No dia seguinte, acordei cedo pra tomar café da manhã, como a gente sempre faz na minha família quando vai pro sítio. Claro, sem o Félix, que devia estar dormindo que nem uma pedra depois da trepada que ele deu na minha irmã. Ela tinha levantado sim: olheiras, mas de bom humor pra caralho, então com certeza tinha feito um banquete com aquela pica enorme. Como sempre, decidimos que íamos pro Jumbo (um supermercado gigante), onde os homens compram as coisas pro churrasco e as mulheres fazem umas comprinhas. Minha irmã, enquanto tirava a mesa do café e começava a lavar a louça, me mandou perguntar pro Félix se ele queria ir junto ou continuar dormindo. Que momento!
Entrei no quarto e a luz fraca da manhã passava pela cortina. Dava pra ver aquele touro apagado de barriga pra cima, cobrindo o rosto com o travesseiro, sem coberta, com as pernas de carvalho e o torso de mármore, e uma cueca cinza meio surrada, daquelas bem de hétero, mas que com esforço segurava a anaconda dormindo no meio das pernas. Era tipo aqueles salames premium que vendem em açougues chiques, lacrados a vácuo. Era isso que o tecido da cueca fazia com a pica dele. E eu mudo, implorando pro meu cérebro gravar aquela imagem pra sempre.
QUE PORRA É ESSA, GORDUDA? – perguntou o Félix, meio dormindo, achando que tava falando com minha irmã.
NÃO, SOU O FEDE – respondi, tímido.
Ele tirou a cabeça de baixo do travesseiro e se ajeitou pra me olhar com cara de sono, estranho e safado, pronto pra me ouvir.
É QUE A GENTE VAI PRO JUMBO FAZER AS COMPRAS, LEVA UMAS DUAS HORAS, POR ISSO ME MANDARAM PERGUNTAR SE VOCÊ VAI JUNTO OU CONTINUA DORMINDO. – falei.
E ele respondeu: CONTINUO DORMINDO. E VOCÊ TAMBÉM NÃO VAI, QUANDO A GENTE FICAR SOZINHO, TRAZ MEU CAFÉ PRA CÁ.
EU: É QUE EU SEMPRE VOU COM O MEU PAI PRA AJUDAR COM O CHURRASCO...
FÉLIX: JÁ RESOLVI – disse, cortante, e se cobriu de novo com o travesseiro.
Voltei pra minha família naquele estado de transe que esse cara me deixava e expliquei que o Félix ia sobrou, e eu preferi ficar estudando (que é a única desculpa que nunca falha com um pai) pra depois poder passar o dia com eles. Eles foram. Preparei torradas, subi vários doces e um suco de laranja e levei tudo pro Félix, que já tava mais acordado vendo o canal de esportes da cama. Ele recebeu a bandeja dizendo – VALEU, BEBÃO, AGORA FAZ UMA MASSAGEM NOS MEUS PÉS ENQUANTO EU TOMO CAFÉ DA MANHÃ TRANQUILO – e ficou na dele, e eu massageando. Eu mesmo me surpreendia, mas obedecer ele era natural pra mim. Nunca tinha feito isso, nem fantasiado. Se já senti atração por homens, mas não assim, não com esse tesão. Também não fantasiava fazer com outros, mas ele simplesmente se impunha. Então fiquei massageando ele. Olhando pro volume dele sem parar. Curtindo o momento um tempo até que ele disse (sem tirar os olhos da TV e enquanto mastigava uma torrada) – SE AJUDA COM ESSA BOQUINHA QUE VOCÊ TEM UMA BOQUINHA LINDA – então enquanto massageava, comecei a lamber e beijar os pés dele. Fechei os olhos e curti até ouvir – OPA, TÁ QUERENDO ESCAPAR A TARARIRA. GUARDA ELA PRA MIM QUE TÔ COM FRIO – olhei e um pedaço daquela pica de mamute que tinha começado a ficar roxa tinha escapado pela lateral da cueca. Ele tava tomando o suco de laranja dele, o resumo dos esportes tinha acabado e ele tava me encarando. Eu, obediente, peguei o pedaço de pau que tinha escapado e coloquei de volta na cueca, o que era meio ridículo porque quase não cabia.
FÉLIX: VOCÊ GOSTA DE ME SERVIR, VIADO – eu concordei com a cabeça, ele sorria e passava os pés já bem molhados no meu rosto sem parar. Movia minha cara com eles. Tapava meus olhos. Me dava "tapinhas" e alternava na minha boca o dedo ou a parte que queria que eu lambesse – VOCÊ TÁ MAIS GOSTOSO HOJE, promiscuous. FICOU COM VONTADE DE CHUPAR MINHA PIROCA ONTEM, promiscuous? – concordei de novo com a cabeça, sentia uma pressão tão forte no peito quando tava com ele que ficava difícil falar. falar – POBRE promíscua... ACONTECE QUE EU TENHO QUE ME EXCITAR MUITO, MUITO MESMO, PRA DEIXAR VOCÊ ME CHUPAR. VAMOS VER COMO PODEMOS TE AJUDAR... LEVANTA E TIRA A ROUPA – ele me ordenou. Eu já começava a passar mal, morria de vergonha de me despir na frente dele. Mas obedeci. Ele, entre risadas, murmurou – ESSA PIQUININHA... – e continuou rindo – VAMOS VER, PEGA AQUELE TANGA ROSA DA SUA IRMÃ E COLOCA, POR TRÁS VAI FICAR INCRÍVEL EM VOCÊ, E PELA FRENTE ACHO QUE NÃO MUDA MUITO.
EU – NÃO, POR FAVOR – respondi.
FÉLIX – NINGUÉM TE PERGUNTOU NADA, VIADO, COLOCA O TANGA E NÃO ME FAZ FICAR BRAVO. – obedeci, ele me olhava enquanto comia mais uma torrada – VIU? FICOU LINDA EM VOCÊ.
OBRIGADO – falei
FICA DE QUATRO E MOSTRA ESSA BUNDINHA – ele indicou, eu obedeci – NOSSA, MAS QUE BUNDA MAIS INCRÍVEL, SÉRIO, MAIS PORNO QUE A DA SUA IRMÃ. VOCÊ GOSTA DE EXCITAR SEU MACHO? – perguntou.
SIM – respondi com aquela voz de putinha que me sai quando tô excitada, da qual ele morre de rir.
BOM, ENTÃO MEXE ESSA BUNDINHA, PORQUE AS CADELINHAS QUANDO TÃO FELIZES MEXEM A RABA SEM PARAR. – não tive escolha, então comecei a rebolar a bunda pra ele sem olhar, de vergonha, e de repente a cueca dele cai na minha cara. Me viro pra olhar a pica que eu amava, mas ele com o pé trava minha cara no chão e diz – NÃO, NÃO, NÃO, PUTINHA, COLOCA A CARA NA CUECA PRA CHEIRAR BEM E DE QUEBRA DEIXA A BUNDA DE MENINA QUE VOCÊ TEM AINDA MAIS EMPINADA – Obedeci. Que cheiro forte tinha aquela cueca! Ele me deixou um tempão fazendo aquilo sem falar nada até que de repente – VEM RASTANDO PRA CÁ, PUTINHA – ou seja, com a cabeça na frente da pica dele, que nessa hora já era um termo de carne dura, com aqueles ovos enormes, e ele sentado na beirada da cama com as pernas bem abertas. – COLOCA O NARIZ NAS BOLAS E SENTE O CHEIRO QUE JUNTEI SÓ DE DORMIR – fiz isso, me excitava demais aquele cheiro de macho, acho que o que eu mais queria era sentir o cheiro dele, que prazer – VOCÊ GOSTA DO CHEIRO DE BOLAS DE HOMEM, NÉ?
EU: SIM, SIM. FELIX: AGORA TOCA SUAS BOLINHAS E SEU CU (eu fiz) ELAS TÊM CHEIRO?
EU: NÃO…
FELIX: CLARO QUE NÃO, PORQUE PUTINHO NÃO TEM CHEIRO DE HOMEM. E VOCÊ É O QUÊ?
EU: UM promíscuo.
FELIX: MUITO BEM, APRENDE RÁPIDO, VIADO. FAZ UMA punheta promíscua PRA MIM.
EU: SIM (e comecei a bater uma punheta nele com uma mão)
FELIX: SÓ UMA MÃO? E O QUE A GENTE FAZ COM O RESTO DA pica?
Pensei que fosse uma indireta pra eu chupar, então abri a boca e me aproximei, mas ele me parou com os dedos na minha testa, rindo.
FELIX: NÃO, VIADO, VOCÊ NÃO TEM PERMISSÃO PRA CHUPAR. O QUE A GENTE FAZ COM A pica INTEIRA QUE SOBRA?
A verdade é que eu não entendia, mas lembrando do dia anterior, comecei a me dar tapas na cara com a pica. Ele, entre risadas, falou de novo – haha NÃO, VIADO, PARECE QUE VOCÊ GOSTA DISSO, MAS NÃO. VAMOS LÁ, CONTA QUANTAS MÃOS SUAS CABEM NA MINHA pica – Eu fui empilhando elas desde a base, e primeiro tenho que dizer que na base minha mão não fechava totalmente, e segundo que contei três palmas inteiras e uma quarta quase inteira. E falei – QUATRO – e ele respondeu – VAMOS VER, OLHA NA SUA – eu olhei – UMA E MEIA – ele riu e disse
FELIX: CLARO, A pica DE UM HOMEM TEM MAIS QUE O DOBRO DA DE UM promíscuo. E QUANTAS MÃOZINHAS VOCÊ TEM, promíscuo?
EU: DUAS
FELIX: E POR QUE VOCÊ NÃO USA AS DUAS PRA BATER UMA PRA MIM, promíscuo BURRO?
EU: DESCULPA (falei enquanto voltava a sacudir a linguiça de javali dele, agora com as duas mãos)
FELIX: TÁ BEM, É COMPREENSÍVEL, COM ESSA PIROQUINHA QUE TE COLOCARAM ONDE OS HOMENS TÊM A pica, VOCÊ NEM DEVERIA SABER QUE DAVA. COM CERTEZA VOCÊ SE TOCA COM DOIS DEDINHOS TIPO PINÇA, NÉ?
E eu disse que sim pra não contradizer ele. Eu acho que minha pica é relativamente normal. Só que do lado desse orangotango que tinha um extintor entre as pernas, eu realmente parecia ridículo. Ele se recostou com as mãos na nuca e ficou só curtindo a punheta que eu tava batendo. Eu tava muito concentrado em fazer direito, em manter o ritmo. Perfeito e igual. Ele tava curtindo. Eu tava excitado, queria agradar ele. Além disso, não conseguia parar de admirar aquela pica enorme e aqueles ovos hipnóticos, e de me sentir cheio de poder por estar segurando ela. E pensar que eu tava no chão com a calcinha rosa da minha irmã, batendo uma pra uma pica tremenda de um macho forte que tava de pernas abertas na cama… Isso nunca tinha passado pela minha cabeça, mas fazer o quê… não sei…
Félix se sentou de repente e eu me assustei por reflexo, mas sem parar de bater porque achava que ele não ia gostar – NÃO SE ASSUSTA, CACHORRINHO, TÁ FAZENDO TUDO MUITO BEM, NÃO VAI TE ACONTECER NADA – ele me acalmou enquanto passava a mão na minha cabeça como se eu fosse um bichinho, depois colocou um dedo na frente da minha boca como apontando pra mim, entendi na hora e comecei a chupar o dedo dele olhando nos olhos dele. A cara dele era de uma putaria total, depois foi colocando mais dedos até eu chupar a mão inteira dele, enfiando e tirando sem parar enquanto ria da minha cara de viado até que ele tirou a mão toda babada e limpou na minha cara dizendo – QUER LAMBER MINHAS BOLAS, NÉ? Eu concordei com a cabeça, não conseguia falar. – ENTÃO, SERVE-SE – ele falou baixando os olhos de leve como apontando pra elas. Sem hesitar, mas com toda adrenalina, finalmente, consegui lamber. Chupei aqueles ovos grandes e peludos com todo desejo. Entreguei ao meu instinto. Passei a língua neles com paixão de viado. – EXCELENTE, VIADO – me incentivou Félix – AGORA METE AS DUAS BOLAS NA BOCA – qualquer um (eu inclusive) sabia que era impossível, tô falando de meter algo tipo dois kiwis na boca. Mas ninguém naquela altura (eu inclusive) teria coragem de negar uma ordem daquele macho. Então fui tentar até morrer, tudo isso sem parar de bater uma pra ele! E me sentindo rigorosamente avaliado pra uma prova que eu queria passar de qualquer jeito. Comecei a tentar, mas dava pra enfiar uma de cada vez, ou uma e um monte de saco, mas duas, tava longe enquanto Félix não parava de me corrigir repetindo sem parar “AS DUAS PUTO. FALEI OS 2. VOCÊ CONSEGUE, PUTÃO. VAI”. E fui tentando até que pareceu realmente impossível, e eu falei: “NÃO CONSIGO, FELIX, SÃO GRANDES DEMAIS”. Ele me pegou pelos cabelos, colocou a cara dele na minha e cuspiu em mim.
FELIX: CONSEGUE SIM, VOCÊ É PUTÃO O SUFICIENTE. CONSEGUE SIM. VAI COM MAIS FORÇA
EU: “MAS NÃO QUERO TE MACHUCAR”
FELIX: (rindo) SÃO BOLAS DE HOMEM. VOCÊ NÃO VAI ME MACHUCAR. NÃO SOU UM VIADINHO QUE PRECISA CHUPAR COM CUIDADO.
EU: MAS DEIXA EU USAR AS MÃOS PRA AJUDAR A COLOCAR NA BOCA. (E o tempo todo eu nunca ousei parar de bater uma pra ele).
Félix cuspiu de novo na minha cara e disse: “SEM MÃOS. AS MÃOS SÃO PRA BATERR UMA. VAI, TRATA DO TEU SERVIÇO.” E me puxou bruscamente do pescoço até as bolas “VAI, SEJA BEM PUTÃO E VAI DAR CERTO” ele me incentivou mais uma vez. Comecei a tentar enfiar as bolas na boca igual um cachorro faminto, da minha boca saíam sons estranhos de porco comendo. Não dava pra acreditar que o Félix nem se incomodava com a grosseria que eu tava comendo as bolas dele. De repente, sinto ele se inclinar com o torso sobre mim e depois um dedo percorrendo a tirinha da tanga que cobria minha bunda, e depois aquele dedo fazendo massagens circulares no meu cu. Comecei a ferver. Meus peitos endureceram. Enfiei um ovo grande na boca e pensei “deixo esse aqui dentro e só largo quando pegar o outro” e a baba escorria no chão sem parar, e eu sugava forte igual quando o chimarrão entope, e mordia sem querer aqueles ovos, mas ele não falava nada, só dizia “AI QUE PROMISCUA VOCÊ TÁ FICANDO” e de repente… GLUP!, dois ovões na boca, minhas bochechas infladas pelas bolas, minha cara ainda cuspida, meu cabelo suado de tanto esforço, minhas mãos morrendo de cansaço por nunca ter parado de bater uma, e eu orgulhoso e feliz por ter conseguido, feliz por ter o canto dos lábios esticado ao máximo pra abrigar dois ovoões peludos de macho argentino. Ele parou de dedar, voltou pra posição, bateu palmas rindo e disse: VIU SÓ? ERA VIADO?
ZHGIII, ZIIGHH – eu afirmei, embora soasse estranho porque eu estava com a boca cheia de bolas que, depois do trabalho que tive pra enfiar, não ia soltar. Ao mesmo tempo, continuava batendo uma pra ele, era inacreditável a resistência daquele touro.
PODE DESCANSAR AS MÃOS, E CONTINUA BRINCANDO COM A LÍNGUA NAS MINHAS BOLAS SEM TIRAR ELAS DA BOCA. – que alívio! Soltei as mãos que estavam no limite da tendinite, sentia elas pulsando, apoiei no chão que nem uma putinha, e me dediquei a brincar com as bolas na boca como se fossem dois caramelos "meia-hora" gigantes. Olhando fixo nos olhos dele enquanto ele esfregava sem parar a pica no meu rosto como se fosse um limpador de para-brisa, ficamos assim um tempão em silêncio até que ele puxou as bolas pelos pelos da minha boca e falou.
FELIX: AGORA SIM. VOCÊ MERECEU. VOU DEIXAR VOCÊ CHUPAR MINHA PIROCA. MAS VOU TE ENSINAR AOS POUCOS. COLOCA SUAS DUAS MÃOZINHAS AQUI NA BASE DESSA PIROCA. – eu obedeci – TÁ VENDO QUE SOBROU UM PEDAÇINHO LIVRE? – o "pedaçinho" era do tamanho da minha piroca, talvez 1 ou 2 cm mais comprida, e muito mais grossa.
EU: SIM
FÉLIX: BOM, CHUPA SÓ ESSA PARTEZINHA, ASSIM VOCÊ SENTE O QUE É CHUPAR UM PAUZINHO PRIMEIRO. VOU TE ENSINAR A VALORIZAR A CARNE. SE SENTIR MUITO AMARGO, NÃO SE ESTRANHE, É QUE DEVE TER FICADO O GOSTO DO CU DA SUA IRMÃ, FICA TRANQUILO.
Comecei a mamar. Tava extasiado. Era o que eu mais queria! Tava feliz. E era verdade, tava amargo...
FELIX: DÁ PRA VOCÊ OU QUERIA TIRAR UMA MÃO PRA PODER COMER MAIS PIROCA? O QUE VOCÊ ESCOLHE?
EU: (sem tirar a piroca da boca. Isso não tava nos meus planos) MAIS BOCA.
FELIX: HAHA ADORO, É BEM DE VIADO FALAR COM A BOCA CHEIA DE PIROCA. E CLARO QUE VOCÊ QUER MAIS PIROCA. É UMA MERDA CHUPAR TÃO POUCA PIROCA. É A MESMA COISA QUE NADA. VOCÊ VAI ENTENDER QUE COM O PAUZINHO QUE VOCÊ TEM, PRA GATINHA VOCÊ É UMA DECEPÇÃO. VOCÊ NASCEU VIADO. A SUA PARADA É COMER. NINGUÉM VAI QUERER SUA PIQUITINHA NUNCA, VAGABUNDA. AGORA SIM, TIRA UMA MÃO E PROVA O QUE É UMA PIROCA DE HOMEM NORMAL.
Repito que o cara me alucinava, mas minha piroca Era normal! Imagina que, tirando uma mão, comecei a chupar uns 20cm de pau mais ou menos (e isso que ainda tinha uma das minhas mãos na base). Na real, tava bem difícil enfiar tudo aquilo na boca. Tinha que me esforçar pra caralho e, às vezes, nem conseguia. Mas eu tava cada vez mais excitada.
FELIX: TÁ GOSTANDO MAIS ASSIM, VIADO?
EU: SI SIM…
FELIX: BOM, ENTÃO É ASSIM QUE VAI SER COM A MAIORIA DOS PAUS QUE VOCÊ CHUPAR. OS PAUS NORMAIS. MAS VOCÊ VAI PARAR POR AÍ OU QUER MAIS? O QUE VOCÊ ESCOLHE?
EU: QUELO, MAIS TUDO – respondi com a garganta entupida
FELIX: ENTÃO TIRA A ÚLTIMA MÃOZINHA E ENFIA TUDO, TUDINHO. PROVA PAU DE HOMEM.
Ok! Tirei a mão, juntei as duas mãozinhas nas costas por instinto, e percebi que era impossível chupar aquele pau inteiro.
FELIX: QUE PORRA É ESSA, VIADO? NÃO QUERIA CHUPAR TUDO?
EU: (engasgada com o pau) NÃO CONSIGO
Félix ficou puto, como sempre quando eu dizia que não conseguia, cuspiu na minha cara e falou: “CONSEGUE SIM. TE FALTA FORÇA DE VONTADE. BOTA DETERMINAÇÃO. OU EU LEVANTO E VOU EMBORA E VOCÊ PODE ESQUECER ESSE PAU” e cuspiu na minha cara de novo.
Eu me desesperei. Não conseguia parar de olhar nos olhos dele. Tava me deixando com tesão. “VAI, VIADO, VAI. CHUPA. ENGOLE TUDO. VOCÊ CONSEGUE” numa língua quase incompreensível, eu falei “ME AJUDA, EMPURRA MINHA NUCA” Ele já não ria mais, dava pra ver que ele também tava com muito tesão, o pau tava duro que nem pedra. “NÃO, VIADO, VOCÊ TEM QUE CONSEGUIR SOZINHO” Continuei empurrando e aliviando, fazendo força como se estivesse respirando pau. Fui ganhando centímetro por centímetro. Ele, com a mão, espalhava o cuspe num carinho suave que me incentivava mais que tudo. Os pelos pubianos dele já roçavam meu nariz (o pau era bem peludo), meus olhos estavam vermelhos, mas ainda faltavam uns centímetros. Parei, me dando por vencida. “VAI, VIADO, TUDO É TUDO” ouvi e continuei, olhei pra ele de novo, vi ele em êxtase e me animei.
C o n s e g u i .
Não acreditei. Meus lábios batiam na pele dele, e por causa da grossura, minha boca tava aberta de ponta a ponta! Ele, rápido, colocou a mãozona dele Forte na nuca, me segurando firme. Meu corpo queria sair igual um reflexo, mas ele não deixava.
FILHO DA PUTA. NINGUÉM NUNCA TINHA CONSEGUIDO ENGOLIR INTEIRA. VOCÊ É ESPECIAL. SABE DISSO. AGUENTA AÍ. ISSO É ÚNICO. Eu tentava me soltar. Olhava pra ele implorando por piedade, mas ele me olhava feliz por ter enfiado a pica toda. Empurrava as coxas dele com as mãos porque sentia que ia desmaiar de sufoco, mas ele era forte demais. Mordia ele um pouquinho, mas ele parecia adorar. As lágrimas caíam, um pouco pelo engasgo, outro pela emoção. Comecei a chorar de verdade. Tentava falar pra ele me soltar, mas nessa altura o balbucio era incompreensível, humilhante e engraçado. Não dava pra entender nada. Ele olhava fascinado. Eu afogado em lágrimas. Ele me soltou. Joguei a cabeça pra trás, babando leite pela boca. E cheio de lágrimas.
Promíscuo, VOCÊ É UM GÊNIO! – ele me elogiava. – É ÓBVIO QUE VOCÊ TÁ EMOCIONADO – ele delirou – VEM CÁ QUE VOU SECAR SUAS LAGRIMINHAS, BEBÊ LINDO – parecia que a façanha tinha enternecido ele. E com cuidado, ele começa a juntar minhas lágrimas com a cabeça da pica e me fazer tomar, enquanto dizia “ISSO. MUITO BEM”. QUER O LEITE? PORQUE VOCÊ MERECEU HOJE. TÔ MUITO FELIZ” e levou minha cabeça pro peito dele como num abraço dominador, e acariciava minha cabeça.
EU: SIM, PAPAI – bom, do nada eu chamei ele de papai. Sei lá…
FÉLIX: BOM, COLOCA A CARINHA E ACARICIA MINHAS BOLAS QUE VOU INUNDAR SUA CARA TODA. – obedeci e em poucos minutos aquela tararira começou a vomitar porra na minha cara sem parar. Ele ria e gemia pesado igual um touro, com gemidos longos que se misturavam com risadas grossas e esticadas também. Mas não sei como explicar, foram tipo uns 5 j a t o s, como se você apertasse um frasco de xampu branco cheio 5 vezes com vontade. Senti um mingau na cara, com um olho que fechei instintivamente e a boca bem apertada pra não entrar nada.
Quando terminou o orgasmo, riu de alegria e disse.
QUE ISSO BEM GORDÃO. E AGORA PRA VOCÊ VER QUE SEU MACHO NÃO É RUIM, VOU RETRIBUIR A GENTILEZA TE DANDO O CAFÉ DA MANHÃ. Peguei a colherzinha da bandeja que eu tinha trazido pra ele mijar. Juntou porra com a colherzinha e disse ABRE A BOCA. Balancei a cabeça que não. Ele, que já tava mais paciente, fez que sim com a cabeça e falou SIM PUTA, VOCÊ TEM QUE TOMAR TUDO AGORA. VAMO LÁ, VOU FAZER O AVIÃOZINHO. E brincando de me fazer comer como se fosse papinha de bebê, foi juntando toda a porra da minha cara e fazendo eu engolir de colherzinha, enquanto comemorava cada gole. Quando terminou, falou PRA BANHEIRO. Foi pro banheiro, eu atrás dele de quatro (já sabia). E no banheiro ele: “CALMA, NÃO VOU TE MIJAR, MAS ME AJUDA, PEGA ELA COM A BOCA DE LADO, PELA, E APONTA PRO VASO ENQUANTO EU MIJO. Obedeci, não conseguia me acostumar com o tamanho daquela besta morta, parecia uma enguia desmaiada. Cobri meus dentes com os lábios, e como se fosse uma gaita, segurei aquela tromba de elefante de lado, puxei pra um lado pra cabeça aparecer e do jeito que deu apontei pro vaso. Félix começou a soltar mijo. Tinha um cheiro forte, era o primeiro da manhã, eu gostava de sentir o líquido correndo pelo cano dele, tipo um rio subterrâneo, ele me olhava enquanto tirava as remelas, não era fácil segurar ela e apontar direito, então no começo respinguei um pouco até pegar o jeito. Quanto mijo aquele filho da puta soltava! Não parava mais. E depois jatos, e mais jatos isolados até acabar. BALANÇA, ordenou me tratando com respeito. Comecei a mexer a cabeça pra cima e pra baixo bem forte, ele morria de rir, uma gota até caiu na minha cara. LIMPA BEM – ordenou de novo, e tive que lamber a cabeça dele que ainda tinha porra e mijo. Me agarrou pelos cabelos da nuca, e levou minha boca até a parte da tampa onde tinha respingado – LIMPA A SUJEIRA QUE FEZ AÍ – tive que lamber o mijo da tampa e depois me levando pro chão onde tinha respingado E ALI, EMPINANDO A BUNDINHA. Pensar que eu achava que ia passar um fim de semana em família jogando tênis e na piscina com o novo namorado da minha irmã, e tava de quatro com a bunda empinada de fio dental lambendo o mijo dele do chão, puro tesão…
AGORA TIRA ESSE FIO DENTAL DA SUA IRMÃ, VIADO, E VESTE ESSA ROUPINHA DE PUTA QUE VOCÊ TROUXE PRA ME PROCURAR – ele se referia à minha bermuda bege que marcava minha raba (como tudo que eu vestia, porque sou bundudo) e minha camisa lilás. Ele vestiu uma sunga tipo short, meio curta, mas não justa, que valorizava aquele lombo e fazia um volume incrível (como tudo que ele vestia). VEM – ele disse. Me aproximei e ele me abraçou forte, me envolvendo com força e carinho, minha cabeça na altura do peito dele. VOCÊ GOSTA DISSO, NÉ, BEBÊ? – eu assenti com a cabeça, me derretia sentindo o corpanzil dele. ENTÃO VOCÊ MERECEU, ENQUANTO SE COMPORTAR ASSIM VOU SER BOM COM VOCÊ. AGORA VESTE ISSO – e pegou a cueca que ele tinha dormido no chão e colocou no meu rosto tipo venda, deixando meus olhos de fora, e apertou com os dedos o tecido pra afundar no meu nariz e eu não ter escolha a não ser cheirar toda aquela mistura de cheiros fortes do volume dele. Ele me envolveu de novo com os braços, mas agora segurando minha bunda com força com as mãos. MUITO BEM, ESSE É SEU UNIFORME DE EMPREGADINHA. AGORA ARRUMA O QUARTO INTEIRO QUE EU TENHO QUE FICAR BEM COM OS SOGROS, E O BANHEIRO TAMBÉM, CLARO. DOBRA MINHA ROUPA DIREITINHO E LIMPA TODA A BABA QUE VOCÊ DERRAMOU, PORCO. EU VOU DAR UMAS VOLTAS NA PISCINA, QUANDO TERMINAR AQUI ME TRAZ NUM PRATO UM COPO DE COCA NA PISCINA, TÁ BOM?
Eu assenti com a cabeça, o “não” tinha sido banido do meu dicionário perto dele. Ele agarrou minhas nádegas com força e brincou com elas, como se fizesse elas baterem palmas. MUITO BEM, EMPREGADINHA, VAI TRATAR DO TEU SERVIÇO – ele disse e foi embora.
Eu arrumei o quarto inteiro dele e o banheiro. Me excitava atendê-lo, ainda mais dobrar a roupa dele, cheirando antes, claro, o sovaco, o volume… e aquela venda de cueca de macho não podia me excitar mais. Ainda por cima, da Pela janela dava pra ver ele na piscina, indo e vindo sem parar igual um tubarão, forte e treinado. Bati quatro punhetas enquanto arrumava a casa. Terminei de máscara, fui pra cozinha, servi a coca dele numa bandeja. Fui até a borda da piscina esperar ele de pé. Ele nem me notou, continuou nadando como se eu fosse um escravo do faraó. Que resistência que aquele Touro tinha! Ele parecia tão forte, sem parar de nadar. De vez em quando me olhava, mas não dizia nada. Eu já tava meio tenso da minha família voltar e me ver ali. Até que ele terminou a rotina, chegou perto da borda e estendeu a mão pra pegar a coca. OLHA QUE VIADO BABACA, NÃO PRECISAVA NENHUMA VIR ATÉ AQUI DE CUECA NA CARA – ele me humilhou – PARECE QUE VOCÊ GOSTOU. – eu não sabia que cara fazer – SABE DE UMA, JÁ QUE VOCÊ MAMOU TUDINHO, DE PRÊMIO VOU TE DAR PRA VOCÊ BATER TODAS AS PUNHETAS QUE QUISER – instintivamente escapou um “OBRIGADO” enquanto eu tirava e guardava no bolso, ele riu. QUER COCA? – disse estendendo o copo. Quando eu ia aceitar, ele puxou de volta e falou. MAS VEM CÁ QUE EU – se referia a eu ir pro chão porque ele tava na piscina e eu em pé fora. Sentei na borda. “ASSIM NÃO, VIADO, DE QUATRO, JÁ SABE…” – obedeci, ele colocou coca na mão dele e disse LAMBE, CACHORRINHO – comecei a lamber a mão dele com coca, ele de vez em quando colocava mais um pouco, e depois largava o copo no chão pra acariciar meu cabelo enquanto eu tomava e dizia MUITO BEM, CACHORRINHO, MUITO BEM TÁ GOSTOSO?
EU: SIM, PAPAI
FÉLIX: E O QUE SE DIZ?
EU: OBRIGADO
Ele terminou de me fazer tomar e limpou a mão passando no meu rosto. Eu ainda de quatro.
FÉLIX: BEIJINHO NO PAPAI – disse enquanto com o indicador dava tapinhas na própria bochecha. Beijei ele como uma putinha carente, cheio de paixão, aproveitando beijar aquela bochecha com barbinha dura e curta de macho – NÃO FICOU CLARO UMA COISINHA – disse irônico e me olhando nos olhos continuou. VOCÊ GOSTA DA PIROCA?
Eu afirmei com a cabeça, ele pôs a mão dele atrás da orelha como se eu não tivesse ouvido a resposta – SIM, EU GOSTO DE PIROCA – eu obedeci dizendo. Ao que ele respondeu sarcástico. – AH… JÁ IMAGINAVA… – enquanto acariciava minha cabeça como se eu fosse um bichinho de estimação.
Então ouvimos o carro dos meus pais chegando.
CHEGOU A MÃE – ele disse se fazendo de engraçado – VAI AJUDAR ELA COM AS SACOLAS, promíscua, ENQUANTO EU PEGO UM POUCO DE SOL. E CHEGA PERTO QUE VOU TE CONTAR UM SEGREDO. – encostei a orelha bem perto da boca dele, e ele sussurrando com aquela voz que me fazia esquecer da pessoa que eu tinha sido até o dia anterior, me disse, roçando com a respiração – ACHO QUE NESSE FIM DE SEMANA VOCÊ NÃO VAI TERMINAR COM O RABO INTACTO… – e mergulhou para nadar.
Bom, fiquei meio desanimado com os poucos comentários da última vez, então acho que não vou continuar a história. Mas, em reconhecimento e agradecimento aos 3 ou 4 que me apoiaram, postei essa continuação pra vocês curtirem! Valeu! Comentem aí!
Entrei no quarto e a luz fraca da manhã passava pela cortina. Dava pra ver aquele touro apagado de barriga pra cima, cobrindo o rosto com o travesseiro, sem coberta, com as pernas de carvalho e o torso de mármore, e uma cueca cinza meio surrada, daquelas bem de hétero, mas que com esforço segurava a anaconda dormindo no meio das pernas. Era tipo aqueles salames premium que vendem em açougues chiques, lacrados a vácuo. Era isso que o tecido da cueca fazia com a pica dele. E eu mudo, implorando pro meu cérebro gravar aquela imagem pra sempre.
QUE PORRA É ESSA, GORDUDA? – perguntou o Félix, meio dormindo, achando que tava falando com minha irmã.
NÃO, SOU O FEDE – respondi, tímido.
Ele tirou a cabeça de baixo do travesseiro e se ajeitou pra me olhar com cara de sono, estranho e safado, pronto pra me ouvir.
É QUE A GENTE VAI PRO JUMBO FAZER AS COMPRAS, LEVA UMAS DUAS HORAS, POR ISSO ME MANDARAM PERGUNTAR SE VOCÊ VAI JUNTO OU CONTINUA DORMINDO. – falei.
E ele respondeu: CONTINUO DORMINDO. E VOCÊ TAMBÉM NÃO VAI, QUANDO A GENTE FICAR SOZINHO, TRAZ MEU CAFÉ PRA CÁ.
EU: É QUE EU SEMPRE VOU COM O MEU PAI PRA AJUDAR COM O CHURRASCO...
FÉLIX: JÁ RESOLVI – disse, cortante, e se cobriu de novo com o travesseiro.
Voltei pra minha família naquele estado de transe que esse cara me deixava e expliquei que o Félix ia sobrou, e eu preferi ficar estudando (que é a única desculpa que nunca falha com um pai) pra depois poder passar o dia com eles. Eles foram. Preparei torradas, subi vários doces e um suco de laranja e levei tudo pro Félix, que já tava mais acordado vendo o canal de esportes da cama. Ele recebeu a bandeja dizendo – VALEU, BEBÃO, AGORA FAZ UMA MASSAGEM NOS MEUS PÉS ENQUANTO EU TOMO CAFÉ DA MANHÃ TRANQUILO – e ficou na dele, e eu massageando. Eu mesmo me surpreendia, mas obedecer ele era natural pra mim. Nunca tinha feito isso, nem fantasiado. Se já senti atração por homens, mas não assim, não com esse tesão. Também não fantasiava fazer com outros, mas ele simplesmente se impunha. Então fiquei massageando ele. Olhando pro volume dele sem parar. Curtindo o momento um tempo até que ele disse (sem tirar os olhos da TV e enquanto mastigava uma torrada) – SE AJUDA COM ESSA BOQUINHA QUE VOCÊ TEM UMA BOQUINHA LINDA – então enquanto massageava, comecei a lamber e beijar os pés dele. Fechei os olhos e curti até ouvir – OPA, TÁ QUERENDO ESCAPAR A TARARIRA. GUARDA ELA PRA MIM QUE TÔ COM FRIO – olhei e um pedaço daquela pica de mamute que tinha começado a ficar roxa tinha escapado pela lateral da cueca. Ele tava tomando o suco de laranja dele, o resumo dos esportes tinha acabado e ele tava me encarando. Eu, obediente, peguei o pedaço de pau que tinha escapado e coloquei de volta na cueca, o que era meio ridículo porque quase não cabia.
FÉLIX: VOCÊ GOSTA DE ME SERVIR, VIADO – eu concordei com a cabeça, ele sorria e passava os pés já bem molhados no meu rosto sem parar. Movia minha cara com eles. Tapava meus olhos. Me dava "tapinhas" e alternava na minha boca o dedo ou a parte que queria que eu lambesse – VOCÊ TÁ MAIS GOSTOSO HOJE, promiscuous. FICOU COM VONTADE DE CHUPAR MINHA PIROCA ONTEM, promiscuous? – concordei de novo com a cabeça, sentia uma pressão tão forte no peito quando tava com ele que ficava difícil falar. falar – POBRE promíscua... ACONTECE QUE EU TENHO QUE ME EXCITAR MUITO, MUITO MESMO, PRA DEIXAR VOCÊ ME CHUPAR. VAMOS VER COMO PODEMOS TE AJUDAR... LEVANTA E TIRA A ROUPA – ele me ordenou. Eu já começava a passar mal, morria de vergonha de me despir na frente dele. Mas obedeci. Ele, entre risadas, murmurou – ESSA PIQUININHA... – e continuou rindo – VAMOS VER, PEGA AQUELE TANGA ROSA DA SUA IRMÃ E COLOCA, POR TRÁS VAI FICAR INCRÍVEL EM VOCÊ, E PELA FRENTE ACHO QUE NÃO MUDA MUITO.
EU – NÃO, POR FAVOR – respondi.
FÉLIX – NINGUÉM TE PERGUNTOU NADA, VIADO, COLOCA O TANGA E NÃO ME FAZ FICAR BRAVO. – obedeci, ele me olhava enquanto comia mais uma torrada – VIU? FICOU LINDA EM VOCÊ.
OBRIGADO – falei
FICA DE QUATRO E MOSTRA ESSA BUNDINHA – ele indicou, eu obedeci – NOSSA, MAS QUE BUNDA MAIS INCRÍVEL, SÉRIO, MAIS PORNO QUE A DA SUA IRMÃ. VOCÊ GOSTA DE EXCITAR SEU MACHO? – perguntou.
SIM – respondi com aquela voz de putinha que me sai quando tô excitada, da qual ele morre de rir.
BOM, ENTÃO MEXE ESSA BUNDINHA, PORQUE AS CADELINHAS QUANDO TÃO FELIZES MEXEM A RABA SEM PARAR. – não tive escolha, então comecei a rebolar a bunda pra ele sem olhar, de vergonha, e de repente a cueca dele cai na minha cara. Me viro pra olhar a pica que eu amava, mas ele com o pé trava minha cara no chão e diz – NÃO, NÃO, NÃO, PUTINHA, COLOCA A CARA NA CUECA PRA CHEIRAR BEM E DE QUEBRA DEIXA A BUNDA DE MENINA QUE VOCÊ TEM AINDA MAIS EMPINADA – Obedeci. Que cheiro forte tinha aquela cueca! Ele me deixou um tempão fazendo aquilo sem falar nada até que de repente – VEM RASTANDO PRA CÁ, PUTINHA – ou seja, com a cabeça na frente da pica dele, que nessa hora já era um termo de carne dura, com aqueles ovos enormes, e ele sentado na beirada da cama com as pernas bem abertas. – COLOCA O NARIZ NAS BOLAS E SENTE O CHEIRO QUE JUNTEI SÓ DE DORMIR – fiz isso, me excitava demais aquele cheiro de macho, acho que o que eu mais queria era sentir o cheiro dele, que prazer – VOCÊ GOSTA DO CHEIRO DE BOLAS DE HOMEM, NÉ?
EU: SIM, SIM. FELIX: AGORA TOCA SUAS BOLINHAS E SEU CU (eu fiz) ELAS TÊM CHEIRO?
EU: NÃO…
FELIX: CLARO QUE NÃO, PORQUE PUTINHO NÃO TEM CHEIRO DE HOMEM. E VOCÊ É O QUÊ?
EU: UM promíscuo.
FELIX: MUITO BEM, APRENDE RÁPIDO, VIADO. FAZ UMA punheta promíscua PRA MIM.
EU: SIM (e comecei a bater uma punheta nele com uma mão)
FELIX: SÓ UMA MÃO? E O QUE A GENTE FAZ COM O RESTO DA pica?
Pensei que fosse uma indireta pra eu chupar, então abri a boca e me aproximei, mas ele me parou com os dedos na minha testa, rindo.
FELIX: NÃO, VIADO, VOCÊ NÃO TEM PERMISSÃO PRA CHUPAR. O QUE A GENTE FAZ COM A pica INTEIRA QUE SOBRA?
A verdade é que eu não entendia, mas lembrando do dia anterior, comecei a me dar tapas na cara com a pica. Ele, entre risadas, falou de novo – haha NÃO, VIADO, PARECE QUE VOCÊ GOSTA DISSO, MAS NÃO. VAMOS LÁ, CONTA QUANTAS MÃOS SUAS CABEM NA MINHA pica – Eu fui empilhando elas desde a base, e primeiro tenho que dizer que na base minha mão não fechava totalmente, e segundo que contei três palmas inteiras e uma quarta quase inteira. E falei – QUATRO – e ele respondeu – VAMOS VER, OLHA NA SUA – eu olhei – UMA E MEIA – ele riu e disse
FELIX: CLARO, A pica DE UM HOMEM TEM MAIS QUE O DOBRO DA DE UM promíscuo. E QUANTAS MÃOZINHAS VOCÊ TEM, promíscuo?
EU: DUAS
FELIX: E POR QUE VOCÊ NÃO USA AS DUAS PRA BATER UMA PRA MIM, promíscuo BURRO?
EU: DESCULPA (falei enquanto voltava a sacudir a linguiça de javali dele, agora com as duas mãos)
FELIX: TÁ BEM, É COMPREENSÍVEL, COM ESSA PIROQUINHA QUE TE COLOCARAM ONDE OS HOMENS TÊM A pica, VOCÊ NEM DEVERIA SABER QUE DAVA. COM CERTEZA VOCÊ SE TOCA COM DOIS DEDINHOS TIPO PINÇA, NÉ?
E eu disse que sim pra não contradizer ele. Eu acho que minha pica é relativamente normal. Só que do lado desse orangotango que tinha um extintor entre as pernas, eu realmente parecia ridículo. Ele se recostou com as mãos na nuca e ficou só curtindo a punheta que eu tava batendo. Eu tava muito concentrado em fazer direito, em manter o ritmo. Perfeito e igual. Ele tava curtindo. Eu tava excitado, queria agradar ele. Além disso, não conseguia parar de admirar aquela pica enorme e aqueles ovos hipnóticos, e de me sentir cheio de poder por estar segurando ela. E pensar que eu tava no chão com a calcinha rosa da minha irmã, batendo uma pra uma pica tremenda de um macho forte que tava de pernas abertas na cama… Isso nunca tinha passado pela minha cabeça, mas fazer o quê… não sei…
Félix se sentou de repente e eu me assustei por reflexo, mas sem parar de bater porque achava que ele não ia gostar – NÃO SE ASSUSTA, CACHORRINHO, TÁ FAZENDO TUDO MUITO BEM, NÃO VAI TE ACONTECER NADA – ele me acalmou enquanto passava a mão na minha cabeça como se eu fosse um bichinho, depois colocou um dedo na frente da minha boca como apontando pra mim, entendi na hora e comecei a chupar o dedo dele olhando nos olhos dele. A cara dele era de uma putaria total, depois foi colocando mais dedos até eu chupar a mão inteira dele, enfiando e tirando sem parar enquanto ria da minha cara de viado até que ele tirou a mão toda babada e limpou na minha cara dizendo – QUER LAMBER MINHAS BOLAS, NÉ? Eu concordei com a cabeça, não conseguia falar. – ENTÃO, SERVE-SE – ele falou baixando os olhos de leve como apontando pra elas. Sem hesitar, mas com toda adrenalina, finalmente, consegui lamber. Chupei aqueles ovos grandes e peludos com todo desejo. Entreguei ao meu instinto. Passei a língua neles com paixão de viado. – EXCELENTE, VIADO – me incentivou Félix – AGORA METE AS DUAS BOLAS NA BOCA – qualquer um (eu inclusive) sabia que era impossível, tô falando de meter algo tipo dois kiwis na boca. Mas ninguém naquela altura (eu inclusive) teria coragem de negar uma ordem daquele macho. Então fui tentar até morrer, tudo isso sem parar de bater uma pra ele! E me sentindo rigorosamente avaliado pra uma prova que eu queria passar de qualquer jeito. Comecei a tentar, mas dava pra enfiar uma de cada vez, ou uma e um monte de saco, mas duas, tava longe enquanto Félix não parava de me corrigir repetindo sem parar “AS DUAS PUTO. FALEI OS 2. VOCÊ CONSEGUE, PUTÃO. VAI”. E fui tentando até que pareceu realmente impossível, e eu falei: “NÃO CONSIGO, FELIX, SÃO GRANDES DEMAIS”. Ele me pegou pelos cabelos, colocou a cara dele na minha e cuspiu em mim.
FELIX: CONSEGUE SIM, VOCÊ É PUTÃO O SUFICIENTE. CONSEGUE SIM. VAI COM MAIS FORÇA
EU: “MAS NÃO QUERO TE MACHUCAR”
FELIX: (rindo) SÃO BOLAS DE HOMEM. VOCÊ NÃO VAI ME MACHUCAR. NÃO SOU UM VIADINHO QUE PRECISA CHUPAR COM CUIDADO.
EU: MAS DEIXA EU USAR AS MÃOS PRA AJUDAR A COLOCAR NA BOCA. (E o tempo todo eu nunca ousei parar de bater uma pra ele).
Félix cuspiu de novo na minha cara e disse: “SEM MÃOS. AS MÃOS SÃO PRA BATERR UMA. VAI, TRATA DO TEU SERVIÇO.” E me puxou bruscamente do pescoço até as bolas “VAI, SEJA BEM PUTÃO E VAI DAR CERTO” ele me incentivou mais uma vez. Comecei a tentar enfiar as bolas na boca igual um cachorro faminto, da minha boca saíam sons estranhos de porco comendo. Não dava pra acreditar que o Félix nem se incomodava com a grosseria que eu tava comendo as bolas dele. De repente, sinto ele se inclinar com o torso sobre mim e depois um dedo percorrendo a tirinha da tanga que cobria minha bunda, e depois aquele dedo fazendo massagens circulares no meu cu. Comecei a ferver. Meus peitos endureceram. Enfiei um ovo grande na boca e pensei “deixo esse aqui dentro e só largo quando pegar o outro” e a baba escorria no chão sem parar, e eu sugava forte igual quando o chimarrão entope, e mordia sem querer aqueles ovos, mas ele não falava nada, só dizia “AI QUE PROMISCUA VOCÊ TÁ FICANDO” e de repente… GLUP!, dois ovões na boca, minhas bochechas infladas pelas bolas, minha cara ainda cuspida, meu cabelo suado de tanto esforço, minhas mãos morrendo de cansaço por nunca ter parado de bater uma, e eu orgulhoso e feliz por ter conseguido, feliz por ter o canto dos lábios esticado ao máximo pra abrigar dois ovoões peludos de macho argentino. Ele parou de dedar, voltou pra posição, bateu palmas rindo e disse: VIU SÓ? ERA VIADO?
ZHGIII, ZIIGHH – eu afirmei, embora soasse estranho porque eu estava com a boca cheia de bolas que, depois do trabalho que tive pra enfiar, não ia soltar. Ao mesmo tempo, continuava batendo uma pra ele, era inacreditável a resistência daquele touro.
PODE DESCANSAR AS MÃOS, E CONTINUA BRINCANDO COM A LÍNGUA NAS MINHAS BOLAS SEM TIRAR ELAS DA BOCA. – que alívio! Soltei as mãos que estavam no limite da tendinite, sentia elas pulsando, apoiei no chão que nem uma putinha, e me dediquei a brincar com as bolas na boca como se fossem dois caramelos "meia-hora" gigantes. Olhando fixo nos olhos dele enquanto ele esfregava sem parar a pica no meu rosto como se fosse um limpador de para-brisa, ficamos assim um tempão em silêncio até que ele puxou as bolas pelos pelos da minha boca e falou.
FELIX: AGORA SIM. VOCÊ MERECEU. VOU DEIXAR VOCÊ CHUPAR MINHA PIROCA. MAS VOU TE ENSINAR AOS POUCOS. COLOCA SUAS DUAS MÃOZINHAS AQUI NA BASE DESSA PIROCA. – eu obedeci – TÁ VENDO QUE SOBROU UM PEDAÇINHO LIVRE? – o "pedaçinho" era do tamanho da minha piroca, talvez 1 ou 2 cm mais comprida, e muito mais grossa.
EU: SIM
FÉLIX: BOM, CHUPA SÓ ESSA PARTEZINHA, ASSIM VOCÊ SENTE O QUE É CHUPAR UM PAUZINHO PRIMEIRO. VOU TE ENSINAR A VALORIZAR A CARNE. SE SENTIR MUITO AMARGO, NÃO SE ESTRANHE, É QUE DEVE TER FICADO O GOSTO DO CU DA SUA IRMÃ, FICA TRANQUILO.
Comecei a mamar. Tava extasiado. Era o que eu mais queria! Tava feliz. E era verdade, tava amargo...
FELIX: DÁ PRA VOCÊ OU QUERIA TIRAR UMA MÃO PRA PODER COMER MAIS PIROCA? O QUE VOCÊ ESCOLHE?
EU: (sem tirar a piroca da boca. Isso não tava nos meus planos) MAIS BOCA.
FELIX: HAHA ADORO, É BEM DE VIADO FALAR COM A BOCA CHEIA DE PIROCA. E CLARO QUE VOCÊ QUER MAIS PIROCA. É UMA MERDA CHUPAR TÃO POUCA PIROCA. É A MESMA COISA QUE NADA. VOCÊ VAI ENTENDER QUE COM O PAUZINHO QUE VOCÊ TEM, PRA GATINHA VOCÊ É UMA DECEPÇÃO. VOCÊ NASCEU VIADO. A SUA PARADA É COMER. NINGUÉM VAI QUERER SUA PIQUITINHA NUNCA, VAGABUNDA. AGORA SIM, TIRA UMA MÃO E PROVA O QUE É UMA PIROCA DE HOMEM NORMAL.
Repito que o cara me alucinava, mas minha piroca Era normal! Imagina que, tirando uma mão, comecei a chupar uns 20cm de pau mais ou menos (e isso que ainda tinha uma das minhas mãos na base). Na real, tava bem difícil enfiar tudo aquilo na boca. Tinha que me esforçar pra caralho e, às vezes, nem conseguia. Mas eu tava cada vez mais excitada.
FELIX: TÁ GOSTANDO MAIS ASSIM, VIADO?
EU: SI SIM…
FELIX: BOM, ENTÃO É ASSIM QUE VAI SER COM A MAIORIA DOS PAUS QUE VOCÊ CHUPAR. OS PAUS NORMAIS. MAS VOCÊ VAI PARAR POR AÍ OU QUER MAIS? O QUE VOCÊ ESCOLHE?
EU: QUELO, MAIS TUDO – respondi com a garganta entupida
FELIX: ENTÃO TIRA A ÚLTIMA MÃOZINHA E ENFIA TUDO, TUDINHO. PROVA PAU DE HOMEM.
Ok! Tirei a mão, juntei as duas mãozinhas nas costas por instinto, e percebi que era impossível chupar aquele pau inteiro.
FELIX: QUE PORRA É ESSA, VIADO? NÃO QUERIA CHUPAR TUDO?
EU: (engasgada com o pau) NÃO CONSIGO
Félix ficou puto, como sempre quando eu dizia que não conseguia, cuspiu na minha cara e falou: “CONSEGUE SIM. TE FALTA FORÇA DE VONTADE. BOTA DETERMINAÇÃO. OU EU LEVANTO E VOU EMBORA E VOCÊ PODE ESQUECER ESSE PAU” e cuspiu na minha cara de novo.
Eu me desesperei. Não conseguia parar de olhar nos olhos dele. Tava me deixando com tesão. “VAI, VIADO, VAI. CHUPA. ENGOLE TUDO. VOCÊ CONSEGUE” numa língua quase incompreensível, eu falei “ME AJUDA, EMPURRA MINHA NUCA” Ele já não ria mais, dava pra ver que ele também tava com muito tesão, o pau tava duro que nem pedra. “NÃO, VIADO, VOCÊ TEM QUE CONSEGUIR SOZINHO” Continuei empurrando e aliviando, fazendo força como se estivesse respirando pau. Fui ganhando centímetro por centímetro. Ele, com a mão, espalhava o cuspe num carinho suave que me incentivava mais que tudo. Os pelos pubianos dele já roçavam meu nariz (o pau era bem peludo), meus olhos estavam vermelhos, mas ainda faltavam uns centímetros. Parei, me dando por vencida. “VAI, VIADO, TUDO É TUDO” ouvi e continuei, olhei pra ele de novo, vi ele em êxtase e me animei.
C o n s e g u i .
Não acreditei. Meus lábios batiam na pele dele, e por causa da grossura, minha boca tava aberta de ponta a ponta! Ele, rápido, colocou a mãozona dele Forte na nuca, me segurando firme. Meu corpo queria sair igual um reflexo, mas ele não deixava.
FILHO DA PUTA. NINGUÉM NUNCA TINHA CONSEGUIDO ENGOLIR INTEIRA. VOCÊ É ESPECIAL. SABE DISSO. AGUENTA AÍ. ISSO É ÚNICO. Eu tentava me soltar. Olhava pra ele implorando por piedade, mas ele me olhava feliz por ter enfiado a pica toda. Empurrava as coxas dele com as mãos porque sentia que ia desmaiar de sufoco, mas ele era forte demais. Mordia ele um pouquinho, mas ele parecia adorar. As lágrimas caíam, um pouco pelo engasgo, outro pela emoção. Comecei a chorar de verdade. Tentava falar pra ele me soltar, mas nessa altura o balbucio era incompreensível, humilhante e engraçado. Não dava pra entender nada. Ele olhava fascinado. Eu afogado em lágrimas. Ele me soltou. Joguei a cabeça pra trás, babando leite pela boca. E cheio de lágrimas.
Promíscuo, VOCÊ É UM GÊNIO! – ele me elogiava. – É ÓBVIO QUE VOCÊ TÁ EMOCIONADO – ele delirou – VEM CÁ QUE VOU SECAR SUAS LAGRIMINHAS, BEBÊ LINDO – parecia que a façanha tinha enternecido ele. E com cuidado, ele começa a juntar minhas lágrimas com a cabeça da pica e me fazer tomar, enquanto dizia “ISSO. MUITO BEM”. QUER O LEITE? PORQUE VOCÊ MERECEU HOJE. TÔ MUITO FELIZ” e levou minha cabeça pro peito dele como num abraço dominador, e acariciava minha cabeça.
EU: SIM, PAPAI – bom, do nada eu chamei ele de papai. Sei lá…
FÉLIX: BOM, COLOCA A CARINHA E ACARICIA MINHAS BOLAS QUE VOU INUNDAR SUA CARA TODA. – obedeci e em poucos minutos aquela tararira começou a vomitar porra na minha cara sem parar. Ele ria e gemia pesado igual um touro, com gemidos longos que se misturavam com risadas grossas e esticadas também. Mas não sei como explicar, foram tipo uns 5 j a t o s, como se você apertasse um frasco de xampu branco cheio 5 vezes com vontade. Senti um mingau na cara, com um olho que fechei instintivamente e a boca bem apertada pra não entrar nada.
Quando terminou o orgasmo, riu de alegria e disse.
QUE ISSO BEM GORDÃO. E AGORA PRA VOCÊ VER QUE SEU MACHO NÃO É RUIM, VOU RETRIBUIR A GENTILEZA TE DANDO O CAFÉ DA MANHÃ. Peguei a colherzinha da bandeja que eu tinha trazido pra ele mijar. Juntou porra com a colherzinha e disse ABRE A BOCA. Balancei a cabeça que não. Ele, que já tava mais paciente, fez que sim com a cabeça e falou SIM PUTA, VOCÊ TEM QUE TOMAR TUDO AGORA. VAMO LÁ, VOU FAZER O AVIÃOZINHO. E brincando de me fazer comer como se fosse papinha de bebê, foi juntando toda a porra da minha cara e fazendo eu engolir de colherzinha, enquanto comemorava cada gole. Quando terminou, falou PRA BANHEIRO. Foi pro banheiro, eu atrás dele de quatro (já sabia). E no banheiro ele: “CALMA, NÃO VOU TE MIJAR, MAS ME AJUDA, PEGA ELA COM A BOCA DE LADO, PELA, E APONTA PRO VASO ENQUANTO EU MIJO. Obedeci, não conseguia me acostumar com o tamanho daquela besta morta, parecia uma enguia desmaiada. Cobri meus dentes com os lábios, e como se fosse uma gaita, segurei aquela tromba de elefante de lado, puxei pra um lado pra cabeça aparecer e do jeito que deu apontei pro vaso. Félix começou a soltar mijo. Tinha um cheiro forte, era o primeiro da manhã, eu gostava de sentir o líquido correndo pelo cano dele, tipo um rio subterrâneo, ele me olhava enquanto tirava as remelas, não era fácil segurar ela e apontar direito, então no começo respinguei um pouco até pegar o jeito. Quanto mijo aquele filho da puta soltava! Não parava mais. E depois jatos, e mais jatos isolados até acabar. BALANÇA, ordenou me tratando com respeito. Comecei a mexer a cabeça pra cima e pra baixo bem forte, ele morria de rir, uma gota até caiu na minha cara. LIMPA BEM – ordenou de novo, e tive que lamber a cabeça dele que ainda tinha porra e mijo. Me agarrou pelos cabelos da nuca, e levou minha boca até a parte da tampa onde tinha respingado – LIMPA A SUJEIRA QUE FEZ AÍ – tive que lamber o mijo da tampa e depois me levando pro chão onde tinha respingado E ALI, EMPINANDO A BUNDINHA. Pensar que eu achava que ia passar um fim de semana em família jogando tênis e na piscina com o novo namorado da minha irmã, e tava de quatro com a bunda empinada de fio dental lambendo o mijo dele do chão, puro tesão…
AGORA TIRA ESSE FIO DENTAL DA SUA IRMÃ, VIADO, E VESTE ESSA ROUPINHA DE PUTA QUE VOCÊ TROUXE PRA ME PROCURAR – ele se referia à minha bermuda bege que marcava minha raba (como tudo que eu vestia, porque sou bundudo) e minha camisa lilás. Ele vestiu uma sunga tipo short, meio curta, mas não justa, que valorizava aquele lombo e fazia um volume incrível (como tudo que ele vestia). VEM – ele disse. Me aproximei e ele me abraçou forte, me envolvendo com força e carinho, minha cabeça na altura do peito dele. VOCÊ GOSTA DISSO, NÉ, BEBÊ? – eu assenti com a cabeça, me derretia sentindo o corpanzil dele. ENTÃO VOCÊ MERECEU, ENQUANTO SE COMPORTAR ASSIM VOU SER BOM COM VOCÊ. AGORA VESTE ISSO – e pegou a cueca que ele tinha dormido no chão e colocou no meu rosto tipo venda, deixando meus olhos de fora, e apertou com os dedos o tecido pra afundar no meu nariz e eu não ter escolha a não ser cheirar toda aquela mistura de cheiros fortes do volume dele. Ele me envolveu de novo com os braços, mas agora segurando minha bunda com força com as mãos. MUITO BEM, ESSE É SEU UNIFORME DE EMPREGADINHA. AGORA ARRUMA O QUARTO INTEIRO QUE EU TENHO QUE FICAR BEM COM OS SOGROS, E O BANHEIRO TAMBÉM, CLARO. DOBRA MINHA ROUPA DIREITINHO E LIMPA TODA A BABA QUE VOCÊ DERRAMOU, PORCO. EU VOU DAR UMAS VOLTAS NA PISCINA, QUANDO TERMINAR AQUI ME TRAZ NUM PRATO UM COPO DE COCA NA PISCINA, TÁ BOM?
Eu assenti com a cabeça, o “não” tinha sido banido do meu dicionário perto dele. Ele agarrou minhas nádegas com força e brincou com elas, como se fizesse elas baterem palmas. MUITO BEM, EMPREGADINHA, VAI TRATAR DO TEU SERVIÇO – ele disse e foi embora.
Eu arrumei o quarto inteiro dele e o banheiro. Me excitava atendê-lo, ainda mais dobrar a roupa dele, cheirando antes, claro, o sovaco, o volume… e aquela venda de cueca de macho não podia me excitar mais. Ainda por cima, da Pela janela dava pra ver ele na piscina, indo e vindo sem parar igual um tubarão, forte e treinado. Bati quatro punhetas enquanto arrumava a casa. Terminei de máscara, fui pra cozinha, servi a coca dele numa bandeja. Fui até a borda da piscina esperar ele de pé. Ele nem me notou, continuou nadando como se eu fosse um escravo do faraó. Que resistência que aquele Touro tinha! Ele parecia tão forte, sem parar de nadar. De vez em quando me olhava, mas não dizia nada. Eu já tava meio tenso da minha família voltar e me ver ali. Até que ele terminou a rotina, chegou perto da borda e estendeu a mão pra pegar a coca. OLHA QUE VIADO BABACA, NÃO PRECISAVA NENHUMA VIR ATÉ AQUI DE CUECA NA CARA – ele me humilhou – PARECE QUE VOCÊ GOSTOU. – eu não sabia que cara fazer – SABE DE UMA, JÁ QUE VOCÊ MAMOU TUDINHO, DE PRÊMIO VOU TE DAR PRA VOCÊ BATER TODAS AS PUNHETAS QUE QUISER – instintivamente escapou um “OBRIGADO” enquanto eu tirava e guardava no bolso, ele riu. QUER COCA? – disse estendendo o copo. Quando eu ia aceitar, ele puxou de volta e falou. MAS VEM CÁ QUE EU – se referia a eu ir pro chão porque ele tava na piscina e eu em pé fora. Sentei na borda. “ASSIM NÃO, VIADO, DE QUATRO, JÁ SABE…” – obedeci, ele colocou coca na mão dele e disse LAMBE, CACHORRINHO – comecei a lamber a mão dele com coca, ele de vez em quando colocava mais um pouco, e depois largava o copo no chão pra acariciar meu cabelo enquanto eu tomava e dizia MUITO BEM, CACHORRINHO, MUITO BEM TÁ GOSTOSO?
EU: SIM, PAPAI
FÉLIX: E O QUE SE DIZ?
EU: OBRIGADO
Ele terminou de me fazer tomar e limpou a mão passando no meu rosto. Eu ainda de quatro.
FÉLIX: BEIJINHO NO PAPAI – disse enquanto com o indicador dava tapinhas na própria bochecha. Beijei ele como uma putinha carente, cheio de paixão, aproveitando beijar aquela bochecha com barbinha dura e curta de macho – NÃO FICOU CLARO UMA COISINHA – disse irônico e me olhando nos olhos continuou. VOCÊ GOSTA DA PIROCA?
Eu afirmei com a cabeça, ele pôs a mão dele atrás da orelha como se eu não tivesse ouvido a resposta – SIM, EU GOSTO DE PIROCA – eu obedeci dizendo. Ao que ele respondeu sarcástico. – AH… JÁ IMAGINAVA… – enquanto acariciava minha cabeça como se eu fosse um bichinho de estimação.
Então ouvimos o carro dos meus pais chegando.
CHEGOU A MÃE – ele disse se fazendo de engraçado – VAI AJUDAR ELA COM AS SACOLAS, promíscua, ENQUANTO EU PEGO UM POUCO DE SOL. E CHEGA PERTO QUE VOU TE CONTAR UM SEGREDO. – encostei a orelha bem perto da boca dele, e ele sussurrando com aquela voz que me fazia esquecer da pessoa que eu tinha sido até o dia anterior, me disse, roçando com a respiração – ACHO QUE NESSE FIM DE SEMANA VOCÊ NÃO VAI TERMINAR COM O RABO INTACTO… – e mergulhou para nadar.
Bom, fiquei meio desanimado com os poucos comentários da última vez, então acho que não vou continuar a história. Mas, em reconhecimento e agradecimento aos 3 ou 4 que me apoiaram, postei essa continuação pra vocês curtirem! Valeu! Comentem aí!
27 comentários - Dominante e Pauzudo II
buenisimo!!
te garcho finalmente¿¿¿¿¿¿¿¿¿
van p
Saludos!
Pd: Que buena paja me diste men!!
Y de verdad que calentó !!! 🔥🔥🔥