E aí, galera do Poringa!Volto com o livro que estou escrevendo. Tenho vários capítulos, mas decidi não postar todos de uma vez, para que vocês possam ir curtindo aos poucos. Aqui trago o capítulo 5, novamente narrado pelo Germán. Para quem não viu os outros posts, estou escrevendo um livro onde 5 amigos (Germán, Martín, Luciano, Federico e Rodrigo) passam uma noite contando diferentes histórias de sexo que tiveram. Aqui estão os outros capítulos:
Cap 1:http://www.poringa.net/posts/gay/2351515/Capitulo-1-Ex-novio-amante-nuevo.htmlCap 2:http://www.poringa.net/posts/gay/2367338/Capitulo-2-Viejos-amigos-que-vuelven.htmlCap 3:http://www.poringa.net/posts/gay/2426520/Capitulo-3-La-espera.htmlCap 4:http://www.poringa.net/posts/gay/2462978/Capitulo-4-La-despedida.html
Capítulo 5:VingançaLuciano fez todo mundo rir com esse comentário. A gente conhecia ele bem e o que ele tinha dito era exatamente assim, antes do Sebas, ele comia de 3 a 4 vezes por semana e muitas vezes com gente diferente. Passou por alguns caras várias vezes, mas mudava constantemente. Por isso a gente ficou surpreso e até deu risada quando ele disse que quer transar.
- Não riam, filhos da puta! - Ele diz também rindo. - Tomara que nunca sintam tanta falta de alguém que não consigam esquecer.
- Comigo já aconteceu. - Disse Martín. - Quando terminei com Juan Pablo da primeira vez, fiquei 3 meses sem fazer com ninguém até voltarmos.
- É, mas você não fez com ninguém porque estava obcecado com o Juan Pablo. - Fede fala pra ele. - Além do mais, você comeu a irmã dele 2 dias depois de terminar.
- Isso foi na segunda vez que a gente terminou, a definitiva. - Martín responde.
- E eu demorei vários meses pra querer ficar com alguém depois do Joaquín. - Digo pro Luciano.
- Germán! Você comeu aquele outro cara no dia seguinte! - Ele me diz um pouco irritado.
- Não, não não! - Digo. Não foi assim. - O Ramiro eu comi quando o Joaquín me traiu. Isso foi uns meses antes da gente terminar. E nesses meses a gente fez várias vezes mais com o Joaquín.
- Bom, estamos discutindo besteira. - Rodrigo diz. - Ou a gente para, ou muda de assunto.
- Eu quero ouvir sua história. - Fede fala pra ele.
- Pera! - Luciano diz. - Você comeu o Ramiro? - Ele pergunta pra mim.
- Sim. - Respondo com naturalidade. Eles sabiam dessa história.
- O Ramiro, o ex-vizinho do Joaquín que na época era seu namorado?
- Sim! Mas vocês já sabiam disso.
- Eu não. - Dizem juntos Luciano, Fede e Martín.
- Eu sim. - Rodrigo diz morrendo de rir. Óbvio, era amigo do meu ex.
- Germán, para de fazer de bobo e conta essa história logo. - Fede me diz num tom dramático. - Porque a única coisa que a gente sabe é que você tinha comido outro cara no dia seguinte que o Joaquín te traiu. tinha um motivo. Eu tinha esquecido completamente, mas tinha evitado mencionar que aquele "outro maluco" era o Ramiro. Ramiro, como o Luciano bem disse, era ex-vizinho do Joaquín, e como era quase óbvio que acontecesse entre dois vizinhos, da mesma idade e gays, eles tiveram uma história meio complicada.
Em resumo: quando o Joaquín tinha 21 anos, se mudou sozinho para um apartamento no centro, na casa ao lado morava o Ramiro. Eles se conheceram e viraram amigos. Quando os dois perceberam que eram gays e que estavam com tesão um no outro, não demorou para transarem. O problema é que eles tinham vergonha de admitir, então só fizeram isso pouquíssimas vezes. Depois disso brigaram, só Deus sabe por quê, mas pararam de se falar, de se ver, de sair mesmo que pra tomar uma cerveja. Meio ano depois disso, Ramiro muito bêbado toca a campainha do Joaquín, e na rua aos gritos diz que está apaixonado por ele e que quer voltar a fazer como antes. Metade dos vizinhos ficou sabendo, e pro Joaquín ficou muito desconfortável morar ali, então ele teve que se mudar, mas antes deixou bem claro pro Ramiro que não aguentava ele e que o desprezava.
Eu conheci o Ramiro numa festa de aniversário do Joaquín. Ele apareceu de repente e eu, sem saber toda essa história, fiquei conversando um bom tempo com ele e a gente ficou numa boa. Quando o Joaquín me traiu, uma noite que a gente tinha brigado por causa da relação dele com a mãe, não sei o que passou pela minha cabeça, mas a única coisa que fiz foi pensar que o Ramiro era minha melhor opção.
- Mas pro Joaquín não incomodou como ele pensava que ia. - Rodrigo diz pros outros caras. - Né?
- É verdade. - Respondo. - Depois de transar com o Ramiro, a primeira coisa que fiz foi contar pro Joaquín. Tudo que ele disse foi "tá bom, te entendo".
- A gente não tá ligando pra isso. - Fede me diz quase gritando. - A gente quer saber como você convenceu ele, e obviamente, como ele era na cama.
- Tá bom, tá bom. - Digo meio indignado e meio feliz, porque parte Queria contar pra vocês a história que rolou comigo.
Depois que o Joaquín me contou na casa dele que tinha me traído, corri pra casa e a única coisa que consegui fazer foi chorar. Não falava com ele pelo Facebook, não respondia mensagens nem ligações no celular, não tinha vontade nenhuma de saber nada sobre ele. Então pensei que o melhor pra tirar ele da cabeça naquele momento era ir pra uma balada gay, dançar e ficar bêbado até pensar em outra coisa. Só que meu plano desandou um pouco quando vi o Ramiro na balada.
Não tinha passado pela minha cabeça ficar com alguém pra "me vingar", pra devolver na mesma moeda o que ele tinha feito comigo, mas naquele momento eu tava tão puto, que não pensei em mais nada quando vi a pessoa que tinha complicado a vida do meu namorado.
Então me aproximei do Ramiro e ficamos conversando um bom tempo. Trago pra cá, trago pra lá, a gente foi se soltando. Ele me perguntou do Joaquín e eu disse que não tava afim de falar sobre ele, aí ele percebeu que as coisas não iam bem e me chamou pra dançar. Não demorou nem dois minutos pra gente começar a se beijar e a meter a mão por todo lado.
— Quero que a gente vá transar! — falo sem rodeios.
— Mas calma aí — ele me diz. — Você é namorado de um amigo, não dá…
— Joaquín não é seu amigo — interrompo. Entre a bebedeira, a raiva e o tesão, não pensava em uma palavra sequer que saía da minha boca. — E eu sei que você me quer. Então vamos transar e pronto.
— Não sei, Germán — ele fala.
Sem dar alternativa, enfiei a mão dentro da calça dele e agarrei o pau dele com vontade. Não tava duro, mas com uns massageados, ele ficou todo empinado.
— Vamos pra minha casa, e vamos transar — digo, me fazendo de ditador. Tava puto com ele também, nem sei por quê. — Entendeu?
— Para, Germán — ele diz, tirando minha mão da calça dele e dando um passo pra trás. — Quem você acha que eu sou? Sim, eu te quero, isso é verdade. E sim, acabou muito mal a minha relação com o Joaquín. Mas não vou transar com você assim. Você tá muito bêbado e além do mais, não vem com ordens pra mim.
Naquele momento, eu percebi que tava fazendo as coisas por causa do álcool. Pedi desculpas e sugeri a gente ir tomar algo mais de boa. Saímos da balada e, como não pensamos em nada, acabamos no bar de um posto de gasolina tomando uma coca, enquanto um velho tomava café a algumas mesas da gente. Ficamos conversando um bom tempo, principalmente sobre coisas dele. Eu não tava com muita vontade de falar, não queria estar ali, queria estar transando.
- Olha, - eu falo, interrompendo ele. - Sei que antes na balada eu fui um cuzão. Te peço desculpas. Mas a verdade é que não tô com vontade de ficar aqui com você tomando uma coca e conversando. Pra isso eu vou pra casa assistir um filme. Tô com vontade de foder. Então se a gente não vai fazer nada, eu vou embora. - Percebi que o comentário soou um pouco violento, então acrescentei: - Desculpa falar assim tão direto, mas é a verdade. E não quero que você pense que tô procurando algo mais com você.
O Ramiro ficou quieto me encarando. Demorou pra me responder, mas quando o fez, falou tão firme quanto eu:
- Vamos pra sua casa. - Ele diz.
A gente se levantou, entrou no carro, e em poucos minutos já tava no sofá da minha casa se beijando como dois tarados que não transavam há meses. Ele tava sentado embaixo, com as costas no sofá, eu tava em cima, com uma perna de cada lado da cintura dele. O Ramiro aproveitou pra tirar minha camiseta.
- Não tô a fim de ser comido, - ele fala um pouco sério. - então vou te foder eu.
- Sem problema. - Eu disse e continuei beijando ele.
Ele fez um sinal pra eu descer, e eu obedeci. Abri a calça dele e o pau saiu disparado na direção da minha cara. Um pau de uns 18 cm que entrou na minha boca muito rápido. Tava com muita vontade de chupar um pau diferente daquele que eu vinha provando há muito tempo, então saboreei o do Ramiro com muita, tô com muita vontade.
- Vai tirando a roupa. - Ele me disse. O Joaquín sempre me contava que o Ramiro era daqueles que falava muito durante o sexo.
Como pude, já que estava ajoelhado na frente dele, fui tirando os tênis e a calça até ficar só de cueca, que naquele dia era vermelha.
- Bonita cueca que você colocou, bebê. - Ele me diz, quase morrendo de rir.
- Viu só. - Eu digo, tirando o pau dele da boca, mas segurando com a mão para fazer uma punheta enquanto respondia. - Vermelha paixão.
- Pra mim essa cueca fala.
- E o que ela diz? - Pergunto, intrigado.
- Tá me dizendo: "me arromba o cu". - Ele responde com um sorriso quase malvado.
Eu continuei chupando o pau dele, enquanto com a mão direita fazia a punheta. Ele não se moveu, apesar do que tinha dito, e esperou que eu decidisse quando era hora de ele "arrombar meu cu". Então, peguei meu bom tempo para aproveitar um pouco mais o gosto do pau dele, até que estava tão excitado, que a única coisa que eu queria era que ele me abrisse o cu bem aberto. Então me levantei, sentei ao lado dele e levantei as pernas, deixando claro que ele podia me arrombar todinho. O Ramiro partiu pra cima na hora.
- Quer que eu chupe um pouquinho pra não doer, putinha? - Ele me diz, cheio de deboche.
- Como você quiser.
- Então vou aproveitar seu cuzinho um cadinho.
Então ele se abaixou e sumiu da minha vista. Pude sentir como ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, bem abertas, e como enfiou a língua sem hesitar. Meu cu se abriu sem que o Ramiro precisasse nem colocar um dedo, e a ponta da língua entrou alguns centímetros. Foi incrível, completamente excitante.
- Ah, mas você tá bem aberto, Germán! - Ele me diz, meio surpreso.
- Enfia logo! - Eu digo, quase dando uma ordem. Estava muito excitado.
- Se você diz.
Ramiro se posicionou na minha frente e preparou o pau com uma mão, enquanto com a outra puxava meu pau pra trás, de modo que batesse contra Minha barriga. Um pouco de saliva escorreu pela cabeça do pau e aos poucos fui sentindo ele entrando dentro de mim. Fazia muito tempo que não me fodiam, e quase não me lembrava do quão gostosa era a sensação de se sentir vulnerável naquela situação. A sensação de ser o dominado, de ser aquele que não tem o poder. Aquela sensação que às vezes a gente não quer, naquele dia eu estava curtindo ao máximo.
Os quase 20 centímetros do Ramiro entraram na minha bunda de uma só vez. Eu estava incrivelmente aberto. Excitado ao extremo. Adorava o que estava fazendo só por raiva, só porque o Joaquín já tinha feito antes. E com uma das pessoas que eu mais odiava.
— Que cuzinho divino que você tem — ele me diz.
Ramiro entrava e saía da minha bunda muito rápido. Estava me fodendo maravilhosamente bem. No rosto dele dava pra ver a excitação e o prazer que sentia em estar comigo. Ele mordia os lábios, tinha os olhos fechados e respirava fundo cada vez que enfiava de novo. Era lindo vê-lo assim, me comendo com tanta vontade. E o quanto a gente estava se divertindo.
Depois de um tempo nessa posição, ele pediu pra eu me virar e eu virei. Fiquei de quatro e sem esperar nem um segundo ele enfiou de novo e me comeu com uma fúria incrível. Ele estava descontrolado e isso fazia com que eu me divertisse pra caralho. As mãos dele me agarravam pela cintura e as coxas batiam na minha bunda cada vez que o pau entrava e saía. Que delícia que eu estava sentindo!
— Ahh, que puto que você é! — ele me diz, se aproximando do meu ouvido pra tentar falar baixinho. Mas a excitação do momento fez com que fosse mais um grito do que um sussurro.
— Viu — eu disse, meio cortado porque os movimentos que ele fazia atrapalhavam eu falar. — E você que não queria me foder.
— Sempre tive vontade de você — ele confessou. — E não sabe quantas vezes me toquei pensando em você, nessa bunda.
Não posso negar que adorei isso. Ouvir que ele se masturbava pensando em mim me deixou louco. E percebi que ele... o que ele dizia era verdade pela forma como ele me comia. Como ele me agarrava pela cintura. Como ele enfiava o máximo que podia. Como ele gemia de prazer cada vez que tirava.
- Vem, Ger. - Ele diz e se levanta. - Mexe um pouco você, que me disseram que faz mágica com a bunda.
Ele sentou na cadeira e me chamou com as mãos.
- Então te disseram que eu faço mágica com a bunda. - Olhei pra ele rindo. - Bom, espero não te desapontar.
- De jeito nenhum. - Ele me diz com um sorriso. - Vem sentar que estou com muito tesão.
Ele me chama de novo e eu obedeço. Me virei de costas pra ele e sentei em cima dele, enquanto ele posicionava o pau pra entrar. E entrou sem problemas. Minha bunda estava tão aberta de prazer que nem precisei ajudar. Com o pau lá dentro, sentei bem confortável, joguei as costas no peito dele e comecei a me mexer.
O movimento não era de tirar e meter, mas de um lado pro outro, de cima pra baixo, sempre com o pau bem enfiado.
- Uhh, como você se mexe bem. - Ramiro me diz.
Que tesão que estava! Encostei minha cabeça do lado da dele e ele começou a me beijar no pescoço, o que me deixou ainda mais louco. Podia sentir a respiração forte dele no meu ouvido. Os gemidos de prazer dele. Meus gemidos de prazer! Ele me abraçou e com uma mão começou a tocar meu pau, primeiro só movendo pros lados e depois fazendo uma punheta que me deixava maluco.
- Depois quero gozar na sua boca. - Ele me diz no ouvido, dessa vez num sussurro.
Não disse nada. Estava no meu momento de êxtase total. A punheta que ele estava me fazendo me deixava louco. O pau dele, bem duro, dentro da minha bunda era um prazer dos deuses. Os beijos no pescoço me deixavam todo ligado. Como pude, coloquei minhas mãos na nuca dele, agarrando firme o cabelo e o pescoço, e enchi meu peito de porra. Gozei uma quantidade incrível. Jorrou pra todos os lados, no meu peito, no chão, na mão do Ramiro, nas pernas dos dois. E mesmo assim, não parei de mexer. A excitação que eu tinha dentro ainda estava viva. Eu ainda queria mais.
- Uhhh, quanta porra você tinha, safado. - Ele diz, tirando a mão do meu pau e olhando para ela. - Vamos ver, come ela.
Ele aproximou a mão da minha boca e, sem dizer nada, comecei a chupá-la. Era minha porra, e não era a primeira vez que eu a provava. Mas desta vez era da mão de outro que não era o Joaquín. Ele enfiou primeiro um dedo, depois dois e por fim o terceiro, bem cheios do meu sêmen quentinho, que tinha acabado de sair do meu pau.
- Vem. - Ele diz, me levantando. - Ajoelha.
Ele se levanta, tira a camisinha e começa a se masturbar na minha frente. Eu abro a boca e ponho a língua para fora, esperando que ele a enchesse com sua porra. O Ramiro se masturbava com uma vontade incrível, e fazia isso com a mão que ainda tinha um pouco da minha porra. Ele fazia uma cara de prazer. Eu, ajoelhado, com uma mão tocava meu pau, que ainda estava duro, e com a outra, enfiava dois dedinhos no cu. Eu ainda queria sentir prazer.
O pau do Ramiro começou a jorrar porra. E embora não tenha sido muita (parece que ele tinha feito sexo há pouco tempo e não encheu todo o tanque, haha), foi direto na minha boca. Cada gota. Estava quentinha e encheu toda a minha garganta. Quando vi que não saía mais, fechei a boca e engoli.
- Vamos ver? - O Ramiro me diz. - Engoliu tudo?
Eu abro a boca para que ele veja que não sobrou nenhum sêmen na minha língua.
- Que puto incrível você é! - Ele diz, sorrindo. - Você fode como os melhores!
Peguei o pau dele com uma mão e enfiei na minha boca. Continuei chupando até que ele não estivesse mais duro, e quando os dois estávamos exaustos de prazer, me troquei e decidimos parar por ali. Ele me abriu a porta e eu fui para casa, com o gosto do sêmen dele na boca e com a bunda bem aberta, por um dos ex do meu namorado.
- Não voltamos a conversar muito depois disso. Na verdade, ele agiu como se aquela noite nunca tivesse existido, o que me irritou um pouco. - Digo aos caras com naturalidade. - E o que você pensa quando pensa naquela noite? - me pergunta Luciano. - Foi uma noite qualquer de sexo bom. - digo como se nada tivesse acontecido. - Tento não pensar no Joaquín. Espero que tenham gostado!PabloG
Cap 1:http://www.poringa.net/posts/gay/2351515/Capitulo-1-Ex-novio-amante-nuevo.htmlCap 2:http://www.poringa.net/posts/gay/2367338/Capitulo-2-Viejos-amigos-que-vuelven.htmlCap 3:http://www.poringa.net/posts/gay/2426520/Capitulo-3-La-espera.htmlCap 4:http://www.poringa.net/posts/gay/2462978/Capitulo-4-La-despedida.html
Capítulo 5:VingançaLuciano fez todo mundo rir com esse comentário. A gente conhecia ele bem e o que ele tinha dito era exatamente assim, antes do Sebas, ele comia de 3 a 4 vezes por semana e muitas vezes com gente diferente. Passou por alguns caras várias vezes, mas mudava constantemente. Por isso a gente ficou surpreso e até deu risada quando ele disse que quer transar.
- Não riam, filhos da puta! - Ele diz também rindo. - Tomara que nunca sintam tanta falta de alguém que não consigam esquecer.
- Comigo já aconteceu. - Disse Martín. - Quando terminei com Juan Pablo da primeira vez, fiquei 3 meses sem fazer com ninguém até voltarmos.
- É, mas você não fez com ninguém porque estava obcecado com o Juan Pablo. - Fede fala pra ele. - Além do mais, você comeu a irmã dele 2 dias depois de terminar.
- Isso foi na segunda vez que a gente terminou, a definitiva. - Martín responde.
- E eu demorei vários meses pra querer ficar com alguém depois do Joaquín. - Digo pro Luciano.
- Germán! Você comeu aquele outro cara no dia seguinte! - Ele me diz um pouco irritado.
- Não, não não! - Digo. Não foi assim. - O Ramiro eu comi quando o Joaquín me traiu. Isso foi uns meses antes da gente terminar. E nesses meses a gente fez várias vezes mais com o Joaquín.
- Bom, estamos discutindo besteira. - Rodrigo diz. - Ou a gente para, ou muda de assunto.
- Eu quero ouvir sua história. - Fede fala pra ele.
- Pera! - Luciano diz. - Você comeu o Ramiro? - Ele pergunta pra mim.
- Sim. - Respondo com naturalidade. Eles sabiam dessa história.
- O Ramiro, o ex-vizinho do Joaquín que na época era seu namorado?
- Sim! Mas vocês já sabiam disso.
- Eu não. - Dizem juntos Luciano, Fede e Martín.
- Eu sim. - Rodrigo diz morrendo de rir. Óbvio, era amigo do meu ex.
- Germán, para de fazer de bobo e conta essa história logo. - Fede me diz num tom dramático. - Porque a única coisa que a gente sabe é que você tinha comido outro cara no dia seguinte que o Joaquín te traiu. tinha um motivo. Eu tinha esquecido completamente, mas tinha evitado mencionar que aquele "outro maluco" era o Ramiro. Ramiro, como o Luciano bem disse, era ex-vizinho do Joaquín, e como era quase óbvio que acontecesse entre dois vizinhos, da mesma idade e gays, eles tiveram uma história meio complicada.
Em resumo: quando o Joaquín tinha 21 anos, se mudou sozinho para um apartamento no centro, na casa ao lado morava o Ramiro. Eles se conheceram e viraram amigos. Quando os dois perceberam que eram gays e que estavam com tesão um no outro, não demorou para transarem. O problema é que eles tinham vergonha de admitir, então só fizeram isso pouquíssimas vezes. Depois disso brigaram, só Deus sabe por quê, mas pararam de se falar, de se ver, de sair mesmo que pra tomar uma cerveja. Meio ano depois disso, Ramiro muito bêbado toca a campainha do Joaquín, e na rua aos gritos diz que está apaixonado por ele e que quer voltar a fazer como antes. Metade dos vizinhos ficou sabendo, e pro Joaquín ficou muito desconfortável morar ali, então ele teve que se mudar, mas antes deixou bem claro pro Ramiro que não aguentava ele e que o desprezava.
Eu conheci o Ramiro numa festa de aniversário do Joaquín. Ele apareceu de repente e eu, sem saber toda essa história, fiquei conversando um bom tempo com ele e a gente ficou numa boa. Quando o Joaquín me traiu, uma noite que a gente tinha brigado por causa da relação dele com a mãe, não sei o que passou pela minha cabeça, mas a única coisa que fiz foi pensar que o Ramiro era minha melhor opção.
- Mas pro Joaquín não incomodou como ele pensava que ia. - Rodrigo diz pros outros caras. - Né?
- É verdade. - Respondo. - Depois de transar com o Ramiro, a primeira coisa que fiz foi contar pro Joaquín. Tudo que ele disse foi "tá bom, te entendo".
- A gente não tá ligando pra isso. - Fede me diz quase gritando. - A gente quer saber como você convenceu ele, e obviamente, como ele era na cama.
- Tá bom, tá bom. - Digo meio indignado e meio feliz, porque parte Queria contar pra vocês a história que rolou comigo.
Depois que o Joaquín me contou na casa dele que tinha me traído, corri pra casa e a única coisa que consegui fazer foi chorar. Não falava com ele pelo Facebook, não respondia mensagens nem ligações no celular, não tinha vontade nenhuma de saber nada sobre ele. Então pensei que o melhor pra tirar ele da cabeça naquele momento era ir pra uma balada gay, dançar e ficar bêbado até pensar em outra coisa. Só que meu plano desandou um pouco quando vi o Ramiro na balada.
Não tinha passado pela minha cabeça ficar com alguém pra "me vingar", pra devolver na mesma moeda o que ele tinha feito comigo, mas naquele momento eu tava tão puto, que não pensei em mais nada quando vi a pessoa que tinha complicado a vida do meu namorado.
Então me aproximei do Ramiro e ficamos conversando um bom tempo. Trago pra cá, trago pra lá, a gente foi se soltando. Ele me perguntou do Joaquín e eu disse que não tava afim de falar sobre ele, aí ele percebeu que as coisas não iam bem e me chamou pra dançar. Não demorou nem dois minutos pra gente começar a se beijar e a meter a mão por todo lado.
— Quero que a gente vá transar! — falo sem rodeios.
— Mas calma aí — ele me diz. — Você é namorado de um amigo, não dá…
— Joaquín não é seu amigo — interrompo. Entre a bebedeira, a raiva e o tesão, não pensava em uma palavra sequer que saía da minha boca. — E eu sei que você me quer. Então vamos transar e pronto.
— Não sei, Germán — ele fala.
Sem dar alternativa, enfiei a mão dentro da calça dele e agarrei o pau dele com vontade. Não tava duro, mas com uns massageados, ele ficou todo empinado.
— Vamos pra minha casa, e vamos transar — digo, me fazendo de ditador. Tava puto com ele também, nem sei por quê. — Entendeu?
— Para, Germán — ele diz, tirando minha mão da calça dele e dando um passo pra trás. — Quem você acha que eu sou? Sim, eu te quero, isso é verdade. E sim, acabou muito mal a minha relação com o Joaquín. Mas não vou transar com você assim. Você tá muito bêbado e além do mais, não vem com ordens pra mim.
Naquele momento, eu percebi que tava fazendo as coisas por causa do álcool. Pedi desculpas e sugeri a gente ir tomar algo mais de boa. Saímos da balada e, como não pensamos em nada, acabamos no bar de um posto de gasolina tomando uma coca, enquanto um velho tomava café a algumas mesas da gente. Ficamos conversando um bom tempo, principalmente sobre coisas dele. Eu não tava com muita vontade de falar, não queria estar ali, queria estar transando.
- Olha, - eu falo, interrompendo ele. - Sei que antes na balada eu fui um cuzão. Te peço desculpas. Mas a verdade é que não tô com vontade de ficar aqui com você tomando uma coca e conversando. Pra isso eu vou pra casa assistir um filme. Tô com vontade de foder. Então se a gente não vai fazer nada, eu vou embora. - Percebi que o comentário soou um pouco violento, então acrescentei: - Desculpa falar assim tão direto, mas é a verdade. E não quero que você pense que tô procurando algo mais com você.
O Ramiro ficou quieto me encarando. Demorou pra me responder, mas quando o fez, falou tão firme quanto eu:
- Vamos pra sua casa. - Ele diz.
A gente se levantou, entrou no carro, e em poucos minutos já tava no sofá da minha casa se beijando como dois tarados que não transavam há meses. Ele tava sentado embaixo, com as costas no sofá, eu tava em cima, com uma perna de cada lado da cintura dele. O Ramiro aproveitou pra tirar minha camiseta.
- Não tô a fim de ser comido, - ele fala um pouco sério. - então vou te foder eu.
- Sem problema. - Eu disse e continuei beijando ele.
Ele fez um sinal pra eu descer, e eu obedeci. Abri a calça dele e o pau saiu disparado na direção da minha cara. Um pau de uns 18 cm que entrou na minha boca muito rápido. Tava com muita vontade de chupar um pau diferente daquele que eu vinha provando há muito tempo, então saboreei o do Ramiro com muita, tô com muita vontade.
- Vai tirando a roupa. - Ele me disse. O Joaquín sempre me contava que o Ramiro era daqueles que falava muito durante o sexo.
Como pude, já que estava ajoelhado na frente dele, fui tirando os tênis e a calça até ficar só de cueca, que naquele dia era vermelha.
- Bonita cueca que você colocou, bebê. - Ele me diz, quase morrendo de rir.
- Viu só. - Eu digo, tirando o pau dele da boca, mas segurando com a mão para fazer uma punheta enquanto respondia. - Vermelha paixão.
- Pra mim essa cueca fala.
- E o que ela diz? - Pergunto, intrigado.
- Tá me dizendo: "me arromba o cu". - Ele responde com um sorriso quase malvado.
Eu continuei chupando o pau dele, enquanto com a mão direita fazia a punheta. Ele não se moveu, apesar do que tinha dito, e esperou que eu decidisse quando era hora de ele "arrombar meu cu". Então, peguei meu bom tempo para aproveitar um pouco mais o gosto do pau dele, até que estava tão excitado, que a única coisa que eu queria era que ele me abrisse o cu bem aberto. Então me levantei, sentei ao lado dele e levantei as pernas, deixando claro que ele podia me arrombar todinho. O Ramiro partiu pra cima na hora.
- Quer que eu chupe um pouquinho pra não doer, putinha? - Ele me diz, cheio de deboche.
- Como você quiser.
- Então vou aproveitar seu cuzinho um cadinho.
Então ele se abaixou e sumiu da minha vista. Pude sentir como ele abriu minhas nádegas com as duas mãos, bem abertas, e como enfiou a língua sem hesitar. Meu cu se abriu sem que o Ramiro precisasse nem colocar um dedo, e a ponta da língua entrou alguns centímetros. Foi incrível, completamente excitante.
- Ah, mas você tá bem aberto, Germán! - Ele me diz, meio surpreso.
- Enfia logo! - Eu digo, quase dando uma ordem. Estava muito excitado.
- Se você diz.
Ramiro se posicionou na minha frente e preparou o pau com uma mão, enquanto com a outra puxava meu pau pra trás, de modo que batesse contra Minha barriga. Um pouco de saliva escorreu pela cabeça do pau e aos poucos fui sentindo ele entrando dentro de mim. Fazia muito tempo que não me fodiam, e quase não me lembrava do quão gostosa era a sensação de se sentir vulnerável naquela situação. A sensação de ser o dominado, de ser aquele que não tem o poder. Aquela sensação que às vezes a gente não quer, naquele dia eu estava curtindo ao máximo.
Os quase 20 centímetros do Ramiro entraram na minha bunda de uma só vez. Eu estava incrivelmente aberto. Excitado ao extremo. Adorava o que estava fazendo só por raiva, só porque o Joaquín já tinha feito antes. E com uma das pessoas que eu mais odiava.
— Que cuzinho divino que você tem — ele me diz.
Ramiro entrava e saía da minha bunda muito rápido. Estava me fodendo maravilhosamente bem. No rosto dele dava pra ver a excitação e o prazer que sentia em estar comigo. Ele mordia os lábios, tinha os olhos fechados e respirava fundo cada vez que enfiava de novo. Era lindo vê-lo assim, me comendo com tanta vontade. E o quanto a gente estava se divertindo.
Depois de um tempo nessa posição, ele pediu pra eu me virar e eu virei. Fiquei de quatro e sem esperar nem um segundo ele enfiou de novo e me comeu com uma fúria incrível. Ele estava descontrolado e isso fazia com que eu me divertisse pra caralho. As mãos dele me agarravam pela cintura e as coxas batiam na minha bunda cada vez que o pau entrava e saía. Que delícia que eu estava sentindo!
— Ahh, que puto que você é! — ele me diz, se aproximando do meu ouvido pra tentar falar baixinho. Mas a excitação do momento fez com que fosse mais um grito do que um sussurro.
— Viu — eu disse, meio cortado porque os movimentos que ele fazia atrapalhavam eu falar. — E você que não queria me foder.
— Sempre tive vontade de você — ele confessou. — E não sabe quantas vezes me toquei pensando em você, nessa bunda.
Não posso negar que adorei isso. Ouvir que ele se masturbava pensando em mim me deixou louco. E percebi que ele... o que ele dizia era verdade pela forma como ele me comia. Como ele me agarrava pela cintura. Como ele enfiava o máximo que podia. Como ele gemia de prazer cada vez que tirava.
- Vem, Ger. - Ele diz e se levanta. - Mexe um pouco você, que me disseram que faz mágica com a bunda.
Ele sentou na cadeira e me chamou com as mãos.
- Então te disseram que eu faço mágica com a bunda. - Olhei pra ele rindo. - Bom, espero não te desapontar.
- De jeito nenhum. - Ele me diz com um sorriso. - Vem sentar que estou com muito tesão.
Ele me chama de novo e eu obedeço. Me virei de costas pra ele e sentei em cima dele, enquanto ele posicionava o pau pra entrar. E entrou sem problemas. Minha bunda estava tão aberta de prazer que nem precisei ajudar. Com o pau lá dentro, sentei bem confortável, joguei as costas no peito dele e comecei a me mexer.
O movimento não era de tirar e meter, mas de um lado pro outro, de cima pra baixo, sempre com o pau bem enfiado.
- Uhh, como você se mexe bem. - Ramiro me diz.
Que tesão que estava! Encostei minha cabeça do lado da dele e ele começou a me beijar no pescoço, o que me deixou ainda mais louco. Podia sentir a respiração forte dele no meu ouvido. Os gemidos de prazer dele. Meus gemidos de prazer! Ele me abraçou e com uma mão começou a tocar meu pau, primeiro só movendo pros lados e depois fazendo uma punheta que me deixava maluco.
- Depois quero gozar na sua boca. - Ele me diz no ouvido, dessa vez num sussurro.
Não disse nada. Estava no meu momento de êxtase total. A punheta que ele estava me fazendo me deixava louco. O pau dele, bem duro, dentro da minha bunda era um prazer dos deuses. Os beijos no pescoço me deixavam todo ligado. Como pude, coloquei minhas mãos na nuca dele, agarrando firme o cabelo e o pescoço, e enchi meu peito de porra. Gozei uma quantidade incrível. Jorrou pra todos os lados, no meu peito, no chão, na mão do Ramiro, nas pernas dos dois. E mesmo assim, não parei de mexer. A excitação que eu tinha dentro ainda estava viva. Eu ainda queria mais.
- Uhhh, quanta porra você tinha, safado. - Ele diz, tirando a mão do meu pau e olhando para ela. - Vamos ver, come ela.
Ele aproximou a mão da minha boca e, sem dizer nada, comecei a chupá-la. Era minha porra, e não era a primeira vez que eu a provava. Mas desta vez era da mão de outro que não era o Joaquín. Ele enfiou primeiro um dedo, depois dois e por fim o terceiro, bem cheios do meu sêmen quentinho, que tinha acabado de sair do meu pau.
- Vem. - Ele diz, me levantando. - Ajoelha.
Ele se levanta, tira a camisinha e começa a se masturbar na minha frente. Eu abro a boca e ponho a língua para fora, esperando que ele a enchesse com sua porra. O Ramiro se masturbava com uma vontade incrível, e fazia isso com a mão que ainda tinha um pouco da minha porra. Ele fazia uma cara de prazer. Eu, ajoelhado, com uma mão tocava meu pau, que ainda estava duro, e com a outra, enfiava dois dedinhos no cu. Eu ainda queria sentir prazer.
O pau do Ramiro começou a jorrar porra. E embora não tenha sido muita (parece que ele tinha feito sexo há pouco tempo e não encheu todo o tanque, haha), foi direto na minha boca. Cada gota. Estava quentinha e encheu toda a minha garganta. Quando vi que não saía mais, fechei a boca e engoli.
- Vamos ver? - O Ramiro me diz. - Engoliu tudo?
Eu abro a boca para que ele veja que não sobrou nenhum sêmen na minha língua.
- Que puto incrível você é! - Ele diz, sorrindo. - Você fode como os melhores!
Peguei o pau dele com uma mão e enfiei na minha boca. Continuei chupando até que ele não estivesse mais duro, e quando os dois estávamos exaustos de prazer, me troquei e decidimos parar por ali. Ele me abriu a porta e eu fui para casa, com o gosto do sêmen dele na boca e com a bunda bem aberta, por um dos ex do meu namorado.
- Não voltamos a conversar muito depois disso. Na verdade, ele agiu como se aquela noite nunca tivesse existido, o que me irritou um pouco. - Digo aos caras com naturalidade. - E o que você pensa quando pensa naquela noite? - me pergunta Luciano. - Foi uma noite qualquer de sexo bom. - digo como se nada tivesse acontecido. - Tento não pensar no Joaquín. Espero que tenham gostado!PabloG
0 comentários - Capítulo 5: Venganza