me garcho en el parque avellaneda III (relato gay)

Hoje venho com outro relato, isso aconteceu comigo na quinta passada. Eu tava com um tesão danado. Justo na quinta anterior, eu tava andando de patins pelos bosques de Palermo e levei um tombo fudido, então fiquei uma semana trancado em casa sem conseguir andar direito. A vontade de comer uma pica era impressionante, mais do que o normal. E aí, do nada, um macho que me come de vez em quando me mandou mensagem — uma vez por semana eu vejo ele com certeza. Combinamos de nos encontrar no lugar de sempre, no parque Avellaneda, à noite. Fui, passei pra parte gradeada onde não entra absolutamente ninguém, e no meio da escuridão, que mal dava pra enxergar, fui procurando ele. E logo achei: tava atrás de umas árvores, se tocando todo no pacote. Cumprimentei ele e, sem dizer mais nada, ele começou a tirar a camiseta, a calça, a cueca, as meias. Num instante, aquele macho tarado tava pelado na minha frente, tudinho pra mim. O que mais eu podia querer? Deve ter uns 26 anos, magro, 1,75 de altura, corpo bom de academia, uma pica muito boa, uns 19x5 (mas de verdade, não aqueles 19x5 imaginários que alguns falam e quando você vê pessoalmente mal chega a uns 15x4, hahaha). "Vai, tira a roupa, putinha", ele me disse. E, claro, obedeci meu macho. Já pelado, me ajoelhei e me dediquei a chupar bem a pica dele. Ficar uma semaninha sem pica pra um promíscuo como eu não foi nada legal, e chupar uma tão boa foi uma delícia. Brincava com minha língua no freio da cabeça da pica dele, descia lambendo aquele tronco duro até os ovos, chupei eles um pouco, voltava até a ponta e enfiava o máximo que conseguia na boca. Mas é grande e me fazia engasgar. Tentava tirar da boca, mas ele adora me fazer engasgar com a pica dele, então me pegou pelas dreads e começou a foder minha boca com tudo. Eu fazia força, mas ele claramente tem mais força que eu, então me manobrou do jeito que quis. Depois, me surpreendeu: apoiou as mãos numa árvore caída que tinha por perto, mostrando a raba, e disse: "Vem, promíscuo, chupa meu ass", o que mais eu podia pedir? enfiei a cabeça naquele ass delicioso! como eu chupei! que ass tremendo que ela tem! eu passava a língua no buraquinho, aquele buraquinho fechado mas delicioso que ela tem! queria comer ele com a língua, enfiava bem no centro do ass, mordia os glúteos, apertava eles com minhas mãos, e tentei enfiar os dedos já que vi ela gostar tanto pra ver se ela deixava e tal, mas também não me deixou enfiar muitos, fiquei um bom tempo comendo a bunda dela, só de lembrar fico de pau duro, depois foi a vez dela de chupar o meu e como sempre fez muito bem, sentir aquela língua me enlouquecia! na hora sentia toda a Booty molhada, dilatada, com vontade de ser comida! e foi assim, na hora ela vestiu uma camisinha, me fez ficar de quatro na grama e começou a me montar de novo, gemidos enormes de puta eu comecei a dar, não conseguia me calar, ela tava me dando com tudo, me segurava pela cintura e me comia sem parar e bem forte, enquanto me dizia coisas como "toma puta, vai, mostra a Booty" "você gosta puta?" e eu entre gemidos dizia que sim, que adoro como ela me fode e ela começou a me dar uns tapas fortes no ass, com certeza deixou a mão marcada, o ass bem vermelho ela deve ter deixado, depois me fez levantar, me apoiou contra a árvore caída, mostrei a Booty e ela enfiou tudo de novo, metia até o fundo e tirava e assim uma e outra vez, meus gemidos estavam muito altos então ela pegou a cueca dela e colocou na minha boca pra eu me calar, aquela cueca com cheiro de macho me deixava com muito tesão! depois de ficar um bom tempo assim, ela tirou e vi que foi pegar algo na mochila dela, se aproximou de mim e começou a enfiar algo no meu ass, não sabia o que era, olhei pra trás e a safada tava enfiando uma garrafinha de coca no meu ass enquanto com a outra mão se masturbava pra caralho, enfiava tudo até onde podia, e girava dentro do meu ass o que me fazia gritar como uma puta no cio, enfiava bem forte, soltava e se manteve a garrafa enfiada no meu cu, depois me mandou agachar dobrando as pernas sem tirar a garrafa do meu cu, deixando a garrafinha parada no chão. "beleza, agora monta do teu jeito e enquanto isso chupa a pica que vou te dar de porra", eu comecei a cavalgar a garrafinha, não é algo que me excite muito, prefiro uma pica do que uma garrafa, mas fazer o quê, isso deixava ele louco de tesão e eu sou um putinho bem gaúcho, então o que meu macho quer, eu faço. "vai, monta assim, puta, continua assim", enquanto eu pegava na pica dele e batia uma bem rápido, olhando direto nos olhos dele, e ele começou a gemer pra caralho, aquela pica tava prestes a explodir. "vem aí a porra, puta", e eu meti na boca na hora, esperando aquela porra gostosa e quente do meu macho. nisso tudo, eu já tinha gozado pra caralho quase sem me tocar, de tanto tesão a porra saltou sozinha. depois que os dois gozaram, ficamos largados no gramado um tempão, nos vestimos, conversamos um pouco e fomos embora, claro que antes falei que ele tem meu número e que me ligue quando quiser pra marcar algo. esse machinho tarado às vezes me liga no horário de almoço do trampo dele, se tranca no banheiro e eu ajudo ele a gozar, adoro! então acho que nesses dias vou ver ele de novo.

8 comentários - me garcho en el parque avellaneda III (relato gay)

¡Yo quiero fotos tuyas! Me encantan tus relatos...
Muy bueno el relato!!!!!!!!!!!!!!! me dejaste al palo!!!!!!!!!!!!!!
Como siempre, muy caliente el relato! ... estaba por irme a dormir pero vas a hacer que salga una mas!! 😛
porque a mi no me pasan esas cosas Gonza??? 😞
jajaja no se, tengo un iman para las pijas 😛