Mi nuevo vecino - Parte II

Luego de "Mi nuevo vecino"

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Segue Parte IIDiminuímos um pouco a temperatura, meu vizinho abriu outra cerveja e eu servi mais coca pra mim. Depois dessa experiência, a gente tava mais à vontade. Fiquei só de cueca, igual ele. Franco sentou no sofá maior e eu sentei na frente dele, encostando minha raba no volume dele, dava pra apoiar minhas costas e ficar protegido pelo peito e pelos braços dele.Mi nuevo vecino - Parte IIA verdade é que o filme foi muito bom e a gente se amarrou vendo até o final. De vez em quando ela me dava uns beijos molhados no pescoço, na nuca, passava a mão na minha barriguinha, nas costas, mas a gente conseguiu se segurar. Quando o filme acabou, ajeitamos um pouco as coisas e ele parecia cansado. Então eu falei: "Bom, vizinho, vou indo dormir", mesmo querendo ficar ali. Por sorte ele sacou a indireta e disse: "Sei que você deve estar cansado, mas se quiser, fica pra dormir e só, beleza?" Obviamente aceitei. Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele.

O quarto era tão ou mais bonito que a sala, e tinha uma cama enorme. De repente, fiquei meio tímido e esperei ele me dizer o que fazer. Franco falou pra eu ficar à vontade, mas não sei por que fiquei com vergonha de tirar a cueca, então só me enfiei num canto da cama. Ele foi escovar os dentes e pegar água. No caminho, apagou a luz do quarto e deixou só uma luzinha que vinha do corredor. Sem perceber, fui pegando no sono como se estivesse na minha casa. Passou um tempo, senti ele entrar na cama, senti aquelas pernonas roçando nas minhas, mais fininhas, ele sussurrou "descansa aí" e eu apaguei.

Tava tendo um sonho bem profundo quando comecei a sentir uma coisa molhada na minha bunda. Fui acordando e sentia lambidas e beijos. Quando me toquei, minha cueca tava no joelho, eu tava de bruços e meu vizinho tava passando a saliva dele nas minhas nádegas e indo direto pro meu buraquinho. Não sabia se ele percebia que eu já tava acordado, mas ele repetia: "que gostoso que você é, que bundinha redonda que você tem..." Foi aí que comecei a sentir os primeiros roçados da língua dele no meu cu, depois uns beijos bem molhados e, por fim, a língua inteira dele babando no fundo da minha bunda.analMe segurava pela cintura e investia contra minha bunda. Eu não aguentei mais e soltei um gemido. Foi como um convite pra ele chupar mais minha buceta e enfiar a língua quase dentro de mim. Ele disse: "sabia que podia passar a noite inteira fazendo isso" e eu respondi: "e eu adorando a noite inteira, mas..." "mas o quê?" ele perguntou, e eu respondi: "mas quero sentir seu pau também". Ele se afastou, se levantou e baixou a cueca. Eu virei de lado e pude ver, de novo o pau dele duro como um mastro, parecia maior do que nunca.boqueteEle me olhou com muito desejo, minha buceta transbordava de saliva dele e eu esperava, e ele me disse: “vou ser sincero, nunca fiz isso, mas tô com muita vontade, nunca me senti assim”. Perguntei se ele tinha camisinha, ele respondeu que sim e foi colocar uma que tirou de uma gaveta. Voltou pra mim e perguntou: “e agora?” e eu falei: “vem pra cima de mim e se deixa levar”. Ele se virou, puxou o lençol que cobria parte das minhas pernas e subiu em cima de mim. Senti primeiro as pernas dele contra as minhas e depois o pau dele encostado nas minhas nádegas. Ele chegou mais perto e começou a apontar a ferramenta dele pra minha buceta. Primeiro ficou meio que rodeando, não acertava meu buraquinho até que de repente senti ele pressionar. Soltei um gemido e ele percebeu que tava no caminho certo. Se firmou bem contra minha bunda e começou a empurrar, minha buceta resistia, mas eu tava com vontade de provar aquele pedaço de carne. Com uma mão ele me segurava pela cintura e com a outra continuava fazendo pressão. Assim fui relaxando e ele enfiou os primeiros centímetros do pau dele. Eu tinha experiência com sexo anal, mas me surpreendeu a dor que a grossura do aparelho dele causou. Entraram 1, 2 e 3 centímetros e eu soltei um grito entre dor e prazer. Franco só entendeu que era prazer e continuou forçando. De repente ele se animava mais e a respiração dele ficava mais forte, tava virando um animal. Eu falei: “Fran, devagar que tá doendo um pouco”, mas ele respondeu: “que buceta gostosa que você tem, Tomy”. Era como se ele não me ouvisse, me segurava mais firme na cintura e voltava a empurrar.relatoFran devagarzinho... Aiiii" — consegui dizer antes de sentir ele enfiar quase toda a rola em mim. Minhas pernas tremiam e eu me sentia espremida, meu coração batia a mil. Aí ele soltou a rola, me segurou pelos ombros e começou a meter e tirar, enquanto falava: "que bunda linda que você tem, como não vou te comer...". Nunca tinha tido um troço daquele tamanho dentro de mim, ainda mais com tanta brutalidade. Eu tentava segurar ele até que, num momento, a dor passou e eu comecei a fazer parte daquilo — cada estocada eu sentia com prazer e acompanhava o movimento com minha raba.gayEu tava metendo muito forte e agora já tinha chegado até o fundo. Sentia o suor dele escorrendo pelas minhas costas e meu pau também tinha endurecido. Comecei a me tocar e a me masturbar, enquanto Franco me comia sem controle.

De repente, sem tirar a rola de dentro, ele me virou de lado e continuou metendo com mais força. Quando percebeu que eu tava me masturbando, tirou minha mão e começou a bater uma pra mim. Meu pau era minúsculo perto do dele, mas tava duríssimo. As batidas das bolas dele contra minha bunda ficavam cada vez mais firmes, mais curtas, mas mais profundas. A mão dele e as estocadas me esquentavam cada vez mais, e eu percebi que tava perto de gozar. Franco também sentiu e começou a bater mais forte pra mim, então não demorou muito até eu soltar um gemido de prazer e gozar na mão dele. Me estremeci de tesão, tive aqueles segundos em que a gente nem sabe onde tá, e logo senti meu vizinho me comendo com mais força. Minha gozada tinha deixado ele ainda mais excitado, e ele metia até o fundo com ainda mais vontade. Nessa altura, eu já achava que ele ia gozar, mas os movimentos dele não paravam, minha bucetinha ficava minúscula e eu me sentia um boneco sendo sacudido. Consegui me virar só um pouco pra olhar pra ele, ele tava transformado, parecia muito selvagem, a tatuagem de touro no peito dele era como um símbolo da fúria dele. Ele me olhou e disse: “nunca aconteceu isso comigo, como você me deixa tão louco…” E eu respondi: “me enche…” Isso desencadeou uns movimentos desenfreados, como se fosse raiva, e as pulsações dele pareciam um galope.colherzinhaDe repente, começou a diminuir o ritmo das estocadas, mas cravando os dedos na minha cintura. Aí soltou um rugido final e senti um formigamento dentro de mim. Ele ficou parado, se deitou do meu lado e se acalmou. Tava banhado de suor, molhando minhas costas e minha bunda, o que me deixava com mais tesão. Ele sussurrou no meu ouvido: "Isso foi brutal, não achei que ia curtir tanto". E eu respondi: "Ninguém nunca fez comigo o que você acabou de fazer, meu corpo ainda tá tremendo". Com cuidado, ele se afastou e tirou a pica. Levantou e foi pro banheiro. Eu tava deitado de bruços na cama, com a cueca no joelho, me sentindo violado, mas muito feliz. Franco voltou logo, o pau dele meio mole ainda era enorme. Chegou perto, tirou minha cueca de vez e deitou do meu lado. Me abraçou de conchinha, encostou a rola entre minhas nádegas e, sem falar nada, a gente dormiu. FIM.lutador de boxe

5 comentários - Mi nuevo vecino - Parte II

Que buen vecino por favor 🤤 🤤 🤤 🤤

Excelente el relato y las imágenes, una obra de arte completa, sensual, erótica, dulcemente caliente 💥
Gracias por compartir 👍
costas
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