Depois de "Verão Divertido - Parte Ihttp://www.poringa.net/posts/gay/2442415/Verano-divertido-Parte-I.htmlDeixei o Marcelo bem satisfeito, então tirei a calcinha, deitamos um pouco e acabamos dormindo.
Já devia ter passado um tempinho quando meu celular tocou, corri pra pegar e voltei pra cama. Era meu pai, em outras circunstâncias eu não teria atendido, mas pra evitar que eles ficassem preocupados e enchessem meu saco, atendi: "Oi paizinho, chegaram bem?". Meu pai me contou que tinham chegado tudo certo, que estavam ótimos, mas que estava ligando pra saber como eu estava. Enquanto falava com meu pai, o Marcelo tinha acordado e começou a apalpar minha bunda.
Para piorar, meu velho não desligava e continuava me dando instruções e eu não podia dizer nada. Marcelo estava atrás de mim e apertava minhas nádegas e brincava com um dos dedos que procurava meu buraquinho. De repente, senti um calor que percorreu toda minha costa e quase me fez gemer, Marcelo estava pressionando minha bunda com seu dedo indicador. Sem perder a posição, ele passou saliva no dedo e pressionou de novo, meu cuzinho começava a abrir... meu velho não desligava. Antes que ele continuasse me contando, eu disse que ia voltar a dormir e ele respondeu que eu ficasse tranquilo e que à noite a gente conversava.
Finalmente desligou... e o Marcelo que não parava, já estava quase enfiando um dos dedos enormes dele, olhei pra trás e perguntei: "tá se divertindo?", ao que ele respondeu: "agora é sua vez de gozar... fica quietinho", e me virou de supetão e me colocou de bruços. Fiquei no meio da cama com a bunda pra cima e as mãos nos lados, totalmente indefeso. Senti que ele começou a descer até meus joelhos, se posicionou atrás de mim e começou a me dar beijos molhados na bunda, apertando minhas nádegas. Sentia ele tão forte, tão grandão do meu lado... com uma mão me segurou pela cintura e com a outra voltou a percorrer meu buraquinho com os dedos, pressionando um pouco mais que antes. Eu sentia como ia ficando solto e se abrindo... o prazer enchia meu corpo de arrepios. Em um momento ele parou e ordenou: "põe um travesseiro embaixo" eu sabia o que ele queria fazer e obedeci. Ele se apoiou de novo nas minhas pernas, abriu minhas nádegas com as mãos e suavemente começou a dar linguadas no buraquinho. Eram como pinceladas... era tão gostoso, ele me molhava e espalhava sua saliva na minha racha.
Com tanto prazer, com tanto tesão, eu já estava duro de novo, e ele percebeu. Me agarrou pela cintura, me levantou e me deixou ajoelhado na cama. Ainda por trás de mim, com uma mão ele apertava minha bunda e com a outra começou a me masturbar. Eu me sentia como um boneco nas mãos dele, e adorei me deixar levar. De novo ele foi enfiando alguns centímetros do dedo e eu me dobrava de prazer, ele fazia com uma força animal que a excitação se misturava com dor, mas eu não conseguia parar. Mas ele queria mais e continuou com dois dedos, primeiro meteu só a pontinha dos dedos e depois mandou os dois lá no fundo… eu tremia de tesão. Ele disse: “vem, fica aqui de pé”, e eu fiquei encostado na parede.
Então ele, ajoelhado atrás de mim, continuou lambendo meu cuzinho que já estava todo encharcado e ardendo. Ele cuspia no buraquinho e brincava com sua saliva e língua, me untando todinha... e com as mãos apoiadas na parede, eu não conseguia me mexer e não queria que aquilo acabasse nunca.
Num certo momento, ele se levantou e me levou até um sofá, dizendo: "sobe aí". Fiquei de joelhos sobre o sofá, encostada num braço do móvel, e percebi que ele também subiu e me segurou pela cintura por trás. Ele disse: "vem pra trás" e, empinando a bunda, comecei a sentir que ele estava com o pau duro de novo, feito uma pedra. Com muita precisão, ele apoiou a cabeça do pau bem no cu, que nessa altura já estava completamente dilatado. Sem demorar muito, ele enfiou o pau todo de uma vez só, e eu senti como se me abrissem ao meio por trás, soltando um grito: "aiiiii". No entanto, logo depois de sentir aquela dor, um prazer indescritível percorreu todo o meu corpo, como um tremor, um arrepio que me deixou com os pelos arrepiados.
Mmm, dá pra ver que você gosta, filhinho..." ela disse e começou uma metida sem dó, me comendo sem compaixão. Eu sentia aquele pedaço de carne, grande e grosso, entrando nas minhas entranhas. Nunca tinha sentido essa mistura de dor prazerosa, e isso me deixava louco. Levei a mão para trás e toquei nela, sentindo como a cada investida aquela rola indomável entrava no meu buraquinho e parecia ficar ainda maior. Virei para vê-la e ela estava desenfreada, irreconhecível, e eu disse: "Buceta, me come mais forte...", o que a deixou ainda mais selvagem.
Ela tirou por um momento, deitou-se e disse: "Sobe no cavalinho", e eu respondi: "Sim, papai". Segurei a rola dela, guiei até minha bunda e subi de uma vez. Senti minhas nádegas apertando os ovos dela e fiquei montado em seu ventre, com toda aquela rola dentro de mim.
Meu pau estava durinho também e ele começou a me masturbar com muita força. Achei tão excitante estar cavalgando ele assim, enquanto nos olhávamos, que já não me aguentava mais. Eu disse: "mmm... não aguento mais..." e ele me respondeu: "vamos chegar juntos". As enfiadas ficaram mais curtas mas mais profundas, o pau dele entrava inteiro em mim e saía de novo, fechei os olhos e meu orgasmo se tornou iminente.
Enquanto me masturbava, as primeiras gotas começaram a escorrer e eu gozei suavemente, ao mesmo tempo, senti dentro de mim enormes jatos de porra sendo liberados. 1, 2 e 3 investidas a mais contra minha bunda e gozamos juntos.
Desci da montaria, peguei o pau dele todo melado que ainda estava quente e passei a língua por ele até deixá-lo limpinho. Voltamos para a cama e acabamos pegando no sono de novo.
Já devia ter passado um tempinho quando meu celular tocou, corri pra pegar e voltei pra cama. Era meu pai, em outras circunstâncias eu não teria atendido, mas pra evitar que eles ficassem preocupados e enchessem meu saco, atendi: "Oi paizinho, chegaram bem?". Meu pai me contou que tinham chegado tudo certo, que estavam ótimos, mas que estava ligando pra saber como eu estava. Enquanto falava com meu pai, o Marcelo tinha acordado e começou a apalpar minha bunda.
Para piorar, meu velho não desligava e continuava me dando instruções e eu não podia dizer nada. Marcelo estava atrás de mim e apertava minhas nádegas e brincava com um dos dedos que procurava meu buraquinho. De repente, senti um calor que percorreu toda minha costa e quase me fez gemer, Marcelo estava pressionando minha bunda com seu dedo indicador. Sem perder a posição, ele passou saliva no dedo e pressionou de novo, meu cuzinho começava a abrir... meu velho não desligava. Antes que ele continuasse me contando, eu disse que ia voltar a dormir e ele respondeu que eu ficasse tranquilo e que à noite a gente conversava.Finalmente desligou... e o Marcelo que não parava, já estava quase enfiando um dos dedos enormes dele, olhei pra trás e perguntei: "tá se divertindo?", ao que ele respondeu: "agora é sua vez de gozar... fica quietinho", e me virou de supetão e me colocou de bruços. Fiquei no meio da cama com a bunda pra cima e as mãos nos lados, totalmente indefeso. Senti que ele começou a descer até meus joelhos, se posicionou atrás de mim e começou a me dar beijos molhados na bunda, apertando minhas nádegas. Sentia ele tão forte, tão grandão do meu lado... com uma mão me segurou pela cintura e com a outra voltou a percorrer meu buraquinho com os dedos, pressionando um pouco mais que antes. Eu sentia como ia ficando solto e se abrindo... o prazer enchia meu corpo de arrepios. Em um momento ele parou e ordenou: "põe um travesseiro embaixo" eu sabia o que ele queria fazer e obedeci. Ele se apoiou de novo nas minhas pernas, abriu minhas nádegas com as mãos e suavemente começou a dar linguadas no buraquinho. Eram como pinceladas... era tão gostoso, ele me molhava e espalhava sua saliva na minha racha.
Com tanto prazer, com tanto tesão, eu já estava duro de novo, e ele percebeu. Me agarrou pela cintura, me levantou e me deixou ajoelhado na cama. Ainda por trás de mim, com uma mão ele apertava minha bunda e com a outra começou a me masturbar. Eu me sentia como um boneco nas mãos dele, e adorei me deixar levar. De novo ele foi enfiando alguns centímetros do dedo e eu me dobrava de prazer, ele fazia com uma força animal que a excitação se misturava com dor, mas eu não conseguia parar. Mas ele queria mais e continuou com dois dedos, primeiro meteu só a pontinha dos dedos e depois mandou os dois lá no fundo… eu tremia de tesão. Ele disse: “vem, fica aqui de pé”, e eu fiquei encostado na parede.
Então ele, ajoelhado atrás de mim, continuou lambendo meu cuzinho que já estava todo encharcado e ardendo. Ele cuspia no buraquinho e brincava com sua saliva e língua, me untando todinha... e com as mãos apoiadas na parede, eu não conseguia me mexer e não queria que aquilo acabasse nunca.Num certo momento, ele se levantou e me levou até um sofá, dizendo: "sobe aí". Fiquei de joelhos sobre o sofá, encostada num braço do móvel, e percebi que ele também subiu e me segurou pela cintura por trás. Ele disse: "vem pra trás" e, empinando a bunda, comecei a sentir que ele estava com o pau duro de novo, feito uma pedra. Com muita precisão, ele apoiou a cabeça do pau bem no cu, que nessa altura já estava completamente dilatado. Sem demorar muito, ele enfiou o pau todo de uma vez só, e eu senti como se me abrissem ao meio por trás, soltando um grito: "aiiiii". No entanto, logo depois de sentir aquela dor, um prazer indescritível percorreu todo o meu corpo, como um tremor, um arrepio que me deixou com os pelos arrepiados.
Mmm, dá pra ver que você gosta, filhinho..." ela disse e começou uma metida sem dó, me comendo sem compaixão. Eu sentia aquele pedaço de carne, grande e grosso, entrando nas minhas entranhas. Nunca tinha sentido essa mistura de dor prazerosa, e isso me deixava louco. Levei a mão para trás e toquei nela, sentindo como a cada investida aquela rola indomável entrava no meu buraquinho e parecia ficar ainda maior. Virei para vê-la e ela estava desenfreada, irreconhecível, e eu disse: "Buceta, me come mais forte...", o que a deixou ainda mais selvagem.Ela tirou por um momento, deitou-se e disse: "Sobe no cavalinho", e eu respondi: "Sim, papai". Segurei a rola dela, guiei até minha bunda e subi de uma vez. Senti minhas nádegas apertando os ovos dela e fiquei montado em seu ventre, com toda aquela rola dentro de mim.
Meu pau estava durinho também e ele começou a me masturbar com muita força. Achei tão excitante estar cavalgando ele assim, enquanto nos olhávamos, que já não me aguentava mais. Eu disse: "mmm... não aguento mais..." e ele me respondeu: "vamos chegar juntos". As enfiadas ficaram mais curtas mas mais profundas, o pau dele entrava inteiro em mim e saía de novo, fechei os olhos e meu orgasmo se tornou iminente.
Enquanto me masturbava, as primeiras gotas começaram a escorrer e eu gozei suavemente, ao mesmo tempo, senti dentro de mim enormes jatos de porra sendo liberados. 1, 2 e 3 investidas a mais contra minha bunda e gozamos juntos. Desci da montaria, peguei o pau dele todo melado que ainda estava quente e passei a língua por ele até deixá-lo limpinho. Voltamos para a cama e acabamos pegando no sono de novo.
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