Oi, meus amigos, sem querer aconteceu comigo o que vou contar agora.
A noite estava tão quente quanto o dia, a baixa tensão fez o ar-condicionado parar de funcionar e, como não há mal que não traga algo de bom, isso me ajudou nesse encontro bem gay com um caminhoneirinho lindo, peludo e gostoso como a noite em que o conheci.
Não conseguia dormir de calor, era quase meia-noite, não aguentava mais, faltava ar e nem um mísero ventilador eu tinha. O ar não funcionava, então decidi levantar, vestir um short, chinelos e uma camiseta, pegar a bike e sair para dar uma volta por uma via coletora que fica a um quarteirão da minha casa. A noite estrelada convidava a isso, não tinha ninguém na rua, só veículos na rodovia que corre paralela a ela. Ia tranquilo olhando tudo, a coletora é muito bem iluminada, estava ideal para circular. Continuei pedalando sem pensar em parar, tinha feito uns três ou quatro quilômetros quando cheguei numa área onde tem várias churrascarias, localizadas à direita, por onde eu estava passando. Só tinha um caminhão estacionado na calçada oposta à que eu ia, na frente do caminhão estava sentado numa cadeirinha de praia um cara sem camisa e de chinelo tomando alguma coisa. Ele estava sozinho, só ele, o caminhão e mais ninguém. As churrascarias estavam fechadas. Me chamou um pouco a atenção o que ele estava fazendo sozinho ali, mas enfim...
Cumprimentei ele com um "oi" que saiu meio tímido e continuei. Ele me respondeu o mesmo. Continuei pedalando tranquilo como vinha, mas uma sensação estranha percorreu meu corpo. Estava calor e eu também estava excitado, assim como o ambiente, mas não criei muitas esperanças. Dois quarteirões adiante decidi voltar para casa e, de quebra, ver um pouco mais de perto esse homem. Estava me aproximando e o coração batia mais forte. O que eu inventava para parar e ver qual era a dele? O pau já estava ficando inquieto! Quando estava a uns metros dele, falei: "Que calor, hein!" "Sim, muito", ele respondeu. Já quase encostando, retruquei: "Mas você aí, de boa, descansando e tomando mate!" "Sim, tomando tereré!"... Nem preciso dizer que já... Eu estava parado na frente dele, me apoiei na bicicleta e começamos a conversar, besteiras nada mais, enquanto eu me deliciava olhando pra ele. Ele tinha o cabelo bem curto, muitos pelos no peito, um caminho de pelos até a virilha, braços fortes e mãos grandes – dava pra ver que fazia trabalho pesado –, e umas pernas peludas e bem definidas. Ele me convidou pra tomar um mate, estava bem gelado e refrescante, enquanto me contava que tinha que sair de manhã pra chegar ao meio-dia no destino, que era do interior, e que daqui a pouco ia deitar um pouco. Mas como tinha jantado há pouco, e já tinha tomado banho num posto de gasolina ali perto, aproveitou pra tomar uns mates e descansar um pouco. Ah, bom, eu, por outro lado, não conseguia dormir de calor e tinha saído pra dar uma volta, falei pra ele.
"Dentro do caminhão você morre de calor?", perguntei.
"Não! Tenho ar, ligo um pouco e depois com o ventilador durmo super bem, tá tudo ajeitadinho. Olha só, eu nunca vi uma beliche num caminhão, posso ver?", perguntei. Ele se levantou e pude vê-lo ainda melhor – estava muito gostoso, muito gostoso mesmo. Foi até a cabine e pude ver aquele bumbum lindo, meu pau já não aguentava mais e deu um pulo, tava doendo, com vontade de gozar! Mas o melhor ainda estava por vir...
Ele abriu a porta e subiu, eu atrás dele. Vi como a bunda dele ficou na altura do meu rosto, por um momento imaginei ela peluda e eu chupando. "Vai pela outra porta, assim você sobe e vê melhor", ele indicou. Fui rápido, abri a porta e subi. Ele estava sentado no volante dando partida e ligando o ar. Olhei pra trás e tinha um verdadeiro quarto, fiquei ainda mais excitado. "É confortável aí atrás?", perguntei. "Confortabilíssimo, dorme muito bem! E deve foder melhor ainda, né?", me animei a dizer. "Uff, você não tem ideia, só falta um chuveiro", ele disse.
Percebi na hora que ele não fugia de uma investida e decidi ir além.
"Pra que, se você tem um posto, toma banho e pronto! Se não, tem um galão com água e lava bem o pau e acabou! Só falta arrumar alguém e terminar a noite muito bem."
"Seria muito bom, mas... Nessa hora? Nessa hora o quê? Se nessa hora estamos só eu e você!
Manda ver logo, e você, qual é? Eu tô de boa, sou versátil.
Eu disse: "Se animar, a gente faz alguma coisa", enquanto arrumava um pouco o pau. Olhei quase distraído e, sem hesitar, ele também tocou no dele. Dava pra ver que era um belo pedaço, ainda não sabia se estava duro.
"Passa atrás?", eu disse. "Sim, passa, fica à vontade", ele me convidou e, em seguida, entrou. Desabotoou o short e tirou. Tava pelado!
Fiz o mesmo, pra não perder tempo. Agarrei o pau dele e me arrepiei — era muito grosso, mas não comprido. Ele suspirou e pegou na minha, que já estava bem molhada. Senti as mãos ásperas dele agarrando com muito carinho.
Explorei o pau dele, toquei nos ovos peludos e duros enquanto ele fazia o mesmo. Continuei e cheguei numa mata peluda e quente: o cu dele.
Me animei e me posicionei pra chupar, mas ele me ganhou de mão — levou meu pau rápido à boca, primeiro a cabeça e depois tudo, tanto que tossiu um pouco. Fiz o mesmo; tava limpo, um cheiro suave saía daquela cabeça latejante. Ficamos um tempo assim, e eu aproveitava pra brincar com o buraco dele — ele gostava.
Coloquei ele de bruços e me certifiquei de que tava limpo — tinha cheiro de sabão. Me animei e chupei. Minha língua abria caminho numa selva de pelos duros, até finalmente chegar no buraco doce, fechado e quente. Debaixo de mim, ele se mexia de prazer e gemida, me deixando ainda mais excitada!
Não tínhamos pressa, então saí e me ajoelhei na frente dele. Ele lambeu meus peitos alternadamente, primeiro um, depois o outro. Descia e chupava meu pau, passava a ponta da língua na cabeça e me fazia gritar de prazer. Tocava meus ovos com suavidade e acariciava minha bunda. Depois, foi minha vez. A cabine estava impregnada de um cheiro doce de sexo.
Coloquei ele de quatro e me surpreendi por estar transando com um macho daqueles — não conseguia acreditar. Lambi o cu dele com vontade, enquanto segurava o pau entre as pernas dele. Tirava e cobria a cabeça, lambia suavemente. Minhas mãos se lubrificaram com o líquido pré-gozo dele. Virei ele... e o recompensei com uma chupada no pau. Ele me agarrou pelas orelhas e levou minha cabeça para baixo, adorava como eu chupava ele. Em um momento, ele me virou, me colocou de quatro, e eu deixei claro que não deixava penetrar, mas que se ele quisesse, eu poderia fazer. "Não, de jeito nenhum", ele disse, "relaxa". E em um segundo, ele separou minhas nádegas e senti sua língua pontuda lambendo meu cu. Que sensação de prazer! Como ele estava chupando, que sorte que eu saí, pensei.
Continuamos mais um tempo repetindo tudo, até que não aguentei mais e disse que meu leite estava perto. "Eu também!!!" ele quase gritou. Nos posicionamos de pé e eu masturbei ele e ele a mim. Um jato quente e abundante saiu de sua rola negra, me atingindo totalmente no pescoço e no peito. O meu fez o mesmo, não parava de jorrar. Senti uma sensação úmida e quente, muito suave – ele estava me chupando. Para retribuir, fiz o mesmo. Suas últimas gotinhas de porra eram muito doces, ele me deixou limpo, tirou até a última gota de gozo.
Ficamos um tempo curtindo o que fizemos e o ar-condicionado do quarto dele. Chupo um pouco mais seu cu e o pau, convidei ele para fazer o mesmo. Ele fez e queria mais, brincamos um pouco e fizemos outra masturbação. Gozamos e nos limpamos com uma toalha úmida que ele tinha do banho. Nos vestimos e descemos, tomamos mais uns mates e nos despedimos, não sem antes trocarmos e-mails e telefones. Combinamos que quando eu voltasse, ele ficaria para passar a noite em casa. Aproveitamos e nos apresentamos, porque não tínhamos feito isso. Eu disse como tinha me divertido e ele fez o mesmo, não sem antes me contar que está noivo, vai se casar no meio do ano, e segundo ele, era algo que queria fazer, e que quer repetir. Alguns amigos dele contavam histórias de encontros gays na estrada, mas até hoje ele era virgem nisso. Mesmo assim, ele mandou muito bem. Nos despedimos com um abraço, peguei a bicicleta e fui para casa, com o pau bem chupado, sem porra e relaxado, mas com um calor dos infernos. Cheguei em casa, tomei um banho. e de volta ao calor sufocante do meu quarto, mas sem dúvidas com o pau muito bem chupado. Um abraço a todos e até a próxima.
A noite estava tão quente quanto o dia, a baixa tensão fez o ar-condicionado parar de funcionar e, como não há mal que não traga algo de bom, isso me ajudou nesse encontro bem gay com um caminhoneirinho lindo, peludo e gostoso como a noite em que o conheci.
Não conseguia dormir de calor, era quase meia-noite, não aguentava mais, faltava ar e nem um mísero ventilador eu tinha. O ar não funcionava, então decidi levantar, vestir um short, chinelos e uma camiseta, pegar a bike e sair para dar uma volta por uma via coletora que fica a um quarteirão da minha casa. A noite estrelada convidava a isso, não tinha ninguém na rua, só veículos na rodovia que corre paralela a ela. Ia tranquilo olhando tudo, a coletora é muito bem iluminada, estava ideal para circular. Continuei pedalando sem pensar em parar, tinha feito uns três ou quatro quilômetros quando cheguei numa área onde tem várias churrascarias, localizadas à direita, por onde eu estava passando. Só tinha um caminhão estacionado na calçada oposta à que eu ia, na frente do caminhão estava sentado numa cadeirinha de praia um cara sem camisa e de chinelo tomando alguma coisa. Ele estava sozinho, só ele, o caminhão e mais ninguém. As churrascarias estavam fechadas. Me chamou um pouco a atenção o que ele estava fazendo sozinho ali, mas enfim...
Cumprimentei ele com um "oi" que saiu meio tímido e continuei. Ele me respondeu o mesmo. Continuei pedalando tranquilo como vinha, mas uma sensação estranha percorreu meu corpo. Estava calor e eu também estava excitado, assim como o ambiente, mas não criei muitas esperanças. Dois quarteirões adiante decidi voltar para casa e, de quebra, ver um pouco mais de perto esse homem. Estava me aproximando e o coração batia mais forte. O que eu inventava para parar e ver qual era a dele? O pau já estava ficando inquieto! Quando estava a uns metros dele, falei: "Que calor, hein!" "Sim, muito", ele respondeu. Já quase encostando, retruquei: "Mas você aí, de boa, descansando e tomando mate!" "Sim, tomando tereré!"... Nem preciso dizer que já... Eu estava parado na frente dele, me apoiei na bicicleta e começamos a conversar, besteiras nada mais, enquanto eu me deliciava olhando pra ele. Ele tinha o cabelo bem curto, muitos pelos no peito, um caminho de pelos até a virilha, braços fortes e mãos grandes – dava pra ver que fazia trabalho pesado –, e umas pernas peludas e bem definidas. Ele me convidou pra tomar um mate, estava bem gelado e refrescante, enquanto me contava que tinha que sair de manhã pra chegar ao meio-dia no destino, que era do interior, e que daqui a pouco ia deitar um pouco. Mas como tinha jantado há pouco, e já tinha tomado banho num posto de gasolina ali perto, aproveitou pra tomar uns mates e descansar um pouco. Ah, bom, eu, por outro lado, não conseguia dormir de calor e tinha saído pra dar uma volta, falei pra ele.
"Dentro do caminhão você morre de calor?", perguntei.
"Não! Tenho ar, ligo um pouco e depois com o ventilador durmo super bem, tá tudo ajeitadinho. Olha só, eu nunca vi uma beliche num caminhão, posso ver?", perguntei. Ele se levantou e pude vê-lo ainda melhor – estava muito gostoso, muito gostoso mesmo. Foi até a cabine e pude ver aquele bumbum lindo, meu pau já não aguentava mais e deu um pulo, tava doendo, com vontade de gozar! Mas o melhor ainda estava por vir...
Ele abriu a porta e subiu, eu atrás dele. Vi como a bunda dele ficou na altura do meu rosto, por um momento imaginei ela peluda e eu chupando. "Vai pela outra porta, assim você sobe e vê melhor", ele indicou. Fui rápido, abri a porta e subi. Ele estava sentado no volante dando partida e ligando o ar. Olhei pra trás e tinha um verdadeiro quarto, fiquei ainda mais excitado. "É confortável aí atrás?", perguntei. "Confortabilíssimo, dorme muito bem! E deve foder melhor ainda, né?", me animei a dizer. "Uff, você não tem ideia, só falta um chuveiro", ele disse.
Percebi na hora que ele não fugia de uma investida e decidi ir além.
"Pra que, se você tem um posto, toma banho e pronto! Se não, tem um galão com água e lava bem o pau e acabou! Só falta arrumar alguém e terminar a noite muito bem."
"Seria muito bom, mas... Nessa hora? Nessa hora o quê? Se nessa hora estamos só eu e você!
Manda ver logo, e você, qual é? Eu tô de boa, sou versátil.
Eu disse: "Se animar, a gente faz alguma coisa", enquanto arrumava um pouco o pau. Olhei quase distraído e, sem hesitar, ele também tocou no dele. Dava pra ver que era um belo pedaço, ainda não sabia se estava duro.
"Passa atrás?", eu disse. "Sim, passa, fica à vontade", ele me convidou e, em seguida, entrou. Desabotoou o short e tirou. Tava pelado!
Fiz o mesmo, pra não perder tempo. Agarrei o pau dele e me arrepiei — era muito grosso, mas não comprido. Ele suspirou e pegou na minha, que já estava bem molhada. Senti as mãos ásperas dele agarrando com muito carinho.
Explorei o pau dele, toquei nos ovos peludos e duros enquanto ele fazia o mesmo. Continuei e cheguei numa mata peluda e quente: o cu dele.
Me animei e me posicionei pra chupar, mas ele me ganhou de mão — levou meu pau rápido à boca, primeiro a cabeça e depois tudo, tanto que tossiu um pouco. Fiz o mesmo; tava limpo, um cheiro suave saía daquela cabeça latejante. Ficamos um tempo assim, e eu aproveitava pra brincar com o buraco dele — ele gostava.
Coloquei ele de bruços e me certifiquei de que tava limpo — tinha cheiro de sabão. Me animei e chupei. Minha língua abria caminho numa selva de pelos duros, até finalmente chegar no buraco doce, fechado e quente. Debaixo de mim, ele se mexia de prazer e gemida, me deixando ainda mais excitada!
Não tínhamos pressa, então saí e me ajoelhei na frente dele. Ele lambeu meus peitos alternadamente, primeiro um, depois o outro. Descia e chupava meu pau, passava a ponta da língua na cabeça e me fazia gritar de prazer. Tocava meus ovos com suavidade e acariciava minha bunda. Depois, foi minha vez. A cabine estava impregnada de um cheiro doce de sexo.
Coloquei ele de quatro e me surpreendi por estar transando com um macho daqueles — não conseguia acreditar. Lambi o cu dele com vontade, enquanto segurava o pau entre as pernas dele. Tirava e cobria a cabeça, lambia suavemente. Minhas mãos se lubrificaram com o líquido pré-gozo dele. Virei ele... e o recompensei com uma chupada no pau. Ele me agarrou pelas orelhas e levou minha cabeça para baixo, adorava como eu chupava ele. Em um momento, ele me virou, me colocou de quatro, e eu deixei claro que não deixava penetrar, mas que se ele quisesse, eu poderia fazer. "Não, de jeito nenhum", ele disse, "relaxa". E em um segundo, ele separou minhas nádegas e senti sua língua pontuda lambendo meu cu. Que sensação de prazer! Como ele estava chupando, que sorte que eu saí, pensei.
Continuamos mais um tempo repetindo tudo, até que não aguentei mais e disse que meu leite estava perto. "Eu também!!!" ele quase gritou. Nos posicionamos de pé e eu masturbei ele e ele a mim. Um jato quente e abundante saiu de sua rola negra, me atingindo totalmente no pescoço e no peito. O meu fez o mesmo, não parava de jorrar. Senti uma sensação úmida e quente, muito suave – ele estava me chupando. Para retribuir, fiz o mesmo. Suas últimas gotinhas de porra eram muito doces, ele me deixou limpo, tirou até a última gota de gozo.
Ficamos um tempo curtindo o que fizemos e o ar-condicionado do quarto dele. Chupo um pouco mais seu cu e o pau, convidei ele para fazer o mesmo. Ele fez e queria mais, brincamos um pouco e fizemos outra masturbação. Gozamos e nos limpamos com uma toalha úmida que ele tinha do banho. Nos vestimos e descemos, tomamos mais uns mates e nos despedimos, não sem antes trocarmos e-mails e telefones. Combinamos que quando eu voltasse, ele ficaria para passar a noite em casa. Aproveitamos e nos apresentamos, porque não tínhamos feito isso. Eu disse como tinha me divertido e ele fez o mesmo, não sem antes me contar que está noivo, vai se casar no meio do ano, e segundo ele, era algo que queria fazer, e que quer repetir. Alguns amigos dele contavam histórias de encontros gays na estrada, mas até hoje ele era virgem nisso. Mesmo assim, ele mandou muito bem. Nos despedimos com um abraço, peguei a bicicleta e fui para casa, com o pau bem chupado, sem porra e relaxado, mas com um calor dos infernos. Cheguei em casa, tomei um banho. e de volta ao calor sufocante do meu quarto, mas sem dúvidas com o pau muito bem chupado. Um abraço a todos e até a próxima.
3 comentários - Noite Quente x 2!
Los camioneros esconden buenas sorpresas!