Mi maestro parte 2(Relato Real)

Chegamos no apartamento dele, eram uns apartamentos muito bonitos e privados, então entendi que o mestre tinha grana boa.
Estacionou o carro dele, que aliás também era um puta carrão, e subimos até o apartamento dele pelo elevador, era no sétimo andar, apartamento B.
Chegamos na porta, ele abriu e falou: entra, meu menino.
Me senti muito bem quando ele me chamou de "meu menino".
Entrei e o apartamento era muito bonito, muito luxuoso, mas ao mesmo tempo simples. Só tinha uma cozinha pequena, a sala, um banheiro e dois quartos — um era do Ernesto e o outro ele usava quando alguém ficava lá, foi o que ele me contou.

Fechou a porta, me abraçou por trás e beijou meu pescoço, me disse:
— Lindo, espera no meu quarto, fica à vontade enquanto eu me arrumo pra você.

— Não se preocupa, Ernesto, vou ficar confortável.
— No armário tem umas gavetas, procura na última de baixo e encontra tudo que vamos precisar. Ele sorriu pra mim e entrou no banheiro.

Ernesto ia tomar banho, porque na escola ele não tinha se lavado, ia entrar no chuveiro quando me ouviu falar o que falei e aí o que aconteceu, por isso não tomou banho e foi tomar em casa.

Resolvi procurar nas gavetas que ele falou e encontrei camisinhas de todos os tipos que eu podia imaginar, e algumas que eu nem sabia que existiam. Peguei umas que diziam "Extra Fino" e, segundo isso, iam me dar mais prazer. Tinha uma garrafa de lubrificante e uns consolos, e peguei um de uns 15 cm, delicioso.

Minha excitação não aguentava mais, já estava mais que pronto, então comecei a tirar a roupa.
Quando ouço o Ernesto gritar do chuveiro:
— E aí, filhão, como vai?
— Bem, hahaha, já achei várias coisas.
— Que bom, David. Tira a roupa por enquanto e fica à vontade na cama.
— Ah, Ernesto, é exatamente isso que tô fazendo — respondi com um tom bem safado.

Me despi completamente e minha roupa ficou jogada no chão. Tava com a pica que ia explodir de tão tesudo, e nisso sai meu lindo Ernesto de... Tomar um banho e ficar brilhando igualzinho como eu tinha visto ele pelado há pouco. Sem pensar, ele se joga na cama e fica por cima de mim, começa a me beijar e me abraçar tanto, e os beijos continuavam. Eu sentia a respiração dele, sentia ele todo em cima de mim. Eu abraçava ele e agarrava aquela bunda deliciosa dele, e depois acariciava suas costas musculosas. A gente ficou assim uns minutos e eu já queria gozar. Sentia que de tão tesudo eu já ia gozar, mas sabia que não ia gozar até ele estimular minha pica.

Fiquei deitado e o Ernesto sentou em cima de mim, mas sem enfiar minha pica, e falou: "Agora sim, meu garoto!"

"Você vai enfiar ela toda", e ele ficou de quatro, me dando o cu e gritando: "Quero que você chupe, chupa meu cu, me faz gemer, David!"

Sem pensar duas vezes, eu aceitei. Primeiro cheirei aquela bunda deliciosa dele, que cheirava limpo porque ele tinha acabado de tomar banho!

Comecei a lamber igual tinha visto em alguns filmes pornô, e o Ernesto estava adorando. Ele me fez saber que estava gostando, porque pedia mais e mais e mais!

Ele falou: "Enfia os dedos, baixinho, enfia os dedos." Comecei a enfiar os dedos, e ele gritava de dor, mas ao mesmo tempo de prazer!

E sem perguntar, enfiei minha pica do nada. Esqueci completamente da camisinha e do lubrificante. A única coisa que fiz foi cuspir no cu do Ernesto e mandei ver. Haha, cuspi porque nos pornôs eu via que eles faziam assim!

Ele começou a gemer e falava que eu era o garanhão dele, que eu comesse ele com mais força e mais força.

Eu comecei a meter com mais força, e ele falou: "Espera, antes de você gozar, quero fazer outra posição."

Ele deitou de costas e levantou as pernas. Falou: "Enfia", e eu enfiei.

Com as pernas musculosas dele, ele começou a me abraçar, e eu me senti delicioso. E de repente, falei: "Já vou gozar!"

E ele falou: "Espera, enfia na minha boca e faz como se estivesse me comendo. Assim vou engolir tudo!"

Fiz o que ele disse, e olha que ele engoliu tudo. Não sei quanto de porra saiu, mas foi uma boa quantidade, porque eu jorrei umas sete vezes, e ele não deixou eu tirar minha pica da boca dele até eu terminar. até chupei ele até tirar o que tinha sobrado.
– Você come bem pra caralho, seu gostoso, David.
– Caralho, é a primeira vez que fodo você, professor!
– Bom, pra ser sua primeira vez, você não foi nada mal, meu amor!
– E você, hein, vejo que tem muita experiência, professor!
– Pois é, se você visse quantos novinhos tarados têm por aí, mas nenhum como você, bebê! E não me chama de professor, me chama de Ernesto.
– Kkkk tá bom, tá bom, Ernesto. Deitei em cima dele e apoiei a cabeça no peito dele, nossos corpos ainda estavam quentes, mas nossos paus já estavam murchos. Ficamos abraçados assim e, sem perceber, dormimos um pouco. Quando acordei, já eram 8 da noite e continuávamos na mesma posição. Comecei a dar beijos na boca dele pra acordá-lo, e quando ele acorda, me diz:
– O que foi, que horas são?
– São oito, Ernesto, tenho que ir pra casa ou meu pai vai desconfiar de algo!
– Relaxa, vou ligar pra ele agora.

Ernesto ligou pro meu pai e mandou um migué de que as provas tinham se estendido e não sei o quê, mas que já estava a caminho de casa e que já tínhamos deixado os outros colegas. Meu pai, claro, acreditou em tudo de novo.

– O que a gente faz? – perguntei.
– Primeiro de tudo, tomar banho, porra! – ele disse, me carregando como se eu fosse a noiva e me levando pro chuveiro.
– Vamos tomar banho juntos? – perguntei, meio nervoso.
– David, a gente já se viu pelado, já se beijou e já transou, não vejo nada de errado em tomar banho juntos – ele falou num tom de brincadeira e me deu um beijo tão gostoso que meu pau subiu de novo, mas por sorte baixou outra vez.

Já no chuveiro, começamos a nos ensaboar cada um por si, e de repente Ernesto me diz:
– David, que tal se eu te ensaboar e depois você me ensaboa?
– Acho uma ideia excelente!

E assim foi: ele começou a me ensaboar, depois abriu a torneira do chuveiro e me enxaguou, e então me ensaboou de novo. Quando chegou nas minhas nádegas, começou a pegá-las com muita suavidade, abriu elas e começou a "ensaboar", segundo ele, meu ânus.
– Ei, que —Fala, Ernesto.— eu disse, rindo.
—Nada, nada, só tô ensaboando sua bunda pra tirar qualquer sujeira que você possa ter— ele fala e enfia um dedo no meu cu.

—Ok, vou acreditar em você—, e ele continuou "ensaboando" meu cu, e obviamente eu já sabia onde aquilo ia dar.

O que vem depois eu conto na próxima parte. A verdade é que a história que vivi com o Ernesto é muito longa e muito excitante, e minha única intenção é compartilhá-la com vocês. Mas sinto que se for postando em partes e deixar vocês esperando pela continuação, isso vai deixar vocês ainda mais quentes!

3 comentários - Mi maestro parte 2(Relato Real)

lo que más me gustó de esta historia es que hicieron el amor. Hubo onda ahí y lo hicieron como Dios los trajo al mundo. Hicieron lo que sentían.

"-Ok te creere , y asi siguio "enjabonandome" el ano y obviamente ya sabia yo a donde llegaria esto."

será el próximo capítulo. Terminó en la mejor parte. A que te quedaste toda la noche con el. jajaja esperaré ansioso el tercer capítulo