Primeira história real...
Uma tarde, cansado de esperar o ônibus pra ir pro trabalho, comecei a pedir carona pras caminhonetes e picapes, que sempre são mais abertas a isso. Depois de uns 15 minutos nessa, uma picape azul parou e eu me aproximei. Pedi se ele podia me levar o mais perto possível do centro da cidade. Ele (um cara de 1,75m de altura e uns 85kg, meio robusto, bem normal) se ofereceu super gentil, mas insistiu pra eu ir na cabine da caminhonete com ele.
— E aí, vai fazer o quê no centro? — perguntou.
— Vou pro trabalho, meio cansado e estressado, mas como sempre, tem que meter a cara e seguir em frente.
— Entendo, é sempre assim.
Nesse momento, ele passou a mão na minha perna e disse:
— Essa história de meter a cara... você tem umas pernas boas pra meter mesmo.
Na hora, meu pau ficou duro. Então me deixei levar pela situação e pelo jeito que ele acariciava minha perna. Depois disso, a gente mal trocou palavras, porque não precisava.
Me aproximei até ficar do lado dele, comecei a acariciar o pau dele por cima da calça. Abri o zíper, soltei o cinto, percebi que ele tava dirigindo mais devagar. Então, rapidinho, puxei o pau dele pra fora. Tava pulsando na minha mão, moreno, crescendo e ficando duro de vez. O meu tava explodindo dentro da calça. Masturbei ele por um momento, brincando com aquele pau gostoso. Não tava pensando em nada, só me deixando levar. Era a primeira vez que eu fazia algo assim...
Pelo visto, ele não perdia tempo, porque achou um desvio na estrada, bem escondido e privado. De fora, devia parecer só uma caminhonete estacionada. Fiquei ainda mais excitado, não conseguia controlar o que sentia por dentro. Ele se acomodou no banco, e eu abaixei a cabeça até o pau dele. Esperei uns segundos e coloquei na boca. Um gostinho salgado, quente, delicioso. Continuei chupando do jeito que eu gostaria que chupassem o meu, pensando em como eu aproveitaria. E quando olhei pro cara, ele tava adorando. Depois de alguns minutos, ele disse: —Tira a calça.
Eu, cego de tesão, parei de chupar o pau dele e tirei a calça rapidinho. Ele também tirou a dele, pegou uma camisinha da carteira, colocou, me olhou e falou num tom autoritário: —Vira de costas e deita no banco.
Respondi que nunca tinha feito algo assim, que ele tomasse cuidado. Ele disse que eu chupava gostoso demais pra ser verdade, mas que ia levar na boa. Cuspiu uma porrada de saliva entre minhas nádegas, bem no meu cu, e com a ponta do pau dele espalhou tudo. Devagarzinho, foi me penetrando. Foi uma enxurrada de sensações estranhas, de tesão, de dor, de vontade de correr, de pular!!! Lembrei de uns contos e coisas que já tinha ouvido e relaxei o corpo o máximo que pude. Ele continuava entrando. A dor foi curta, então pensei que o pau gostoso dele tinha a grossura certa pra mim... Assim que me penetrou até o fundo, começou a se mover pra dentro e pra fora, puro prazer, rápido, devagar, rápido... Nunca tinha aproveitado tanto.
Gozou, senti algo quente. Esperou uns segundos dentro de mim, sentindo e relaxando... Saiu com cuidado e sentou com uma perna no banco. Quando me virei, lá estava o pau gostoso dele dentro da camisinha, cheia de porra. Como eu não tinha gozado e ainda tava excitado, tirei a camisinha e chupei o pau dele, engolindo o esperma que tava espalhado nele, enquanto me batia uma. Não demorei pra gozar...
Depois que nos vestimos, ele ligou o motor e continuou dirigindo.
—Me chamo Juan, aliás — ele disse.
—Eu sou Alexander — respondi.
—Se quiser, anota meu número. Você era uma puta virgem, agora é só puta.
—Hehehe, não tenho celular, quebrou numa queda.
Ele tirou a carteira e me deu um dinheiro, tipo o equivalente a uma semana de trabalho.
—E isso? — perguntei.
—Como eu disse, você é uma puta, tô te pagando. Além disso, ninguém é tão fechado assim, então se era virgem...
Acho que fiquei vermelho, porque ele tava sorrindo.
—Falou que podia me encontrar no dia seguinte no mesmo lugar. Na mesma hora, depois de um silêncio, pedi pra ele me buscar 1 hora antes pra não chegar atrasada no trampo. Ele me levou até o lugar onde eu ia, se despediu numa boa... Outro dia eu conto essa história, depois as lembranças me excitam...
Uma tarde, cansado de esperar o ônibus pra ir pro trabalho, comecei a pedir carona pras caminhonetes e picapes, que sempre são mais abertas a isso. Depois de uns 15 minutos nessa, uma picape azul parou e eu me aproximei. Pedi se ele podia me levar o mais perto possível do centro da cidade. Ele (um cara de 1,75m de altura e uns 85kg, meio robusto, bem normal) se ofereceu super gentil, mas insistiu pra eu ir na cabine da caminhonete com ele.
— E aí, vai fazer o quê no centro? — perguntou.
— Vou pro trabalho, meio cansado e estressado, mas como sempre, tem que meter a cara e seguir em frente.
— Entendo, é sempre assim.
Nesse momento, ele passou a mão na minha perna e disse:
— Essa história de meter a cara... você tem umas pernas boas pra meter mesmo.
Na hora, meu pau ficou duro. Então me deixei levar pela situação e pelo jeito que ele acariciava minha perna. Depois disso, a gente mal trocou palavras, porque não precisava.
Me aproximei até ficar do lado dele, comecei a acariciar o pau dele por cima da calça. Abri o zíper, soltei o cinto, percebi que ele tava dirigindo mais devagar. Então, rapidinho, puxei o pau dele pra fora. Tava pulsando na minha mão, moreno, crescendo e ficando duro de vez. O meu tava explodindo dentro da calça. Masturbei ele por um momento, brincando com aquele pau gostoso. Não tava pensando em nada, só me deixando levar. Era a primeira vez que eu fazia algo assim...
Pelo visto, ele não perdia tempo, porque achou um desvio na estrada, bem escondido e privado. De fora, devia parecer só uma caminhonete estacionada. Fiquei ainda mais excitado, não conseguia controlar o que sentia por dentro. Ele se acomodou no banco, e eu abaixei a cabeça até o pau dele. Esperei uns segundos e coloquei na boca. Um gostinho salgado, quente, delicioso. Continuei chupando do jeito que eu gostaria que chupassem o meu, pensando em como eu aproveitaria. E quando olhei pro cara, ele tava adorando. Depois de alguns minutos, ele disse: —Tira a calça.
Eu, cego de tesão, parei de chupar o pau dele e tirei a calça rapidinho. Ele também tirou a dele, pegou uma camisinha da carteira, colocou, me olhou e falou num tom autoritário: —Vira de costas e deita no banco.
Respondi que nunca tinha feito algo assim, que ele tomasse cuidado. Ele disse que eu chupava gostoso demais pra ser verdade, mas que ia levar na boa. Cuspiu uma porrada de saliva entre minhas nádegas, bem no meu cu, e com a ponta do pau dele espalhou tudo. Devagarzinho, foi me penetrando. Foi uma enxurrada de sensações estranhas, de tesão, de dor, de vontade de correr, de pular!!! Lembrei de uns contos e coisas que já tinha ouvido e relaxei o corpo o máximo que pude. Ele continuava entrando. A dor foi curta, então pensei que o pau gostoso dele tinha a grossura certa pra mim... Assim que me penetrou até o fundo, começou a se mover pra dentro e pra fora, puro prazer, rápido, devagar, rápido... Nunca tinha aproveitado tanto.
Gozou, senti algo quente. Esperou uns segundos dentro de mim, sentindo e relaxando... Saiu com cuidado e sentou com uma perna no banco. Quando me virei, lá estava o pau gostoso dele dentro da camisinha, cheia de porra. Como eu não tinha gozado e ainda tava excitado, tirei a camisinha e chupei o pau dele, engolindo o esperma que tava espalhado nele, enquanto me batia uma. Não demorei pra gozar...
Depois que nos vestimos, ele ligou o motor e continuou dirigindo.
—Me chamo Juan, aliás — ele disse.
—Eu sou Alexander — respondi.
—Se quiser, anota meu número. Você era uma puta virgem, agora é só puta.
—Hehehe, não tenho celular, quebrou numa queda.
Ele tirou a carteira e me deu um dinheiro, tipo o equivalente a uma semana de trabalho.
—E isso? — perguntei.
—Como eu disse, você é uma puta, tô te pagando. Além disso, ninguém é tão fechado assim, então se era virgem...
Acho que fiquei vermelho, porque ele tava sorrindo.
—Falou que podia me encontrar no dia seguinte no mesmo lugar. Na mesma hora, depois de um silêncio, pedi pra ele me buscar 1 hora antes pra não chegar atrasada no trampo. Ele me levou até o lugar onde eu ia, se despediu numa boa... Outro dia eu conto essa história, depois as lembranças me excitam...
4 comentários - la primera vez y sin pensarlo
Quiero polla, gracias por compartir