar pra dentro. Claro, ao sentir aquela coisa enorme entrando no meu buraquinho, soltei um suspiro e um gemido de dor. Na hora ele tirou de lá e fingiu que tava dormindo. Me mexi e vi que ele não se mexia, queria disfarçar o que tava me fazendo.
Peguei o pau dele por cima da cueca e falei:
Eu: Senti o que você tava fazendo.
Tio:.......... (não respondeu)
Eu: "Meti a mão na cueca dele, peguei ele" Tá muito grosso, mete em mim.
Tio: E se doer ou te machucar?
Eu: Eu aguento.
De novo ele colocou o pau dele na minha virilha e começou a se mexer como se tivesse me fodendo. Eu, irritada, falei que não era ali que ele tinha que colocar. Ele colocou no meu buraco e começou a empurrar, o problema é que dessa vez não queria entrar, ia pra outros lados.
Tio: Quer chupar ele?
Eu: Sim, mas acho que não cabe na boca.
Aí fomos pra cama e eu me preparei pra colocar ele na boca, mas só um pouquinho da cabeça conseguia entrar, não era algo que dava pra aproveitar. Eu lambia e chupava o que dava, meu tio tentando empurrar minha cabeça pra baixo pra pelo menos entrar um pouco, mas por mais força que fez, não conseguiu.
Eu, toda babada, fiquei de joelhos pra dar uma sentada e fazer ele entrar. Assim que senti a cabeça perfurando, dei um pulo, obrigando ele a tirar do meu buraco. Foi uma dor horrível, não senti aquela dor na primeira vez.
Tio: Doeu?
Eu: Sim.
Tio: Tenta de novo, agora tá mais dilatado.
Eu: Tá bom.
Eu Agache de novo e coloquei na entrada. Comecei a deixar escorregar e escorregava muito bem, já não doía tanto. Quando a cabeça entrou, meu tio deu um empurrão forte que fez entrar tudo de uma vez, eu gritei mas não tirei, deixei ficar ali, esperei um pouco e comecei com o sobe e desce. Era diferente dos policiais, doía mais mas eu não queria tirar de jeito nenhum. Passei um tempão subindo e descendo, quando entrava tudo eu parava, deixava tudo lá dentro e me mexia pra sentir ela dentro de mim. Depois de um tempo, meu tio me tirou de cima, me colocou de lado e meteu de novo, dessa vez sentia que ia mais fundo e era melhor, embora doesse mais também. Quando ele cansava, eu continuava, e assim ficamos por quase 1 hora.
Tio: Já vou gozar. Gozo fora ou dentro?
Eu: ............... Antes de falar qualquer coisa, senti ele gozar dentro de mim, cada vez que soltava porra sentia o pau dele ficar mais grosso e eu gostava, sem me tocar eu gozei só com a sensação dele.
Tio: Já gozei, desculpa. Agora vamos dormir.
Eu: Tá bom
Umas 10 min depois. Peguei nele de novo, e ainda tava duro.
Eu: Ei, cê acha que se meter de novo, fica lá dentro a noite toda?
Tio: Quer que eu meta de novo?
Eu: Sim
Ele meteu de novo e começou a me foder outra vez. Naquela noite ele me comeu 3 vezes seguidas. No final fui dormir, quando acordei percebi que ele não tava mais lá, tinha ido embora, fiquei com vontade de fazer de novo. Não conseguia andar direito por 2 dias.
Uma semana depois, ouvi alguém bater na minha porta, abri e era ele perguntando se eu deixaria ele me foder de novo. Claro que eu disse sim, ele entrou, me colocou de quatro, baixou minha calça e quando ia meter, a vizinha fofoqueira falando na entrada. Meu tio se assustou de ser pego, então subiu as calças e foi pra casa dele (imagino que pra foder a mulher dele).
Desde aquele dia ele não voltou a me visitar, nem me Não rolou nada com ele.
Levei 4 horas pra escrever o relato, porque quando lembrava daquele dia, dava vontade de bater uma e não consigo evitar kkkkkk
Mas claro, mesmo depois dos policiais, do meu tio, do soldado da minha pré-cartilha, no consultório do doutor, com o professor que tive que dar algo em troca pra passar o semestre e tudo mais, continuo sendo hétero hahahahaha
Era um dia normal, como qualquer outro, meus pais e irmãos tinham viajado. Naquela noite, vendo um pornô hétero, bateu uma vontade de comer alguém, mas eu queria a mesma sensação daquela vez. Bom, ignorando os sentimentos, acabei me masturbando e fui dormir. Umas 30 minutos depois, ouço alguém falando na porta de casa, era meu tio.
Tio: "Ô, Luís, seus pais já foram?"
Eu: "Sim, por quê?"
Tio: "Seu pai pediu pra eu vir vigiar você porque os policiais estão procurando alguém por aqui."
(Naqueles dias, tinha boatos de um ladrão rondando minha casa, e a viatura passava direto.)
Eu: "Você veio só ou vai ficar?"
Tio: "Já é tarde, acho melhor eu ficar. De manhã eu vou."
Eu: "Beleza, entra."
Bom, subimos pro quarto e eu me deitei na rede pra deixar a cama pra ele. Deitei e senti ele se deitar do meu lado. Pensei: é meu tio, teria nojo de ficar com ele, então sem problema. Dormi por umas horas e acordei. Quando acordei, senti algo no meu cu, era o pau duro do meu tio roçando por cima da roupa. Na hora, fiquei com tesão, e senti de novo aquela sensação que tive com os dois policiais.
Comecei a me mexer pra afastar aquele pau do meu cu, mas por mais que eu me mexia, ele não saía. A única coisa que pensei foi pegar ele e mover pra outro lugar. Peguei e senti algo muito grosso, curto, torto, mas grosso, quase como uma lata de refrigerante. Fiquei duro na hora. Abaixei o short e a cueca dele, tirei pra fora pra ver se era real e sentir na minha mão. Segurando ele, só imaginava como seria sentir ele dentro de mim, se ia doer ou não. Abaixei meu short e encostei ele na entrada do meu buraco, sentindo minhas nádegas bem abertas. Comecei a fazer pressão pra ele entrar, mas não entrava nem um pouco. Comecei a... incomodando porque não entrava.
Nisso senti que meu tio se mexeu, acordou e fingi que ainda estava dormindo, com o pau dele ainda na entrada do meu buraco. Meu tio acordou e percebeu onde estava com ele e tirou dali (fiquei puta porque não sentia mais ele).
Tio: Luis, você tá acordado?
Eu: Não respondi, fingi que ainda tava dormindo.
Depois de alguns minutos.
Tio: Não vai acordar, não.
Ele colocou o pau dele na minha virilha e começou a se mexer como se tivesse me fodendo. Depois de um tempo fazendo a mesma coisa, colocou no meu buraco e começou a empurrar pra dentro. Claro, ao sentir aquela coisa enorme entrando no meu buraquinho, soltei um suspiro e um gemido de dor. Na hora ele tirou de lá e fingiu que tava dormindo. Me mexi e vi que ele não se mexia, queria disfarçar o que tava me fazendo.
Peguei o pau dele por cima da cueca e falei:
Eu: Senti o que você tava fazendo.
Tio:.......... (não respondeu)
Eu: "Meti a mão na cueca dele, peguei ele" Tá muito grosso, mete em mim.
Tio: E se doer ou te machucar?
Eu: Eu aguento.
De novo ele colocou o pau dele na minha virilha e começou a se mexer como se tivesse me fodendo. Eu, irritada, falei que não era ali que ele tinha que colocar. Ele colocou no meu buraco e começou a empurrar, o problema é que dessa vez não queria entrar, ia pra outros lados.
Tio: Quer chupar ele?
Eu: Sim, mas acho que não cabe na boca.
Aí fomos pra cama e eu me preparei pra colocar ele na boca, mas só um pouquinho da cabeça conseguia entrar, não era algo que dava pra aproveitar. Eu lambia e chupava o que dava, meu tio tentando empurrar minha cabeça pra baixo pra pelo menos entrar um pouco, mas por mais força que fez, não conseguiu.
Eu, toda babada, fiquei de joelhos pra dar uma sentada e fazer ele entrar. Assim que senti a cabeça perfurando, dei um pulo, obrigando ele a tirar do meu buraco. Foi uma dor horrível, não senti aquela dor na primeira vez.
Tio: Doeu?
Eu: Sim.
Tio: Tenta de novo, agora tá mais dilatado.
Eu: Tá bom.
Eu Agache de novo e coloquei na entrada. Comecei a deixar escorregar e escorregava muito bem, já não doía tanto. Quando a cabeça entrou, meu tio deu um empurrão forte que fez entrar tudo de uma vez, eu gritei mas não tirei, deixei ficar ali, esperei um pouco e comecei com o sobe e desce. Era diferente dos policiais, doía mais mas eu não queria tirar de jeito nenhum. Passei um tempão subindo e descendo, quando entrava tudo eu parava, deixava tudo lá dentro e me mexia pra sentir ela dentro de mim. Depois de um tempo, meu tio me tirou de cima, me colocou de lado e meteu de novo, dessa vez sentia que ia mais fundo e era melhor, embora doesse mais também. Quando ele cansava, eu continuava, e assim ficamos por quase 1 hora.
Tio: Já vou gozar. Gozo fora ou dentro?
Eu: ............... Antes de falar qualquer coisa, senti ele gozar dentro de mim, cada vez que soltava porra sentia o pau dele ficar mais grosso e eu gostava, sem me tocar eu gozei só com a sensação dele.
Tio: Já gozei, desculpa. Agora vamos dormir.
Eu: Tá bom
Umas 10 min depois. Peguei nele de novo, e ainda tava duro.
Eu: Ei, cê acha que se meter de novo, fica lá dentro a noite toda?
Tio: Quer que eu meta de novo?
Eu: Sim
Ele meteu de novo e começou a me foder outra vez. Naquela noite ele me comeu 3 vezes seguidas. No final fui dormir, quando acordei percebi que ele não tava mais lá, tinha ido embora, fiquei com vontade de fazer de novo. Não conseguia andar direito por 2 dias.
Uma semana depois, ouvi alguém bater na minha porta, abri e era ele perguntando se eu deixaria ele me foder de novo. Claro que eu disse sim, ele entrou, me colocou de quatro, baixou minha calça e quando ia meter, a vizinha fofoqueira falando na entrada. Meu tio se assustou de ser pego, então subiu as calças e foi pra casa dele (imagino que pra foder a mulher dele).
Desde aquele dia ele não voltou a me visitar, nem me Não rolou nada com ele.
Levei 4 horas pra escrever o relato, porque quando lembrava daquele dia, dava vontade de bater uma e não consigo evitar kkkkkk
Mas claro, mesmo depois dos policiais, do meu tio, do soldado da minha pré-cartilha, no consultório do doutor, com o professor que tive que dar algo em troca pra passar o semestre e tudo mais, continuo sendo hétero hahahahaha
5 comentários - Con mi tio (relato gay)