Não parecia, mas...

Era segunda-feira cedo, saí do trampo pra resolver uns corres e depois tinha que ir no banco. A manhã tava quente pra caralho e ameaçava uma tempestade forte. Assim que terminei tudo que tinha pra fazer, fui pro banco. Quando entrei, a quantidade de gente era infernal, mas na fila do caixa que eu ia só esperavam cinco pessoas. Enquanto eu caminhava dentro do banco, do outro lado da fila alguém me agarrou pelo braço e me cumprimentou. Era o Facu, um cara que eu conhecia do serviço, ele vinha no escritório várias vezes por semana. A gente trocou uma ideia rápida e ele me pediu se eu podia pagar uns impostos pra ele, pra ele chegar em casa mais rápido. Claro, porra! Vem comigo, trouxa, na minha fila não tem ninguém e nós somos clientes! Falei e fomos esperar.

Facundo é um cara estilo cumbieiro, cabelo curto, fortão pra caralho, não é alto. Tava vestido com uma bermuda camuflada, chinelo e uma camisa. Ele disse que vinha do trampo porque tinha pegado o turno da noite. Sempre que eu via ele, eu olhava pra raba dele, ela é redonda, bem empinada, pernas lindas. Ele sempre usava roupa de trabalho, mas hoje tava de bermuda, dava pra apreciar melhor as pernas dele, peludas e fortes. Nem preciso dizer que eu já tinha batido muita punheta pensando nele pelado, mas ele não me dava muita chance porque parecia ser muito, mas muito machão.

Chegou nossa vez, a gente passou e saiu rápido. Meu carro tava perto e eu me ofereci pra levar ele até a casa dele. A gente subiu e no caminho ele me contou que morava a poucas quadras dali, era verdade. Além disso, ele me agradeceu por ter salvado ele, senão ele ia ter que encarar uma fila do caralho, ele disse. Me fazendo de sonsão, e já que ele tinha deixado a brecha, aproveitei e falei: "Que você ia encarar a fila do cara que tava na sua frente?" perguntei num tom de brincadeira e ri. Ele soltou uma risada forte e falou: "É... com a seca que tá, eu entro!" disse.

Claro que já era alguma coisa. Insisti e me animei a perguntar se ele já tinha comido um cara. Sem problemas, ele respondeu que sim, que às vezes ele deixava rolar e se desse, ele metia até o talo. disse

Enquanto me indicava onde era a casa dele, continuei falando de sexo entre machos, até que ele se interessou mais e me perguntou: "Você curte caras, né?" Não deu tempo de responder quando ele avisou que era a casa dele. Estacionei e pensei que ia perder uma oportunidade maravilhosa. Tava muito excitado, a pica quase dura, e pra piorar, tava muito, mas muito leiteiro. Ele abriu a porta, desceu e me perguntou se eu não ia descer. Desci quase correndo, tranquei o carro e segui ele. Morava sozinho, a casa era bonita mas bagunçada, típica casa de homem solteiro. Foi pra cozinha e colocou água pra fazer um mate, botou um CD de música e ligou. Era cumbia. Não é o tipo de música que eu gosto, mas ele era o dono da casa e, se a sorte me acompanhasse, daqui a pouco eu teria ele pelado. No fim, era o que eu sempre quis.

Ele foi pro banheiro, acho que mijar. Quando voltou, tava sem camisa, tinha se higienizado. Um cheiro de desodorante tomou conta do ambiente. Cravei meus olhos no peito forte dele, no abdômen liso e com uma fileira de pelos que descia até a virilha. Pelos duros e enrolados. Que lindo! Minha pica ficou dura, doía de tão ereta. Os mamilos dele me deixaram mais excitado ainda, eram grandes e morenos. Senti uma vontade incontrolável de pular e chupar eles por um bom tempo, mas me segurei um pouco mais. Ele foi pra cozinha, trouxe o mate e sentou do meu lado. Olhei de relance pro volume dele, tava bem inquieto também. Não conseguia me concentrar em nada, só em transar com ele. Tomamos uns mates, poucos, enquanto eu puxava o mesmo assunto. "Ah, mano, mas você ainda não respondeu o que te perguntei no carro", ele disse. "Ah, se eu gosto de homens? Sim, claro que não!! Mas eu sou que nem você, hein, de vez em quando." Apressei ele assim porque ele já tinha me falado isso antes.

Ele largou o mate e se jogou um pouco pra trás, desabotoou o cinto, abriu a bermuda. Aproveitei e meti a mão por baixo da cueca dele. Tinha uma moita de pelos, cheguei na pica dele: grossa, duríssima, cabeçuda. Toquei ela muito bem, tirei a mão e levei até o nariz. Senti o melhor cheiro de macho que fazia um bom tempo que não sentia. "Bota a boca! Ordena, aguenta. A minha também quer. Fiz igual que ele, e ela meteu a mão, pegou na minha, apertou forte, brincou com a minha cabeça. Levantei e me despi. Ela me pegou e me fez ajoelhar no sofá. Por um momento, pensei que ia meter tudo. Não deu tempo de falar nada quando senti ela abrindo minhas nádegas e enfiando a língua. Tava me chupando o cu!! Pegava na minha pica e me batia uma, até chegar minha vez. Me virei e deixei ele completamente nu. A porra do pau saltou feito mola. Não era comprido, mas bem grosso, com uma cabeça em forma de cogumelo, bem vermelha e cheia de veias. Virei ele também e o posicionei pra chupar o cu dele, coisa que fiz, com muito, muito prazer. Ele se virou, pegou no próprio pau, mostrou a cabeça toda e pediu pra eu chupar. Era tão grosso que entrava com dificuldade na minha boca. Um cheiro gostoso de macho me excitava cada vez mais. Enquanto eu me esforçava pra chupar bem o pau dele, a gente caiu no chão. E enquanto eu chupava ele, ele se animou e me chupou também. Que delícia! Como ele chupava bem! Começou a me bater uma e tentava enfiar um dedo no meu cu virgem. Eu não ficava atrás e fazia o mesmo com ele. O cu dele era bem fechado e peludo. Avisei que ia gozar, mas ele continuou me batendo uma, enquanto chupava minhas bolas. Eu fazia o mesmo, até que não aguentei mais e jorrei um gozo. Ele escorreu bem e meteu na boca. No final, era mais viado do que eu pensava! Continuei com o meu, melhor dizendo, com o dele, até que ele cuspiu um jato grosso, amarelado e abundante. Um cheiro forte de porra invadiu tudo. A cumbia continuava tocando. Ficamos largados um do lado do outro por um tempo. Nos higienizamos e fomos pra cama. Tava com mais vontade. Começamos com um 69 e seguimos por um bom tempo. Não teve penetração, porque segundo ele, era bem machinho, e eu não ia entregar meu cu virgem pra uma pica daquelas. Terminamos muito bem. Tomamos uns mates e fui embora, não sem antes combinar pra isso não acabar. Até falamos de incluir um passivo na nossa brincadeira. cama, porque nenhum de nós dois vai deixar o cu arrebentar.
Pra ser sincero, nunca imaginei que fosse me deitar com um cumbierinho, não por nada, só porque achei que nunca ia rolar, mas vou dar um conselho: eles são nossos, são homens como qualquer outro. Às vezes a gente procura uns modelitos, mas abram o leque. Eu, pelo menos, me diverti pra caralho, sem frescura, com cheirinho de macho, peludinho, pica grossa. Quando a gente fizer um menage, eu conto. Quero ver aquela porra entrar, quero ver dando prazer, enquanto eu chupo bem o cu dele. Falei pra ele e ele achou uma ideia do caralho.
Até a próxima.

9 comentários - Não parecia, mas...


Me encantó! Muy buen relato, me recalienta la imagen de dos machos haciendo tremendo 69 y dedeándose mutuamente.
Los cumbieritos me ponen a mil, había un chico que posteaba fotos de cumbieritos que se volteó pero hace rato no lo veo.
Excelente aporte, gracias por compartir 👍
Não parecia, mas...
Yo comenté tu post. Vos... ¿comentaste el mío?
claro yo los veia y me ponian a full,hasta imaginaba el aroma a huevos y a macho que tendrian,me clavaba flor de pajas viendo esos post-
muy buen relato.- super caliente man.- espero encontrarte en el banco algun dia ja
leoluz
excelente muy buenoo! M dejo a mil!!! Ya quisiera conocer a un cumbierito!