Fala galera, essa história é real, aconteceu esses dias e sinto que preciso contar pra alguém, mesmo não tendo mais ninguém pra desabafar.
Pra proteger a identidade das pessoas envolvidas, os nomes vão ser fictícios.
Ontem à noite a gente decidiu se encontrar, eu, o Mariano e o Lucho, tomar umas no meu hotel, fazer um esquenta e depois sair pra balada. A ideia era só ficar bem doidão por aí, aproveitando que a gente é jovem. Mais ou menos meia-noite a gente começou a tomar umas Quilmes no hotel, umas misturas com vodca e saímos pra balada. No caminho, compramos um maço de cigarro que não ia durar nada na noite. Chegamos no lugar, a três quadras do hotel, e ficamos super animados. Era uma festa de salsicha, só homem pra todo lado — não que eu esteja reclamando, mas faltava mulher no rolê.
Apesar de tudo, a noite ficou muito boa. Terminamos dançando bachata com umas minas de Villa Carlos Paz. Entre os champanhes, as cervejas, a vodca e os cigarros, a noite passou bem rápido. Saímos da balada, me despedi da mina que tava dançando com um beijo meio exagerado — só pra constar, foi ela quem começou — e voltamos pro hotel. O Lucho ficou lá fora esperando ir embora com uma das minas que ele tava dançando, mas a amiga dela, meio puta, estragou a noite dele. Eu e o Mariano fomos pro hotel, tomamos mais uma cerveja e acabei resgatando ele no banheiro de um dos quartos.
Já tenho um histórico enorme fazendo isso, sempre sobra o bêbado e eu cuidando dele. Não me incomoda, na verdade, até gosto. Depois de meia hora no banheiro, levantei ele e levei pro mesmo quarto que o meu. Nunca pensei que pudesse rolar alguma coisa, mesmo com nossas orientações sexuais sendo diferentes — eu curto tanto mulher quanto homem, apesar de ter mais atração por caras. A questão é que, na real, nunca Pensei em passar dos limites com ele, pelo fato de que o respeito muito, apesar de estar apaixonado por ele já faz um bom tempo. Antes de deitar, Mariano, eu peço pra ele tirar a calça, ele não recusa, só me diz pra olhar pro outro lado. Eu, sem problemas, viro de costas. Quando ele termina, eu tiro minha calça, mas fico com a camisa vestida, apago a luz, fecho as persianas e tranco a porta do quarto. Deito do lado oposto da cama e fecho os olhos, sabendo que nada ia rolar. Passou um tempo e acordei de novo, senti que estavam me tocando por cima da roupa íntima. Mesmo olhando pro outro lado, a mão do Mariano estava em cima da minha cueca. Não queria interpretar mal a situação, ele é hétero e sente um certo "pudor" em relação a homossexuais, é algo compreensível, mas o que explicava aquela situação acontecer? De repente, vejo ele tentando enfiar a mão dentro da cueca. Obviamente, não reclamei e deixei rolar. Uns minutos depois, ele abaixou minha cueca com a mão e, com a mesma, pegou meu pau já duro. Era uma situação totalmente arrepiante e excitante ao mesmo tempo. Apesar de ter achado que ele fosse continuar, a situação parou por ali, nem mais um movimento. Então, depois de esperar uns minutos e perguntar pro Mariano se ele tava bem, sem obter resposta, me senti obrigado pelos meus impulsos a continuar. Peguei a mão dele e movi de baixo pra cima, fazendo ele me masturbar. Apesar do movimento, dava pra sentir que ele tava profundamente dormindo. Decidi seguir em frente e aproximei um pouco mais meu corpo do dele, soltei a mão dele, liberando-a e deixando apoiada na barriga dele. Peguei a cueca dele e deslizei suavemente pra baixo. Apesar de ter sido meio brusco, a coisa deu certo. A bunda dele era uma coisa linda, mesmo sendo uma bunda de homem, tinha uma maciez incrível e a típica cobertura peluda não estava lá, bem lisa e muito apreciável. Acariciei um pouco as nádegas dele. até chegar no cu dele, massageei com cuidado até o ponto que decidi enfiar um dedo pra ver como ele reagia, isso sempre pensando no que aconteceria se ele acordasse, felizmente não acordou e ele reagiu muito bem à penetração sem precisar dilatar. Peguei meu pau e salivei ele com minha própria cuspe, quase certo do que ia rolar, mas antes não hesitei em passar minha mão no "volume" dele que sempre tive vontade de ver, tudo no escuro talvez não desse pra ver, mas toquei e senti, algo inexplicável, a peluda dele, os ovos grandes, realmente de um tamanho considerável e o pau dele ainda mole, de tamanho significativo, não hesitei em roçar e procurar tocar a cabeça dele, enquanto fazia isso pressionava meu pau entre as nádegas dele esperando pra meter, não sabia como me sentir, então me deixei levar, ainda mole soltei o pau dele pra me concentrar em abrir espaço pra conseguir enfiar meu pau, peguei com uma mão a nádega direita dele e levantei, ele durante todo o tempo ficou de costas pra mim, e com a mão direita guiei meu pau pro cu dele, na primeira vez foi meio complicado enfiar, mas um pouco de cuspe ajudou a situação, depois de meter sentia como o cu dele fazia uma força considerável pra me expulsar, e a única coisa que conseguia era apertar ainda mais meu pau e me excitar ainda mais, depois de um pouco mais de força consegui enfiar tudo, foi um momento de tensão porque notei um pouco de desconforto no rosto dele, tentei continuar um pouco mais e dar umas bombadas, depois de conseguir e seguir mais e mais, acariciei todo o peito e abdômen dele até chegar no pau dele e bater uma pra ele, depois de um pouco mais de penetração o pau dele cresceu pra um tamanho incrível, considerando que no passado a gente teve uma conversa sobre tamanho, e a verdade é que os 20 centímetros ficaram curtos comparado com o que pude tocar, um pau grosso e cheio de veia com uma cabeça perfeitamente posicionada sem nenhuma curvatura, era uma sensação linda tocar cada centímetro daquele pedaço de carne, sem nunca esquecer dos testíbooties. depois de um tempo penetrando o Mariano e masturbando ele, cheguei ao auge da minha excitação, gozando dentro dele, o que me deu ainda mais vontade de continuar masturbando ele com meu pau ainda dentro, até sentir o corpo dele tremer antes de chegar ao clímax. quando ele gozou, eu não conseguia parar de tocar o pinto dele coberto por aquele néctar. depois de um tempo, resolvi me retirar, tirei meu pau e arrumei a roupa íntima dele de novo, depois de limpar bem o púbis, o pinto e os testíbooties dele com as mãos. coloquei a cueca no lugar e deixei tudo como se nada tivesse acontecido.
umas horas depois, virei de novo e, ao fazer isso, abri os olhos e vi que ele tinha se virado pra ficar de frente pra mim, com o rosto na minha direção. ele sempre teve uns lábios que me enlouquecem, não muito grandes, mas perfeitos. senti uma vontade enorme de beijar ele e, sem pensar muito, mesmo com a boca seca, umedeci os lábios e beijei ele. ele só reagiu com um movimento no lábio inferior. nunca quis tanto morder uma boca quanto a dele. me segurei e fiquei na minha até a noite acabar. quando acordei, ele foi embora primeiro depois de uma ligação, e eu acompanhei ele até a porta. parecia que ele não lembrava de nada do que tinha rolado nem de ter participado.
de uma forma ou de outra, me senti bem. não me arrependo do que fiz, mesmo sabendo que foi errado.
gostaria de saber a opinião de vocês sobre essa história.
nota* Lucho e Mariano, assim como eu, são meio viciados em esculpir o corpo, então os dois também malham na academia. sempre gostei do Mariano pelo corpo dele, apesar da personalidade que, no começo, não é muito agradável. mas, conhecendo cada detalhe dele, sinto uma sensação de presença total. Mariano tem pele morena e cabelo castanho, olhos castanhos, costas largas, bíceps e tríceps enormes, pernas grossas mesmo sem treinar elas, tem cerca de 1,85m e, bom, sim Você leu a história, mais dados sobre ela você pode ter.
Nota* Se quiserem saber de mim, sou mais do que um corpo, mas vou me descrever de um jeito que vocês entendam: sou de pele branca, loiro acinzentado, olhos azuis, 19 anos, trampador e estudante militar. Malho meu corpo e sou muito viciado nisso mesmo.
A história é real e 100% autêntica.
Pra proteger a identidade das pessoas envolvidas, os nomes vão ser fictícios.
Ontem à noite a gente decidiu se encontrar, eu, o Mariano e o Lucho, tomar umas no meu hotel, fazer um esquenta e depois sair pra balada. A ideia era só ficar bem doidão por aí, aproveitando que a gente é jovem. Mais ou menos meia-noite a gente começou a tomar umas Quilmes no hotel, umas misturas com vodca e saímos pra balada. No caminho, compramos um maço de cigarro que não ia durar nada na noite. Chegamos no lugar, a três quadras do hotel, e ficamos super animados. Era uma festa de salsicha, só homem pra todo lado — não que eu esteja reclamando, mas faltava mulher no rolê.
Apesar de tudo, a noite ficou muito boa. Terminamos dançando bachata com umas minas de Villa Carlos Paz. Entre os champanhes, as cervejas, a vodca e os cigarros, a noite passou bem rápido. Saímos da balada, me despedi da mina que tava dançando com um beijo meio exagerado — só pra constar, foi ela quem começou — e voltamos pro hotel. O Lucho ficou lá fora esperando ir embora com uma das minas que ele tava dançando, mas a amiga dela, meio puta, estragou a noite dele. Eu e o Mariano fomos pro hotel, tomamos mais uma cerveja e acabei resgatando ele no banheiro de um dos quartos.
Já tenho um histórico enorme fazendo isso, sempre sobra o bêbado e eu cuidando dele. Não me incomoda, na verdade, até gosto. Depois de meia hora no banheiro, levantei ele e levei pro mesmo quarto que o meu. Nunca pensei que pudesse rolar alguma coisa, mesmo com nossas orientações sexuais sendo diferentes — eu curto tanto mulher quanto homem, apesar de ter mais atração por caras. A questão é que, na real, nunca Pensei em passar dos limites com ele, pelo fato de que o respeito muito, apesar de estar apaixonado por ele já faz um bom tempo. Antes de deitar, Mariano, eu peço pra ele tirar a calça, ele não recusa, só me diz pra olhar pro outro lado. Eu, sem problemas, viro de costas. Quando ele termina, eu tiro minha calça, mas fico com a camisa vestida, apago a luz, fecho as persianas e tranco a porta do quarto. Deito do lado oposto da cama e fecho os olhos, sabendo que nada ia rolar. Passou um tempo e acordei de novo, senti que estavam me tocando por cima da roupa íntima. Mesmo olhando pro outro lado, a mão do Mariano estava em cima da minha cueca. Não queria interpretar mal a situação, ele é hétero e sente um certo "pudor" em relação a homossexuais, é algo compreensível, mas o que explicava aquela situação acontecer? De repente, vejo ele tentando enfiar a mão dentro da cueca. Obviamente, não reclamei e deixei rolar. Uns minutos depois, ele abaixou minha cueca com a mão e, com a mesma, pegou meu pau já duro. Era uma situação totalmente arrepiante e excitante ao mesmo tempo. Apesar de ter achado que ele fosse continuar, a situação parou por ali, nem mais um movimento. Então, depois de esperar uns minutos e perguntar pro Mariano se ele tava bem, sem obter resposta, me senti obrigado pelos meus impulsos a continuar. Peguei a mão dele e movi de baixo pra cima, fazendo ele me masturbar. Apesar do movimento, dava pra sentir que ele tava profundamente dormindo. Decidi seguir em frente e aproximei um pouco mais meu corpo do dele, soltei a mão dele, liberando-a e deixando apoiada na barriga dele. Peguei a cueca dele e deslizei suavemente pra baixo. Apesar de ter sido meio brusco, a coisa deu certo. A bunda dele era uma coisa linda, mesmo sendo uma bunda de homem, tinha uma maciez incrível e a típica cobertura peluda não estava lá, bem lisa e muito apreciável. Acariciei um pouco as nádegas dele. até chegar no cu dele, massageei com cuidado até o ponto que decidi enfiar um dedo pra ver como ele reagia, isso sempre pensando no que aconteceria se ele acordasse, felizmente não acordou e ele reagiu muito bem à penetração sem precisar dilatar. Peguei meu pau e salivei ele com minha própria cuspe, quase certo do que ia rolar, mas antes não hesitei em passar minha mão no "volume" dele que sempre tive vontade de ver, tudo no escuro talvez não desse pra ver, mas toquei e senti, algo inexplicável, a peluda dele, os ovos grandes, realmente de um tamanho considerável e o pau dele ainda mole, de tamanho significativo, não hesitei em roçar e procurar tocar a cabeça dele, enquanto fazia isso pressionava meu pau entre as nádegas dele esperando pra meter, não sabia como me sentir, então me deixei levar, ainda mole soltei o pau dele pra me concentrar em abrir espaço pra conseguir enfiar meu pau, peguei com uma mão a nádega direita dele e levantei, ele durante todo o tempo ficou de costas pra mim, e com a mão direita guiei meu pau pro cu dele, na primeira vez foi meio complicado enfiar, mas um pouco de cuspe ajudou a situação, depois de meter sentia como o cu dele fazia uma força considerável pra me expulsar, e a única coisa que conseguia era apertar ainda mais meu pau e me excitar ainda mais, depois de um pouco mais de força consegui enfiar tudo, foi um momento de tensão porque notei um pouco de desconforto no rosto dele, tentei continuar um pouco mais e dar umas bombadas, depois de conseguir e seguir mais e mais, acariciei todo o peito e abdômen dele até chegar no pau dele e bater uma pra ele, depois de um pouco mais de penetração o pau dele cresceu pra um tamanho incrível, considerando que no passado a gente teve uma conversa sobre tamanho, e a verdade é que os 20 centímetros ficaram curtos comparado com o que pude tocar, um pau grosso e cheio de veia com uma cabeça perfeitamente posicionada sem nenhuma curvatura, era uma sensação linda tocar cada centímetro daquele pedaço de carne, sem nunca esquecer dos testíbooties. depois de um tempo penetrando o Mariano e masturbando ele, cheguei ao auge da minha excitação, gozando dentro dele, o que me deu ainda mais vontade de continuar masturbando ele com meu pau ainda dentro, até sentir o corpo dele tremer antes de chegar ao clímax. quando ele gozou, eu não conseguia parar de tocar o pinto dele coberto por aquele néctar. depois de um tempo, resolvi me retirar, tirei meu pau e arrumei a roupa íntima dele de novo, depois de limpar bem o púbis, o pinto e os testíbooties dele com as mãos. coloquei a cueca no lugar e deixei tudo como se nada tivesse acontecido.
umas horas depois, virei de novo e, ao fazer isso, abri os olhos e vi que ele tinha se virado pra ficar de frente pra mim, com o rosto na minha direção. ele sempre teve uns lábios que me enlouquecem, não muito grandes, mas perfeitos. senti uma vontade enorme de beijar ele e, sem pensar muito, mesmo com a boca seca, umedeci os lábios e beijei ele. ele só reagiu com um movimento no lábio inferior. nunca quis tanto morder uma boca quanto a dele. me segurei e fiquei na minha até a noite acabar. quando acordei, ele foi embora primeiro depois de uma ligação, e eu acompanhei ele até a porta. parecia que ele não lembrava de nada do que tinha rolado nem de ter participado.
de uma forma ou de outra, me senti bem. não me arrependo do que fiz, mesmo sabendo que foi errado.
gostaria de saber a opinião de vocês sobre essa história.
nota* Lucho e Mariano, assim como eu, são meio viciados em esculpir o corpo, então os dois também malham na academia. sempre gostei do Mariano pelo corpo dele, apesar da personalidade que, no começo, não é muito agradável. mas, conhecendo cada detalhe dele, sinto uma sensação de presença total. Mariano tem pele morena e cabelo castanho, olhos castanhos, costas largas, bíceps e tríceps enormes, pernas grossas mesmo sem treinar elas, tem cerca de 1,85m e, bom, sim Você leu a história, mais dados sobre ela você pode ter.
Nota* Se quiserem saber de mim, sou mais do que um corpo, mas vou me descrever de um jeito que vocês entendam: sou de pele branca, loiro acinzentado, olhos azuis, 19 anos, trampador e estudante militar. Malho meu corpo e sou muito viciado nisso mesmo.
A história é real e 100% autêntica.
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