Boa tarde, boa noite ou bom dia, pessoal! Tô trazendo aqui a 5ª parte da minha história. Mas como sei que só isso não basta, como sempre, trago fotos, vídeos e gifs, hehehe. Espero que curtam bastante e tenham muitas e felizes punhetas!

Aqui te deixo o resto dos links se você não leu os contos anteriores
4ª Parte...http://www.poringa.net/posts/gay/2479721/Amor-de-Rugbiers-4-relato.html" rel="nofollow" target="_blank">http://www.poringa.net/posts/gay/2479721/Amor-de-Rugbiers-4-relato.html
3ª Parte...http://www.poringa.net/posts/gay/2432724/Amor-de-Rugbiers-3-relato.html
Parte 2...http://www.poringa.net/posts/gay/2427017/Amor-de-Rugbiers-2-relato.html
1ª Parte...http://www.poringa.net/posts/gay/2421807/Amor-de-Rugbiers-relato.html

Bom, como contei no relato anterior, Toto e eu fomos morar juntos. Sim, eu disse Toto e não Tano. É que Tano era como chamavam ele no clube e, bem, isso me lembrava automaticamente daquela situação que merece ser esquecida, hehehe. Então agora chamo ele de Toto. Bom, imaginem a emoção de viver juntos. Ele trabalha, estuda, eu também arrumei um trampo, etc. A rotina começou a aparecer no relacionamento. De transar quase todo dia, passamos a maratonar séries ou filmes quase todo dia. Não que isso seja ruim, porque a gente adora, mas às vezes ele tava com vontade e eu não, e vice-versa. Os dias e as horas iam passando, etc. Chegaram as férias de inverno e, conversando, nós dois percebemos que realmente tínhamos caído na rotina. Decidimos passar as férias na casa que os pais dele têm no sul. Que ideia melhor para reacender o amor do que o frio, a neve e aquelas paisagens únicas?
Bom, estava tudo planejado para 17 de julho, e foi assim que aconteceu. Nós dois fomos sozinhos de férias para o sul. Chegamos lá e, sinceramente, foi a primeira vez que percebi que os pais dele tinham grana. Por causa da cabaninha que eles tinham, com jacuzzi, sauna, vidraças que davam para um lago com montanhas ao fundo. Toda a cabana era de madeira, super aconchegante (nunca uma palavra foi tão bem escolhida). Chegamos e a única regra que a gente estabeleceu foi: tecnologia zero. Só uma hora por dia a gente ligava o celular para ver as mensagens, o WhatsApp e outras bobagens. Já podem imaginar: naquela tarde em que chegamos, mal havíamos entrado e já estávamos jogados na cama nos beijando como se não houvesse amanhã. E imaginem o que aconteceu depois, hehehe. Depois de fazer o ato sexual, tomamos um banho bem quente e descemos para jantar. E ele cozinhou para mim. Sim, eu sei que por coincidência nos meus relatos é sempre ele quem cozinha, mas ele não faz isso com frequência, só em ocasiões dignas de serem lembradas, como essa. E bem, ele cozinhou muito gostoso. Principalmente depois de fazer amor, tudo parece mais gostoso. Depois disso, nos sentamos na frente da lareira para conversar e... a gente se cobriu com um cobertor e, por milagre da vida, acabamos dormindo ali mesmo, jogados naquele tapete enorme em frente à lareira. Quando acordei, preparei um submarino gostoso (leite com chocolate meio amargo e açúcar) e umas torradinhas, levei pra mesinha de centro e acordei ele. Tomamos café da manhã, nos beijamos, fizemos uns malcriações e uns mimos — que no nosso caso virou guerra de cócegas. Enfim, ligamos os celulares pra avisar que havíamos chegado bem e que a noite foi ótima. Eu liguei pra casa, avisei, cumprimentei, contei as novidades e desliguei. Enquanto isso, ele continuava falando e eu ouvia quase gritando. Me aproximei e escutei ele reclamando. Ele desligou e me olhou com aquela carinha — que eu agradeço conhecer, a carinha de vira-lata hahahaha. E com essa carinha, sem eu perguntar nada, ele pediu desculpas e disse que o pai dele conseguiu uma entrevista de trabalho muito importante, que ele tinha que ir de qualquer jeito, mas que não queria cortar minhas férias, que prometeu que ia dar um jeito, blá blá blá. Imagina, eu já tava me preparando pra fazer as malas de novo e tal, cara de cu os dois. Almoçamos calados. À tarde, eu, já que tava tudo perdido mesmo, fiquei vendo TV. Ele foi pra cama e ficou por lá até que eu fiz uma bobagem pro jantar. Quando ele desceu, me disse: "Já arrumei com meu irmão, ele vai vir te fazer companhia, assim ele te leva pra fazer excursões e todas as coisas turísticas, pelo menos você aproveita. Amanhã temos que ir cedo no banco pra eu deixar uma extensão do cartão por precaução. À tarde, quando meu irmão chegar, eu vou embora." Jogou tudo isso em mim como uma bomba, assim, do nada. Eu não sabia o que fazer e veio a crítica óbvia: "Que porra, que putaria vou fazer com seu irmão? A gente se viu umas vezes quando ele foi em casa, etc." Discutimos por uma hora, no mínimo. O negócio é que eu fiquei tão irritado que acabei dando um mega beijo daqueles com raiva e, bem, fiz a bunda dele bem feita. Ele deixou eu fazer tudo, só pra eu ficar, porque ele já tinha arrumado tudo hahahaha. Enfim, dormimos como Deus manda. De manhã, ele me levou no banco, me deu... a extensão do cartão, que eu já tinha pedido há tempos, e que seria meu presente de aniversário, mas enfim a situação exigiu agora. De qualquer forma, já os dois mais calmos e tudo, almoçamos num barcinho do aeroporto enquanto esperávamos meu cunhado, que eu não via há alguns meses. Antes que o avião do meu cunhado chegasse, já chamaram meu Toto para embarcar, então foi aquela despedida com beijos e algumas lágrimas. Ele foi, e reconheço que o safado, mesmo sem fazer esporte há muito tempo, tinha uma bunda linda de se ver, sabe? Uma raba digna de se pendurar, hehehe. Enfim, a questão é que ele foi e eu fiquei sozinho no aeroporto gigante, quando anunciaram pelo alto-falante que o voo do meu cunhado estava atrasado algumas horas por causa do mau tempo. Então, tive que ir para casa sozinho, já meio triste, porque o sul é um lugar para estar acompanhado. Sozinho é muito nostálgico, a gente precisa compartilhar aqueles fogos de lareira ou aqueles cumes nevados, aquelas casas estilo alemão que são feitas para amar 365 dias por ano e engordar juntos. Cheguei em casa e, como estava meio pra baixo, decidi experimentar aquele jacuzzi envidraçado com vista para as montanhas. E foi o que fiz, entrei e me deixei ficar, a ponto de não saber quanto tempo passou, porque a noite já tinha caído, escura e fria, sem eu perceber. As montanhas se esconderam na escuridão densa da noite, revelando sua presença apenas por alguma janelinha que iluminava ternamente sua majestade ou pela coluna de fumaça saindo das chaminés. Era idílico, realmente, e eu estava tão relaxado que não tinha notado que as luzes do resto da casa estavam acesas, coisa que eu não tinha feito. Rapidamente me levantei e, quando estava prestes a investigar, vejo a porta se abrir e entrar meu cunhado. Duas coisas aconteceram: uma, o susto que levei fez meu nível de relaxamento desaparecer na hora; e duas, fiquei ainda mais assustado ao ver meu cunhado, não porque fosse... ele, mas por como estava da última vez que o vi, aquele magrelo meio desengonçado estava feito um lenhador dos Alpes com óculos grossos de pasta e, no melhor estilo hipster, sua barba
- Eh, oi, olá. Quando você chegou, nem percebi. Como você está?
Foi a única coisa que consegui dizer. Ele me sorriu com aquele sorrisão branco e disse:
- Oi, Rodri. Cheguei faz um tempo. Como te vi quase dormindo, não quis incomodar, mas agora vim te acordar pra gente jantar. Pedi umas pizzas. Topa?
- Sim, claro. O ar aqui dá uma fome desgraçada, mesmo sem fazer nada.
- Verdade. Bom, te espero na mesa.
Fui. Começamos a jantar e, obviamente, ele me contou da viagem até aqui, que teve muita turbulência, e eu contei sobre o Toto e por que ele teve que ir embora. Aí percebi que ele não estava com o parceiro e perguntei:
- E o Esteban?
A resposta foi concisa e eu nunca esperei por ela:
- Olha, ele me disse que foi a uma viagem de negócios em Córdoba, mas com certeza tá sim, em Córdoba, me colocando chifre como ninguém. E te conto porque você já é da família.
- Uh, sinto muito, cara. Não quis te fazer passar por um momento ruim.
- Não, não, sem drama. Por isso, quando me chamaram pra vir te fazer companhia, não hesitei nem um minuto. Assim pelo menos descanso e relaxo um pouco.
- E é o melhor a se fazer, eu acho.
- É sim. Bora tomar umas brejas?
Ao que respondi num tom brincalhão e de zoeira:
- No sul, uma breja não é muito fraquinha?
Ele riu e foi pra cozinha. Voltou com um uísque e disse:
- Com isso dá pra encarar?
A gente começou a beber e a planejar o que íamos fazer no dia seguinte. A conversa tava tão boa que, quase sem perceber, o álcool começou a fazer seus efeitos mágicos. Ele começou a falar mais alto, assim como eu. Aí, na TV, surgiu um tema tão gay quanto nós dois: "Todos Me Miran", da Gloria Trevi (com certeza já ouviram a propaganda). Aí eu me levantei e comecei a fazer mímica e caretas, ele também. A gente se cagou de rir e, do nada, ele disse:
- Ah, foda-se, tô cansado. desse otário vou pro jacuzzi um pouco, vem?
Imaginem minha resposta e, mais meio bêbado, obviamente foi sim. "Vá indo", eu disse, "termino de arrumar a mesa e vou". Foi o que fiz: arrumei a mesa, guardei a pizza que sobrou, lavei os pratos e fui pro jacuzzi. Quando entrei no quarto, que nesse ponto estava cor paixão, pelos vidros transpira, embaçados pelo vapor e calor, imaginem a cena: ter um ficante perfeito, não muito bombado (odeio fisiculturistas), mas definido, pelos negros como petróleo e abundantes na medida certa, nem mais nem menos, que contrastavam com sua pele leitosa que me derretia. Só de ver aquela imagem já fiquei excitado, entrei rápido na água pra que não desse pra ver meu pau semi ereto por trás da sunga. Aí continuamos conversando e bebendo, e sem perceber a conversa foi ficando mais íntima, o que fazia a gente falar mais baixo, e quanto mais baixo a gente falava, mais a gente se aproximava. Num momento, acho que nossos rostos estavam tão perto que eu podia sentir seu hálito. A tensão sexual tomava conta do lugar, vocês imaginam a que me refiro, aquele cheiro que só se sente minutos antes de uma explosão de paixão, uma mistura, nesse caso, de álcool, sexo, intriga, morbidez, mas acima de tudo desejo. Tenho certeza que ele também sentia. Num instante, simplesmente o silêncio tomou conta da gente e nos encaramos tão fixamente que poderíamos cortar um vidro. Estávamos nos medindo, estávamos nos desejando, estávamos implorando que o outro desse o passo. E eu me atrevi: sem dizer nada, lenta e cautelosamente me aproximei daqueles lábios vermelhos escondidos atrás daquela barba densa. Quando meus lábios tocaram os dele, simplesmente a paixão explodiu, reivindicando nossos corpos como troféus. Nos beijamos tão apaixonadamente, tão ávidos um pelo outro, queríamos ser um só. Sua língua e a minha faziam as pazes e a guerra ao mesmo tempo, sua boca era o néctar das abelhas porque dali só podiam sair flores. Enquanto o beijava... acariciava sua barba perfeitamente aparada, quando a realidade me bateu e eu disse não, não posso fazer isso. Parei de beijá-lo abruptamente e pedi desculpas. Saí da água obviamente todo empinado e fui pro quarto "dormir", digamos, porque foi o mínimo que fiz, porque não dava, não dava pra fazer isso, não podia trair meu Toto com o irmão dele...Continua
Vocês gostaram de mim? Se comentarem bastante em 24h, eu posto a próxima



Prometido é dívida, então aqui está um vídeo e a galeria de Jarec Wentworth
link:http://www.youtube.com/watch?v=TP7Kh2gWL8g













Obrigado por passar por aqui, espero seus comentários, mensagens, etc.
14 comentários - Amor de Rugbiers 5 (Conto Erótico)
Besote...
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