A tarde dos gostosões

Isso aconteceu comigo há muito tempo, no verão, numa cidade do interior...

Voltava da aula de inglês, umas cinco e meia da tarde, 18 anos e feliz. O querido bairro suburbano onde sempre morei estava tranquilo e ensolarado. Da parada do ônibus até em casa são duas quadras e não tinha vizinhos porque estavam tirando a soneca ou por causa do calor. Minha cidade é assim.

Meus pais deviam estar trabalhando, então eu tinha um bom tempo pra fazer o que mais gostava naquela idade: me livrar do desconfortável jeans e daqueles mocassins feios pra caralho que pareciam de madeira pra roubar as roupas macias da mamãe e pintar os lábios e os olhos igual as minhas colegas de classe faziam.

Claro, eu era um garoto, não uma mocinha, mas sempre soube que minha pele lisa, meus olhos claros e meu corpo magro e nada masculino, lisinho e branco, passava por uma menina vestido com a roupa mais gostosa que a minha velha pudesse ter.

Nada teria me preparado pro que aconteceu na esquina de casa, na vitrine do açougue estavam o Beto e o Rafa, dois negões da parte de baixo do bairro, onde ficavam os trilhos do trem. Já tinha visto eles por aí, no clube jogando futebol ou nos trilhos fazendo bagunça com algum moleque da região. Mas nunca tinham falado comigo, era como se eu não existisse pra essa gente, além disso sempre fui estudioso e tranquilo e meus velhos sempre me aconselharam a ficar longe de gente problemática.

Na hora que eu passei, o Beto começou a cantar algo tipo "aquele viado loiro que vem por aí, aquele viado loiro vem pra cá e vai chupar minha pica e a gente vai comer ele... etc"

Fiquei com muito medo e comecei a correr, não era lá muito atleta, então meu jeito de correr fez eles rirem e não parei de ouvi-los até entrar em casa tremendo, bem assustado, e tranquei a porta.

Tomei um copo d'água e olhei pela janela, mas por sorte eles já tinham ido embora. Aí fui cuidar da minha vida: com a tranquilidade de que meus velhos só chegavam às dez, me mandei. Tomei com muita calma e, de quebra, dava pra me acalmar um pouco. Tomei um banho caprichado, me perfumei e fiquei uns quarenta minutos me maquiando — é uma parada que me excita pra caralho. Pra sentar na frente do espelho, eu vestia uma meia-calça, a calcinha e o sutiã.

Quando terminava de me maquiar, adorava me olhar no espelhão que tinha no quarto dos meus pais. Virava de lado, de costas, e fazia pose de modelo, totalmente imerso no meu papel. Nesse momento tão íntimo, quando viro, vejo o Beto e o Rafa parados na porta. Caralho! Fiquei petrificado, minha cara ficou vermelha e minhas pernas começaram a tremer. Não conseguia entender como eles tinham entrado e, ao mesmo tempo, não sabia como reagir, o que fazer. Os dois malandros me encaravam, sorrindo.

— Saiam daqui — consegui falar, e o Beto deu dois passos até ficar na minha frente e disse, todo calmo: — Se você falar alguma coisa, ou gritar, todo mundo vai ficar sabendo do que você faz, putinha de merda. Quem manda aqui sou eu.

Minhas pernas tremiam, uma enxurrada de pensamentos se amontoou na minha cabeça, e deu vontade de chorar. O Rafa tava se cagando de rir, e o Beto, que devia ter uns vinte anos e era enorme do meu lado, esticou a mão, levantou meu queixo e disse: — Vai chorar que nem uma mocinha? Essa carinha vai ficar toda feia, bichinha. Melhor se acalmar. Seu velho deve ter uma coisinha gostosa pra beber, além de uma filha tão linda, né?

O cheiro dele era forte, meio de suor. Dava pra ver uns pelinhos no peito escuro dele, a camisa aberta e manchada de suor. Eu não conseguia levantar o olhar, mas balancei a cabeça que sim. Ele me agarrou pelos cabelos da nuca e disse: — Vai buscar uma bebida forte pra gente, que tamos a fim de um uísque. Eu vou te levando...

Ele me empurrou, mantendo meu cabelo bem preso, e saímos andando até um móvel da sala onde meus pais guardavam as bebidas. Os saltos dos sapatos da minha mãe faziam um barulhão, e eu quase tropeçava nos próprios pés, mas o Beto não soltava meu cabelo. Abri o móvel. e mostrei uma garrafa de uísque importado, ele balançou a cabeça que sim e me seguiu empurrando até a cozinha, o Rafa vinha um pouco mais atrás. Beto mandou eu encher dois copos com gelo, aí me soltou na cozinha enquanto eu fazia o que ele ordenou. Ele sentou na mesa, tirou a camisa e as sandálias. Eu tremia igual uma folha. — Traz o uísque pra cá e fica parada aí. Gostei um pouco de ele falar comigo como se eu fosse mulher, fiz o que ele pediu e fiquei quieto, de pé, olhando pro chão, sentia o olhar dos dois, bebendo tão tranquilos o uísque do meu velho, acomodados na cozinha de casa. Aos poucos, mesmo ainda nervoso, os tremores foram passando e comecei a "viver" a situação em que estava. Eu já não era virgem há um tempo, um primo do interior tinha me desvirgado fazia anos e eu passava todos os verões dando pra ele. Mas estar na frente de dois desconhecidos e ainda por cima perigosos, era algo novo e perturbador pra mim.

O Beto fez um gesto com a mão pra eu chegar perto e quando eu tava do lado, ele sentado com as pernas abertas, me agarrou pela bunda e me puxou pra perto. — Aposto que você não vai falar nada e vai servir uísque toda vez que eu vier? Eu disse que sim, sem falar, enquanto sentia a mão dele queimando minhas nádegas cobertas por uma calcinha de seda com renda. — Mmmhh, que bunda mais gostosa e macia. — Você tem nome, né? — exclamou Beto. — Hu-Hu-Hugo — consegui balbuciar. — Não, idiota, nome de putinha, de vadia. Você vai se chamar Shirley, nome bem de biscate — disse o Rafa. Senti o dedo enorme e escuro do Beto procurando minha bunda, comecei a gostar, e como sou muito sensível, me mexia um pouco.

Ele se levantou na minha frente, segurando minha bunda com a mão e, de um puxão, baixou minha calcinha até os joelhos, e disse: — Huuy, como você gosta de levar no cu, hein, você é uma putinha mesmo. Olhou pro meu pauzinho meio duro e sorriu. Continuava apalpando minha bunda. Cu, disse pro Rafa enquanto tomava o uísque sentado à mesa: — com essa pica pequena não é à toa que você procura uma de verdade, ha ha. O Rafa também se cagou de rir e, enfiando a mão na braguilha, tirou a maior rola que eu já tinha visto na vida. Grossa e escura, caía pro lado, ele foi passando a mão devagar, eu fiquei olhando pro Rafa enquanto o outro continuava brincando com meu cu. Aí Beto me pegou pela mão e fez eu passar a mão na dele: — Abre minha calça, Shirley, puta, ele falou. Minha mão sentiu o pau dele por cima da calça e eu fiquei excitado, comecei a salivar. Beto levantou minha cara e me deu um beijão animal, comeu minha boca, senti os lábios dele como um aspirador por cima dos meus e a língua por dentro feito uma cobra, percorrendo todos os cantos com muita força. Adorei.

Foi nesse momento que entendi que o que ia rolar, ou pelo menos o que eu queria que rolasse, era igual aos meus sonhos mais molhados, aqueles sonhos noturnos que eu tentava esquecer de manhã. Minha grande aventura sexual estava começando. Ia ser um momento que mudaria minha vida pra sempre. Me entreguei ao beijo masculino e dominante, viscoso, sujo, me rendi naquela hora com toda a força, acontecesse o que acontecesse, era algo que eu estava aceitando com toda a paixão feminina que crescia dentro de mim. Decidi me deixar levar completamente.

Minhas mãos começaram a procurar o zíper da calça dele ansiosamente, mas não achava jeito. Enfiei a mão entre a barriga dele e o tecido, ficando presa. Ele abaixou a mão e soltou o cinto, e eu consegui ir mais pra baixo, roçando de leve uma pica molhada. A cabeça dela, pulsante e morna, me deu uma corrente elétrica, como se fosse um fio descascado.

O detalhe de me sentir beijada na boca, como uma mulher de verdade nos braços do seu macho básico e elementar, me deixou a mil. Senti um calor no corpo todo, a necessidade de me entregar, de me deixar levar por aquele bruto por onde Ele queria me entregar inteira como finalidade, como objetivo. Sentir que podia me deixar cair nos braços de um homem com a confiança da mulher apaixonada que eu era naquele segundo decisivo.
Me beijar na boca, da parte dele, foi algo que me surpreendeu, um gesto quase de ternura, inestimável pro meu coraçãozinho de "menina" adolescente. Foi o clique que me fez decidir pertencer a alguém, a um homem, ao macho.
Pouco me importava que houvesse uma testemunha, afinal era quem tinha me dado nome e profissão de mulher, era a testemunha que tornava real o que estava acontecendo comigo, algo que eu não poderia esquecer amanhã ao acordar, como meus sonhos molhados, algo que com certeza não esqueceria pelo resto da vida.

Enquanto Beto me arrebentava a boca como uma fera, eu me sentia pequena e suja, sentia o cheiro de suor dele como um néctar de prazer, os lábios dele eram ao mesmo tempo ternos e fortes, com aquela forma que os lábios de raça negra têm, sensuais e dominantes ao mesmo tempo, e a língua dele parecia um parafuso de carne enorme que explodia todos os cantos da minha boca, embora naquele jogo singular entre duas línguas, eu tentasse resistir, era impossível, só conseguia acariciar os lados com a minha, completamente dominada.

Minha mão finalmente alcançou o objetivo e rodeou o diâmetro da rola quente e úmida dele, era muito grande pra minha mãozinha, mas consegui segurar por baixo da cabeça. Finalmente tinha uma rola enorme e desconhecida entre meus dedos, era incrível, era a coisa mais linda que já tinha tocado. Olhei nos olhos dele, que estavam semiabertos, aproveitando tanto quanto eu. Ele me olhou e terminou de desabotoar a calça enquanto sorria de um jeito estranho, e puxou a cueca pra fora, deixando livre a porra da pica deliciosa dele, que caiu sobre minha mão que ainda a segurava. Era pesada, sólida e macia ao mesmo tempo. Meus olhos se cravaram nela, acariciei, percorrendo de cima a baixo, fazendo um círculo ingênuo com meus dedos sem soltar, com certa timidez, até chegar na cabeça dela. Molhada e roxa, rodeando ela no buraco da minha mão, que já começava a ficar molhada com os líquidos dela. Esse leve movimento bastou pra ver como, em segundos, ela passou de murchinha a ficar dura como pedra, ereta apontando pra minha cara, escura e arrogante, com uma leve curva pra cima, venosa, grossa, quente. Foi tudo junto, ver ela surgir como um ser vivo, das entranhas dela, e sentir o leve toque da mão dela no meu cabelo, enquanto eu ia caindo devagar sobre meus joelhos, em êxtase, até ver o olho único naquela cabeça me olhando... me chamando, minha boca se abriu automaticamente, pra se fechar de novo franzindo os lábios pintados num beijo terno, quente, que virou uma homenagem praquela cock linda, pra todas as cocks do mundo, pras que eu ia conhecer e pras que nunca vou poder sentir. Um empurrão na minha cabeça com a mão dela enroscada na minha longa e loira juba, foi o sinal pra eu largar a ternura e abrir a boca, aquela buceta que alguns homens têm, pra dar um lugar na minha boquinha quente de pervertido, e foi assim, na hora.

Abri ligeiramente meus lábios, fazendo um pouco de pressão pra sentir como a ferramenta maravilhosa dela forçava entre eles. A cock dela exalava um cheiro azedo, de macho, e perfurou minha boca, entrou a cabeça dela e eu senti ela ali dentro, enchendo, parecia ocupar tudo, veio o gosto dela, mais suave que o cheiro mas tão amargo, não liguei, soltava uma masculinidade molhada que me tinha presa.

Que delícia, tava sendo women finalmente, ajoelhada na frente de um cara que nem conhecia e o amigo dele, deixando o membro dele entrar em mim, a glande dele aproveitando as carícias da minha língua dentro do recinto quente e macio que meus lábios ofereciam, me senti a mais slut das putas, humilhada na casa dos meus pais, usada e desejosa, entregue àquele macho escuro, via os pelos pubianos pretinhos e crespos em tufos, na frente dos meus olhos.
Naquele momento ele apertou de verdade minha cabeça, e começou a meter mais e mais carne, não consegui Parar ele, chegou na minha garganta e pressionou minha campainha sem piedade, eu engasguei, comecei a fazer sons guturais, fiquei surpresa e não conseguia pará-lo, rapidamente lágrimas brotaram nos meus olhos e pensei que ia morrer, ao sentir minhas ânsias, ele tirou a pica, mas devagar, saiu encharcada de saliva e meleca, quis virar o rosto, mas ele me segurou com muita força pelo cabelo, me deixou tomar um pouco de ar desesperadamente, e começou a meter de novo... Devagar, mas implacável, consegui levantar o olhar e vi a cara dele, me olhando de cima sorrindo, ele tava adorando brincar comigo, voltou a penetrar minha boca.

Eu escolhi tentar fazer melhor dessa vez, tentei relaxar minha garganta, pra ele entrar inteiro. E depois de quatro ou cinco intermináveis e lentas metidas e tiradas, ele começou a acelerar as investidas, e assim aprendi a ser mulher pro meu macho, tentava tirar mais e mais saliva cada vez que, misturada com algo que saía da minha garganta, suavizava a penetração. Ele me segurava a cabeça pelo cabelo, e tava adorando foder minha boca, dava pra ver.

Com a outra mão ele agarrou um peitinho meu, e senti de novo uma corrente alternada que me fez torcer de prazer, meu mamilo reagiu de forma inequívoca àquela carícia calejada, sentir ele torcendo devagar me deixou louca e ele ficou durinho e vermelho, foi como uma chave, um clique, senti um prazer imenso, enquanto ajustava minha boca ao falo que bombeava sem piedade, perdi a consciência por uns instantes e agia como um robô recebendo a pica inteira na minha boquinha molhada e escrava. Depois o outro mamilo torcido entre os dedos dele, ereto, roxo.

De repente ele tirou o membro de mim, com um som seco, plop! Me olhou com rudeza nos olhos, de cima, sorriu aprovando meu trabalho, e voltou a me enfiar no pau pulsante, duro, lindo, mas dessa vez... devagar, me deixando aproveitar, com a outra mão alternava os beliscões nos meus peitos avermelhados, ficou um bom tempo assim, me deixando adorar aquele deus de carne que Desde aquele dia, ele é meu guia: Uma boa pica.

De repente, começou a girar minha cabeça pelos cabelos, não entendi o que tava rolando porque só tinha olhos pro meu homem, por um momento, pensei que ia me levantar pra me dar um beijo. Mas o que ele fez foi virar minha cabeça pro outro lado, onde o Rafa tava esperando... o outro começou a me dar tapas na cara com a pica dele, sentia o peso bruto da pica dele cruzando meu rosto com uma mistura de suavidade e dureza. No começo, me assustei, achei que era algo violento, mas como não passava daquilo, entendi o jogo, então abri os lábios pra tentar pegar a pica dele com desespero, os dois riram da minha tentativa. Me senti humilhada, mas tava tão tesuda que até gostava. Tinha perdido todo o medo e só queria agradar meu macho, me sentir lisonjeada por fazer direito.

- Agora, putinha, chupa a pica do Rafa, mas direito, senão não te como. Disse o Beto entre risadas.

Finalmente, o Rafa parou de me dar picaços na cara, colocou ela bem na frente da minha boca e eu comecei a chupar, tinha o tamanho mais ou menos do Beto, mas era um pouco mais fina e mais clara. Estendi as mãos pra segurar, mas senti um puxão de cabelo na minha nuca, era o Beto que disse:
- Ei, ei, ei, abaixa essas mãozinhas, viado, chupa ela mas sem tocar, as mãozinhas pra trás... se esforça um pouco, que pra isso que você é uma putinha.

Me senti muito humilhada, tava me colocando no meu lugar de vagabunda um preto de merda, meio marginal, mas obedeci na hora, segurando uma mão com a outra atrás das costas, tive que fazer força com a cabeça pra frente pra sentir ela entrar entre meus lábios e chupar com muita força pra segurar, o Rafa fazia um arco com o corpo e tinha as mãos apoiadas na cintura como se fizesse força pra frente.

Comecei a saborear e sentia outro gosto, em poucos minutos já tinha provado duas picas lindas, tinha mudado de nome e virado putinha de dois caras que mal conhecia.
Em dois minutos, tinha mudado. pra sempre na vida, eu não olharia mais pras mulheres como nada além de modelos pra copiar. Agora eu sabia como ia agir com os homens, até hoje, enquanto escrevo essas lembranças. Não teria mais namorada nem filhos. No máximo, eu seria a "namorada" de alguém.

Mas além disso, tava entendendo o quanto eu gostava de me sentir na sombra dos homens, ser dominada por eles, me entregar nos braços deles, abandonar minha vontade pros verdadeiros males.

Fiquei um tempão chupando o pau do Rafa de quatro, sob o controle do Beto, que finalmente soltou minha juba. Ele se acomodou atrás de mim e enfiou os dedos no meu cu, ficou metendo os dedos um tempão, um, outro, mais outro, enquanto eu continuava saboreando o outro preto. De repente, ele tirou os dedos da minha buceta andrógina e passou um tempo torcendo meus peitinhos, sempre por trás, já sentia a pica dele na minha portinha traseira, subindo e descendo pela minha rachinha, isso tava me deixando louca, queria sentir ele entrando em mim de uma vez, minha bunda parecia reagir sozinha, rebolando desesperada.

No fim, senti as mãos dele de volta no meu rabo, abriu minhas nádegas como uma laranja, em duas, e cuspiu um cuspe grosso e barulhento, umas duas vezes, enfiou os polegares de novo no buraco, puxando um pouco pra fora e molhando bem com a saliva dele, aí sim, senti finalmente a cabeça dele se apoiar na minha entrada, começando a forçar.

Doeu um pouco a cabeça dele, o pau era bem maior que o do meu primo, mas eu tava com tanta vontade de sentir ele que minha bunda ia pra trás tentando devorar aquele pau preto molhado e torto.

Finalmente entrou, senti a cabeçona rasgar meu cu pra sempre e entrar um pouco, só um pouquinho. Me senti empalada e mulher, fiquei em êxtase. Penetrada duplamente.

Beto tirou o pau dele e cuspiu várias vezes de novo, eu só ouvia, porque continuava entregando minha boca sem freio pro Rafa, que agora tava bem perto e metia ele inteiro, fazendo sair sons novos dos meus lábios.

Aí Beto enfiou de novo no meu buceta de mulher, dessa vez inteira, devagar mas toda ou quase toda, senti ela entrando por uma eternidade, chegou até o fundo de mim. Ficou dentro por alguns segundos e começou a verdadeira foda, entrava e saía cada vez mais rápido, mandou brasa por um bom tempo, cada vez mais forte e mais rápido, sentia o barulho de algo dela nas minhas nádegas, plás, plás, plás. Minha bunda se mexia como autônoma, tentava subir e descer mas estava parafusada naquela pica enorme e acabava fazendo o que o Beto queria.

De repente me engasguei com algo líquido e viscoso que escorria pelos cantos dos meus lábios e descia pela minha garganta, o Rafa apertava minha cabeça com as mãos, não conseguia me mexer e o negão tremia na minha boca. O filho da puta tinha me enchido de porra e eu estava comendo o gozo dele. Não tive escolha a não ser engolir tudo aquilo para não me engasgar, assim mesmo de quatro, com uma pica no cu e outra na minha boca, sem poder me mexer, aguentei o nervo do Rafa que tremia de prazer, enquanto ele continuava soltando o líquido grosso em mim. Quando acabou, o Rafa tirou a pica da minha boca e passou por todo o meu rosto, oferecendo de novo "pra eu limpar", segundo ele disse. Enquanto eu continuava em êxtase sentindo o Beto dentro de mim, mandando brasa, sentia o corpo duro e musculoso de macho jovem abrindo o meu, macio e delicado, como de menina, sentia as gotas de suor dele salpicando nas minhas costas, como as mãos enormes dele mal seguravam minhas nádegas gordinhas e brancas, como as apertava uma em cada mão e as abria um pouco para me cravar mais fundo e mais forte, embora também tivesse tempo de limpar a pica do outro, que curtia vendo a cena dessa puta cravada pelo amigão dele, partida ao meio, tremendo de prazer. Enquanto o Beto enchia minha bunda de porra, senti o melhor orgasmo da minha vida e gozei também, entre tremores de prazer e aquela pica enfiada em mim.

Não aconteceu muito mais naquele dia memorável, me pegaram pelo cu mais uma vez cada um e eu tive que limpar bem com minha boca de puta barata. Eles terminaram o uísque e foram embora, me lembrando que eu era a puta deles e que não contasse nada daquilo. Claro, nunca falei nada. Continuaram vindo muitas tardes na minha casa, eles e mais alguns amigos, isso é outra história.

Eu tinha vivido aquele dia, a melhor foda da minha vida. O dia em que decidi que ia ser um homem diferente, uma mulher com algo a mais entre as pernas.

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