Con el papá de una de mis amigas (Relato)

Este é um relato que aconteceu comigo há um tempo atrás, com um homem que me esquentou tanto que até hoje lembro.

Aqui está meu relato (só vou mudar os nomes).

Tenho uma amiga que se chama "Sol", conheço ela há vários anos. Sempre vou na casa dela, embora já faz um tempo que não vou.
Ela tem um pai caminhoneiro, um homem de estatura média, pele morena e meio musculoso, forte, eu diria, com bastante pelo. É um homem que sempre me esquentou; o nome dele é "Roberto".

Um dia vou na casa dela, bato na porta e o pai dela pergunta de dentro: Quem é? Eu respondo: Sou o Matias – e do outro lado escuto: Já vou!
Esperei alguns segundos lá fora até que o pai da Sol abre a porta; Roberto, que estava com um short branco, folgado e com o peito nu. Ele mandou eu entrar. Entrei e me sentei... e ele me fala que a Sol não estava, que tinha ido com a mãe fazer umas compras. Que se eu quisesse, podia esperar.

Eu estava sentado no sofá que ficava do lado da televisão, e o pai dela tinha se sentado numa cadeira na minha frente, com uma mesa alta, que me deixava ver as pernas daquele homem que me esquentava tanto.
Eu estava totalmente calado, porque ele estava vendo TV e eu não queria incomodar.

Acho que foi num comercial que fez o Roberto puxar conversa comigo.
Ele me disse que não abriu a porta na hora porque tinha ido até o quarto vestir um short. A primeira coisa que pensei foi que ele estava tomando banho. Deixei pra lá... passou um comercial de celular, que você tem que mandar um SMS pra baixar conteúdo de mulheres de biquíni e poses sensuais, e o Roberto começou a se ajeitar na virilha. Como ele tava com um short folgado, dava pra apreciar com todo esplendor aquele volume lindo dele, mas tinha uma coisa que me chamava a atenção: o volume parecia muito solto, como se ele não estivesse usando cueca. Pra minha surpresa, era exatamente isso, ele não tava de cueca... e eu percebi quando aquele Calça branca sortuda deixou escapar um dos ovos dele... foi tudo num momento muito rápido. Eu não sabia o que fazer, fiquei nervoso. Ele não tinha percebido que eu tinha visto e eu, paralisado...

Passaram 2 segundos até ele pegar o controle remoto e mudar para um canal pornô... eu fiquei ainda mais perplexo. E ele me diz: "Não fala nada, as mulheres não estão aqui" e solta uma risadinha, e eu, como cúmplice dele, também ri.

Não tive outra escolha a não ser ver o que estava passando na TV: tinha uma mulher sendo comida por dois caras... uma dupla penetração. Mas eu não queria perder o espetáculo da pica do Roberto.

Ele olhava para a televisão e eu via que o volume dele estava cada vez maior, até que não demorou para ter uma ereção completa. Eu estava super nervoso, queria que minha amiga chegasse para não perder a sanidade; mandei um SMS perguntando onde ela estava e ela disse que estava numa cidade vizinha, na casa da tia.

Eu fiquei sentado ali, sem saber o que fazer, e também não conseguia disfarçar minha meia ereção.

Enquanto isso, Roberto estava se tocando, com a pica saindo pela lateral da calça branca. Eu continuei olhando disfarçadamente, e ao mesmo tempo acariciava minhas pernas imaginando que ele estaria fazendo o mesmo.

Ele fica quieto por um segundo, me olha e diz: "Me desculpa, mano, mas não aguento mais."

Levantou com aquela ereção incrível, foi para o banheiro e voltou com um pote de óleo de massagem e me fala: "Vou ter que bater uma." Eu fiquei com cara de bobo... não podia acreditar. "Não fala nada." Eu respondi: "Não, fica tranquilo, não vou falar nada."

Ele abaixou a calça na minha frente, sentou na cadeira esticando as pernas, colocou um pouco de óleo na mão e um pouco na pica e começou a se masturbar... Eu olhava para a TV, mas na verdade queria olhar para ele. Depois de um tempo, ele diz: "Quer óleo? Não tenho problema." Tive que olhar enquanto ele falava, foi inevitável não ver um monumento daqueles.

Com um pouco de vergonha, ele Eu disse que não; então voltei meu olhar pra TV, pensando na quantidade de coisas que faria com ele. Tava tão excitado quanto assustado.
Não aguentei, levantei e falei: Roberto, me perdoa, mas faz tempo que tô com vontade de fazer isso — com leveza, peguei na piroca dele, ele reagiu meio assustado e eu falei “fica tranquilo, não vou contar nada”. Ele ficou parado e comecei a masturbar ele, minha mão tava bem oleada… me ajoelhei e com minha camiseta tirei um pouco do óleo e comecei a chupar a piroca dele… olhei pro rosto dele e ele tava de olhos abertos. Ele se surpreendeu e falou “não sabia que você gostava de homens”. Eu olho nos olhos dele e, cuspindo na piroca dele, respondi “adoro”. Comecei a acariciar os ovos dele enquanto continuava chupando… ele gemia gostoso pra caralho, isso me deixava mais tarado… queria ele todo pra mim. Até que ele se levanta e fala “vem alguém”. Eu, assustado, levantei e ele perguntou o que eu tava fazendo. Ele disse “entra no banheiro que já vou”. Fui correndo, fiquei parado, tremendo de um medo sem explicação.
Fiquei uns três minutos e daí abriram a porta. Era ele com a calça branca linda dele… e ele falou “continuamos?” Eu concordei com a cabeça e com a mão comecei a subir pelo pau dele, tirei por baixo da calça e comecei a chupar de novo com muita vontade: tava tão excitado que nem perguntei quem tinha ido.
Baixei a calça dele e continuei chupando, eu sentado no vaso e ele em pé… ele começa a tirar minha camiseta. E fala “abaixa a calça, quero ver o que você tem”. Então tirei a calça e a cueca e ele começa a acariciar minha bunda, que é bem definida, ele fala “hummm, que raba gostosa”… vai pro chuveiro e abre a torneira e fala “entra, mas senta”. Eu obedeci, não podia perder a chance de transar debaixo d’água. Ele fica na minha frente e com a piroca na mão começa a mijar em cima de mim… Fiquei paralisado, não sabia o que fazer… ainda bem que a água tava correndo… tava tão excitado que não liguei. Enquanto eu continuava sentado, ele se aproxima, abre as pernas e, de pé, enfia a pica toda na minha boca. Eu continuei chupando ela.
Por um momento, ele me faz parar e se ajoelha, me vira de costas. Com as mãos, ele abre bem minhas nádegas e, com a língua, me enche de prazer. Eu não sabia o que estava perdendo. Adorei a chupada de cu que ele me deu naquela tarde… meu Deus… eu gemia de prazer… Com a barba dele, eu ficava em êxtase. Ele lambia meu cu como um deus.
Ele se levanta, e eu ainda contra a parede, começa a beijar meu pescoço, enquanto minha bunda recebia a pica dele aos poucos… Meu Deus, era uma tarde mágica, cheia de sexo do jeito que eu amo…
Ele ficou nessa posição por uns cinco minutos enquanto comia e comia… não podia acreditar no que estava acontecendo.
Ele para, me dá uma toalha para me secar, e eu fiquei meio triste porque pensei que já tinha que ir embora… Ele disse: “Se seca e vamos para a sala.”
Eu me sequei e estava quase me vestindo, quando ele disse que ainda não, que não tinha acabado.
Fiquei feliz… Fui pelo corredor enquanto ele, por trás, apertava minhas nádegas.
Ele se senta no sofá e me faz ajoelhar para chupar a pica dele mais um pouco. Depois, me faz sentar em cima dele, algo que eu amo. Eu me jogava sobre ele e me mexia como uma dançarina exótica.
Paramos.
Ele me fez sentar no sofá, ajoelhado, abriu minhas pernas na posição de “V” e começou a me dar a segunda chupada de cu… eu já não sabia o que dizer… “Isso, buceta, me dá essa língua.” Ele ficou assim por uns dois minutos, mais ou menos, e se levantou um pouco, começando a me penetrar com a pica dura dele… ele me comeu assim por um tempo enquanto me beijava.
Depois de um tempo, ele goza e diz: “Não aguento mais, vou gozar.”
Eu, desesperado como um sedento de porra, falo: “Jorra na minha boca.”
Ele se levanta, eu me ajoelho na frente dele com a boca aberta e a língua para fora, ele começa a se masturbar; os movimentos dele ficavam cada vez mais fortes, assim como os gemidos… até que, finalmente, a luz se fez… Minha boca estava cheia de porra. Aquela pica tinha tanta porra… que um pouco foi pros meus olhos... (fiquei dois dias com o olho ardendo, hahaha) quando gozei, coloquei de volta na boca pra limpar a rola... levantei e pedi licença pra ir no banheiro... e ele pergunta "e você?" - "eu o quê?" respondo - "não vai gozar?" Eu, na dúvida, falo "não sei". Ele senta no sofá, abre minhas pernas e enquanto enfia um dedo, dois dedos, até três dedos na bunda e fala "começa". Eu, com minha mão e minha saliva, comecei a me masturbar enquanto ele curtia enfiando os dedos. Fiquei assim uns minutos até que um gemido forte deu meu veredito final: tinha gozado, sujando todo o meu peito de porra... Ele tira os dedos e começa a tirar a porra do meu peito e coloca na minha boca. Meu Deus, era a primeira vez que provava meu próprio gozo... Depois levantei, fui no banheiro, pedi licença pra tomar um banho rápido; tomei. Me vesti e fingimos que nada aconteceu. Depois veio a vergonha de novo e tive que ir embora. Mas antes ele fala: "me deixa seu número, tenho muitos amigos que iam adorar sair com você". Eu, rindo, falo "tá bom". Daquele dia em diante, tivemos mais algumas oportunidades de nos ver. Lembro dele como Roberto, o homem da minha transa.
Espero que vocês tenham gostado do conto, hoje imagino como a primeira vez. Já vou escrever a segunda parte.

12 comentários - Con el papá de una de mis amigas (Relato)

Cuando vaya a Catriló, quizás pase por tu pueblo..., me dejaste al pañlo!
sexo15 +1
me hice la paja con tu relato gracias,buenisimo
muy bueno el relato falto que ente la mujer y tu amiga que buenooo :0
Habria sido el fin de mi vida. Calculo yo.
La paja q me toy dando no t das idea
Quiere decir que funciona. Jejejejeje. Dedicame la leche!