Eletricista - Parte 2, outro cara (relato gay + fotos)

Primeira parte do relato, onde me descrevo bem, conto quem sou e descrevo alguns dos que participam dessa história.http://www.poringa.net/posts/gay/2268354/El-electricista-Mi-primera-vez-y-el-pendejo-relato-gay-fotos.htmlTive que tomar muito cuidado com mensagens e ligações, não curti nada ter que ficar escondendo meu celular da Pao. Nunca traí ela com ninguém, e quem diria que a primeira vez seria com um homem, bom, um garoto.

Me senti meio desconfortável depois daquela vez com o Maxi. Adorei, sim, mas o que veio depois... Tentei evitar ele por vários dias, semanas. A gente trocava mensagem e eu apagava rápido, tava com minha mulher e muitas vezes acabava pensando nele. Queria ver ele de novo, mas uma parte de mim não se sentia bem com isso.

Vi o Javier algumas vezes depois, no clube, cruzei com ele na rua, saímos pra tomar algo... Um homem que achei muito gostoso, não curtia só os booties jovens.

Um dos dias que fui no clube, o Javi me convidou pra um sítio no fim de semana, onde comemoravam o décimo quinto aniversário dele e da mulher. Assim que ele falou, aceitei na hora. Saber que ia ver o Maxi de novo fora do ambiente do clube me animou, mesmo sabendo que ia ser foda.

Por coincidência, minha mulher tinha um compromisso naquele mesmo sábado do aniversário, uma despedida de solteira. Tudo se encaixou perfeitamente.

Quatro dias antes, falei com o Maxi de novo, comentei que ia e ele ficou mais animado que eu, ainda mais quando soube que eu ia sozinho. Ele disse que os quartos, que eram vários, eram ótimos pra transar porque não dava pra ver quem entrava do pátio, onde rolava a festa, até a casa. Que pra foder sem ninguém perceber era ideal.

Chegou o dia, me vesti muito bem, camisa azul claro justa no corpo, umas calças marrom claro que marcavam bem as pernas, não era skinny. Além disso, desde que fui convidado semanas antes, me matei na academia. Fui todo definido e grandão. Cheguei bem animado, feito um moleque. A noite tava perfeita, nem calor nem frio, mas dava pra cair na piscina.

Pra minha surpresa, o Maxi tava lá com a namorada, isso já me deu uma broxada. Assim a coisa ia complicar. Me apresentei, cumprimentei ela. Ela foi amigável, mas indiferente ao mesmo tempo. Ele me cumprimentou com um beijo no rosto e um aperto de mão bem demorado.
Cumprimentei toda a família, até o Gabriel, que estava lá, lindo como sempre, mas não podia olhar pra ele de um jeito muito diferente do que pro Maxi, ele era muito novo. Mas desde aquela vez que conheci ele até aquele dia, ele tinha crescido bastante, não sei se de altura ou o quê, só sei que tinha um corpo mais trabalhado, era daqueles caras que, mesmo vestidos, dá pra ver que têm um corpo bom. Camisa pra dentro da calça, rabo marcado, boa costas, magro, dava pra ver uns peitorais pequenos, mas muito bons. Eu olhava pra ele e me lembrava da outra vez que vi ele pelado no chuveiro, mas parava de olhar rápido porque a tesão sobe muito rápido, sou muito tarado e, além disso, com quinze anos não podia fazer muita coisa, já bastava um mais velho, com os dois irmãos não dava. Mas mesmo assim, lá estava a fantasia com o Gabi.
Este é o Gabriel, agora já com 18 anos.

Eletricista - Parte 2, outro cara (relato gay + fotos)Passada a noite, tive a chance de falar a sós com o Maxi, e de um jeito bem disfarçado. Juntos na churrasqueira, ajudando com o churrasco, longe de toda a galera e sozinhos, a gente conversou um pouco e ele me explicou o que rolou com a namorada que os pais viram esses últimos dias e convidaram, e que ele não teve como dizer pra ela não ir. Nosso plano de transar de novo foi pro saco. E por que não transar num hotel antes? Ou até na minha casa ou na dele? Na dele é impossível, arriscado demais. Na minha casa não, não podia fazer isso com a minha mulher, e já basta estar com outra pessoa, e essa pessoa ser um homem, e ainda por cima um cara. A ideia do hotel era distante porque, entre nossas conversas serem muito esporádicas, a culpa me perseguia. De alguma forma, fazer ali parecia diferente, e pra ele também. Antes de terminar a conversa, a namorada apareceu.

— Tudo bem? Achei que já tivesse pronto.
— Tá, tá, já vou levar agora. Vai lá e fala que já tá.
— Beleza, tranquilo, campeão kkk — falei.
— Sempre igual, Maxi, sempre com esse humor de merda — ela disse.
— Como você vai tratar sua namorada assim, com ela sendo tão gostosa?
— Valeu, mas ele tá assim ultimamente, parece que algo incomoda ele, mas não me conta.

E ela foi embora, uma mina muito delicada, loira, altura média, cabelo longo e solto, vestido branco bem curto, magrinha e com umas pernas muito boas.

— Qual é o teu problema? Deixa ela, não fala com ela. Ainda mais que a gente tem um rolo, você é capaz de falar tão naturalmente com a minha namorada.
— E daí... você tem uma gatinha muito linda, ela é gostosa, e se você quiser, a gente podia fazer um menage kkk, eu não teria problema, ainda curto mulher.
— Beleza, para por aqui. Se algo rolar, rola, mas não mete ela nas nossas conversas. Como eu falei antes, já é o suficiente o que rola entre a gente, e foder ela assim. É uma falta de respeito, tipo tirar sarro dela.
— Se for pra falar em tirar sarro, quem tá tirando sarro dela é você. Você, você falta com respeito com ele.

Ele pegou uma das bandejas e foi pra mesa grande, puto da vida. Quase não falou comigo, nem olhou na minha cara durante a janta inteira.

Mais pra noite, com um pouco de álcool na cabeça. Muita cerveja. Entrando num tom alegre, não bêbado, só alegre mesmo e tendo a Gabi do lado, a gente começou a conversar. Já que eu não tinha com quem falar porque o Javier tava com a mulher e outros amigos e parentes. Com o Gabriel, a gente começou a falar um pouco de futebol, do clube e dar risada, piadas, etc. E como a gente tava meio solto e eu bebendo, não resisti e comecei a perguntar umas coisas pra ele.

— E a namorada? Cê tem namorada, né?
— Não, não tenho.
— Mas como assim, Gabi? Cê é muito gato, cara, cê tem que ter pelo menos duas gostosas atrás de você.
— Sei lá, não rola com as minas.
— Nem com o shape?
— Que shape? Não, hahahaha.
Mais uma da Gabi

sexoAcho que foi aí que deixei claro meu interesse por ele, como eu tinha notado o físico dele, mesmo ele vestido. Suponho que ali ele percebeu alguma coisa.

—Bom, você treina, isso eu sei.
—Sim, mas tem outra coisa.
—Então, namorado?

E pronto, me deixei levar, ele tinha perguntado. Deixei o álcool me influenciar.

—É... não, também não, haha, que pergunta é essa? Você acha que eu...?
—Não, foi uma piada, Gabi, só isso.
—Tá dizendo que com os caras vou ter mais sorte? hahaha

E aí o cara se passou de esperto.

—Talvez, não, não sei, hahaha, só tava te zoando, Gabi. Vamos deixar pra lá.
—Beleza.

Mais tarde na noite, larguei esse cara e fui pro banheiro. Entrei na casa, não tinha ninguém, tudo apagado. Cheguei no banheiro e atrás de mim vinha o Maxi, e entrou comigo no banheiro.

—Cuidado com meu irmão.
—Só conversamos, o que cê tá fazendo aqui? Podem nos ver, vai embora.
—Nada, vim te falar pra ter cuidado só, pra não passar dos limites nem se exceder.
—Tá tudo bem, não pego tudo que vejo.
—...
—O que cê veio fazer aqui, Maxi? Tá tudo bem ou cê tá puto?
—...

Sem me responder absolutamente nada e meio bêbado, Maxi pega no meu volume e começa a me beijar. A gente se deixou levar, ele me agarrou por todo lado e tava tirando a camisa, enquanto ao mesmo tempo desafivelava a minha. Eu desafivelei o cinto dele eufórica e minhas mãos foram direto pra trás, agarrei a bunda dele toda lisinha, dura, redondinha e bem grande. Pedi pra ele chupar meus dedos e enfiei eles atrás, comecei a enfiar. Aquela bunda toda apertada, como se ainda fosse virgem.

—Que apertadinho que cê tem, hein.
—Não fiquei com ninguém além de você.

Ele desabotoou minha calça e começou a me punhetar. Nós dois ali em pé, nos matando de beijos enquanto nos tocávamos. Eu não aguentava mais, ele desceu, começou a chupar meu pau como nunca. Engoliu de uma vez, garganta profunda. Lambeu ele todo inteiro, todo babado e com um fio de baba caindo, um atrás do outro, e ele queria que eu comesse ele ali mesmo e sem forro. Ele se virou e se apoiou na parede. Era uma coisa muito linda, aquele corpo de um moleque de 18 anos, todo trabalhado, bundão bonito, cintura fina, costas largas e definidas, pernas enormes. Desci e chupei a bunda inteira dele, o cu todo.
Num momento consegui cair em mim, subi a calça e abotoei a camisa, pedi pra ele se trocar e vazar, que não dava pra continuar assim. Já tinha passado um tempão sem a gente aparecer por lá, no pátio. Por sorte tinha muita gente e dava pra disfarçar a falta de um dos dois. Ele queria continuar, se vestiu mas não soltava minha boca nem meu pau. Tive que ser bruto e mandei ele pra fora.

Sem pensar, me arrumei bem rápido e saí atrás dele. Ninguém na festa tinha visto a gente sair junto, mesmo a gente tendo saído com uns metros de distância, muito na cara. E sentado do lado de fora da casa, num banco, estava o Gabi. Susto total quando ele me chama.

— Cadê você? Seu pai estava te procurando.
— No... no... no banheiro. O que foi? Por que ele tá me procurando? — muito preocupado e gaguejando, entregando tudo.
— Nada, só perguntou por você porque não tava te vendo. Só isso.
— Você bebeu?
— Sim, dois ou três copos, só isso. Dá pra perceber?
— É... você tá meio diferente.
— É que tô entediado e não tem ninguém da minha idade pra conversar, só você que pelo menos me acompanhava numa conversa, mas você sumiu por um bom tempo.

Sorte que ele não perguntou pelo irmão, que viu a gente sair praticamente junto, mas já tava ligado e sabia que não devia perguntar, sabia que não tinha como responder aquilo.

— Bom, vou falar com seu pai já que ele tava me procurando.
— Sim, mas depois volta, senão eu fico entediado. Agora vou pra lá também.
— Beleza.

Entre conversa e conversa com Javier e uns amigos do clube, fui bebendo cada vez mais... e de longe via o Gabi sentado na mesa me encarando. De vez em quando eu olhava de volta pra mesa e lá estava ele, me observando.
Quando todo mundo voltou pros seus lugares pra Brinde. Voltei pro meu lugar de antes, do lado dele. Nessa hora já tava bêbado, admito. Ficava olhando pra ele, ele segurava um copo de cerveja. Não sei se os pais dele perceberam ou não, mas ele tava bebendo de vez em quando. Quando o Javi e a mulher começaram a falar antes do brinde, acho que nessa hora o Gabriel já tava bem solto e ligado no que rolou lá dentro, ou pelo menos desconfiando, acho que ele já sacava bem. Lá embaixo da mesa, sem ninguém ver, porque todo mundo tava de olho no casal do aniversário, ele colocou a mão na minha perna. Fiquei duro, com um olhar de medo de alguém ver, olhei pros dois lados e ninguém tava olhando. Fiz que não percebi, como se nada tivesse acontecendo, mas ele sabia que eu já tinha notado e continuou com a mão ali, sem mexer nem nada, só parada. E eu, assustado mas ao mesmo tempo todo feliz, o cara tava afim, ele queria, então não falei nada e deixei ele curtir só de apoiar a mão nas minhas pernas gigantes. Depois de um tempo, ele começou a subir a mão até a minha virilha, quando de repente todo mundo levantou e aplaudiu, me assustei e tirei a mão dele rapidinho, deixando claro que eu sabia muito bem que a mão dele tava ali e que também tinha gostado de ter ela até aquele momento, que se não fosse porque todo mundo levantou, teria deixado continuar.

Fui pro banheiro de novo e, atrás, o Maxi de novo. Chegou e falou que a namorada queria ir embora, que se ela fosse a gente ia poder. Ele já muito bêbado, começou a me beijar e eu tirei ele rápido. Falei pra ele sair agora, porque o irmão dele tinha visto nós dois saindo do banheiro juntos e, pelo visto, ficou um tempão esperando do lado de fora da casa. Ele caiu em si e saiu rápido.

Quando saí do banheiro e voltei pra festa, o Maxi me cumprimenta e fala que tem que ir com ela porque precisa acompanhar, que iam juntos de reme, mas que ia voltar mesmo assim.

Depois de um tempo, ele não voltava, a viagem era meio longa e ele tava mal. Calculei que não ia voltar e que aquela noite não ia rolar nada. Então continuei bebendo, longe da Gabi.
Eram 4 da manhã e já cansado, cheio de álcool no corpo e com sono, falei pro Javier se ele não se importava de eu ir dormir em algum quarto. Tava moído, mas tinha sido um dia cheio de trampo desde cedo.

Subi pra um dos quartos do segundo andar com vista pro pátio, sentei um pouco olhando pela janela, quando reparei bem que a Gabi não tava e achei que ela tava me procurando porque sabia que fui dormir, ou que ela também tinha ido dormir. Fui rápido pra cama e me joguei, não queria que ela falasse comigo nem cruzar com ela. Fingi que tava dormindo um tempo. Escuto as escadas e os passos de alguém entrando no quarto. Não escuto mais barulho. Acho que ficou na porta, ouço bem devagar um tênis caindo, quase sem querer ser ouvido. Sinto a cama afundar de um lado, tinha alguém sentado do meu lado e eu fingindo que tava dormindo. Ficou um tempo ali. Entreabri os olhos e vi, era a Gabi e inevitavelmente comecei a ficar duro. Com as mãos ela começou a me tocar por cima da calça, devagar, não queria me acordar.
Pra galera ver um pouco mais do corpo da Gabi.

BundaQuando fiquei um tempão assim e ela já tava mais dura, ela criou coragem e desabotoou meu cinto bem devagar, abriu minha calça e enfiou a mão por baixo da minha cueca. Eu tava tão, mas tão tesudo que tava vazando um pouco de pré-gozo e ele tocou. Abriu um pouco os olhos e vi ele chupando os dedos com meu pré-gozo. Vi ele tirando a rola pra fora e se tocando enquanto chupava os dedos e curtia. Fechei os olhos completamente. Senti ele puxando minha rola toda pra fora. Senti ele se inclinando bem devagar e de repente a boca dele tava beijando minha cabeça e provando aquele pré-gozo que parecia que ele gostou pra caralho. Chupando só a cabeça, com a inexperiência dele, continuava chupando cada vez um pouco mais. As mãos dele estavam por baixo da minha camisa, me tocando o torso e o peito inteiro, cheio de pelo. Tudo bem suave. Ele babou minha rola toda, misturada com meu pré-gozo, uma coisa toda pegajosa e bem molhada, ouvi ele engolindo a saliva, dava pra ver que a boca dele tava bem pastosa com toda essa mistura. E senti cair um fio de baba da boca dele. Eu me punhetava enquanto ele me chupava, com as mãos dele todas pegajosas. Senti ele se mexer e tirar a calça, abri um pouco os olhos de novo e vi ele de cueca, um sonho. Provavelmente algo genético, aquelas pernas eram incríveis, muito definidas, brancas, pálidas e sem um pelo. Tirou as meias. Subiu em cima das minhas pernas. Começou a desabotoar os botões da minha camisa um por um, me deixou todo exposto, todo peludo e macio. Me massageou com as mãos e senti ele deitar em cima de mim, o corpo todo liso dele, já sem camisa e só de cueca. Senti ele todo macio e definido. Desceu e continuou me chupando por mais um tempo e se atreveu a mais, enfiou tudo pra dentro, engasgou e tirou a boca de novo cheia daquela mistura linda, cuspiu e enfiou tudo de novo de uma vez e assim por um tempão, ele brincando com minha rola, lindo.
Parei um pouco, ele ficou parado sem fazer nada. Levantou e sentou na minha rola, sem enfiar, só sentado e ali se mexendo. Ele chegou perto da minha boca e começou a me beijar, eu fiquei um tempo sem me mexer. Comecei a mover os lábios e continuei fingindo que tava dormindo, querendo simular um reflexo automático de um beijo enquanto tava "dormindo" e bêbado. Ele, todo fofo, segura meu rosto enquanto me beija, metendo a língua, igual qualquer cara tarado, muito bruto e se mexe terrivelmente. Quando para de me beijar, se ajeita bem e coloca meu pau no cu dele e tenta enfiar sozinho. Eu não sabia se "acordava" ou ficava ali. E sentia ele tentando, tirando e colocando aos poucos, enfiando e tirando a cabeça. Só conseguiu enfiar a metade e ficava se mexendo só naquilo, na metade. Se mexia e me dava beijos, gemidos baixinhos pra não me acordar.

Não aguentei mais, levantei as mãos e coloquei na bunda dele, agarrei ele pela cintura e enquanto ele me beijava, abri os olhos e falei no meio do beijo "você é lindo e me desculpa". Como tava segurando ele pela cintura, mandei ele pra baixo direto, deixando eu entrar completamente, e ele deu um grito muito forte e desgarrador, e eu tirei rápido. Ele se assustou e me olhou, não sabia o que fazer e ficou todo vermelho. Só falei pra ele tirar minha calça. Ele tirou, meio assustado com o que tinha feito. Falei baixinho que não era nada, coloquei ele por cima de mim e chupei o pescoço inteiro dele, os peitorais e beijava ele na boca. Fiquei por cima deitado e abracei ele, com os braços e as pernas, eu todo peludo e ele todo lisinho. E apertava ele forte, amassava ele, enquanto me esfregava. Fiquei totalmente pelado. E falei "agora é minha vez". Coloquei ele de bruços e subi em cima dele, chupei a bunda inteira dele, lubrifiquei bem "assim que se faz" falei e aos poucos comecei a enfiar enquanto ele gemia baixinho, até que entrou toda. Deixei ele um tempão ali, enquanto deitava em cima dele, bem colados e virava o rosto dele e beijava. Comecei a me mexer devagar, até que rapidamente coloquei potência e me deixei levar e enfiei forte até o fundo e não parei. Ele começou a gritar e eu tapava a boca dele. Perguntei se Ele gostou, e eu respondi "sim, embora esteja doendo". Levantei um pouco, coloquei as mãos dele na parede e parei, deixando ele de joelhos olhando pra parede, e comecei a meter forte. Ele me olhava no espelho que tinha do lado na parede. Uma imagem linda, ele se deixando comer, com aquele corpo definido e trabalhado, de atleta, e eu, puro treino de academia atrás dele, comendo ele como não fazia há tempos. Os dois suados, molhados por inteiro. Tirei de dentro, sentei na beirada da cama e pedi pra ele sentar em cima de mim me olhando. Ele sentou, com muita dor na expressão. Levantei, colocando meus braços debaixo das pernas dele, segurando ele, apoiei as costas dele na parede, olhando pra fora pela janela, e comecei a comer ele. Ele me abraçou e apoiou a cabeça no meu ombro, começando a gemer, bem baixinho. Eu de pé, ele apertado contra a parede, sentado em cima de mim, me abraçando e me olhando enquanto eu comia ele e ele se masturbava. Ele me diz que já vai gozar e que quer gozar na minha boca, coisa que eu não quis, mas propus algo... se ele deixasse gozar na boca dele e engolisse, eu também deixava. Deitei de novo na cama e coloquei ele em cima de mim, com o pau dele na minha cara, ele de joelhos, apoiando as mãos na parede, olhando pra baixo, olhando pro meu rosto. Eu masturbava ele e enfiava os dedos... e ele gozou, eu com a língua branca e a boca cheia de porra dele, quase cuspindo, e ele desce rápido e me dá um beijo, me fazendo engolir junto com ele, nos comendo com a própria porra dele. Levantei na cama e falei "agora é sua vez". Ele me chupou por um bom tempo, fazendo aquela parada, saliva, pré-gozo, aquela mistura e a garganta profunda dele, ele já tava duro de novo. Gozei como nunca, soltei um grito de gozo bem alto, e ele segurava minhas pernas. Vi ele enchendo a boca de porra, cheia, tanto que escorria pelos cantos da boca, e pedi pra ele engolir tudo, muito obediente, engoliu sem reclamar. Cansado e bêbado como tava, me joguei na cama nu e suado. Ele deitou do meu lado de bruços, com metade do corpo dele em cima do meu, apoiando uma das pernas dele nas minhas, me abraçando com um dos braços e apoiando a cabeça no meu peito.
Pedi pra ele ir tomar um banho rápido, se trocar e deitar. Ele levantou e eu vi ele pelado, aquela bunda linda, olhei bem e ele tava todo molhado atrás, pedi pra ele abrir um pouco as nádegas, surpresa, tinha um pouco de pré-gozo pendurado, eu já de pau duro de novo, pedi pra ele chegar perto assim mesmo se abrindo, falei que ia ajudar ele a fazer aquilo sumir, passei a rola no pré-gozo e meti de novo pra dentro. Ele grita, ri e depois se troca e vai embora.

Eu sou um cara muito responsável, não vão pensar que eu comi ele sem camisinha sem pensar nele, nunca.

Tomei banho e fui pra cama, já sem sono, pensando em como tinha sido gostoso. Fui pegando no sono e acabei dormindo.

No meio-dia quando acordei, acordei com a voz do Gabi parado na porta do quarto com uma sunga bem curta e de chinelo, perguntando se eu ia pra piscina. Respondi que não, que tinha que ir embora, o cara entrou e fechou a porta, se jogou em cima de mim e começou a me beijar, eu sóbrio e muito inibido mandei ele pastar, agarrei ele com um braço, abri a porta, empurrei ele pra fora e fechei de novo.

Me troquei, desci, cumprimentei a família, me convidaram pra ficar até a tarde mas não pude aceitar. Não conseguia olhar na cara do Gabi, nem do Javier, nem da mulher. Tinha ficado com dois dos filhos deles. Depois do que me convidaram e da amizade que eu tinha com a família.

— Sério mesmo que não quer ficar?
— Não, obrigado, Victória, sério. A Pao tá me esperando, a gente tem que sair mais tarde e já tô atrasado. Tenho que estar à tarde na casa dos meus sogros e jantar à noite.
— Ah, claro, entendo. Tudo bem então.

Antes de sair e me despedir de todo mundo, aparece o Gabi todo molhado se secando com a toalha. E na frente de toda a família.

— Já que vai embora, não me leva? É que tenho que fazer umas coisas pro Segunda-feira e já é tarde. Preciso entregar uma parada urgente...

Ele tinha me agarrado, não tinha como dizer não e não dava pra ficar.

— Beleza, então, te levo. Sem problema. Nenhum.

Todo empolgado, foi se trocar. Em menos de dez minutos tava pronto, com um sorriso enorme, sabendo que a gente tinha pelo menos uma hora e meia de viagem, só nós dois.

Nos primeiros vinte minutos, não falamos absolutamente nada.

— Isso tudo fica entre a gente, não conta pra ninguém, nem amigos, nem conhecidos, nada.
— Por quê?
— Porque seu pai não pode saber.
— Ou meu irmão.
— É, qualquer pessoa.
— Mas mais meu irmão, né?
— Tanto faz, qualquer pessoa, falei.
— Eu sei que rolou algo entre vocês, vi vocês entrarem e saírem praticamente juntos e demoraram pra caralho. É estranho, sei lá.
— ...
— É isso, né?
— O quê?
— Que rolou algo entre vocês. Não vou contar pra ninguém, até porque ninguém sabe de mim e eu não ia ficar falando das minhas coisas.
— ...
— Eu sei que se aconteceu algo. Eu... a gente vai repetir, suponho, né? Eu gostei.
— Não, foi coisa de uma vez só. Eu tava bêbado.
— Mas você gostou, senão não teria feito tudo aquilo, tudo. Porque você tava consciente.
— ...

Ficamos um tempo sem falar, minha cabeça fervendo demais, eu gostava dele. E claro que queria que rolasse de novo, mas não. Depois de um tempo, ele coloca a mão na minha perna e peço pra tirar, que tô dirigindo e me deixa desconfortável.

— Chega, tira a mão. Para com isso.
— Qual é, ainda tem uma hora de viagem e a gente tá no meio do nada. Você tá de pau duro.
— Chega.
Assim que imaginam ela um pouco mais.

relatoMe soltou o cinto e eu deixei, ele abriu minha calça e começou a me punhetar enquanto dirigia, e desceu, começou a chupar de boa e eu já não conseguia mais negar, tava entregue de novo e me deixei completamente. Estacionei o carro. Ele tirou a camiseta e pediu pra ir atrás, mas eu neguei, pedi pra ele terminar assim e seguirmos. E tudo aquilo de novo, a pica tava dura pra caralho. Toda aquela mistura de novo de baba e porra. A calça tava molhada de tudo aquilo. Tinha toda a minha pica dentro da boca dele, inteira, garganta profunda. Segurei a cabeça dele e deixei bem lá embaixo, sem deixar ele subir. Tava comendo a boca dele e me mexia bruscamente. Deixei ele tirar a boca e ele me olhou, com os olhos todos lacrimejando e o rosto vermelho, me pediu de novo pra irmos atrás. Com o tesão que eu tava, fui pra trás e tirei tudo. Ele saiu do carro, tirou tudo e voltou a entrar pela porta de trás. Eu tava sentado e ele subiu em cima de mim, tentando se ajeitar pra eu penetrar ele. Com a pica ainda molhada, cuspi um pouco no cu dele e enfiei. Devagar, olhando pra ele, todo marcado... contra a luz. Ele me olhava e começou a se mexer forte, a pular em cima de mim. Gritava que nem um putinho tarado, bem machão mas gritava. Os vidros embaçavam, ele me abraçava enquanto eu comia ele, me beijava na boca e me abraçava de novo. Virei ele sem tirar a pica do cu. Coloquei ele de frente pra mim com os pés no ombro. Comi ele, forte demais. Adorava ver ele tremer com aquela carinha de machão. Ele amava meu físico, me olhava e tocava meus peitorais peludos, o corpo todo, os abdominais, me abraçava e me segurava pela cintura pra eu comer ele, me tocava a bunda. Eu não aguentava mais e perguntei se podia gozar dentro, ele ficou um tempo me olhando, me beijou na boca e falou bem devagar que sim, punhetei ele até ele gozar e eu gozei dentro dele. Ficamos um tempo assim, parados, eu ainda dentro dele. Ele me beijava e falava comigo.

— Gostou?
— Sim, gosto de você.
— Vamos fazer de novo outro dia? Momento?
—Tá complicado.
—Mas sempre dá um jeito, a gente arruma um tempo. Com certeza você vê o Maxi direto.

Me livrei dele e comecei a me trocar.
—Vi ele uma vez só, e é isso, não vou entrar em mais detalhes.
—Tá, mas eu quero te ver de novo.
—Vai ser complicado, mas beleza, não é um não definitivo.
—Você cede rápido, hein hahaha.
—Sei lá, tem algo em você que me faz ir na onda.
—Você gosta de mim.
—Cala a boca, se troca e fica aqui atrás, não quero mais me distrair e tô todo suado, não posso chegar assim.

Pedi pra ele não conversarmos durante a viagem, que eu precisava pensar em um monte de coisa.
Quando cheguei na casa dele, deixei ele e fui direto pra minha. Antes de chegar, recebi uma mensagem:
"Valeu por trazer meu irmão, ele chegou com um sorriso enorme." Era uma mensagem do Maxi, e eu deixei pra lá. Não respondi.

Quando cheguei em casa, a Pao tava tirando um cochilo, então tomei banho, me troquei e coloquei a roupa pra lavar.
Aquilo ficou por ali, com uma puta confusão que já tava vindo do Maxi e agora talvez do Gabi também. Não sabia como lidar com os dois.

Se der tempo, continuo com uma terceira parte. Valeu pelos comentários no post anterior. Adoro que vocês tenham gostado.
Se roubarem ou espalharem a história, pelo menos coloquem a fonte de onde tiraram.
Talvez no próximo eu poste uma foto minha.Me alimento dos comentários de vocês, deixem um! Adoro saber o que acham de tudo isso ;)

49 comentários - Eletricista - Parte 2, outro cara (relato gay + fotos)

Me dejaste durísimo! que pendejo que te comiste!!
Por dios no te podes haber comido ese pendejo jajaj me enamore!
muy bueno...queremos fotos tuyas ahora jeje o al menos de tus 20 x 6
Por dios q buen relato me re calentaste con esas fotos y tus 20x6 queremos fotos tuya papi y cuando necesite un electricista te llamo jjj
Ta lindo el nene!!!!!!!!!! quiero uno asi, pero bien pasivo y bien nena!!!!!!!!
Excelente historia. No dejes pasar tanto tiempo sin actualizarla... Quien sigue en la lista? Javier???
Baco45 +1
Excelente historia, me hice una con el relato de Maxi, y una segunda con Gabi. Te dejo puntos
Me lei las dos partes hoy me encantaron, y los pendejos estan buenisimos
Muy lindo. Pasá también por mi relato y comentá.
Subi la tercera parte ya!!!!! EXCELENTE, no soy de leer relatos, pero este sabia que por algo me iba a gustar!
faaaaaaaa loco me hiciste acabar como burro sobre todo con este 2 relato jejeje
IMPECABLE RELATO. POSTA, SON POCOS LOS QUE PUEDEN ESCRIBIR UNO ASÍ.
hugonz +1
Muy bueno los relatos....y como me calentaron.....
espectacular... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
Me encantó tu relato. Mi fantasia, con pendejos. Hoy por hoy, qué edad tienen los dos? Te di 3 puntos. Y te sigo. Abrazo.
Cheeee pero era necesario subirlo con foto y todo!!!! imaginate al viejo leyendo el relato! el amigo del gym le comio 2 hijos!! muy fuerteeeeeeeeeeeee jajajaja
man8404 +1
ME ESTALLÒ LA CABEZA Y LA PIJA!!! TUS DOS RELATOS SON GENIALES !!!!!
la verdad me clave como tres pajas leyendo esto que buenos pendejooos
Muy buenas tus historias! Porfa conta que paso despues con estos chicos, se siguieron viendo???
La verdad te felicito, me gusto mucho tu relato, es una mezcla de sexo apasionado con ternura. Parece una novela gay, demasiado romantica. Como es mi gusto. Me excito demasiado. Segui asi. Espero tu proximo post.
+10 uno de los mejores relatos que lei, te mereces mas puntos pero no tengo
Leyendo tu relato acabe sin tocarme. Nunca me había pasado eso. Sos un genio.
pibeuy
De los Mejores relatos que leí. Me quedó lampiña a full y mojada! Espero leer mas! Y ver cómo sigue. Saludos
Me encanto el reato y tu manera de relatarlo jaja un diez man!
me recalento , me encantaria ser algunos d elos heranos , que me cojas de paredo .....y quiero chuparte esa pija
Tremendo relato! Muy exitante como contaste todo. Van puntos 😉