Hoje venho com outro relato, isso aconteceu comigo na quinta passada. Eu tava muito tarado, justo na quinta anterior eu andei pelos bosques de Palermo de patins e levei um puta tombo, então fiquei uma semana trancado em casa sem conseguir andar direito. A vontade de comer uma pica era impressionante, mais do que o normal, e aí um macho que me come de vez em quando me mandou mensagem — uma vez por semana eu vejo ele com certeza. Combinamos de nos encontrar no lugar de sempre, no parque Avellaneda à noite. Fui, passei pra parte gradeada onde não entra absolutamente ninguém e, na escuridão que mal deixava enxergar, fui procurando ele. E logo achei: ele tava atrás de umas árvores, se tocando no pacote. Cumprimentei ele e, na hora, sem dizer mais nada, ele começou a tirar a camiseta, a calça, a cueca, as meias. Em segundos, aquele macho tarado tava pelado na minha frente, tudinho pra mim. O que mais eu podia querer? Ele deve ter uns 26 anos, magro, 1,75 de altura, corpo bom de academia, uma pica muito boa, uns 19x5 (mas de verdade, não aqueles 19x5 imaginários que alguns falam e quando você vê pessoalmente mal chega a uns 15x4, hahaha). "Vai, tira a roupa, putinha", ele me disse, e obviamente obedeci meu macho. Já pelado, me ajoelhei e me dediquei a chupar bem a pica dele. Ficar uma semana sem pica pra um promíscuo como eu não foi nada legal, e comer uma tão boa foi uma delícia. Brincava com minha língua no freio da cabeça da pica dele, descia lambendo aquele tronco duro até os ovos, chupei eles um pouco, voltava até a ponta e enfiava o máximo que conseguia na boca. Mas é grande e me fazia engasgar. Tentei tirar da boca, mas ele adora me fazer engasgar com a pica dele, então me agarrou pelas dreads e começou a foder minha boca com tudo. Eu fazia força, mas ele claramente tem mais força que eu, então me manobrou do jeito que quis. Depois me surpreendeu: apoiou as mãos numa árvore caída que tinha por perto, mostrando a bunda, e disse: "Vem, promíscuo, chupa meu ass", o que mais eu podia pedir? enfiei a cabeça naquele ass delicioso! como eu chupei! que ass tremendo que ela tem! eu passava a língua no buraquinho, aquele buraquinho apertado mas delicioso que ela tem! queria comer ele com a língua, enfiava bem no centro do ass, mordia os glúteos, apertava eles com minhas mãos, e tentei enfiar os dedos já que vi ela gostar tanto, pra ver se ela deixava e tal, mas também não me deixou enfiar muitos, fiquei um bom tempo comendo a bunda dela, só de lembrar já fico de pau duro, depois foi a vez dela me chupar e como sempre fez muito bem, sentir aquela língua me deixava louco! na hora senti toda a buceta molhada, dilatada, com vontade de ser comida! e foi assim, na hora ela vestiu uma camisinha, me fez ficar de quatro na grama e começou a me montar, gemidos enormes de puta comecei a dar, não conseguia me calar, ela tava me dando com tudo, me segurava pela cintura e me comia sem parar e bem forte, enquanto me dizia coisas tipo "toma puta, vai, mostra essa bunda" "você gosta, puta?" e eu entre gemidos dizia que sim, que adoro como ela me fode e ela começou a me dar uns tapas fortes na bunda, com certeza deixou a mão marcada, a bunda bem vermelha ela deve ter deixado, depois me fez levantar, me apoiou contra a árvore caída, mostrei a bunda e ela enfiou tudo de novo, metia até o fundo e tirava e assim uma e outra vez, meus gemidos estavam muito altos então ela pegou a cueca dela e colocou na minha boca pra eu me calar, aquela cueca com cheiro de macho me excitava e muito! depois de ficar um bom tempo assim, ela tirou e vi que foi pegar algo na mochila, se aproximou de mim e começou a enfiar algo na minha bunda, não sabia o que era, olhei pra trás e a safada estava enfiando uma garrafinha de coca na minha bunda enquanto com a outra mão se masturbava pra caralho, enfiava tudo até onde dava, e girava dentro da minha bunda o que me fazia gritar como uma puta no cio, enfiava bem forte, soltava e se Mantive a garrafa enfiada no meu cu, depois ele mandou eu me abaixar flexionando as pernas sem tirar a garrafa do meu cu, deixando a garrafinha parada no chão. "Beleza, agora monta do teu jeito e enquanto isso chupa a pica que vou te dar de leite". Comecei a cavalgar a garrafinha, não é algo que me excite muito, prefiro uma pica do que uma garrafa, mas fazer o quê, isso deixava ele louco e eu sou um putinho bem gaúcho, então o que meu macho quer, eu faço. "Vai, monta assim, sua puta, continua assim", enquanto eu pegava na pica dele e batia uma bem rápido, olhando direto nos olhos dele, e ele começou a gemer pra caralho. Aquela pica tava prestes a explodir. "Vai sair o leite, puta", e eu meti na boca na hora, esperando aquele leitinho gostoso e quente do meu macho. Nisso, eu já tinha gozado pra caralho quase sem me tocar, de tanto tesão a porra saltou sozinha. Depois que os dois gozaram, ficamos deitados no mato um tempão, nos vestimos, conversamos um pouco e fomos embora. Claro, antes falei que ele tem meu número e que me ligue quando quiser marcar algo. Esse machinho tarado às vezes me liga no horário de almoço do trampo dele, se tranca no banheiro e eu ajudo ele a gozar. Adoro! Acho que nesses dias vou ver ele de novo.
8 comentários - me garcho en el parque avellaneda III (relato gay)