Como adiantei no post anterior, "tava achando e não me enganei", chegaram meus amigos aguateiros. Tavam diferentes, vestidos sem roupa de trabalho, mudaram e como! Guille, o amigo convidado, é forte, moreninho, cabelo curto, braços e pernas bons, 25 anos, um homem normal, divertido. Fabi, o do relato anterior, o contrário, magro, pijão, 23 anos.
Nos cumprimentamos, eu tinha mais intimidade com Fabi, mas com Guille logo entrei na onda, e foi ele quem quebrou o gelo quando me disse: "então se pegaram hoje hein!" "Sim, sim, hoje mesmo respondi, já tava de olho na bunda do Fabi há um tempo", falei enquanto ria. Tava no living sentados, tomando refrigerante, eu no meio dos dois, esperando pra ver quem começava o jogo. Seguimos conversando sobre tudo até que Guille se animou e me perguntou o que eu gostava. "Sou ativo, gosto que me chupem muito e suave, penetrar em todas as posições", respondi, "e você, curte o quê?" aproveitei e perguntei.
"Sou versátil, faço o que der na hora, chupo, penetro, deixo penetrar, punheta cruzada, 69." Completinho o boy, pensei comigo, enquanto ele acrescentava: "sempre com camisinha, sem isso não faço nada, e também não curto gozarem na minha boca." Tava tudo dito, então começamos nosso jogo.
Me joguei pra trás no sofá, enquanto me tocava com força na pica, ela já tava no meio do caminho. Fabi se aproximou de Guille e começou a tocar ele, a abrir a calça dele, baixou o zíper e meteu a mão, brincava com o pacote dele. Me fez um sinal pra eu chegar mais perto, fiz isso e com a outra mão ele esfregava minha pica. Guille umedeceu os dedos e meteu a mão nas costas de Fabi, foi direto pro rabo dele. Nos ajeitamos melhor e seguimos assim por um tempo. Tirei a calça e eles fizeram o mesmo. Quando vi Guille, fiquei muito mais excitado, ele é peludinho, pelos pretos e grossos nas pernas, na barriga, no peito. Finalmente via ele pelado, me impressionou a pica dele, grossa, cabeçuda, preta, mas curta, bolas peludas e grandes. Fabi se jogou e meteu ela na boca. boca, enquanto isso o Guille tava me chupando, a boca dele era macia e quente, procurei o cu dele com meus dedos, é peludo, do jeito que eu gosto, molhei os dedos e fui atrás do buraco dele, tava tão quente que abria sozinho, fomos pra cama, a Fabi começou a me chupar, eu tava de joelhos na cama e eles ajoelhados no chão, me chupavam juntos, bolas, pau, tronco, enquanto eles se agarravam, subiram e fizemos um 69 bem gostoso com o Guille, que cu!! cada vez que eu passava a língua, ele chupava meu pau com mais vontade, a Fabi se ajeitava e também me chupava, me colocaram de quatro e um chupava meu cu e o outro o pau, depois trocavam de posição, a língua do Guille tentava entrar no meu cu fechado, dava cócegas, e meu pau ficava mais duro, fizemos de tudo até chegar a vez de penetrar eles, comecei com o Guille, lubrifiquei ele, coloquei uma camisinha e comecei devagar a meter, ele tava de quatro, meti tudo, suave mas sem parar, o cu se abria na passagem da minha pica e ele suspirava de dor e prazer, o outro chupava meu cu e passava a língua nas minhas bolas, depois ele deu o pau pro amigo, que chupava com tanta vontade! bombeei ele um tempo mas sem gozar, tirei e era a vez da Fabi, então de novo a mesma coisa, camisinha e pra dentro, encostei a cabeça no buraco e ele tentou escapar, tentei de novo e ele fez a mesma coisa, o cu dele tava fechado, ele me contou que fazia muito tempo que não levava, e que ia doer, fiquei muito mais excitado, tentei e quando a cabeça encaixou no cu dele, segurei ele pela cintura e meti tudo de uma vez, ele gritou, tentou sair, mas já era tarde, já tinha entrado metade, com mais um empurrão, entrou até as bolas, ele suava, gemia, ria, tudo ao mesmo tempo, o Guille me deu o pau dele, tava molhado, duro, cabeçudo, chupei ele, passei a língua enquanto me mexia no cu do amigo dele que já tinha dilatado bem, foi nesse momento que propus chamar um amigo, primeiro hesitaram, mas aceitaram, corri pro telefone e liguei pra ele, atendeu rápido, convidei ele e, e a real, fiquei muito empolgado quando ela respondeu que saía em cinco minutos e que em mais ou menos dez tava aqui. A gente se higienizou bem rápido, e esperamos ele. Senti chegar uma moto, olhei e era ele, o Facundo, o big cock. Os outros estavam largados na cama só de cueca. Mandei ele entrar, ele largou as coisas num sofá e perguntou: "cadê seus amigos? tô com tesão e meu cock quer cu, boca, punheta!!!". Fomos pro quarto. Quando eles viram, acho que ficaram mudos. Se cumprimentaram, o Facu tirou a roupa e ficou de cueca. O volume que marcava aquela cueca era gigante! O Guille e o Fabi olhavam surpresos. Eu já tava pelado. Como eles não tomavam iniciativa, eu mesmo tirei a roupa dele. Saiu disparada como uma mola uma buceta grossa, venosa, cabeçuda e comprida!!!! Ovos grandes, cheios de porra, bem raspado, e como já adiantei, um corpo lindo, proporcionado, acostumado com trabalho pesado e esportes. Empurrei ele pra cama, ele ficou de joelhos na frente dos dois, que olhavam ele e o cock dele com uma mistura de medo e tesão. Ele ficou de joelhos e adiantou que gosta muito de ser mamado, de chuparem o cock e os ovos dele, e que a fantasia dele era que enquanto um chupava o cock dele, o outro chupava o cu. Ele colocou as mãos na nuca, se deixando fazer. O Guille começou, custou a enfiar aquela cabeça gigante na boca. O Fabi se ajeitou e chupava o cu dele meio tímido, até que o Facu, com as mãos, empurrou um pela nuca pra enfiar mais na boca e o outro pra chupar mais e melhor o cu. Ele tava no céu. Eu, o Bonner, só olhando. Coloquei uma camisinha e meti no Guille. Eles trocaram, e deixaram o cu do Facu pra mim. Chupei muito ele, depois fizemos um 69. Como ele chupou meu cock! A gente se chupou todo mundo. O Facundo escolheu um pra começar. Pegou o Guille, que tinha o cu mais bonito, lubrificou e brincou com o buraco dele, já comido. Enfiou um, dois e três dedos. Colocou um preservativo e penetrou ele. Ele se contorcia, gritava, queria sair, mas era impossível escapar daquela pica. Meteu tudo, começou a se mexer, enquanto ele implorava pra tirar. Ela tava ficando com tesão, a Fabi me chupava com vontade enquanto passava a mão na minha bunda, os gemidos do Guille, ele dizia que tava adorando. Coloquei uma camisinha e meti de uma vez na Fabi, de quatro atrás do Facu. Quando dava, enfiava a língua no buraco peludo dela. Trocamos de par. Quando meti no Guille, senti a mesma sensação de enfiar um palito de dente num copo — nada! Ele tinha deixado tão, mas tão aberto que entrava sem ele nem perceber. Tirei e enfiei na boca dele, ele me chupava suave e com carinho, enquanto se punhetava. O pau preto e grosso dele tava molhado, a cabeça vermelha como um morango. O Facu não perdia tempo, tava fazendo a Fabi chupar ele. Ele tava de pé e o parceiro ajoelhado, chupando os ovos, o pau e o cu dele. A língua pontuda tentava entrar no buraco fechado e virgem do Facu. Colocou ele na cama de bruços, cuspiu no cu dele e mirou no centro. Não entrava. Tentaram de todo jeito. Fabi implorava pra ele não meter — é muito grande! — falava, mas morria de vontade de ser arrombado por aquela porra venosa. O Facu deitou de barriga pra cima e convidou ele pra sentar em cima. O pau parecia um mastro. Eu tava fervendo de tesão, meu amigo me chupava cada vez melhor. A cara de prazer misturado com dor da Fabi, os gemidos do Facu, ele dizia que já tava pelo menos na metade. De repente, um grito forte. O Facu tinha pegado ele pela cintura e com força puxou pra baixo de uma vez, de uma só tacada, meteu o que faltava. Não sei como fez, mas num segundo já tava com ele de bruços, e claro, metido até os ovos. O cu do Facu subia e descia frenético. Os gritinhos, gemidos e suspiros me esquentavam ainda mais. Avisei meu chupador que tava gozando, mandei ele ficar de bruços e abrir o cu. Ele fez. Tava molhado, brilhante de lubrificante e vermelho, vermelho em chamas. Me punhetei. Um jorro grosso e abundante caiu nas costas e no cu dele. Quando terminou de sair, enfiei na boca dele pra ele limpar tudo enquanto também gozava. Quanta porra. Tinha aquele cara! Jorros e jorros de porra. A gente ficou deitado até os outros terminarem, não demorou. Quando o Facu tirou a pica do cu, a camisinha tava cheia de porra. Ele tirou e deu pra ela chupar. Fabi bateu uma até gozar, gozou bem. Fomos de dois em dois tomar banho: eu e o Facu, e depois eles. Enquanto a gente tomava banho, chupamos um pouco a pica um do outro, e também o cu. A pica do Facu tava inchada, bem descabeçada e vermelha, pendia linda, flácida. A minha, parecida.
Quando eles se lavaram, a gente tomou um café, já era tarde. Convidei eles pra dormir, mas tinham que encontrar as namoradas. Tavam lindos, maravilhosos. Não queria perder aquela oportunidade e chupei o cu de cada um. Que delícia! Limpinhos, perfumados, arrombados, quentes e macios! Chamaram um táxi, chuparam mais um pouco a nossa pica e foram embora.
Ficamos sozinhos, comemos algo rápido enquanto assistíamos um filme e fomos dormir. No dia seguinte, acordei com a pica dura pra caralho. Olhei pro Facu e ele tava pelado. Que corpo! Ele acordou e me viu. "Epa!", disse. "E isso? Já deixou ela pronta?" "O que você acha? Quer?" perguntei.
Ele foi no banheiro e se higienizou, eu fiz o mesmo. Fomos pra cama e fizemos um bom 69. Primeiro eu chupei o cu dele, sentia no meu peito o poder da pica dele. Ele se mexia e eu sentia a umidade do líquido dele nos meus pelos, os ovos macios. Depois, ao contrário: meti a pica dele na minha boca e ele chupava meu cu, e quando dava, meus ovos. A gente se deitou lado a lado e fez uma cruzada. Nunca gozei tanto. Levantamos e tomamos banho, café da manhã, e ele foi pra casa. Antes de sair, disse: "Marca de novo! Eles já aguentaram tudo, já arrombou bem o cu deles, e eles comem muito bem. Tô pensando em largar minha namorada!" Falava entre risadas, e com a lembrança de ter rasgado dois booties na mesma noite.
Até agora não vi eles, mas têm que voltar essa semana pra trazer mais água. Vamos ver o que me dizem.
Até a próxima festa.
Nos cumprimentamos, eu tinha mais intimidade com Fabi, mas com Guille logo entrei na onda, e foi ele quem quebrou o gelo quando me disse: "então se pegaram hoje hein!" "Sim, sim, hoje mesmo respondi, já tava de olho na bunda do Fabi há um tempo", falei enquanto ria. Tava no living sentados, tomando refrigerante, eu no meio dos dois, esperando pra ver quem começava o jogo. Seguimos conversando sobre tudo até que Guille se animou e me perguntou o que eu gostava. "Sou ativo, gosto que me chupem muito e suave, penetrar em todas as posições", respondi, "e você, curte o quê?" aproveitei e perguntei.
"Sou versátil, faço o que der na hora, chupo, penetro, deixo penetrar, punheta cruzada, 69." Completinho o boy, pensei comigo, enquanto ele acrescentava: "sempre com camisinha, sem isso não faço nada, e também não curto gozarem na minha boca." Tava tudo dito, então começamos nosso jogo.
Me joguei pra trás no sofá, enquanto me tocava com força na pica, ela já tava no meio do caminho. Fabi se aproximou de Guille e começou a tocar ele, a abrir a calça dele, baixou o zíper e meteu a mão, brincava com o pacote dele. Me fez um sinal pra eu chegar mais perto, fiz isso e com a outra mão ele esfregava minha pica. Guille umedeceu os dedos e meteu a mão nas costas de Fabi, foi direto pro rabo dele. Nos ajeitamos melhor e seguimos assim por um tempo. Tirei a calça e eles fizeram o mesmo. Quando vi Guille, fiquei muito mais excitado, ele é peludinho, pelos pretos e grossos nas pernas, na barriga, no peito. Finalmente via ele pelado, me impressionou a pica dele, grossa, cabeçuda, preta, mas curta, bolas peludas e grandes. Fabi se jogou e meteu ela na boca. boca, enquanto isso o Guille tava me chupando, a boca dele era macia e quente, procurei o cu dele com meus dedos, é peludo, do jeito que eu gosto, molhei os dedos e fui atrás do buraco dele, tava tão quente que abria sozinho, fomos pra cama, a Fabi começou a me chupar, eu tava de joelhos na cama e eles ajoelhados no chão, me chupavam juntos, bolas, pau, tronco, enquanto eles se agarravam, subiram e fizemos um 69 bem gostoso com o Guille, que cu!! cada vez que eu passava a língua, ele chupava meu pau com mais vontade, a Fabi se ajeitava e também me chupava, me colocaram de quatro e um chupava meu cu e o outro o pau, depois trocavam de posição, a língua do Guille tentava entrar no meu cu fechado, dava cócegas, e meu pau ficava mais duro, fizemos de tudo até chegar a vez de penetrar eles, comecei com o Guille, lubrifiquei ele, coloquei uma camisinha e comecei devagar a meter, ele tava de quatro, meti tudo, suave mas sem parar, o cu se abria na passagem da minha pica e ele suspirava de dor e prazer, o outro chupava meu cu e passava a língua nas minhas bolas, depois ele deu o pau pro amigo, que chupava com tanta vontade! bombeei ele um tempo mas sem gozar, tirei e era a vez da Fabi, então de novo a mesma coisa, camisinha e pra dentro, encostei a cabeça no buraco e ele tentou escapar, tentei de novo e ele fez a mesma coisa, o cu dele tava fechado, ele me contou que fazia muito tempo que não levava, e que ia doer, fiquei muito mais excitado, tentei e quando a cabeça encaixou no cu dele, segurei ele pela cintura e meti tudo de uma vez, ele gritou, tentou sair, mas já era tarde, já tinha entrado metade, com mais um empurrão, entrou até as bolas, ele suava, gemia, ria, tudo ao mesmo tempo, o Guille me deu o pau dele, tava molhado, duro, cabeçudo, chupei ele, passei a língua enquanto me mexia no cu do amigo dele que já tinha dilatado bem, foi nesse momento que propus chamar um amigo, primeiro hesitaram, mas aceitaram, corri pro telefone e liguei pra ele, atendeu rápido, convidei ele e, e a real, fiquei muito empolgado quando ela respondeu que saía em cinco minutos e que em mais ou menos dez tava aqui. A gente se higienizou bem rápido, e esperamos ele. Senti chegar uma moto, olhei e era ele, o Facundo, o big cock. Os outros estavam largados na cama só de cueca. Mandei ele entrar, ele largou as coisas num sofá e perguntou: "cadê seus amigos? tô com tesão e meu cock quer cu, boca, punheta!!!". Fomos pro quarto. Quando eles viram, acho que ficaram mudos. Se cumprimentaram, o Facu tirou a roupa e ficou de cueca. O volume que marcava aquela cueca era gigante! O Guille e o Fabi olhavam surpresos. Eu já tava pelado. Como eles não tomavam iniciativa, eu mesmo tirei a roupa dele. Saiu disparada como uma mola uma buceta grossa, venosa, cabeçuda e comprida!!!! Ovos grandes, cheios de porra, bem raspado, e como já adiantei, um corpo lindo, proporcionado, acostumado com trabalho pesado e esportes. Empurrei ele pra cama, ele ficou de joelhos na frente dos dois, que olhavam ele e o cock dele com uma mistura de medo e tesão. Ele ficou de joelhos e adiantou que gosta muito de ser mamado, de chuparem o cock e os ovos dele, e que a fantasia dele era que enquanto um chupava o cock dele, o outro chupava o cu. Ele colocou as mãos na nuca, se deixando fazer. O Guille começou, custou a enfiar aquela cabeça gigante na boca. O Fabi se ajeitou e chupava o cu dele meio tímido, até que o Facu, com as mãos, empurrou um pela nuca pra enfiar mais na boca e o outro pra chupar mais e melhor o cu. Ele tava no céu. Eu, o Bonner, só olhando. Coloquei uma camisinha e meti no Guille. Eles trocaram, e deixaram o cu do Facu pra mim. Chupei muito ele, depois fizemos um 69. Como ele chupou meu cock! A gente se chupou todo mundo. O Facundo escolheu um pra começar. Pegou o Guille, que tinha o cu mais bonito, lubrificou e brincou com o buraco dele, já comido. Enfiou um, dois e três dedos. Colocou um preservativo e penetrou ele. Ele se contorcia, gritava, queria sair, mas era impossível escapar daquela pica. Meteu tudo, começou a se mexer, enquanto ele implorava pra tirar. Ela tava ficando com tesão, a Fabi me chupava com vontade enquanto passava a mão na minha bunda, os gemidos do Guille, ele dizia que tava adorando. Coloquei uma camisinha e meti de uma vez na Fabi, de quatro atrás do Facu. Quando dava, enfiava a língua no buraco peludo dela. Trocamos de par. Quando meti no Guille, senti a mesma sensação de enfiar um palito de dente num copo — nada! Ele tinha deixado tão, mas tão aberto que entrava sem ele nem perceber. Tirei e enfiei na boca dele, ele me chupava suave e com carinho, enquanto se punhetava. O pau preto e grosso dele tava molhado, a cabeça vermelha como um morango. O Facu não perdia tempo, tava fazendo a Fabi chupar ele. Ele tava de pé e o parceiro ajoelhado, chupando os ovos, o pau e o cu dele. A língua pontuda tentava entrar no buraco fechado e virgem do Facu. Colocou ele na cama de bruços, cuspiu no cu dele e mirou no centro. Não entrava. Tentaram de todo jeito. Fabi implorava pra ele não meter — é muito grande! — falava, mas morria de vontade de ser arrombado por aquela porra venosa. O Facu deitou de barriga pra cima e convidou ele pra sentar em cima. O pau parecia um mastro. Eu tava fervendo de tesão, meu amigo me chupava cada vez melhor. A cara de prazer misturado com dor da Fabi, os gemidos do Facu, ele dizia que já tava pelo menos na metade. De repente, um grito forte. O Facu tinha pegado ele pela cintura e com força puxou pra baixo de uma vez, de uma só tacada, meteu o que faltava. Não sei como fez, mas num segundo já tava com ele de bruços, e claro, metido até os ovos. O cu do Facu subia e descia frenético. Os gritinhos, gemidos e suspiros me esquentavam ainda mais. Avisei meu chupador que tava gozando, mandei ele ficar de bruços e abrir o cu. Ele fez. Tava molhado, brilhante de lubrificante e vermelho, vermelho em chamas. Me punhetei. Um jorro grosso e abundante caiu nas costas e no cu dele. Quando terminou de sair, enfiei na boca dele pra ele limpar tudo enquanto também gozava. Quanta porra. Tinha aquele cara! Jorros e jorros de porra. A gente ficou deitado até os outros terminarem, não demorou. Quando o Facu tirou a pica do cu, a camisinha tava cheia de porra. Ele tirou e deu pra ela chupar. Fabi bateu uma até gozar, gozou bem. Fomos de dois em dois tomar banho: eu e o Facu, e depois eles. Enquanto a gente tomava banho, chupamos um pouco a pica um do outro, e também o cu. A pica do Facu tava inchada, bem descabeçada e vermelha, pendia linda, flácida. A minha, parecida.
Quando eles se lavaram, a gente tomou um café, já era tarde. Convidei eles pra dormir, mas tinham que encontrar as namoradas. Tavam lindos, maravilhosos. Não queria perder aquela oportunidade e chupei o cu de cada um. Que delícia! Limpinhos, perfumados, arrombados, quentes e macios! Chamaram um táxi, chuparam mais um pouco a nossa pica e foram embora.
Ficamos sozinhos, comemos algo rápido enquanto assistíamos um filme e fomos dormir. No dia seguinte, acordei com a pica dura pra caralho. Olhei pro Facu e ele tava pelado. Que corpo! Ele acordou e me viu. "Epa!", disse. "E isso? Já deixou ela pronta?" "O que você acha? Quer?" perguntei.
Ele foi no banheiro e se higienizou, eu fiz o mesmo. Fomos pra cama e fizemos um bom 69. Primeiro eu chupei o cu dele, sentia no meu peito o poder da pica dele. Ele se mexia e eu sentia a umidade do líquido dele nos meus pelos, os ovos macios. Depois, ao contrário: meti a pica dele na minha boca e ele chupava meu cu, e quando dava, meus ovos. A gente se deitou lado a lado e fez uma cruzada. Nunca gozei tanto. Levantamos e tomamos banho, café da manhã, e ele foi pra casa. Antes de sair, disse: "Marca de novo! Eles já aguentaram tudo, já arrombou bem o cu deles, e eles comem muito bem. Tô pensando em largar minha namorada!" Falava entre risadas, e com a lembrança de ter rasgado dois booties na mesma noite.
Até agora não vi eles, mas têm que voltar essa semana pra trazer mais água. Vamos ver o que me dizem.
Até a próxima festa.
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