Que pedaço de pica!Foi a primeira coisa que pensei na primeira vez que dividi o vestiário com o Félix. Pendia enorme, peluda e morta entre aquelas duas pernas que se erguiam como colunas musculares de macho alfa. Na real, fiquei olhando sem perceber, até que ele me disseParei de olhar pra minha pica.Eu fiquei paralisado, e ele percebeu e me disse.Não se preocupa, acontece comigo toda hora. Eu tenho ela bem grandona e chama atenção. Pra minas e pra caras, não acho que você seja viado. Mas não é legal ficar me encarando tanto assim.A situação tinha me superado. Às vezes eu fantasiava com homens, mas nunca tinha feito nada. Eu tinha 18 anos, ele 28, era o novo namorado da minha irmã, que estava passando o primeiro fim de semana no sítio dos meus pais. A gente estava nos vestiários da quadra de tênis depois da partida que eu tinha ganhado dele.Desculpa– eu disse, vermelho de vergonha.
Ele se aproximou, colocou as mãos nos meus ombros como pra me acalmar, a situação me deixava muito nervoso… Ele, moreno forte, peludo, maior que eu em todos os sentidos, completamente nu e com um pauzão, na minha frente — eu, branco, pequeno, liso e loiro, másculo mas suave, adolescente, com o torso nu mas ainda de bermuda por vergonha — e ele disse:Cara, fica tranquilo. Tô acostumado, já sei que toda vez que eu fico pelado num vestiário geral fica de olho. Às vezes até bateram palma pra mim. É meio hipnótica.– e riu, com aquele sorriso esplêndido e continuou. –Sabe o que eu faço às vezes com as gostosas e elas morrem? Eu hipnotizo elas assim– e começa a fazer um movimento leve de quadril que fazia aquele pedaço enorme de carne balançar como um pêndulo daqueles que os psiquiatras usam na hipnose. Ela riu de novo, os dois parados frente a frente, ele peladão, eu ainda de short.Mas espera aí, porque desse ângulo você não vê direito, ajoelha assim, entendeu, você vai se cagar de rir.— E com essas mesmas mãos que estavam nos meus ombros como pra "me acalmar", ele fez um pouco de força pra que eu não hesitasse em me ajoelhar na frente dele. E continuou com o movimento pélvico dele, esfregando na minha cara o pauzão enorme dele.Bom, parece que tá funcionando com você também, bebezão. Tá gostando?-Ehh… – balubucié –Não… não… não sei…-Não ou não sei?-Não sei.– Dudé, erguendo meu olhar pra ver meu macho. Ele tava sorrindo.Bom, cara, temos que descobrir isso.– disse com as mãos na cintura –Come ela.E, acatando a ordem, quis começar a comer aquela baleia de carne que o Félix tinha entre as pernas, mas ele me parou na hora com a mão na minha testa, me segurando pelo topete. E me disse:Nada tão rápido. Primeiro quero que você cheire bem a comida, FILHO DA PUTA. Cheira minhas bolas.– e guiando minha cabeça pelos cabelos com força continuou -Ô, puto, como castigo por ter me vencido no jogo. Enfia teu nariz no saco das minhas bolas e cheira todo o cheirinho que eu fabriquei agora no jogo, viadinho.– aí me pega pela nuca e me fala –A boquinha fechada é promíscua, sei que tá morrendo de vontade, mas ainda não tem permissão pra meter ela na boca.– e aí ele começa a passar as bolas e aquela pica enorme no meu rosto todo. Tava toda babada, filho da puta. Dava pra sentir o suor dele lambuzando minha cara.Olha nos meus olhos.– Ele me dizia enquanto apoiava esses kiwis peludos que tinha por bolas na altura do queixo, e o pauzão dele, igual ao Meridiano de Greenwich, cortava minha cara toda ao meio e seguia seu caminho até meu cabelo e além. Dava pra ver que ele ficava excitado em ver minha cara com a porra da pica dele em cima, com meus olhos um de cada lado daquele pedaço imenso de carne de macho:
Félix:Você gosta de pau, viado?Eu: (tímido, como se tivesse com medo da gostosa)Sim.Félix:Quer comer ela toda, não é, petero?Eu: (quase emocionado, não sei o que tava rolando comigo)Sim…Félix:Qual é o teu problema? Tá muito excitado? A bunda promíscua tá pedindo carne?Eu: (enlouquecido. Me segurando)Não sei, Félix, não sei.Félix:Beleza, gostoso, não fica triste não. Essa pica grande derruba qualquer um. Vamo fazer uma parada. Senta no banquinho, com a cabeça pra baixo e a bunda pra cima, e com as mãozinhas separa as bandas dessa rabetinha minúscula que tu tem, que eu vou dar uma olhada no seu buraquinho e te falo se precisa de pica ou não…Então eu me sentei no banco, exatamente como ele mandou. Eu ainda tava de short.
Félix:Abaixa a calcinha devagarzinho, gostoso.— ela me disse e eu obedeci, fiquei só de calcinha, que nessa pose e com essa rabuda que eu tenho, ia ficar bem pornô —Muito bem, gostosona.– continuou Félix –Dá pra ver que nessa família tem um bom gene pra bunda, até diria que a sua é um pouco mais perfeita que a da sua irmã. E aí, agora abaixa essa calcinha e me mostra essa buceta que você tem no cu, viadinho.- O jeito como ele me tratava me dava ao mesmo tempo tesão e medo ou aflição. E eu obedeci.Uhhh, mas que buraquinho, isso aí é zero km, porra?Eu:Sim.Félix:Vamos, abre bem com as mãozinhas.– obedeci –Uhh, mas promíscua, que rosadinho, sério que essa buceta nunca comeu carne? Parece uma gatinha de 15 anos, me deixa com muito tesão…Eu:Nunca, Félix. Me solta.– falei como se ele estivesse me segurando contra minha vontade, e de certa forma era assim que eu me sentia, ele riu.
Félix:Num instante promíscuo, a gente ainda tá se conhecendo.. – nisso sinto cair a saliva dela na minha bunda, ela tinha cuspido. E logo sinto um dedo indicador fazendo círculos na entrada do meu cu.
Eu:Não! Não!– digo assustado, mas sai uma voz de puta gostosa.
Félix:Sh... se você adora putariaEu:Não, não! Sério mesmo, não.– e tento puxar a cueca pra cima. Então o Félix coloca um pé na minha cara, que tava apoiada no banco, e pressiona sem me machucar, mas me fazendo sentir claramente a força e o domínio dele. Eu congelei.
Félix:Fica quietinha, vadia, que você mesma colocou a bunda pra cima e abriu as pernas pra esquentar esse pau.— disse ele, segurando a própria rola, eu espiei como pude, e vi que ele tinha uma pica enorme, do tamanho daqueles desodorantes de ambiente tamanho família, IN A CRI TÍ VEL. E na sequência, ele me penetra com o dedo indicador e começa a fazer um mete-saca perfeito. Eu sentia meus peitos fervendo. E comecei a gemer sem conseguir me segurar. Eu tava de cu pra cima no banco de um vestiário, com um macho foda me dominando, pisando na minha cabeça e comendo meu cu que eu mesmo abria com minhas próprias mãos com o dedo indicador dele.Se tu gosta disso, imagina o que tu vai gozar quando eu bombar com essa buceta.– Então, sem parar de enfiar os dedos em mim, ela para de pisar em mim e se aproxima do meu rosto com a pica dela –Fica bem de quatro.ele diz – e eu tiro minhas mãos da minha bunda e fico feito uma putinha, com um macho dedando meu cu, e com a pica dele na minha cara. Morrendo de vontade, abro a boca como se fosse engolir ela toda, mas ele me segura pelos cabelos. E ele diz Félix:Você não tem permissão pra chupar ela. Sua boquinha fechada. Dá beijinhos com a boca fechada só.– eu comecei a beijar ele, e ele me deixava. Enchi aquele pauzão de beijos. Ele ria, e quando fui perceber, já tinha dois dedos na minha buceta me comendo, não sei quando, não sei como ele fez, mas claramente sabia me levar.Agora pega ela pela base e bate punheta na sua cara, viadinho.– E tive que fazer, adorava a sensação de estar segurando uma pica daquelas. Sentia o poder de um pau enorme. Me excitava.Encosta mais forte. Encosta sem parar.– me obedece. E eu começo a esmurrar minha própria cara. Doía um pouquinho, mas me excitava agradar ele. Ele morria de rir. Até que, de repente, ele tirou os dedos e se afastou, dizendo:Bom, muito bem, vem pra cá– e foi em direção a um dos cubículos onde ficam os banheiros. Eu me preparei pra segui-lo e me levantei, mas ele disse –Não, porra, vem de quatro, você é minha putinha, ainda não entendeu?– então eu me pus de quatro, o filho da puta tinha deixado minha buceta fervendo, eu sentia falta dos dedos dele. Ficava olhando ele de longe, pouco peludinho, 1,80, moreno, com uma barbinha bem feita de 2 dias, sorriso perfeito, olhar forte e aquela pica que tava duríssima e era bestialmente grossa e comprida, e aqueles ovos super peludos que me enlouqueciam. Cheguei até o cubículo do vaso, com toda a vontade de que ele deixasse eu chupar, precisava meter aquela pica enorme na minha boca. E ele disse, como se estivesse lendo meus pensamentos –Quer se engasgar com essa buceta, não quer?– Enquanto segurava ela. E a movia. Eu estava tão nervoso que não conseguia falar, mas concordei com a cabeça. Ele riu de novo –Essa cara que você faz! Tipo assustado quando tá morrendo de vontade. Me lembra sua irmã quando eu arrebento a bunda dela. Parece que os dois nasceram com o gene da putaria. Vem, coloca a cabecinha aqui –Ela me disse e ajeitou minha cabeça com as mãos de lado no buraco do vaso sanitário. E me disse –Vou mijar na sua cara, sabia, seu puto?-Não, por favor.– eu disse, mas não tive coragem de me afastar. O sorridente começou a mijar em mim, o jato batia com força no meu rosto. Ele fazia questão de apontar pro meu nariz, pra eu ter que abrir a boca ou me sufocar. Minha sufocação e minhas caretas de nojo divertiam ele pra caralho. Terminou de mijar e, entre risadas, me disse –Você gostou?– Eu concordei com a cabeça, não podia mentir, tava com o pau durasso. Aquele macho dominante me deixava toda molhada.Mas tu tem que limpar essa cara agora, promíscua.— Arrancou como se fosse pra buceta, mas me parou e disse—Não, bebê, eu lavo você.. – E assim, de quatro, ele me agarrou pela nuca e enfiou minha cara no vaso onde estava o mijo que tinha escorrido primeiro pelo meu rosto, e deu descarga, a água jorrando, me afundando ali. E eu tendo que prender a respiração, de quatro num banheiro com a bunda empinada e um macho dominante me humilhando.Agora sim, disse. Tá limpinho. Encheu meus ovos de porra, tua irmã vai ficar feliz, vai tomar uma boa porção como ela gosta. Dá um beijinho nos meus ovos.– eu fiz.Agora vaza, que vou tomar um banho e não quero um filho da puta rondando por aqui. Você tem que fazer mais mérito pra comer essa buceta.– enquanto se agarrava nela – ¿Entendeu?-Sim.– respondi submisso e cheio de raiva porque queria chupar aquilo. Não podia acreditar que ia me deixar fervendo. Então, com suavidade, ele pegou no meu queixo, pra que eu, de joelhos como estava, olhasse nos olhos dele. E com aquele sorriso de safado, cuspiu no meio da minha cara e riu.Passar a mão na sua cara toda, espalhando bem, e vai pra casa.– Então com minha mão espalhei a saliva do cuspe dela e me levantei e me virei como se fosse embora, frustrado. Aí sinto a mão de homem dele me agarrar pelos cabelos da nuca e me virar. Fiquei iludido, pensei que finalmente ia me beijar ou deixar eu chupar ele. Mas não, com a força dele ele guia minha cara até debaixo da axila dele e diz:Lambé minha buceta, viado, me dá uma mão aqui pra eu me lavar mais rápido..- Os braços dele eram enormes, e ele fazia força na minha nuca como se quisesse me afundar bem na axila suada e peluda dele, enquanto ria. Me fez limpar direitinho as duas axilas e, quando terminamos, de pé, cara a cara, ele me olhou e disse entre risadas:Mas que piquitinha que tu tem a piquinha. Tu é igual uma menina, olha.– E começou a me bater com a pica de mamute dele, no meu pauzinho pequeno, enquanto não parava de sorrir –Agora sim, vai embora, viado.OBEDECI. Me virei, ele me deu um tapa bem sonoro com a bunda e disse de novo.TCHAU, FILHO DA PUTA
TCHAU– respondi já derrotado
Ficava o fim de semana inteiro com ele. E tava claro que aquele safado me dominava…
FIM DA PRIMEIRA PARTE
TO COMO "INEXPERIENTE" PORQUE POSTEI ANTES COM TÍTULO EM MAIÚSCULAS. PELO AMOR, ME AJUDEM COM PONTOS E COMENTÁRIOS SE GOSTARAM E QUEREM QUE EU CONTINUE CONTANDO! VALEUUU
Ele se aproximou, colocou as mãos nos meus ombros como pra me acalmar, a situação me deixava muito nervoso… Ele, moreno forte, peludo, maior que eu em todos os sentidos, completamente nu e com um pauzão, na minha frente — eu, branco, pequeno, liso e loiro, másculo mas suave, adolescente, com o torso nu mas ainda de bermuda por vergonha — e ele disse:Cara, fica tranquilo. Tô acostumado, já sei que toda vez que eu fico pelado num vestiário geral fica de olho. Às vezes até bateram palma pra mim. É meio hipnótica.– e riu, com aquele sorriso esplêndido e continuou. –Sabe o que eu faço às vezes com as gostosas e elas morrem? Eu hipnotizo elas assim– e começa a fazer um movimento leve de quadril que fazia aquele pedaço enorme de carne balançar como um pêndulo daqueles que os psiquiatras usam na hipnose. Ela riu de novo, os dois parados frente a frente, ele peladão, eu ainda de short.Mas espera aí, porque desse ângulo você não vê direito, ajoelha assim, entendeu, você vai se cagar de rir.— E com essas mesmas mãos que estavam nos meus ombros como pra "me acalmar", ele fez um pouco de força pra que eu não hesitasse em me ajoelhar na frente dele. E continuou com o movimento pélvico dele, esfregando na minha cara o pauzão enorme dele.Bom, parece que tá funcionando com você também, bebezão. Tá gostando?-Ehh… – balubucié –Não… não… não sei…-Não ou não sei?-Não sei.– Dudé, erguendo meu olhar pra ver meu macho. Ele tava sorrindo.Bom, cara, temos que descobrir isso.– disse com as mãos na cintura –Come ela.E, acatando a ordem, quis começar a comer aquela baleia de carne que o Félix tinha entre as pernas, mas ele me parou na hora com a mão na minha testa, me segurando pelo topete. E me disse:Nada tão rápido. Primeiro quero que você cheire bem a comida, FILHO DA PUTA. Cheira minhas bolas.– e guiando minha cabeça pelos cabelos com força continuou -Ô, puto, como castigo por ter me vencido no jogo. Enfia teu nariz no saco das minhas bolas e cheira todo o cheirinho que eu fabriquei agora no jogo, viadinho.– aí me pega pela nuca e me fala –A boquinha fechada é promíscua, sei que tá morrendo de vontade, mas ainda não tem permissão pra meter ela na boca.– e aí ele começa a passar as bolas e aquela pica enorme no meu rosto todo. Tava toda babada, filho da puta. Dava pra sentir o suor dele lambuzando minha cara.Olha nos meus olhos.– Ele me dizia enquanto apoiava esses kiwis peludos que tinha por bolas na altura do queixo, e o pauzão dele, igual ao Meridiano de Greenwich, cortava minha cara toda ao meio e seguia seu caminho até meu cabelo e além. Dava pra ver que ele ficava excitado em ver minha cara com a porra da pica dele em cima, com meus olhos um de cada lado daquele pedaço imenso de carne de macho:
Félix:Você gosta de pau, viado?Eu: (tímido, como se tivesse com medo da gostosa)Sim.Félix:Quer comer ela toda, não é, petero?Eu: (quase emocionado, não sei o que tava rolando comigo)Sim…Félix:Qual é o teu problema? Tá muito excitado? A bunda promíscua tá pedindo carne?Eu: (enlouquecido. Me segurando)Não sei, Félix, não sei.Félix:Beleza, gostoso, não fica triste não. Essa pica grande derruba qualquer um. Vamo fazer uma parada. Senta no banquinho, com a cabeça pra baixo e a bunda pra cima, e com as mãozinhas separa as bandas dessa rabetinha minúscula que tu tem, que eu vou dar uma olhada no seu buraquinho e te falo se precisa de pica ou não…Então eu me sentei no banco, exatamente como ele mandou. Eu ainda tava de short.
Félix:Abaixa a calcinha devagarzinho, gostoso.— ela me disse e eu obedeci, fiquei só de calcinha, que nessa pose e com essa rabuda que eu tenho, ia ficar bem pornô —Muito bem, gostosona.– continuou Félix –Dá pra ver que nessa família tem um bom gene pra bunda, até diria que a sua é um pouco mais perfeita que a da sua irmã. E aí, agora abaixa essa calcinha e me mostra essa buceta que você tem no cu, viadinho.- O jeito como ele me tratava me dava ao mesmo tempo tesão e medo ou aflição. E eu obedeci.Uhhh, mas que buraquinho, isso aí é zero km, porra?Eu:Sim.Félix:Vamos, abre bem com as mãozinhas.– obedeci –Uhh, mas promíscua, que rosadinho, sério que essa buceta nunca comeu carne? Parece uma gatinha de 15 anos, me deixa com muito tesão…Eu:Nunca, Félix. Me solta.– falei como se ele estivesse me segurando contra minha vontade, e de certa forma era assim que eu me sentia, ele riu.
Félix:Num instante promíscuo, a gente ainda tá se conhecendo.. – nisso sinto cair a saliva dela na minha bunda, ela tinha cuspido. E logo sinto um dedo indicador fazendo círculos na entrada do meu cu.
Eu:Não! Não!– digo assustado, mas sai uma voz de puta gostosa.
Félix:Sh... se você adora putariaEu:Não, não! Sério mesmo, não.– e tento puxar a cueca pra cima. Então o Félix coloca um pé na minha cara, que tava apoiada no banco, e pressiona sem me machucar, mas me fazendo sentir claramente a força e o domínio dele. Eu congelei.
Félix:Fica quietinha, vadia, que você mesma colocou a bunda pra cima e abriu as pernas pra esquentar esse pau.— disse ele, segurando a própria rola, eu espiei como pude, e vi que ele tinha uma pica enorme, do tamanho daqueles desodorantes de ambiente tamanho família, IN A CRI TÍ VEL. E na sequência, ele me penetra com o dedo indicador e começa a fazer um mete-saca perfeito. Eu sentia meus peitos fervendo. E comecei a gemer sem conseguir me segurar. Eu tava de cu pra cima no banco de um vestiário, com um macho foda me dominando, pisando na minha cabeça e comendo meu cu que eu mesmo abria com minhas próprias mãos com o dedo indicador dele.Se tu gosta disso, imagina o que tu vai gozar quando eu bombar com essa buceta.– Então, sem parar de enfiar os dedos em mim, ela para de pisar em mim e se aproxima do meu rosto com a pica dela –Fica bem de quatro.ele diz – e eu tiro minhas mãos da minha bunda e fico feito uma putinha, com um macho dedando meu cu, e com a pica dele na minha cara. Morrendo de vontade, abro a boca como se fosse engolir ela toda, mas ele me segura pelos cabelos. E ele diz Félix:Você não tem permissão pra chupar ela. Sua boquinha fechada. Dá beijinhos com a boca fechada só.– eu comecei a beijar ele, e ele me deixava. Enchi aquele pauzão de beijos. Ele ria, e quando fui perceber, já tinha dois dedos na minha buceta me comendo, não sei quando, não sei como ele fez, mas claramente sabia me levar.Agora pega ela pela base e bate punheta na sua cara, viadinho.– E tive que fazer, adorava a sensação de estar segurando uma pica daquelas. Sentia o poder de um pau enorme. Me excitava.Encosta mais forte. Encosta sem parar.– me obedece. E eu começo a esmurrar minha própria cara. Doía um pouquinho, mas me excitava agradar ele. Ele morria de rir. Até que, de repente, ele tirou os dedos e se afastou, dizendo:Bom, muito bem, vem pra cá– e foi em direção a um dos cubículos onde ficam os banheiros. Eu me preparei pra segui-lo e me levantei, mas ele disse –Não, porra, vem de quatro, você é minha putinha, ainda não entendeu?– então eu me pus de quatro, o filho da puta tinha deixado minha buceta fervendo, eu sentia falta dos dedos dele. Ficava olhando ele de longe, pouco peludinho, 1,80, moreno, com uma barbinha bem feita de 2 dias, sorriso perfeito, olhar forte e aquela pica que tava duríssima e era bestialmente grossa e comprida, e aqueles ovos super peludos que me enlouqueciam. Cheguei até o cubículo do vaso, com toda a vontade de que ele deixasse eu chupar, precisava meter aquela pica enorme na minha boca. E ele disse, como se estivesse lendo meus pensamentos –Quer se engasgar com essa buceta, não quer?– Enquanto segurava ela. E a movia. Eu estava tão nervoso que não conseguia falar, mas concordei com a cabeça. Ele riu de novo –Essa cara que você faz! Tipo assustado quando tá morrendo de vontade. Me lembra sua irmã quando eu arrebento a bunda dela. Parece que os dois nasceram com o gene da putaria. Vem, coloca a cabecinha aqui –Ela me disse e ajeitou minha cabeça com as mãos de lado no buraco do vaso sanitário. E me disse –Vou mijar na sua cara, sabia, seu puto?-Não, por favor.– eu disse, mas não tive coragem de me afastar. O sorridente começou a mijar em mim, o jato batia com força no meu rosto. Ele fazia questão de apontar pro meu nariz, pra eu ter que abrir a boca ou me sufocar. Minha sufocação e minhas caretas de nojo divertiam ele pra caralho. Terminou de mijar e, entre risadas, me disse –Você gostou?– Eu concordei com a cabeça, não podia mentir, tava com o pau durasso. Aquele macho dominante me deixava toda molhada.Mas tu tem que limpar essa cara agora, promíscua.— Arrancou como se fosse pra buceta, mas me parou e disse—Não, bebê, eu lavo você.. – E assim, de quatro, ele me agarrou pela nuca e enfiou minha cara no vaso onde estava o mijo que tinha escorrido primeiro pelo meu rosto, e deu descarga, a água jorrando, me afundando ali. E eu tendo que prender a respiração, de quatro num banheiro com a bunda empinada e um macho dominante me humilhando.Agora sim, disse. Tá limpinho. Encheu meus ovos de porra, tua irmã vai ficar feliz, vai tomar uma boa porção como ela gosta. Dá um beijinho nos meus ovos.– eu fiz.Agora vaza, que vou tomar um banho e não quero um filho da puta rondando por aqui. Você tem que fazer mais mérito pra comer essa buceta.– enquanto se agarrava nela – ¿Entendeu?-Sim.– respondi submisso e cheio de raiva porque queria chupar aquilo. Não podia acreditar que ia me deixar fervendo. Então, com suavidade, ele pegou no meu queixo, pra que eu, de joelhos como estava, olhasse nos olhos dele. E com aquele sorriso de safado, cuspiu no meio da minha cara e riu.Passar a mão na sua cara toda, espalhando bem, e vai pra casa.– Então com minha mão espalhei a saliva do cuspe dela e me levantei e me virei como se fosse embora, frustrado. Aí sinto a mão de homem dele me agarrar pelos cabelos da nuca e me virar. Fiquei iludido, pensei que finalmente ia me beijar ou deixar eu chupar ele. Mas não, com a força dele ele guia minha cara até debaixo da axila dele e diz:Lambé minha buceta, viado, me dá uma mão aqui pra eu me lavar mais rápido..- Os braços dele eram enormes, e ele fazia força na minha nuca como se quisesse me afundar bem na axila suada e peluda dele, enquanto ria. Me fez limpar direitinho as duas axilas e, quando terminamos, de pé, cara a cara, ele me olhou e disse entre risadas:Mas que piquitinha que tu tem a piquinha. Tu é igual uma menina, olha.– E começou a me bater com a pica de mamute dele, no meu pauzinho pequeno, enquanto não parava de sorrir –Agora sim, vai embora, viado.OBEDECI. Me virei, ele me deu um tapa bem sonoro com a bunda e disse de novo.TCHAU, FILHO DA PUTA
TCHAU– respondi já derrotado
Ficava o fim de semana inteiro com ele. E tava claro que aquele safado me dominava…
FIM DA PRIMEIRA PARTE
TO COMO "INEXPERIENTE" PORQUE POSTEI ANTES COM TÍTULO EM MAIÚSCULAS. PELO AMOR, ME AJUDEM COM PONTOS E COMENTÁRIOS SE GOSTARAM E QUEREM QUE EU CONTINUE CONTANDO! VALEUUU
7 comentários - Félix I: Dominante e Pauzudo
recaliente...
van p