Naquela noite, eu tinha ficado de sentinela cuidando da quadra, a maioria dos soldados saiu de folga, só ficaram a guarda e eu no Esquadrão. Depois de um banho, fui até minha cama e, como não tinha ninguém, fiquei pelado, me deitei na cama e comecei a bater uma pensando num dos meus colegas, por quem eu era muito afim. Não demorou pra meu pau ficar duro, e eu brinquei um pouco com ele sozinho. Daí a pouco, ouço alguém se aproximando lá fora, então levantei rapidão e vesti a calça de ginástica verde e a camiseta branca em menos de cinco segundos. A porta se abriu e o Cabo Saldinas entrou na quadra, ele estava muito bêbado e caiu no chão de tanto porre que tava. Eu corri pra ajudar, levantei ele e tentei levar pro quarto dele. Ele me pediu pra levar no banheiro porque tava morrendo de vontade de mijar, então eu levei ele até o mictório. Ele pediu de novo pra eu abaixar o zíper da calça dele e ajudar ele a mijar... então eu abaixei a calça e a cueca dele e, com uma mão, segurei o pinto dele pra ele poder mijar. O Cabo era um correntino, moreno, uns 24 anos mais ou menos. E a piroca dele era linda... media uns 17cm dormindo. Depois que ele mijou e eu sacudi bem, ele me pediu pra levar no vaso porque tava com vontade de cagar... então eu sentei ele e ele cagou um pouco, e ficou meio dormindo. Eu peguei papel higiênico e limpei o cu dele várias vezes com papel. Enquanto limpava, eu parava com meus dedos no ânus dele e ficava cutucando. Percebi que o pau dele tava duro, então levantei ele e levei pro quarto dele. Deitei ele na cama e tirei a calça e a cueca dele. Ele continuava meio dormindo com o pau duro. Eu não aguentei mais, mostrei minha bunda, passei lubrificante e sentei em cima do membro dele. Ele reagiu na hora e empurrou até enfiar tudo até o saco. Eu montei em cima dele bem putona... e gozei dentro, jorros intermináveis de porra. Eu tirei minha bunda e o leite escorria da minha racha. Virei ele e me fiz de puta. A masturbação acabando gozando naquela fenda peluda que ela tinha. Limpei com o lençol... cobri ela e deixei dormir.
Nunca mais transei com ele, mas aquele sábado foi inesquecível.
Nunca mais transei com ele, mas aquele sábado foi inesquecível.
3 comentários - Cabo Saldinas: amor entre soldados