Esse é meu primeiro post e quero começar com a história que muitas vezes pensei em contar, mas por medo do que iam dizer, nunca contei pra ninguém.
Tudo começou um dia em que eu tava vendo TV com meu tio, era de noite e uns instantes antes eu tinha pegado ele vendo um filme erótico. Quando me viu, ele mudou de canal na pressa, talvez por ser mais velho que eu, talvez por respeito, já que essa experiência rolou numa cidade onde a cultura é de respeito à risca. Sentei do lado dele e comecei a ver o que ele tava vendo. Ele ficava mudando de canal, até que passou de novo no mesmo canal de antes e parou. Aí eu falei pra ele parar e voltar naquele canal. Depois de ver aquelas cenas por uns 2 minutos, ele me olhou na cara e a gente riu junto. Perguntei rindo: "Tá ficando doido, hein, seu povo?" — me referindo ao volume dele. Ele disse que sim e, entre risadas, me perguntou a mesma coisa. Respondi que também, mas que nele não dava pra notar. Ele mandou eu apalpar. Falei: "Pô, tá brabo mesmo!" Sem dizer nada, ele me tocou no volume e, rindo, falou a mesma coisa. Parecia que tava me imitando. Fui apalpar ele de novo, mas dessa vez não tirei mais a mão do volume dele. Tava durasso o cara e não falava nada, e eu continuei. Depois de uns 5 minutos tocando, meti a mão dentro da bermuda dele e peguei de uma vez. Pra minha surpresa, meu tio tava todo molhado, e eu, que não sabia muito sobre isso de ficar molhado na época, achei que ele tinha gozado. Como a banana dele continuava dura pra caralho, continuei e senti a mão dele tentando entrar na minha calça, que tinha um cinto atrapalhando. Desabotoei tudo rápido, enquanto ele ajudava, e quando finalmente ficou fácil, ele meteu a mão de uma vez e pegou na minha.
Pra não sermos descobertos pelos meus outros tios, que estavam em outro quarto, decidimos ir pra um quintal que ficava atrás da casa. Cuidadosamente fomos pra aquele pátio, continuamos com nossos amassos e, num momento bem rápido, ele gozou com umas gotas e jatos terríveis que me surpreenderam pela quantidade e pela grossura, parecia que não acabava mais. Depois disso, sem falar nada, ele foi embora e me deixou na vontade.
Os dias passaram e percebi que ele tava me evitando. Achei que foi só uma coisa de tesão daquele dia e que a gente devia esquecer.
Passaram três meses e recebi uma mensagem dele perguntando quando eu ia voltar na casa dele. Óbvio que respondi na hora e fui pra casa dele também. No nosso segundo encontro, a gente usou a TV de desculpa de novo e, quando o clima esquentou, começamos com os amassos outra vez. Mas dessa vez fui mais longe: levei o pau dele pra minha boca. Aí percebi que o pau dele lubrificava muito e tive que lamber toda aquela lubrificação salgada. Ele não demorou pra gozar tudo na minha boca, sem me avisar. Era a primeira vez que alguém gozava na minha boca, mas senti tanto tesão que deixei rolar e curti pra caralho. Só sentia a pontada do pau dele na minha boca e a porra quente e grossa saindo. De novo, ele me deixou na mão, levantou a calça e foi dormir. Nos dias seguintes, mesma história: me evitava e não falava comigo. Passaram mais uns 2 ou 3 meses e veio outra mensagem. Assim a gente continuou por quase 2 anos, até que ele foi avançando cada vez mais em mim. Ele pegava no meu pau e um dia meteu na boca dele. Não demorei pra pedir pra gente fazer aquilo ao mesmo tempo, e foi assim que ele subiu em cima de mim, deixando a bunda dele exposta. Essa foi a melhor oportunidade que tive pra descobrir o quanto ele adorava que eu lambesse a bunda dele. Me impressionava sentir minha língua dilatando o cu dele, que ficava bem aberto. Vendo aquilo, coloquei ele de costas pra mim e encostei meu pau duro bem devagar. Cada vez aumentava mais a pressão e sentia ele entrando cada vez mais, só com a lubrificação do meu pau, que por sinal não é pequeno. Ele tava meio frio, não demonstrava prazer nenhum. Mas eu sentia tanto prazer que gozei em menos de 5 minutos, era algo que eu não conseguia acreditar, e que surpresa, enquanto eu gozava, vi ele gozando sem se tocar, só sorriu e foi tomar banho, como sempre, de novo eu tinha que esperar o arrependimento passar pra ele me escrever de novo, e ainda por cima, tinha que existir a possibilidade de não ter ninguém ou de todo mundo estar dormindo pra gente ter nossos momentos. Dessa vez, ele me escreveu de novo, mas como um insulto, me chamando de viado e dizendo que gostava de mulher, me deixou sem chão até que, depois de uns meses, me chamou de novo na casa dele. Já iam uns 4 anos de relação a cada 3 meses, eu achei que ele só queria ser ativo, então fui com a intenção de dar pra ele. Quando a gente ficou na tranquilidade, ele se posicionou atrás de mim, abaixou a calça e eu senti a ponta da piroca dele, que parecia sem uso, me enfiando em só três empurrões. Agüentei a dor porque ele meteu de uma vez, tava me mostrando que o negócio dele era ser ativo, ser selvagem, e olha que ele me comeu várias vezes naquela noite. Mas antes de ir embora, ele insinuou que eu podia comer ele, e com aquele prazer imenso, virei ele de costas pra mim e comecei a lamber ele do calcanhar até a bunda, ele gemia igual um louco, se abria um montão, e eu comecei a me preocupar com os gemidos fortes, de nervoso, porque já era muito gemido, não queria que descobrissem. Fiquei tão nervoso que minha piroca foi amolecendo, achei que não ia conseguir, mas a bunda dele tava tão dilatada que minha piroca mole, inacreditavelmente, ainda tava entrando. Quando senti isso, mais o calor da bunda dele, fiquei doido de novo e comecei a bombar com tudo até bater minhas bolas nas dele de tanto que balançavam. Essa foi uma noite inesquecível, e o que mais me excita é que a gente sempre tá na beira do perigo. Depois disso, as mensagens de convite ficaram mais frequentes e nossos encontros muito mais. Fogosos, a última vez foi há 4 meses e cada experiência é inesquecível. Hoje já estamos há 7 anos juntos. Acho que no começo ele tinha dificuldade de se soltar, e por isso também vinha o arrependimento. Todo mundo já passou por uma situação assim como a que eu passei e ainda passo com meu tio mais novo que eu.
Tudo começou um dia em que eu tava vendo TV com meu tio, era de noite e uns instantes antes eu tinha pegado ele vendo um filme erótico. Quando me viu, ele mudou de canal na pressa, talvez por ser mais velho que eu, talvez por respeito, já que essa experiência rolou numa cidade onde a cultura é de respeito à risca. Sentei do lado dele e comecei a ver o que ele tava vendo. Ele ficava mudando de canal, até que passou de novo no mesmo canal de antes e parou. Aí eu falei pra ele parar e voltar naquele canal. Depois de ver aquelas cenas por uns 2 minutos, ele me olhou na cara e a gente riu junto. Perguntei rindo: "Tá ficando doido, hein, seu povo?" — me referindo ao volume dele. Ele disse que sim e, entre risadas, me perguntou a mesma coisa. Respondi que também, mas que nele não dava pra notar. Ele mandou eu apalpar. Falei: "Pô, tá brabo mesmo!" Sem dizer nada, ele me tocou no volume e, rindo, falou a mesma coisa. Parecia que tava me imitando. Fui apalpar ele de novo, mas dessa vez não tirei mais a mão do volume dele. Tava durasso o cara e não falava nada, e eu continuei. Depois de uns 5 minutos tocando, meti a mão dentro da bermuda dele e peguei de uma vez. Pra minha surpresa, meu tio tava todo molhado, e eu, que não sabia muito sobre isso de ficar molhado na época, achei que ele tinha gozado. Como a banana dele continuava dura pra caralho, continuei e senti a mão dele tentando entrar na minha calça, que tinha um cinto atrapalhando. Desabotoei tudo rápido, enquanto ele ajudava, e quando finalmente ficou fácil, ele meteu a mão de uma vez e pegou na minha.
Pra não sermos descobertos pelos meus outros tios, que estavam em outro quarto, decidimos ir pra um quintal que ficava atrás da casa. Cuidadosamente fomos pra aquele pátio, continuamos com nossos amassos e, num momento bem rápido, ele gozou com umas gotas e jatos terríveis que me surpreenderam pela quantidade e pela grossura, parecia que não acabava mais. Depois disso, sem falar nada, ele foi embora e me deixou na vontade.
Os dias passaram e percebi que ele tava me evitando. Achei que foi só uma coisa de tesão daquele dia e que a gente devia esquecer.
Passaram três meses e recebi uma mensagem dele perguntando quando eu ia voltar na casa dele. Óbvio que respondi na hora e fui pra casa dele também. No nosso segundo encontro, a gente usou a TV de desculpa de novo e, quando o clima esquentou, começamos com os amassos outra vez. Mas dessa vez fui mais longe: levei o pau dele pra minha boca. Aí percebi que o pau dele lubrificava muito e tive que lamber toda aquela lubrificação salgada. Ele não demorou pra gozar tudo na minha boca, sem me avisar. Era a primeira vez que alguém gozava na minha boca, mas senti tanto tesão que deixei rolar e curti pra caralho. Só sentia a pontada do pau dele na minha boca e a porra quente e grossa saindo. De novo, ele me deixou na mão, levantou a calça e foi dormir. Nos dias seguintes, mesma história: me evitava e não falava comigo. Passaram mais uns 2 ou 3 meses e veio outra mensagem. Assim a gente continuou por quase 2 anos, até que ele foi avançando cada vez mais em mim. Ele pegava no meu pau e um dia meteu na boca dele. Não demorei pra pedir pra gente fazer aquilo ao mesmo tempo, e foi assim que ele subiu em cima de mim, deixando a bunda dele exposta. Essa foi a melhor oportunidade que tive pra descobrir o quanto ele adorava que eu lambesse a bunda dele. Me impressionava sentir minha língua dilatando o cu dele, que ficava bem aberto. Vendo aquilo, coloquei ele de costas pra mim e encostei meu pau duro bem devagar. Cada vez aumentava mais a pressão e sentia ele entrando cada vez mais, só com a lubrificação do meu pau, que por sinal não é pequeno. Ele tava meio frio, não demonstrava prazer nenhum. Mas eu sentia tanto prazer que gozei em menos de 5 minutos, era algo que eu não conseguia acreditar, e que surpresa, enquanto eu gozava, vi ele gozando sem se tocar, só sorriu e foi tomar banho, como sempre, de novo eu tinha que esperar o arrependimento passar pra ele me escrever de novo, e ainda por cima, tinha que existir a possibilidade de não ter ninguém ou de todo mundo estar dormindo pra gente ter nossos momentos. Dessa vez, ele me escreveu de novo, mas como um insulto, me chamando de viado e dizendo que gostava de mulher, me deixou sem chão até que, depois de uns meses, me chamou de novo na casa dele. Já iam uns 4 anos de relação a cada 3 meses, eu achei que ele só queria ser ativo, então fui com a intenção de dar pra ele. Quando a gente ficou na tranquilidade, ele se posicionou atrás de mim, abaixou a calça e eu senti a ponta da piroca dele, que parecia sem uso, me enfiando em só três empurrões. Agüentei a dor porque ele meteu de uma vez, tava me mostrando que o negócio dele era ser ativo, ser selvagem, e olha que ele me comeu várias vezes naquela noite. Mas antes de ir embora, ele insinuou que eu podia comer ele, e com aquele prazer imenso, virei ele de costas pra mim e comecei a lamber ele do calcanhar até a bunda, ele gemia igual um louco, se abria um montão, e eu comecei a me preocupar com os gemidos fortes, de nervoso, porque já era muito gemido, não queria que descobrissem. Fiquei tão nervoso que minha piroca foi amolecendo, achei que não ia conseguir, mas a bunda dele tava tão dilatada que minha piroca mole, inacreditavelmente, ainda tava entrando. Quando senti isso, mais o calor da bunda dele, fiquei doido de novo e comecei a bombar com tudo até bater minhas bolas nas dele de tanto que balançavam. Essa foi uma noite inesquecível, e o que mais me excita é que a gente sempre tá na beira do perigo. Depois disso, as mensagens de convite ficaram mais frequentes e nossos encontros muito mais. Fogosos, a última vez foi há 4 meses e cada experiência é inesquecível. Hoje já estamos há 7 anos juntos. Acho que no começo ele tinha dificuldade de se soltar, e por isso também vinha o arrependimento. Todo mundo já passou por uma situação assim como a que eu passei e ainda passo com meu tio mais novo que eu.
1 comentários - Un juego con mi tio mas joven que yo