Esta é minha primeira história. Fico muito excitado lendo o que vocês escrevem aqui e quero compartilhar minhas experiências, espero que excite vocês tanto quanto as que leio.
Vou contar que tenho 31 anos. Sou gay assumido para meus amigos íntimos, mas no ambiente de trabalho não, só um dos meus colegas (e amigo, por consequência) sabe.
Tenho um corpo normal, me considero atraente, sou muito discreto e masculino. Gosto de ser ativo no geral, embora curta muito sexo.
Isso que vou contar aconteceu alguns meses atrás, num fim de semana frio.
No meu trabalho, tenho gente sob meu comando que trabalha na rua, fazendo entregas. Uma das caminhonetes é dirigida por um senhor de uns 50 anos, e ele tem sob sua responsabilidade um cara, Daniel, de uns 22 anos, que é o estereótipo de caras que eu gosto: trabalhador, porte médio, corpo bonito, pele morena, cabelo bem escuro. Olhos escuros e uns cílios lindos. Meio baixinho, mas bonitinho. Sabia que ele tava de rolo com alguma mina, mas não sabia muito da vida íntima dele, só comentários. O que eu sabia é que ele tinha tido um problema com drogas e estava indo a um centro de recuperação há um bom tempo. Já está na fase final.
Nesse contexto, o pai dele me pediu um favor: que eu passasse um fim de semana com ele, por conselho do psicólogo, pra ele ter contato com outro tipo de gente, e não os amigos de sempre.
Aceitei o desafio, com a ideia de ajudar. Nunca imaginei (embora desejasse) o que aconteceu.
Combinamos de nos encontrar no sábado ao meio-dia e ficar juntos até a noite de domingo, quando o pai dele viria me buscar em casa.
O sábado começamos às 13h, caminhando pela orla. Aproveitei pra ensinar um pouco de fotografia e ele pareceu interessado. Já no fim da tarde, fomos tomar chimarrão na casa de uma amiga, onde ela flertou bastante, mesmo ele sendo um desconhecido. Chegaram mais amigos e entre chimarrão e truco, a tarde passou. Minha amiga nos convidou pra sair, mas eu comentei que ele não podia, então acabamos saindo antes das 10 da noite.
No caminho pra casa, comprei uma pizza e ele confessou no carro que minha amiga tinha deixado ele de pau duro.
Até aí, tínhamos passado o sábado sem nada pra destacar.
Já na minha casa, a coisa começou a mudar. Jantamos e, como tava permitido, tomamos uma cervejinha. Uma que virou duas. Entre conversas e histórias do trabalho, passou da meia-noite. Vou tomar um banho antes de dormir.
Termino de me lavar, saio todo enrolado numa toalha e me deito na cama.
— Posso tomar um banho também? — ele fala meio tímido.
— Pode sim, fica à vontade — respondo.
Indiquei onde pegar uma toalha e ele entrou no banheiro.
Enquanto ouvia a água caindo no chuveiro, comecei a imaginar como ele tava se lavando, e só de pensar meu pau já ficou duro. Não tinha a menor intenção de fazer nada, então quando senti que o banho tinha acabado, tentei disfarçar a ereção colocando uma cueca bem justa.
Dani saiu do banho, veio pro quarto enrolado numa toalha e começou a se trocar na minha frente como se nada fosse. Enquanto comentava o que a gente tava vendo na TV, ele ficou totalmente pelado na minha frente, procurando na mochila uma cueca pra vestir.
Aí eu notei a bela pica que ele tinha. Retinha, uns 18 cm, balançando com sinais de que tinha estado dura minutos antes. Também pude ver a bunda linda dele, lisinha, bem desenhada. E apreciar o corpo dele, magro, sem ser definido.
Meus hormônios, junto com o álcool que já tinha no sangue, fizeram efeito e em poucos segundos meu pau tava a mil.
Eu tava deitado de cueca na cama, então na hora o cara viu minha ereção.
Disfarçando, falo pra ele deitar pra ver o filme, e ele se deita do meu lado, também de cueca.
Senti o calor do corpo dele perto, e minha tesão não diminuiu, só aumentou. Minha ereção já era impossível de esconder, aí Dani fala:
— Tá com o volume bem marcado!!!
— Haha, sim, meu pau subiu!! sem mais nada. De inibição eu digo
— Você tem ela grande? — ela me pergunta sem timidez.
Quando ela me perguntou isso, eu não sabia aonde queria chegar, se estava me zoando ou realmente queria saber, mas eu estava tão excitado naquele momento que falei:
— Quer ver ela?
Quando falei assim, não sabia como ela ia reagir, mas para minha surpresa ela se vira, fica de barriga pra cima e passa a mão no volume dela, me dizendo:
— Olha como ficou o meu
Aí notei que o pau dela tinha ficado durasso em poucos segundos. Não consegui falar nada, fiquei paralisado diante de um volume daqueles.
Fez-se um silêncio (não sei se foi um segundo ou se foi eterno) e ela apoiou a mão esquerda no meu pau, e me disse: quero tocar no seu. Não cheguei a responder, ela baixou minha cueca e começou a acariciar ele. Não falei nada e me entreguei ao prazer dela. Não sabia das intenções dela, não sabia aonde ela queria chegar, então me deixei levar. Ela parou de me acariciar e começou a me punhetar só com a frente da minha cueca abaixada. Notei que ela faz o mesmo, deixa o pau lindo dela de fora e com a mão esquerda me bate uma, e com a direita ela se toca.
Comecei a ofegar, meu prazer era incrível, mas ainda não me animava a avançar, queria ver até onde ela ia chegar. Eu continuava deitado, ela se levanta, fica na minha frente e encosta o pau dela no meu.
Naquele momento, quando ela ficou na minha frente, foi quando eu soube que ela queria algo mais que uma punheta. Não hesitei, apoiei minha mão na nuca dela e dei um beijão que ela devolveu com toda paixão.
Começamos a nos beijar sem dizer nada, enquanto nossas pélvis se encostavam e meu pau explodia de tesão.
Depois de alguns minutos, não aguentei mais não dominar a situação. Virei ela, ficando ela por baixo, e continuei beijando ela por cima. Desci pelo peito dela, depois pela barriga e, antes de continuar, voltei até o rosto dela, beijei e perguntei: posso?
Ela concordou com a cabeça, então desci rapidamente de novo, peguei o pau dela e comecei a chupar com muito prazer. Notei que ela estava adorando, me Apertava com as mãos a cabeça dele e eu, cada vez mais, curtia o pau dele na minha boca.
Ele pedia pra eu chupar ele e chupar as bolas dele, que eu alternava com a bela rola dele. Passei a língua por toda a pélvis dele por minutos, batendo uma e chupando o pau dele, até que ele falou:
– Agora é minha vez.
Então eu deitei de barriga pra cima e em segundos ele já tava grudado no meu pau. Começou a chupar sem medo nenhum, curtindo, passando a língua por todo o meu pedaço. Ali descobri (coisa que ele confirmaria com a boca depois) que não era a primeira vez que ele fazia aquilo. Ele fazia tão bem e tava curtindo tanto, somado à tesão que eu tava, que tive que pedir pra ele aliviar, porque eu ia gozar.
Quando falei isso, ele aliviou, continuou passando a língua, mas virou o corpo, buscando um 69. Eu agarrei no pau dele enquanto ele não largava o meu. Passamos uns minutos assim, eu tava completamente louco, nunca pensei que essa tesão que eu tinha há tempos ia se realizar, e não queria perder a chance de comer ele. Então comecei a meter a mão na bunda dele, enquanto ele continuava me mamando. Até que deixei o buraquinho dele à mostra, aproximei o rosto e comecei a passar a língua. Ele não resistiu, e eu comecei a brincar com um dedo, pensei que ele ia resistir, mas não. Então enfiei timidamente e continuei brincando com a língua. Ele continuava curtindo, até que falou:
– Me come, Andrés, me come por favor!
Lembro disso e sinto a mesma coisa que na hora, quase gozo seco.
Tava tudo dito. Não sei se eu fui levando ele, ou ele foi me levando, mas ele ficou de bruços, com a bunda empinada pedindo pau. Continuei chupando a bunda dele por mais um tempinho até ele pedir pau de novo. Apoiei com um pouco de saliva e nós dois soltamos um gemido forte de prazer. Já tava tudo dito. Salivei meu pau, deitei sobre ele e sussurrei no ouvido dele:
– Meto?
Ele disse que sim, e devagar comecei a penetrar ele. Decididamente aquela bunda já tinha conhecido pau, porque o meu entrou. fácil e ele gozava aos gritos de "me come, me come"
Comecei a meter na posição mais clássica, mas a que eu mais gosto: ele deitado, com aquela bundinha pequena levantada e eu penetrando ele deitado por cima. De vez em quando ele virava a cabeça procurando um beijo, enquanto eu me mexia mais rápido e ele dizia: — me dá pica, me come.
Sempre na mesma posição, eu curtia aquela bundinha pequena que me deixava louco, e levava o tesão ao extremo. Minha pica entrava e saía com facilidade, o que me esquentava ainda mais, então fui prevendo a situação e falei: — quer leite?
Quando falo isso, ele vira, tira minha pica da bunda dele e começa a chupar, deitado de lado na cama, e quando pegava um pouco de ar, dizia: — me dá leite!!
Não demorou muito e, entre espasmos, saíram dois jatos fortes do meu leite. Um entrou na boca dele e o outro foi parar na bochecha. Ele continuou chupando até a última gota, enquanto batia uma na pica dele, que tava a mil. Perguntei se ele ia gozar, e com a resposta afirmativa, me inclinei sobre a pica dele e comecei a chupar. Em poucos segundos, encheu minha boca de leite quentinho e, enquanto ainda tinha na boca, terminei de confirmar que o cara não era amador: ele se aproximou e me deu um beijo de língua, misturando o leite dele com o resto do meu nas nossas línguas.
A gente se higienizou, deitou e começou a conversar sobre o que rolou. Abracei ele e, entre conversas, ele dormiu. Minha pica já tava a mil de novo, então agora eu queria que aquela noite rendesse mais, mas isso é assunto pra outro relato.
Vou contar que tenho 31 anos. Sou gay assumido para meus amigos íntimos, mas no ambiente de trabalho não, só um dos meus colegas (e amigo, por consequência) sabe.
Tenho um corpo normal, me considero atraente, sou muito discreto e masculino. Gosto de ser ativo no geral, embora curta muito sexo.
Isso que vou contar aconteceu alguns meses atrás, num fim de semana frio.
No meu trabalho, tenho gente sob meu comando que trabalha na rua, fazendo entregas. Uma das caminhonetes é dirigida por um senhor de uns 50 anos, e ele tem sob sua responsabilidade um cara, Daniel, de uns 22 anos, que é o estereótipo de caras que eu gosto: trabalhador, porte médio, corpo bonito, pele morena, cabelo bem escuro. Olhos escuros e uns cílios lindos. Meio baixinho, mas bonitinho. Sabia que ele tava de rolo com alguma mina, mas não sabia muito da vida íntima dele, só comentários. O que eu sabia é que ele tinha tido um problema com drogas e estava indo a um centro de recuperação há um bom tempo. Já está na fase final.
Nesse contexto, o pai dele me pediu um favor: que eu passasse um fim de semana com ele, por conselho do psicólogo, pra ele ter contato com outro tipo de gente, e não os amigos de sempre.
Aceitei o desafio, com a ideia de ajudar. Nunca imaginei (embora desejasse) o que aconteceu.
Combinamos de nos encontrar no sábado ao meio-dia e ficar juntos até a noite de domingo, quando o pai dele viria me buscar em casa.
O sábado começamos às 13h, caminhando pela orla. Aproveitei pra ensinar um pouco de fotografia e ele pareceu interessado. Já no fim da tarde, fomos tomar chimarrão na casa de uma amiga, onde ela flertou bastante, mesmo ele sendo um desconhecido. Chegaram mais amigos e entre chimarrão e truco, a tarde passou. Minha amiga nos convidou pra sair, mas eu comentei que ele não podia, então acabamos saindo antes das 10 da noite.
No caminho pra casa, comprei uma pizza e ele confessou no carro que minha amiga tinha deixado ele de pau duro.
Até aí, tínhamos passado o sábado sem nada pra destacar.
Já na minha casa, a coisa começou a mudar. Jantamos e, como tava permitido, tomamos uma cervejinha. Uma que virou duas. Entre conversas e histórias do trabalho, passou da meia-noite. Vou tomar um banho antes de dormir.
Termino de me lavar, saio todo enrolado numa toalha e me deito na cama.
— Posso tomar um banho também? — ele fala meio tímido.
— Pode sim, fica à vontade — respondo.
Indiquei onde pegar uma toalha e ele entrou no banheiro.
Enquanto ouvia a água caindo no chuveiro, comecei a imaginar como ele tava se lavando, e só de pensar meu pau já ficou duro. Não tinha a menor intenção de fazer nada, então quando senti que o banho tinha acabado, tentei disfarçar a ereção colocando uma cueca bem justa.
Dani saiu do banho, veio pro quarto enrolado numa toalha e começou a se trocar na minha frente como se nada fosse. Enquanto comentava o que a gente tava vendo na TV, ele ficou totalmente pelado na minha frente, procurando na mochila uma cueca pra vestir.
Aí eu notei a bela pica que ele tinha. Retinha, uns 18 cm, balançando com sinais de que tinha estado dura minutos antes. Também pude ver a bunda linda dele, lisinha, bem desenhada. E apreciar o corpo dele, magro, sem ser definido.
Meus hormônios, junto com o álcool que já tinha no sangue, fizeram efeito e em poucos segundos meu pau tava a mil.
Eu tava deitado de cueca na cama, então na hora o cara viu minha ereção.
Disfarçando, falo pra ele deitar pra ver o filme, e ele se deita do meu lado, também de cueca.
Senti o calor do corpo dele perto, e minha tesão não diminuiu, só aumentou. Minha ereção já era impossível de esconder, aí Dani fala:
— Tá com o volume bem marcado!!!
— Haha, sim, meu pau subiu!! sem mais nada. De inibição eu digo
— Você tem ela grande? — ela me pergunta sem timidez.
Quando ela me perguntou isso, eu não sabia aonde queria chegar, se estava me zoando ou realmente queria saber, mas eu estava tão excitado naquele momento que falei:
— Quer ver ela?
Quando falei assim, não sabia como ela ia reagir, mas para minha surpresa ela se vira, fica de barriga pra cima e passa a mão no volume dela, me dizendo:
— Olha como ficou o meu
Aí notei que o pau dela tinha ficado durasso em poucos segundos. Não consegui falar nada, fiquei paralisado diante de um volume daqueles.
Fez-se um silêncio (não sei se foi um segundo ou se foi eterno) e ela apoiou a mão esquerda no meu pau, e me disse: quero tocar no seu. Não cheguei a responder, ela baixou minha cueca e começou a acariciar ele. Não falei nada e me entreguei ao prazer dela. Não sabia das intenções dela, não sabia aonde ela queria chegar, então me deixei levar. Ela parou de me acariciar e começou a me punhetar só com a frente da minha cueca abaixada. Notei que ela faz o mesmo, deixa o pau lindo dela de fora e com a mão esquerda me bate uma, e com a direita ela se toca.
Comecei a ofegar, meu prazer era incrível, mas ainda não me animava a avançar, queria ver até onde ela ia chegar. Eu continuava deitado, ela se levanta, fica na minha frente e encosta o pau dela no meu.
Naquele momento, quando ela ficou na minha frente, foi quando eu soube que ela queria algo mais que uma punheta. Não hesitei, apoiei minha mão na nuca dela e dei um beijão que ela devolveu com toda paixão.
Começamos a nos beijar sem dizer nada, enquanto nossas pélvis se encostavam e meu pau explodia de tesão.
Depois de alguns minutos, não aguentei mais não dominar a situação. Virei ela, ficando ela por baixo, e continuei beijando ela por cima. Desci pelo peito dela, depois pela barriga e, antes de continuar, voltei até o rosto dela, beijei e perguntei: posso?
Ela concordou com a cabeça, então desci rapidamente de novo, peguei o pau dela e comecei a chupar com muito prazer. Notei que ela estava adorando, me Apertava com as mãos a cabeça dele e eu, cada vez mais, curtia o pau dele na minha boca.
Ele pedia pra eu chupar ele e chupar as bolas dele, que eu alternava com a bela rola dele. Passei a língua por toda a pélvis dele por minutos, batendo uma e chupando o pau dele, até que ele falou:
– Agora é minha vez.
Então eu deitei de barriga pra cima e em segundos ele já tava grudado no meu pau. Começou a chupar sem medo nenhum, curtindo, passando a língua por todo o meu pedaço. Ali descobri (coisa que ele confirmaria com a boca depois) que não era a primeira vez que ele fazia aquilo. Ele fazia tão bem e tava curtindo tanto, somado à tesão que eu tava, que tive que pedir pra ele aliviar, porque eu ia gozar.
Quando falei isso, ele aliviou, continuou passando a língua, mas virou o corpo, buscando um 69. Eu agarrei no pau dele enquanto ele não largava o meu. Passamos uns minutos assim, eu tava completamente louco, nunca pensei que essa tesão que eu tinha há tempos ia se realizar, e não queria perder a chance de comer ele. Então comecei a meter a mão na bunda dele, enquanto ele continuava me mamando. Até que deixei o buraquinho dele à mostra, aproximei o rosto e comecei a passar a língua. Ele não resistiu, e eu comecei a brincar com um dedo, pensei que ele ia resistir, mas não. Então enfiei timidamente e continuei brincando com a língua. Ele continuava curtindo, até que falou:
– Me come, Andrés, me come por favor!
Lembro disso e sinto a mesma coisa que na hora, quase gozo seco.
Tava tudo dito. Não sei se eu fui levando ele, ou ele foi me levando, mas ele ficou de bruços, com a bunda empinada pedindo pau. Continuei chupando a bunda dele por mais um tempinho até ele pedir pau de novo. Apoiei com um pouco de saliva e nós dois soltamos um gemido forte de prazer. Já tava tudo dito. Salivei meu pau, deitei sobre ele e sussurrei no ouvido dele:
– Meto?
Ele disse que sim, e devagar comecei a penetrar ele. Decididamente aquela bunda já tinha conhecido pau, porque o meu entrou. fácil e ele gozava aos gritos de "me come, me come"
Comecei a meter na posição mais clássica, mas a que eu mais gosto: ele deitado, com aquela bundinha pequena levantada e eu penetrando ele deitado por cima. De vez em quando ele virava a cabeça procurando um beijo, enquanto eu me mexia mais rápido e ele dizia: — me dá pica, me come.
Sempre na mesma posição, eu curtia aquela bundinha pequena que me deixava louco, e levava o tesão ao extremo. Minha pica entrava e saía com facilidade, o que me esquentava ainda mais, então fui prevendo a situação e falei: — quer leite?
Quando falo isso, ele vira, tira minha pica da bunda dele e começa a chupar, deitado de lado na cama, e quando pegava um pouco de ar, dizia: — me dá leite!!
Não demorou muito e, entre espasmos, saíram dois jatos fortes do meu leite. Um entrou na boca dele e o outro foi parar na bochecha. Ele continuou chupando até a última gota, enquanto batia uma na pica dele, que tava a mil. Perguntei se ele ia gozar, e com a resposta afirmativa, me inclinei sobre a pica dele e comecei a chupar. Em poucos segundos, encheu minha boca de leite quentinho e, enquanto ainda tinha na boca, terminei de confirmar que o cara não era amador: ele se aproximou e me deu um beijo de língua, misturando o leite dele com o resto do meu nas nossas línguas.
A gente se higienizou, deitou e começou a conversar sobre o que rolou. Abracei ele e, entre conversas, ele dormiu. Minha pica já tava a mil de novo, então agora eu queria que aquela noite rendesse mais, mas isso é assunto pra outro relato.
5 comentários - Meu primeiro conto erótico
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