Já nessa época, eu tinha experimentado ficar pelado na frente de outro moleque e nos tocarmos, mas nada além disso...
Tempo depois, mudei de bairro, de cidade e de estado, e nunca mais voltei a rondar por aquele bairro. Mas um dia voltei exclusivamente na porta daquela funilaria.
Cheguei com meu carro, olhei pra dentro do galpão e lá estava ele. Claro que nem me reconheceu. Ele devia ter uns 50 anos agora. Só um pouco mais gordo... igual a mim.
— Fala aí — falei.
— Opa — respondeu, ranzinza, como eu imaginava.
— Quero ver se dá pra arrumar um buraco na chapa... embaixo.
— Beleza, mas vai levar um tempinho, senta ali, tem umas revistas se quiser...
Fui pro fundo e me deparei com um sofá e um porta-revistas improvisado. Tinha de tudo... mas, claro, me agarrei nas pornôs. O loiro desceu pra fossa e eu tive sinal verde pra me masturbar, mesmo que disfarçadamente...
Deixei minha tarefa prazerosa e fui até onde o loiro estava.
— E aí, como tá?
— Não é tão difícil.
— Não? Bom, então é fácil, igual às minas das suas revistas...
— Hahaha... que putas gostosas, né?
— Siiim... tem mais?
— Ah, hahaha, sim! Vem no quarto, vou te mostrar...
Caminhamos aqueles metros e vi aquela cara de safadeza que eu lembrava. Chegamos e tinha um colchão no chão, desarrumado, um criado-mudo e uma TV... numa gaveta estavam as pornôs e fotos soltas de mulheres e caras pelados... ele tenta se explicar:
— As fotos dos caras são da minha mulher (me mostrou a foto de uma morena mais velha, mas uma delícia)... hahaha.
— Sem problema, ou você nunca ficou de pau duro por um cara?
— Ehhhh...
— Lembra desse?
Tirei uma foto minha de quando eu tinha 11 anos, de cueca e bermudinha... o cara não acreditou.
— Nããão! É você? Como eu me fazia de sonso...
Antes que ele terminasse a frase... a frase, minha mão tava dentro da calça dele, apalpando aquela pica que ainda não reagia... enquanto ele gaguejava
— Eu imaginava sua pica, seu púbis sem pelos...
— Vem então
Tirei a calça e bem devagar a cueca... aí mostrei meu sexo depilado, o que destacava minha pica dura. Ele também se pelou, agora sim com a pica dura. Era um monstro vermelho, foda...
— Que pedaço de porra de pau! — falei
— Você também, gatinho
Ajoelhamos no colchão, já completamente nus, agarrando nossas picas como loucos... eu me deitei, abri as pernas e falei:
— Faz comigo o que você queria fazer há 25 anos.
Ele se jogou em cima de mim e me beijou na boca, enquanto nossos sexos se roçavam, molhados, quentes, e isso não mudou quando a gente mudou de posição pra um 69...
mas eu não aguentava mais, saí e fui pra uma cadeira, arqueei o corpo pra minha raba ficar bem saliente.
— Me come com essa pica, me come, me come, me come
Ele se levantou, veio e me deu um tapa na raba "puta... sempre foi uma puta que adorava pica"
Me segurou por trás e começou a forçar aquele pedaço enorme pra entrar no meu cu, o que me excitava ainda mais. A respiração dele, o cheiro e o corpo suado, e eu me fazendo de puta ainda mais. Foda era a macetada que ele tava me dando... Saí dali e me ajoelhei pra continuar chupando aquela maravilha de pica, enquanto docemente enfiei um dedo no cu dele, pra ele gozar num gemido rouco e o leite cair na minha boca, que continuava chupando. Minha língua depois foi pro buraquinho dele e terminei minha punheta com a ajuda da mão dele... e gozei nas mãos dele. Os dedos dele percorreram minha boca e eu me tocava pra deleite daquele pervertido...
— Gostou? Valeu a pena esperar?
— Nunca imaginei que ia rolar, filho da puta. Você adora pica...
— Buceta também, quero comer sua mulher
— Vem hoje à noite então...
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