Depois de um relacionamento longo com o Tony, as coisas não deram certo pra eles dois e a mamãe terminou com ele. Durante esse tempo, minha relação com ela ficou distante, diferente daquela época em que a gente se mandava em um monte de orgias a três, nós dois e o Tony comigo, a era de ouro acabou. Nessa altura, eu já tinha minhas próprias roupas pra me vestir como eu quisesse sozinho, e ela praticamente não me deixava mais usar as dela.
Mesmo assim, eu continuava sendo cross e podia me vestir em casa como uma menina toda gostosa pra meu próprio prazer, embora, infelizmente, até isso acabou quando a mamãe começou a sair com o Marcelo. Ela me pediu pra guardar meu segredo, só me vestir quando estivesse sozinho no meu quarto e, quando ele estivesse em casa, não fazer nada. Não tive escolha a não ser aceitar e voltar aos meus velhos hábitos de esperar ficar sozinho.
A mamãe continuou sendo uma puta completa, mesmo tendo voltado a namorar. Saía muito e me deixava as noites livres pra ficar tranquilo em casa e poder me vestir. Com a tarada que eu tinha, voltei a usar as roupas dela, as calcinhas de renda, as tangas, os sutiãs e os babydolls que ela usava com o namorado na noite anterior e deixava pra lavar. Me senti de novo como aquele moleque que usava a roupa da mamãe escondido, igual anos atrás.
Pouco tempo depois, conheci os filhos do Marcelo: ele tinha dois, o Raul de 18 e a Marta de 32. O Raul era um cara tímido, parecia ter pouca experiência com mulheres. Forçados a nos relacionar, criei uma boa química com o cara e comecei a confirmar o que suspeitava: ele tinha zero experiência com gostosas.
Uma noite, ele ficou pra dormir em casa porque no dia seguinte ia com o velho não sei pra onde. Ele ficou no meu quarto e eu na sala. Lá pela meia-noite, entrei no quarto pra pegar alguma coisa e, pra minha surpresa, encontrei ele olhando minha gaveta de roupas íntimas femininas, onde eu guardava todas as minhas peças. Ele tava de pau duro, se tocando enquanto mexia nelas. Assustado, ele me pediu desculpas por estar vendo a roupa da minha mãe, disse que tava procurando um cobertor. Eu perguntei se ele Esquentava minha mamãe, e ela me respondeu que não, que eu não ficasse brava. Perguntei se ele tava imaginando ela chupando o pau dele. Ele ficou todo vermelho e não respondeu. Alguém já te chupou? Sabe como é a sensação? Ele continuava sem me responder. Aí eu falei: olha, tá bom, se quiser eu te mostro. Ele disse que não, que gostava de mulher, então eu falei: - Olha, vou vestir essa lingerie e imagina que sou minha mãe. Tranquei a porta, coloquei uma luz suave e mandei ele sentar. Tirei a roupa e vesti uma tanga branca, bucaneiras, umas ligas e um baby doll vermelho. Abaixei a calça dele devagar, e vi o pau dele já duro, era pequeno e comprido. Comecei devagar a beijar e a bater uma pra ele, ele deitou e fechou os olhos. Mergulhei naquele pau e comecei a chupar forte, podia ouvir os gemidos dele, deixando escapar o nome da minha mãe, isso me esquentou ainda mais, esse menino tava mesmo louco pela minha mãe. Não demorou muito pra ele gozar, ele tentou avisar mas continuei chupando até ele gozar na minha boca, engoli tudo como a putinha que sou. Perguntei: - Gostou, gostoso? Ele disse que sim, me vesti e fui embora.
No outro dia ficamos lá fora como se fosse um dia normal. Ninguém falou nada sobre a noite anterior. À noite eles iam embora, mas antes do jantar, quando minha mãe e o Marcelo saíram pra comprar alguma coisa, o Raul apareceu do nada com uma calcinha na mão e falou: - E aí, gostoso? Aí eu mandei ele ir pro meu quarto e me esperar. Me vesti pra ocasião: tanga, bucaneiras e um vestidinho de colegial. Abri a porta do meu quarto e lá estava o Raul, já sem calça, de cueca me esperando. - Vem cá, Gra, vem com o papai. Me ajoelhei e comecei a passar a mão nele igual uma putinha. Devagarzinho chupava o pau dele, beijava as bolas, passava a língua na cabeça. Ele segurava minha cabeça e metia com força na minha boca, começando a comer minha boca de verdade. Deitei ele na cama e comecei a massagear o pau dele com minha bunda e perguntei se ele queria me foder, ele me empurrou e disse que não, que não gostava de homens e que eu continuasse chupando ele como a puta que eu era. Obedeci e continuei até ele gozar na minha boca.
As semanas passaram e não soube mais nada do Raul. Uma manhã, mamãe me perguntou se eu me importava de deixar o Raul passar à tarde para fazer um trabalho no computador, porque ele precisava imprimir, e se eu estaria em casa para abrir a porta. Disse que não tinha problema. Ao meio-dia, ele bateu na porta e eu abri. Para minha surpresa, ele não estava sozinho; estava com um amigo, meio gordinho, da mesma idade dele. Dava para ver de longe que eram dois nerds ingênuos. Eles se sentaram no computador e eu fui para o meu quarto cuidar da minha vida. Pouco depois, Raul entrou no meu quarto e disse: — Puta, agora quero que você se arrume bem gostosa para tirar toda a porra do meu amigo e de mim, me ouviu? Eu ri e perguntei o que ele queria que eu vestisse. — Vai para o quarto da sua mãe que eu vou escolher a roupa para você. Fomos, e ele abriu o guarda-roupa da mamãe, pegou uma saia curtinha, um top, e depois foi para a gaveta de roupas íntimas. Ele cheirava as calcinhas enquanto começava a se tocar por cima da calça. Pegou uma tanga branca, uma calcinha fio dental preta e umas meias ¾ pretas. Ele mandou eu me vestir e ir para a sala, que eles iam estar no sofá me esperando. Me vesti e fui para lá. Quando cheguei, os dois já estavam sem calças, com os paus duros me esperando. Me ajoelhei na frente do amigo, que tinha o pau maior e mais grosso, e comecei a chupar ele enquanto com a mão batia uma para o Raul, que não demorou a se levantar e ficar perto de mim para que eu fosse alternando entre os dois paus, o que eu fiz. Batia uma para um e chupava o outro. Ficamos assim por um tempo até que o amigo se levantou e se aproximou da minha bunda. Ele levantou minha saia para mostrar a calcinha fio dental e começou a enfiar um dedo devagar. Quando viu que eu estava quase lá, não hesitou em me penetrar. A rola do gordinho no meu cu era gostosa. Ele começou a me comer com força enquanto eu continuava chupando o Raul. Eu gemia como uma puta completa. Eles estavam comendo que nem uns loucos esses caras. O Raul gozou na minha cara e falou que ia se trocar, enquanto isso o amigo dele continuou me comendo, a gente ficou um tempão até ele mandar eu chupar ele pra gozar na minha boca, limpei até os ovos dele e eles foram embora.
Mesmo assim, eu continuava sendo cross e podia me vestir em casa como uma menina toda gostosa pra meu próprio prazer, embora, infelizmente, até isso acabou quando a mamãe começou a sair com o Marcelo. Ela me pediu pra guardar meu segredo, só me vestir quando estivesse sozinho no meu quarto e, quando ele estivesse em casa, não fazer nada. Não tive escolha a não ser aceitar e voltar aos meus velhos hábitos de esperar ficar sozinho.
A mamãe continuou sendo uma puta completa, mesmo tendo voltado a namorar. Saía muito e me deixava as noites livres pra ficar tranquilo em casa e poder me vestir. Com a tarada que eu tinha, voltei a usar as roupas dela, as calcinhas de renda, as tangas, os sutiãs e os babydolls que ela usava com o namorado na noite anterior e deixava pra lavar. Me senti de novo como aquele moleque que usava a roupa da mamãe escondido, igual anos atrás.
Pouco tempo depois, conheci os filhos do Marcelo: ele tinha dois, o Raul de 18 e a Marta de 32. O Raul era um cara tímido, parecia ter pouca experiência com mulheres. Forçados a nos relacionar, criei uma boa química com o cara e comecei a confirmar o que suspeitava: ele tinha zero experiência com gostosas.
Uma noite, ele ficou pra dormir em casa porque no dia seguinte ia com o velho não sei pra onde. Ele ficou no meu quarto e eu na sala. Lá pela meia-noite, entrei no quarto pra pegar alguma coisa e, pra minha surpresa, encontrei ele olhando minha gaveta de roupas íntimas femininas, onde eu guardava todas as minhas peças. Ele tava de pau duro, se tocando enquanto mexia nelas. Assustado, ele me pediu desculpas por estar vendo a roupa da minha mãe, disse que tava procurando um cobertor. Eu perguntei se ele Esquentava minha mamãe, e ela me respondeu que não, que eu não ficasse brava. Perguntei se ele tava imaginando ela chupando o pau dele. Ele ficou todo vermelho e não respondeu. Alguém já te chupou? Sabe como é a sensação? Ele continuava sem me responder. Aí eu falei: olha, tá bom, se quiser eu te mostro. Ele disse que não, que gostava de mulher, então eu falei: - Olha, vou vestir essa lingerie e imagina que sou minha mãe. Tranquei a porta, coloquei uma luz suave e mandei ele sentar. Tirei a roupa e vesti uma tanga branca, bucaneiras, umas ligas e um baby doll vermelho. Abaixei a calça dele devagar, e vi o pau dele já duro, era pequeno e comprido. Comecei devagar a beijar e a bater uma pra ele, ele deitou e fechou os olhos. Mergulhei naquele pau e comecei a chupar forte, podia ouvir os gemidos dele, deixando escapar o nome da minha mãe, isso me esquentou ainda mais, esse menino tava mesmo louco pela minha mãe. Não demorou muito pra ele gozar, ele tentou avisar mas continuei chupando até ele gozar na minha boca, engoli tudo como a putinha que sou. Perguntei: - Gostou, gostoso? Ele disse que sim, me vesti e fui embora.
No outro dia ficamos lá fora como se fosse um dia normal. Ninguém falou nada sobre a noite anterior. À noite eles iam embora, mas antes do jantar, quando minha mãe e o Marcelo saíram pra comprar alguma coisa, o Raul apareceu do nada com uma calcinha na mão e falou: - E aí, gostoso? Aí eu mandei ele ir pro meu quarto e me esperar. Me vesti pra ocasião: tanga, bucaneiras e um vestidinho de colegial. Abri a porta do meu quarto e lá estava o Raul, já sem calça, de cueca me esperando. - Vem cá, Gra, vem com o papai. Me ajoelhei e comecei a passar a mão nele igual uma putinha. Devagarzinho chupava o pau dele, beijava as bolas, passava a língua na cabeça. Ele segurava minha cabeça e metia com força na minha boca, começando a comer minha boca de verdade. Deitei ele na cama e comecei a massagear o pau dele com minha bunda e perguntei se ele queria me foder, ele me empurrou e disse que não, que não gostava de homens e que eu continuasse chupando ele como a puta que eu era. Obedeci e continuei até ele gozar na minha boca.
As semanas passaram e não soube mais nada do Raul. Uma manhã, mamãe me perguntou se eu me importava de deixar o Raul passar à tarde para fazer um trabalho no computador, porque ele precisava imprimir, e se eu estaria em casa para abrir a porta. Disse que não tinha problema. Ao meio-dia, ele bateu na porta e eu abri. Para minha surpresa, ele não estava sozinho; estava com um amigo, meio gordinho, da mesma idade dele. Dava para ver de longe que eram dois nerds ingênuos. Eles se sentaram no computador e eu fui para o meu quarto cuidar da minha vida. Pouco depois, Raul entrou no meu quarto e disse: — Puta, agora quero que você se arrume bem gostosa para tirar toda a porra do meu amigo e de mim, me ouviu? Eu ri e perguntei o que ele queria que eu vestisse. — Vai para o quarto da sua mãe que eu vou escolher a roupa para você. Fomos, e ele abriu o guarda-roupa da mamãe, pegou uma saia curtinha, um top, e depois foi para a gaveta de roupas íntimas. Ele cheirava as calcinhas enquanto começava a se tocar por cima da calça. Pegou uma tanga branca, uma calcinha fio dental preta e umas meias ¾ pretas. Ele mandou eu me vestir e ir para a sala, que eles iam estar no sofá me esperando. Me vesti e fui para lá. Quando cheguei, os dois já estavam sem calças, com os paus duros me esperando. Me ajoelhei na frente do amigo, que tinha o pau maior e mais grosso, e comecei a chupar ele enquanto com a mão batia uma para o Raul, que não demorou a se levantar e ficar perto de mim para que eu fosse alternando entre os dois paus, o que eu fiz. Batia uma para um e chupava o outro. Ficamos assim por um tempo até que o amigo se levantou e se aproximou da minha bunda. Ele levantou minha saia para mostrar a calcinha fio dental e começou a enfiar um dedo devagar. Quando viu que eu estava quase lá, não hesitou em me penetrar. A rola do gordinho no meu cu era gostosa. Ele começou a me comer com força enquanto eu continuava chupando o Raul. Eu gemia como uma puta completa. Eles estavam comendo que nem uns loucos esses caras. O Raul gozou na minha cara e falou que ia se trocar, enquanto isso o amigo dele continuou me comendo, a gente ficou um tempão até ele mandar eu chupar ele pra gozar na minha boca, limpei até os ovos dele e eles foram embora.
2 comentários - O enteado da mamãe (relato)
Buen post