Minha primeira vez com meu melhor amigo

Meu melhor amigo, Sérgio, era, em poucas palavras, o homem perfeito, com um corpo perfeito e uma personalidade perfeita, aparentemente hétero.
Nossa amizade começou normal, mas com o tempo ficamos muito próximos e eu já estava apaixonado por ele.

Uma vez, minha irmã quebrou a perna e minha família estava fazendo companhia pra ela no hospital, então eu tava sozinho em casa. Pra matar o tempo, chamei o Sérgio pra jogar alguma coisa ou ver um filme. Meus pais nem iam passar a noite aqui.

Naquela noite, tudo mudou entre eu e o Sérgio. Acho que já esperava por isso, porque nossa amizade já não era mais normal. Quando finalmente fomos dormir, eram umas 2 da manhã, e a gente começou a ver uma série de TV. Sem nenhum pretexto, o Sérgio me pediu uma massagem no pé. Eu ri e aceitei, só com a condição de que ele fizesse o mesmo ao mesmo tempo. Ele topou. Passou o pé dele e colocou nas minhas pernas, e eu fiz o mesmo. Fui acariciando a sola do pé devagar, tocando dedo por dedo, sentindo os pelinhos que ele tinha na parte de cima do pé… Eu sentia cócegas porque ele tava massageando meu tornozelo. O "massagear" virou uma competição de quem ia mais longe, porque ele já não tava mais no meu pé, e sim na minha panturrilha, passando a mão com tanta suavidade que me dava arrepios. Nessa altura, eu já tava com uma ereção bem visível. Achei que não ia parar por ali, então resolvi arriscar mais e acariciar a coxa dele (a gente tava só de cueca boxer).

O Sérgio jogava futebol no time da escola, então dá pra imaginar as pernas torneadas e a bunda que ele tinha… quando passei a mão no músculo dele, senti como se contraía na minha mão. Depois de uns 10 minutos com a perna no ar, cansei de fazer força e falei pro Sérgio que tava cansado. A reação dele me chocou: ele deixou minha perna apoiada na virilha dele, o que me fez sentir o pau dele. Ereção. Fiquei chocado, não conseguia acreditar no que tava rolando e mesmo assim acreditava, era algo que eu já queria há um tempão. Tenho que admitir que no começo fiquei na dúvida.

Então não pensei duas vezes e peguei na mão dele, puxei e coloquei delicadamente em cima do meu pacote. Ele começou a apalpar com cuidado por cima da roupa. Senti uma sensação estranha de tesão e nervosismo ao mesmo tempo, então fomos deitar na minha cama e nos cobrimos, ele por baixo e de costas pra mim, pegou meu pau e, como conseguiu, baixou minha cueca. A mão dele tava fria. Encostou a bunda forte e definida dele no meu pau e senti pele com pele, algo que nunca tinha experimentado. Dando a entender que eu metesse, fiquei na dúvida e recusei, dizendo que não sabíamos o que estávamos fazendo. Ele não insistiu, mas não soltou meu pau; por entre as cobertas, foi se esgueirando até ficar na altura do meu pacote, imaginei o que ia fazer e me levantei um pouco. Pegou meu pau na mão e começou a chupar. Fiquei surpreso, virei pra ver o rosto dele e ele tava de olhos fechados, com uma cara de tesão linda.

Fechei os olhos e me deixei levar pelo prazer de receber um boquete. Uns 2 minutos depois, ele se ajeitou de um jeito que o pau dele ficou na minha frente, ele continuava chupando enquanto acariciava minha barriga e minha bunda. Peguei o pau dele e olhei.

— Faz igual a mim — ele disse.

Abri a boca e enfiei devagar, queria saborear tudo, um gosto de homem excitado. Era tão grande que não cabia na minha boca, tirei um momento pra admirar o pacote inteiro, não só o pau, mas as bolas também, o espaço do pau até o cu, a bunda, os pelos.

Peguei um dos testículos e comecei a apalpar, acariciando e lambendo, peguei o pau dele de novo e enfiei na boca pela segunda vez, dessa vez saboreando mais, enquanto com as mãos acariciava a bunda e as bolas dele, o umbigo, as entradas da virilha, as coxas... Não podia acreditar, tava fazendo um 69 com a pessoa que eu amava e com quem mais confiava.

Depois de um tempo no 69 e nos dando prazer, o Sergio tirou o pau de mim e começou a se masturbar até gozar, e eu vi o esperma dele jorrando. Peguei um lenço e limpei ele, querendo provar o gozo, mas não consegui. Ele saiu da cama e foi deitar na dele, me deixando na mão, sem terminar. Fiquei puto, fui pro banheiro e decidi bater uma sozinho. Voltei pro meu quarto e dormi.

No dia seguinte, o silêncio era estranho, ninguém falava nada. Comprimentei ele e ele começou a me contar a história hétero dele.
— Eu não sou assim, a gente cometeu um erro, não podemos repetir. É coisa de uma vez na vida.

Depois disso, a gente combinou de não lembrar do que aconteceu e de falar o que sentimos. Não aguentei e disse que tinha ficado com vontade de mais. Ele sorriu pra mim e admitiu a mesma coisa.

Dessa vez já tava tudo planejado. Subimos os dois pro meu quarto, antes passei no quarto da minha mãe pra pegar um creme e deitamos de novo. Partimos pra um 69 pela segunda vez, que durou mais. Depois de um tempo, ele disse que queria que eu metesse nele. Passei o creme, ele ficou de quatro e eu vi o cu dele cheio de pelos. Passei um pouco de creme no buraco e coloquei no meu dedo. Devagar, enfiei o dedo indicador. Tava com o dedo dentro dele e pude sentir por dentro. Era quente e molhado, mas delicioso pra caralho. Tirei o dedo, peguei meu pau, molhei com creme, encostei a cabeça no cu dele e fui me abrindo caminho naquela cavidade apertada. Dava pra ouvir os gemidos de dor dele, o que me fez hesitar. Mas não liguei e continuei enfiando devagar, porque sabia que também era a primeira vez dele. Não tinha nem enfiado a metade quando ele começou a gritar. Fiquei assustado, mas não queria deixar ele na mão, então enfiei mais, mais e mais até perceber que minha barriga tava colada nas costas dele. Ficamos assim um tempo até ele se acostumar. Meditei e concentrei minha mente em Sentir dentro do meu homem. Sentia uma pressão no pau que era gostosa, tirei um pouco e enfiei de novo, ele gemia de prazer e isso me excitava pra caralho, eu tava fazendo amor.

Começamos num ritmo de iniciante, mas depois de um tempo ele pedia mais forte e mais rápido. Eu, com minhas estocadas, segurava a bunda dele e via como as nádegas dele engoliam meu pau e depois cuspiam de volta, senti o Sergio apertar a bunda como se tivesse medo de a gente se separar. Aquela visão me hipnotizou. Minhas mãos passavam pelo peito dele, pela barriga, pelas axilas, pelos braços, pelo pescoço... queria tocar tudo, porque éramos uma pessoa só naquele momento. Sergio continuava de quatro, o tempo passava e eu continuava metendo nele e ele continuava curtindo, porque é algo único. Depois de um tempo, senti o momento maravilhoso do orgasmo. Não hesitei mais e gozei dentro dele com um grito de prazer. Tinha sido o melhor orgasmo da minha vida.

Sergio ficou deitado um tempo de bruços numa pose que fez meu pau endurecer de novo. Já sabia o que vinha. Ele acariciou meu corpo, me virou de costas, pegou o creme e, sem nem me estimular o cu, enfiou o pau dele, não de uma vez, mas devagar, devagar demais, como se não quisesse me machucar. A dor era indescritível no começo, doeu tanto que eu queria parar tudo, mas aguentei, porque queria aproveitar e dizem que depois de um tempo a dor vira uma dor gostosa, uma delícia de dor. Sergio batia em mim, fazendo aquele barulhinho obsceno clássico, que era música pros meus ouvidos. Ter uma pessoa dentro de você é uma experiência indescritível, porque te funde com outra pessoa. Com o tempo, cansei e preferi me ajoelhar, porque a posição de quatro é meio desconfortável. Quando me ajoelhei, Sergio me envolveu com os braços, eu de costas e ele de frente. Com o pau ainda dentro de mim, me abraçou com uma ternura e uma paixão que eu queria que aquele momento nunca acabasse. Sem me soltar e ainda nos braços dele, continuou a mete e sai. Movendo-nos juntos ao mesmo tempo. Ele começou a beijar meu pescoço e passar as mãos no meu peito, acariciava meu cabelo e tocava minhas bochechas suavemente, depois enfiava o dedo na minha boca e em seguida chupava ele. A gente estava encharcado de suor. Fechei os olhos e senti jatos e mais jatos de porra quente entrando com força dentro de mim. Quando ele finalmente tirou o pau, senti um vazio em mim, como se quisesse ele dentro o tempo todo. A gente estava exausto, deitamos e nos abraçamos.
Ele não se arriscou a me dar um beijo, só queria sexo mesmo.

Depois daquilo, paramos de nos falar e, quando nos falávamos, era só pra ele me usar, porque depois dessa experiência ainda rolaram outras duas vezes. Aí ele arrumou uma namorada e me largou.

Eu amava ele e, mesmo que o que a gente teve tenha destruído nossa amizade, não me arrependo de nada.

6 comentários - Minha primeira vez com meu melhor amigo

Punto! Hermoso relató y de triste final... Como todas las historias de amor entre amigos, donde uno de ellos no acepta "dejar la heterosexualidad"
Digamos que una heterosexualidad para mostrarle a los demas nada mas...
Me encantaría hacerlo con mi mejor amigo, pero seguro pasaría esto..
Igual para mí es "hetero"
yo tuve varias oportunidades de hacer lo mismo con mi mejor amigo que es hetero pero pues me faltó valor y desaproveché todas las oportunidades que tuvimos. manteníamos en una tensión sexual muy fuerte. nosotros nos amábamos como amigos, no había nada que uno no pudiera hacer por el otro, éramos como una pareja de novios pero sin sexo. él cambiaba de novia cada rato pero siempre tenía tiempo para mí. todo era muy muy especial. una vez me compró un pastel en forma de pene un día de cumpleaños jajaja. nos distanciamos por cuestiones profesionales, cada quien vive en sus asuntos pero nunca nos olvidamos. a veces nos escribimos por whatsapp a la madrugada. cuando nos vemos en persona es algo bonito, me saluda de abrazo y un beso en la mejilla, sin importar quien esté presente. YO le enseñé a saludar así... de abrazo, el beso lo puso él. a veces lo extraño tanto...