Felix I: Dominante y Vergón

Que pedaço de pica!Foi a primeira coisa que pensei na primeira vez que dividi vestiário com o Félix. Pendurada enorme, peluda e morta entre aquelas duas pernas que se erguiam como colunas musculares de macho alfa. Na real, fiquei olhando sem perceber, até que ele me disseParei de olhar pra minha pica.Eu fiquei paralisado, e ele percebeu e me disse.Não se preocupa, acontece comigo toda hora. Eu tenho ela bem grandona e chama atenção. Pra minas e pra caras, não acho que você seja viado. Mas não dá pra ficar me encarando tanto assim.A situação tinha me superado. Às vezes eu fantasiava com homens, mas nunca tinha feito nada. Eu tinha 18 anos, ele 28, era o novo namorado da minha irmã, que estava passando o primeiro fim de semana no sítio dos meus pais. A gente estava nos vestiários da quadra de tênis depois da partida que eu tinha ganhado dele.Desculpa— falei, vermelho de vergonha.
Ele se aproximou, colocou as mãos nos meus ombros como pra me acalmar, a situação me deixava muito nervoso… Ele, moreno forte, peludo, maior que eu em todos os sentidos, completamente nu e com um pauzão, na minha frente, eu, branco magro, liso e loiro, másculo mas suave, adolescente, com o torso nu mas ainda de shorts por vergonha, e ele disse:Cara, não esquenta. Tô acostumado, já sei que toda vez que eu tiro a roupa num vestiário geral fica de olho. Às vezes até já bateram palma. É meio hipnótica.– e riu, com aquele sorriso esplêndido e continuou. –Sabe o que eu faço às vezes com as gostosas e elas morrem? Eu hipnotizo elas assim– e começa a fazer um movimento leve de quadril que fazia aquele pedaço enorme de carne balançar como um pêndulo daqueles que psiquiatras usam em hipnose. Ela riu de novo, os dois parados frente a frente, ele totalmente pelado, eu ainda de short.Mas pera aí, porque desse ângulo você não vê direito, ajoelha assim que você entende, vai se cagar de rir.– E com essas mesmas mãos que ele tinha nos meus ombros como pra "me acalmar", ele fez um pouco de força pra eu não hesitar em me ajoelhar na frente dele. E continuou com aquele movimento pélvico, esfregando na minha cara o pauzão dele.Bom, parece que tá funcionando com você também, bebezão. Tá gostando?-Ehh… – balubucié –Não… não… não sei…-Não ou não sei?-Não sei.– dudé, erguendo o olhar pra ver meu macho. Ele tava sorrindo.E aí, cara, temos que descobrir isso.– disse com os braços na cintura –Come ela.E, acatando a ordem, quis começar a comer aquela baleia de carne que o Félix tinha entre as pernas, mas ele me parou na hora com uma mão na minha testa, me segurando pelo topete. E me disse:Nada tão rápido. Primeiro quero que você cheire bem a comida, FILHO DA PUTA. Cheira minhas bolas.– e manejando minha cabeça pelo cabelo com força continuou -E aí, filho da puta, como castigo por ter ganhado de mim no jogo. Enfia teu nariz no saco das minhas bolas e cheira todo o fedor que eu fabriquei agora no jogo, viadinho.– aí me pega pela nuca e me fala –A boquinha fechada promíscua, sei que você tá morrendo de vontade, mas ainda não tem permissão pra enfiar ela na boca.– e aí ele começa a passar as bolas e aquele pauzão enorme no meu rosto todo. Tava durasso o filho da puta. Dava pra sentir o suor dele besuntando minha cara.Olha nos meus olhos.– Dizia enquanto apoiava aqueles kiwis peludos que tinha por bolas na altura do queixo, e seu pau enorme feito o meridiano de Greenwich, cortava minha cara toda ao meio e seguia seu caminho até meu cabelo e além. Parece que ele ficava com tesão de ver minha cara com a pica dele em cima, com meus olhos um de cada lado daquele pedaço imenso de carne de macho:

Félix:Você gosta de pau, viado?Eu: (tímido, como se tivesse com medo da gostosa)Sim.Félix:Quer comer ela toda, não é, petero?Eu: (quase emocionado, não sei o que tava rolando comigo)Sim…Félix:O que foi? Tá muito excitado? A bunda promíscua tá pedindo carne?Eu: (enlouquecido. Me segurando)Não sei, Félix, não sei.Félix:Beleza, gostoso, não fica triste não. Essa pica grande derruba qualquer um. Vamos fazer uma parada. Senta no banquinho, com a cabeça pra baixo e a bunda pra cima, e com as mãozinhas separa as bandas dessa rabetinha pequena que você tem, que eu vou dar uma olhada no buraquinho e te falo se precisa de pica ou não…Então eu me sentei no banco, exatamente como ele mandou. Eu ainda tava de short.

Félix:Abaixa a calcinha devagarzinho, gostoso.— ela me disse e eu obedeci, fiquei só de calcinha, que nessa pose e com essa bundona que eu tenho, ia ficar bem pornô —Muito bem, gostosona.– continuou Félix –Dá pra ver que nessa família tem um bom gene pra bunda, até diria que a sua é um pouco mais perfeita que a da sua irmã. E aí, agora abaixa a calcinha e mostra essa buceta que você tem no cu, viadinho.- O jeito que ele me tratava me dava ao mesmo tempo tesão e medo ou agonia. E eu obedeci.Uhhh, mas que buraquinho, isso aí é zero km, porra?Eu:Sim.Félix:Vamos, abre bem com as mãozinhas.– obedeci –Uhh, mas promíscua, que rosadinho, sério que essa buceta nunca comeu carne? Você parece uma gostosinha de 15 anos, me deixa com muito tesão…Eu:Nunca, Félix. Me solta.– falei como se ele estivesse me segurando contra a minha vontade, e de certa forma era assim que eu me sentia, ele riu.
Félix:Num instantinho promíscuo, a gente ainda tá se conhecendo.. – nisso sinto que cai a saliva dela na minha bunda, ela tinha cuspido em mim. E logo em seguida sinto um dedo indicador fazendo circulinhos na entrada do meu cu. Eu:Não! Não!– digo assustado, mas sai uma voz de puta gostosa.

Félix:Sh… se você adora putariaEu:Não, não! Sério que não– e tento puxar a cueca pra cima. Então o Félix coloca um pé na minha cara, que tava apoiada no banco, e aperta sem me machucar, mas fazendo eu sentir claramente a força e o domínio dele. Eu congelei.

Félix:Fica quietinha, puta, que foi você mesma que colocou a bunda pra cima e abriu as pernas pra esquentar esse pau.— disse ele, pegando na própria rola, eu espiei como pude, e vi que ele tinha uma piroca enorme e era realmente do tamanho daqueles desodorantes de ambiente tamanho família, IN ACREDITÁVEL. E na sequência, ele me penetra com o indicador e começa a fazer um mete-e-saca perfeito. Eu sentia meus peitos fervendo. E comecei a gemer sem conseguir me segurar. Eu tava de cu pra cima no banco de um vestiário com um macho filho da puta me dominando, pisando na minha cabeça e comendo meu cu que eu mesmo abria com minhas próprias mãos com o dedo indicador dele.Se tu gosta disso, imagina o tesão que tu vai sentir quando eu te bombar com essa.– Então, sem parar de enfiar os dedos em mim, ela para de pisar em mim e aproxima a rola da minha cara –Fica bem de quatro.Ele me diz – e eu tiro minhas mãos da minha bunda e fico feito uma putinha, com um macho dedando meu cu, e com a pica dele na minha cara. Morrendo de vontade, abro a boca como se fosse engolir tudo, mas ele me segura pelos cabelos. E me diz:

Félix:Você não tem permissão pra chupar ela. Sua boquinha fechada. Dá beijinhos com a boca fechada só.– eu comecei a beijar ele, já que ele deixava. Enchi aquela pica enorme de beijos. Ele ria e, quando me dei conta, já tinha dois dedos na buceta me comendo, não sei quando, não sei como ele fez, mas claramente sabia me levar.Agora pega ela pela base e bate na tua cara com a pica, viadinho.– E tive que fazer, adorava a sensação de estar segurando uma pica daquelas. Sentia o poder de um pau enorme. Me excitava.Encosta mais forte. Encosta sem parar.– me obedece. E eu começo a dar porrada na minha cara. Doía um pouquinho, mas me excitava agradar ele. Ele morria de rir. Até que de repente, ele tirou os dedos e se afastou dizendo. –Bom, muito bem, vem pra cá– E aí, foi na direção de um dos cubículos onde ficam os banheiros. Eu me preparei pra segui-lo e levantei, mas ele disse –Não, viado, vem de quatro, você é minha puta, ainda não entendeu?– aí eu me pus de quatro, o filho da puta tinha deixado minha buceta fervendo, tava com saudade dos dedos dele. Fiquei olhando ele de longe, pouco peludinho, 1,80, moreno, com uma barbinha bem feita de 2 dias, sorriso perfeito, olhar forte e aquela pica que tava duríssima e era bestialmente grossa e comprida, e aqueles ovos super peludos que me enlouqueciam. Cheguei até o cubículo do vaso, com toda a vontade de que ele deixasse eu chupar, precisava meter aquela pica enorme na minha boca. E ele disse, como se tivesse lendo meus pensamentos –Quer se engasgar com essa buceta, não quer?– Enquanto pegava ela. E mexia. Eu tava tão nervoso que não conseguia falar, mas concordei com a cabeça. Ele riu de novo –Essa cara que você faz! Tipo assustado, mas morrendo de vontade. Me lembra sua irmã quando eu arrebento a bunda dela. Parece que vocês dois nasceram com o gene da putaria. Vem, coloca a cabecinha aqui –Ele me disse e ajeitou minha cabeça com as mãos de lado no buraco do vaso sanitário. E me disse –Vou mijar na sua cara, sabia, viado?-Não, por favor.– eu disse, mas não tive coragem de me afastar. O sorridente começou a mijar em mim, o jato batia com força no meu rosto. Ele fazia questão de apontar pro meu nariz, pra eu ter que abrir a boca ou sufocar. Ele achava muita graça da minha sufocada e das minhas caretas de nojo. Terminou de mijar e, entre risadas, me disse –Você gostou?— Eu concordei com a cabeça, não dava pra mentir, tava com a pica duríssima. Aquele macho dominante me deixava toda molhada.Mas você tem que limpar essa cara agora, promíscua.— Arrancou como se fosse pra buceta, mas me parou e disse—Não, bebê, eu lavo você.. – E assim, de quatro, ele me agarrou pela nuca e enfiou minha cara no vaso onde estava o mijo que tinha escorrido primeiro pelo meu rosto, e deu descarga, a água rodopiando, me afundando ali. E eu tendo que prender a respiração, de quatro num banheiro com a bunda empinada e um macho dominante me humilhando.Agora sim, disse. Tá limpinho. Encheu meus ovos de porra, tua irmã vai ficar feliz, vai tomar uma boa porção do jeito que ela gosta. Dá um beijinho nos meus ovos.– eu fiz.Agora vaza, vou tomar um banho e não quero um filho da puta por perto. Cê tem que fazer mais mérito pra comer essa buceta.– enquanto se agarrava –Entendeu?-Sim.— respondi submisso e cheio de raiva porque queria chupar aquela pica. Não podia acreditar que ia me deixar fervendo. Então, com suavidade, ele pegou no meu queixo, pra que eu, ajoelhado como estava, olhasse nos olhos dele. E com aquele sorriso de gostoso, cuspiu no meio da minha cara e riu.Passa com a mão na sua cara toda, e vai pra casa.– Então com minha mão espalhei a saliva do cuspe dela e me levantei e me virei como se fosse embora, frustrado. Aí sinto a mão de homem dela me agarrar pelos cabelos da nuca e me virar. Fiquei iludido, pensei que finalmente ia me beijar ou deixar eu chupar ele. Mas não, com a força dela guia minha cara até debaixo da axila e diz:Lamba minha buceta, viado, me dá uma mão pra eu me lavar mais rápido.Os braços dele eram enormes, e ele fazia força na minha nuca pra me afundar bem na axila suada e peluda dele, enquanto ria. Me fez limpar bem as duas axilas e, quando terminamos, de pé, cara a cara, ele me olhou e disse entre risadas:

Mas que piquitinha que tu tem a pica. Tu é igual uma menina, olha.– E começou a me bater com a pica de mamute dele, no meu pintinho pequeno, enquanto não parava de sorrir –Agora sim, vai embora, viado.OBEDECI. Me virei, ele me deu um tapa bem sonoro com a Booty e falou de novo.TCHAU, SEU FILHO DA PUTA.
TCHAU– respondi já vencido

Ficava o fim de semana inteiro com ele. E tava claro que aquele maluco me dominava…

FIM DA PRIMEIRA PARTE

ESTOU EM "INEXPERIENTE" PORQUE POSTEI ANTES COM TÍTULO EM MAIÚSCULAS. PELO AMOR, ME AJUDEM COM PONTOS E COMENTÁRIOS SE VOCÊS GOSTARAM E QUEREM QUE EU CONTINUE CONTANDO! OBRIGADÃOOO

7 comentários - Felix I: Dominante y Vergón

buenisimo... 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤 🤤
recaliente...
van p
quisiera conseguime uno asi de bueno que me combierta en su mujer hasta arreglo la casa y e labo la ropa