Lembro como se fosse ontem a primeira vez que chupei a pica dele, com a desculpa de "tenho vergonha de provar, nunca tentei". Nosso primeiro "encontro" foi esse, um simples e brincalhão boquete no banheiro da escola.
Mas enfim, a primeira vez não vem ao caso, e sim a desse fim de semana.
Era por volta da meia-noite quando chamei ele no Facebook pra saber como ele tava, fazia tempo que não nos falávamos. Ele me disse que tava bem, meio pra baixo porque tinha brigado com a namorada (o que nem um pouco me interessava, sad but true).
Começamos a conversar e lembramos da última vez que ficamos. Tinha sido na minha casa, uma noite que meus pais não estavam e ele veio de moto até lá. Deitamos na cama e, brincando, ele pegava minha mão pra eu tocar nele.
Lembrando disso, surgiu o assunto: "a gente devia se encontrar de novo".
No começo ele disse: "olha, hoje tá complicado pra mim, amanhã tenho que acordar cedo". Eu, pra não demonstrar interesse e não ficar pedindo nada, falei: "sem problema, fica pra outra hora".
E ele respondeu: "pera, pera, pode ser, mas tem que ser agora, ou daqui a pouco no máximo".
Eu não tava nem aí, falei que se tivesse um lugar, topava.
Ele disse: "ok, vou preparar a caminhonete bem gostosa e a gente faz lá, você vai ver como é confortável".
Eu falei: "sério? na caminhonete não vamos conseguir fazer muita coisa".
"Sim, sim, fica tranquilo que vou equipar ela direitinho pra gente curtir", ele disse. Ok, beleza, agora eu tava super interessado.
Ele perguntou: "me conta, o que você quer fazer hoje?"
"O que você quiser", falei, "hoje tô à sua disposição, o que você pedir, você vai ter".
"Ah, não me fala assim que me dá um monte de ideia", ele disse. "Sabe o quê? hoje tô com vontade de ficar de conchinha, sentir seu corpo quente no meu, sentir toda sua bunda gostosa nas minhas pernas".
Eu falei: "ah é? eu adoraria que você sentisse minha bunda enquanto eu cavalgo sua pica".
"Como eu gosto quando você fala assim comigo, você é muito submisso e ousado, hein".
"Claro, haha, você me conhece", falei. "O que mais você vai me pedir?"
"Hoje quero te tocar, quero sentir como é tocar outro pau que não seja o meu mesmo"
"vai, me toca onde quiser, sabe que hoje sou todo seu" eu falo
"beleza então, vou jogar uns almofadões na caminhonete e em meia hora passo na sua casa, a partir do momento que eu sair, em cinco minutos você vai se preparando e saindo"
"ah e sabe o que, enquanto eu procuro um lugar pra ir, você vai pra trás e me espera peladinho lá"
Ok beleza, eu já tava pegando fogo, não sabia o que fazer.
Nem preciso dizer, mas nunca é demais, o pau do Fercho (é assim que ele se chama) é uma coisa linda. Depilado, grosso e comprido. Os ovos durinhos e cheios de leite quentinho pronto pra ser tomado. Um jeito de transar único, de agarrar sua bunda com toda força como se quisesse desmontar ela toda.
Passados os minutos, saio e ele me pega.
"Como você tá, tanto tempo, nem te reconheci?"
Bem, eu falo, aqui te esperando. "Olha" ele me diz
A caminhonete tava com uma cortina cobrindo a carroceria ou como chama a parte de trás, que tava com uma colcha no chão e uns almofadões.
Passa, ele fala, se joga pra trás que eu estaciono.
Vou pra trás, tiro toda a roupa menos a cueca que tava super apertada. Ele enquanto procurava um lugar a umas quadras de casa pra estacionar.
"E aí? gostou de como eu arrumei?"
Adorei, tá super confortável, eu falo "beleza espera aí que eu vou"
Ele se joga do meu lado e tira a camiseta, começo a tocar o peito dele e ele me agarra a bunda com uma mão, apertando toda uma nádega.
"uff cada vez melhor sua raba hein"
eu ria, não sabia o que falar, comecei a massagear o pau dele por cima da calça jeans, tava borrachudo, meio duro, quando tá no estado perfeito pra um bom boquete.
Tiro a calça jeans dele e continuo tocando, até que percebo que tá duro como um termo, abaixo ela e meto tudo na boca.
Chupei tanto que não sei como não gastei meus lábios e língua. Enquanto eu chupava ele inteiro, ele começa a me punhetar e tocar todas as minhas bolas. Tava duro, mas borrachudo, com o pré-gozo a ponto. Enquanto eu chupava ele, ele fala: "amo quando você me olha nos olhos enquanto lambe tudo"
Chupo as bolas dele e ele solta um gemidinho, me segurando pela cabeça. Desço um pouco mais até a bunda dele, e ele fala: "aff, como eu amo como você chupa esse cu!"
Se você gosta, vira, eu falo: "você acha?", "sim, sem problema, vai."
Ele vira, uma bunda com poucos pelos, bonita, normal, garota. Começo a lamber o cu dele, e ele segurava minha cabeça com força.
"Ah, você me deixa loucooo, vem, vem"
Ele deita e começa a bater a pica na minha língua, na boca toda.
Vem, senta e aproveita, ele fala. Passo um pouco de vaselina, nele e em mim, e sento.
Adorei, senti ela toda dentro, e ele começa a bombar minha bunda como se não transasse há cinco anos...
Deito e ele abre minha bunda, lambe tudo
Enfia, tira, mete, eu gritava de prazer. Me coloca de quatro enquanto me puxa pelo cabelo e passa a pica entre minhas nádegas, o que mais me excita é isso.
Ele dá mais umas bombadas e eu deito de conchinha enquanto ele me comia e batia uma pra toda a pica.
"Tá ficando tarde, acabamos?", ele fala. "Vai", eu digo
Sento em cima dele, cavalgo enquanto ele bate uma pra mim e gozo no peito todo dele. Fiquei exausto depois dessa gozada.
"Aí vem", ele fala, tiro a pica e começo a chupar enquanto ele batia uma.
Lambo um pouco as bolas, a bunda e a cabeça da pica, até que ele me segura, meto a boca e encho de porra. Escorreu um pouco mais, e caiu nas bolas dele.
Exaustos, tínhamos terminado. Continuamos batendo uma com o que sobrou, nos vestimos e ele me trouxe pra casa.
Quando me deixou, ele falou: "foi uma transa excelente, não vamos deixar passar tanto tempo pra repetir"
Nos despedimos e ele me deixou em casa.
Veremos se rola uma segunda parte. O que é fato: gozei como não gozava há muito tempo.
Mas enfim, a primeira vez não vem ao caso, e sim a desse fim de semana.
Era por volta da meia-noite quando chamei ele no Facebook pra saber como ele tava, fazia tempo que não nos falávamos. Ele me disse que tava bem, meio pra baixo porque tinha brigado com a namorada (o que nem um pouco me interessava, sad but true).
Começamos a conversar e lembramos da última vez que ficamos. Tinha sido na minha casa, uma noite que meus pais não estavam e ele veio de moto até lá. Deitamos na cama e, brincando, ele pegava minha mão pra eu tocar nele.
Lembrando disso, surgiu o assunto: "a gente devia se encontrar de novo".
No começo ele disse: "olha, hoje tá complicado pra mim, amanhã tenho que acordar cedo". Eu, pra não demonstrar interesse e não ficar pedindo nada, falei: "sem problema, fica pra outra hora".
E ele respondeu: "pera, pera, pode ser, mas tem que ser agora, ou daqui a pouco no máximo".
Eu não tava nem aí, falei que se tivesse um lugar, topava.
Ele disse: "ok, vou preparar a caminhonete bem gostosa e a gente faz lá, você vai ver como é confortável".
Eu falei: "sério? na caminhonete não vamos conseguir fazer muita coisa".
"Sim, sim, fica tranquilo que vou equipar ela direitinho pra gente curtir", ele disse. Ok, beleza, agora eu tava super interessado.
Ele perguntou: "me conta, o que você quer fazer hoje?"
"O que você quiser", falei, "hoje tô à sua disposição, o que você pedir, você vai ter".
"Ah, não me fala assim que me dá um monte de ideia", ele disse. "Sabe o quê? hoje tô com vontade de ficar de conchinha, sentir seu corpo quente no meu, sentir toda sua bunda gostosa nas minhas pernas".
Eu falei: "ah é? eu adoraria que você sentisse minha bunda enquanto eu cavalgo sua pica".
"Como eu gosto quando você fala assim comigo, você é muito submisso e ousado, hein".
"Claro, haha, você me conhece", falei. "O que mais você vai me pedir?"
"Hoje quero te tocar, quero sentir como é tocar outro pau que não seja o meu mesmo"
"vai, me toca onde quiser, sabe que hoje sou todo seu" eu falo
"beleza então, vou jogar uns almofadões na caminhonete e em meia hora passo na sua casa, a partir do momento que eu sair, em cinco minutos você vai se preparando e saindo"
"ah e sabe o que, enquanto eu procuro um lugar pra ir, você vai pra trás e me espera peladinho lá"
Ok beleza, eu já tava pegando fogo, não sabia o que fazer.
Nem preciso dizer, mas nunca é demais, o pau do Fercho (é assim que ele se chama) é uma coisa linda. Depilado, grosso e comprido. Os ovos durinhos e cheios de leite quentinho pronto pra ser tomado. Um jeito de transar único, de agarrar sua bunda com toda força como se quisesse desmontar ela toda.
Passados os minutos, saio e ele me pega.
"Como você tá, tanto tempo, nem te reconheci?"
Bem, eu falo, aqui te esperando. "Olha" ele me diz
A caminhonete tava com uma cortina cobrindo a carroceria ou como chama a parte de trás, que tava com uma colcha no chão e uns almofadões.
Passa, ele fala, se joga pra trás que eu estaciono.
Vou pra trás, tiro toda a roupa menos a cueca que tava super apertada. Ele enquanto procurava um lugar a umas quadras de casa pra estacionar.
"E aí? gostou de como eu arrumei?"
Adorei, tá super confortável, eu falo "beleza espera aí que eu vou"
Ele se joga do meu lado e tira a camiseta, começo a tocar o peito dele e ele me agarra a bunda com uma mão, apertando toda uma nádega.
"uff cada vez melhor sua raba hein"
eu ria, não sabia o que falar, comecei a massagear o pau dele por cima da calça jeans, tava borrachudo, meio duro, quando tá no estado perfeito pra um bom boquete.
Tiro a calça jeans dele e continuo tocando, até que percebo que tá duro como um termo, abaixo ela e meto tudo na boca.
Chupei tanto que não sei como não gastei meus lábios e língua. Enquanto eu chupava ele inteiro, ele começa a me punhetar e tocar todas as minhas bolas. Tava duro, mas borrachudo, com o pré-gozo a ponto. Enquanto eu chupava ele, ele fala: "amo quando você me olha nos olhos enquanto lambe tudo"
Chupo as bolas dele e ele solta um gemidinho, me segurando pela cabeça. Desço um pouco mais até a bunda dele, e ele fala: "aff, como eu amo como você chupa esse cu!"
Se você gosta, vira, eu falo: "você acha?", "sim, sem problema, vai."
Ele vira, uma bunda com poucos pelos, bonita, normal, garota. Começo a lamber o cu dele, e ele segurava minha cabeça com força.
"Ah, você me deixa loucooo, vem, vem"
Ele deita e começa a bater a pica na minha língua, na boca toda.
Vem, senta e aproveita, ele fala. Passo um pouco de vaselina, nele e em mim, e sento.
Adorei, senti ela toda dentro, e ele começa a bombar minha bunda como se não transasse há cinco anos...
Deito e ele abre minha bunda, lambe tudo
Enfia, tira, mete, eu gritava de prazer. Me coloca de quatro enquanto me puxa pelo cabelo e passa a pica entre minhas nádegas, o que mais me excita é isso.
Ele dá mais umas bombadas e eu deito de conchinha enquanto ele me comia e batia uma pra toda a pica.
"Tá ficando tarde, acabamos?", ele fala. "Vai", eu digo
Sento em cima dele, cavalgo enquanto ele bate uma pra mim e gozo no peito todo dele. Fiquei exausto depois dessa gozada.
"Aí vem", ele fala, tiro a pica e começo a chupar enquanto ele batia uma.
Lambo um pouco as bolas, a bunda e a cabeça da pica, até que ele me segura, meto a boca e encho de porra. Escorreu um pouco mais, e caiu nas bolas dele.
Exaustos, tínhamos terminado. Continuamos batendo uma com o que sobrou, nos vestimos e ele me trouxe pra casa.
Quando me deixou, ele falou: "foi uma transa excelente, não vamos deixar passar tanto tempo pra repetir"
Nos despedimos e ele me deixou em casa.
Veremos se rola uma segunda parte. O que é fato: gozei como não gozava há muito tempo.
7 comentários - Relato: Meu amigo hétero, a caminhonete e eu
Excelente, me recontra calentó 🔥
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