Bom, me deletaram o post anterior por causa do título em maiúsculas, mas vou postar de novo. É a história 100% real da primeira vez que comi uma rola, espero que vocês gostem e quero ver os comentários!!
Eu tinha 25 anos, era verão de 2005 e estava de férias em Mar del Plata.
Era uma tarde gostosa de praia e eu estava deitado na canga em Playa Grande. Tudo normal, tinha muita gente, e na diagonal de mim tinha um cara bem grandão, uns 1,88 no mínimo, tomando vinho no melão. Umas vezes durante a tarde eu levantei a vista pro lado dele e ele estava me olhando, mas não tinha certeza porque ele usava óculos escuros.
Uma das vezes que fui na água, ele falou pra eu ficar tranquilo que ele cuidava das minhas coisas.
Quando já era fim de tarde, ele chegou perto e começou a conversar, que a tarde estava boa e blá blá blá. Primeiro achei que era um cara entediado, mas depois percebi que ele estava me cantando como se estivéssemos numa balada! A verdade é que essa situação me deixou com muito tesão, e eu nunca tinha pensado em ficar com um cara, mas enfim, meio que cortei ele porque além disso estava cheio de gente.
Quando eu estava indo embora, nem percebi e o cara me alcançou andando, aí ele perguntou se eu tinha celular, pra passar o número, que ele era de lá e conhecia lugares bons. Não sei por que, mas passei o número.
Umas 10 da noite ele me ligou. Eu não tinha certeza qual era a dele, talvez ele quisesse outro pra pegar umas gatinhas.
Ele passou pra me buscar na esquina do apê com o carro e fomos. Paramos num barzinho, tomamos café e falamos besteiras, e o cara começou a falar que as gatinhas eram muito complicadas, que uma vez ele estava tão tarado que comeu um cara!
Ali passou de tudo por mim, fiquei com tesão e medo ao mesmo tempo, não sabia o que estava fazendo ali com ele. Falei pra irmos embora, ele sugeriu ir pra alguma balada e eu disse que não queria. Ele me levou no apê e falou "amanhã te ligo".
Aquela noite comecei a viajar na maionese, mas de um jeito que... Me masturbei fantasiando com ele me apalpando. E nunca antes tinha tido uma fantasia gay.
No dia seguinte, fui pra outra praia, tava com vergonha de encarar ele. Ele me ligou umas 19h e falou pra dar um rolê de carro, então fui pro apê, tomei um banho e ele passou pra me pegar. Ficamos dando voltas à toa, de novo um café, e num momento da conversa ele começou a falar que tava muito tarado, que tava com tanta vontade de meter que não ligava se fosse numa gatinha ou num cara. Quando a gente tava indo pro carro, o cara meio que tentou abrir a porta pra mim e, se fazendo de desentendido, esbarrou em mim. Foi um segundo, mas senti um pauzão do caralho e me veio à cabeça a fantasia que eu tinha tido de ficar de joelhos chupando a rola dele.
Fomos pra uma balada normal, peguei uma gatinha, ele tava por ali. Depois de um tempo, ele me falou: "te vi com uma mina, você é um vencedor, eu tô cada vez mais tarado". Tomamos uns drinks e ele soltou, na lata: "vamos pra outro lugar?" Aí minhas pernas amoleceram e o tesão disparou. Tava com um medo do caralho, mas lembrava dele todo grandão, pelado e bronzeado como tinha visto na praia, e falei: "não quero ir pra outro lugar, mas gostaria que a gente fosse um pouco pro carro."
Fomos pro carro, ele dirigiu umas quadras e perguntou: "paramos um pouco pra relaxar?" Falei "bora", já tava decidido. Estacionamos debaixo de umas árvores num bairro normal, era noite e com o vidro escuro não dava pra ver nada de fora. O cara pegou minha mão e disse: "olha como eu tô tarado" e colocou minha mão na virilha dele. Tava durasso, adorei apalpar o volume.
Ele desabotoou a calça, a cueca e tirou um tronco do caralho, mostrou a cabecinha e perguntou: "gostou?" Eu nem olhava pra cara dele, só não tirava os olhos daquela rola ereta, grossa, cabeçuda e cheia de veias. Não me segurei, peguei nela com vontade, ele segurou minha nuca e puxou minha cabeça pra perto da rola dele. Enfiei na boca, não acreditava, e ali comecei. Era meu primeiro boquete, chupei meio sem jeito no começo. Depois, melhor, eu tentava imitar as gostosas que tinham me chupado ou que eu tinha visto em algum pornô. Ele não parava de respirar fundo, me segurava pela nuca e falava: "Vai, putinha, você tá indo muito bem."
O gosto era horrível, mas eu tava tão excitada que gostava. Ele tava muito tesudo. De repente, começou a tremer e eu senti a boca quente — ele tava gozando! O gosto era nojento, mas ele me segurava pela nuca e forçava pra meter mais fundo, e eu não consegui evitar engasgar e engolir a maior parte da porra.
Ele terminou de gozar e me soltou. Abri a janela do carro e comecei a cuspir pra fora enquanto ele se limpava e abotoava a calça. Ligou o carro e disse: "Vamos, vou te dar uma lição pra você nunca me esquecer."
Fiquei com muito medo, falei que não, que me levasse pro apartamento. Ele me levou. No caminho, comprei uma água mineral pra tirar o gosto ruim.
Entrei no apê, me despi e fui pro banheiro. Abri o chuveiro, entrei debaixo da água quente. Só precisei me masturbar e gozei como nunca até aquele momento. Foi incrível.
Uns dias depois, o cara me comeu, mas isso é outra história.
Eu tinha 25 anos, era verão de 2005 e estava de férias em Mar del Plata.
Era uma tarde gostosa de praia e eu estava deitado na canga em Playa Grande. Tudo normal, tinha muita gente, e na diagonal de mim tinha um cara bem grandão, uns 1,88 no mínimo, tomando vinho no melão. Umas vezes durante a tarde eu levantei a vista pro lado dele e ele estava me olhando, mas não tinha certeza porque ele usava óculos escuros.
Uma das vezes que fui na água, ele falou pra eu ficar tranquilo que ele cuidava das minhas coisas.
Quando já era fim de tarde, ele chegou perto e começou a conversar, que a tarde estava boa e blá blá blá. Primeiro achei que era um cara entediado, mas depois percebi que ele estava me cantando como se estivéssemos numa balada! A verdade é que essa situação me deixou com muito tesão, e eu nunca tinha pensado em ficar com um cara, mas enfim, meio que cortei ele porque além disso estava cheio de gente.
Quando eu estava indo embora, nem percebi e o cara me alcançou andando, aí ele perguntou se eu tinha celular, pra passar o número, que ele era de lá e conhecia lugares bons. Não sei por que, mas passei o número.
Umas 10 da noite ele me ligou. Eu não tinha certeza qual era a dele, talvez ele quisesse outro pra pegar umas gatinhas.
Ele passou pra me buscar na esquina do apê com o carro e fomos. Paramos num barzinho, tomamos café e falamos besteiras, e o cara começou a falar que as gatinhas eram muito complicadas, que uma vez ele estava tão tarado que comeu um cara!
Ali passou de tudo por mim, fiquei com tesão e medo ao mesmo tempo, não sabia o que estava fazendo ali com ele. Falei pra irmos embora, ele sugeriu ir pra alguma balada e eu disse que não queria. Ele me levou no apê e falou "amanhã te ligo".
Aquela noite comecei a viajar na maionese, mas de um jeito que... Me masturbei fantasiando com ele me apalpando. E nunca antes tinha tido uma fantasia gay.
No dia seguinte, fui pra outra praia, tava com vergonha de encarar ele. Ele me ligou umas 19h e falou pra dar um rolê de carro, então fui pro apê, tomei um banho e ele passou pra me pegar. Ficamos dando voltas à toa, de novo um café, e num momento da conversa ele começou a falar que tava muito tarado, que tava com tanta vontade de meter que não ligava se fosse numa gatinha ou num cara. Quando a gente tava indo pro carro, o cara meio que tentou abrir a porta pra mim e, se fazendo de desentendido, esbarrou em mim. Foi um segundo, mas senti um pauzão do caralho e me veio à cabeça a fantasia que eu tinha tido de ficar de joelhos chupando a rola dele.
Fomos pra uma balada normal, peguei uma gatinha, ele tava por ali. Depois de um tempo, ele me falou: "te vi com uma mina, você é um vencedor, eu tô cada vez mais tarado". Tomamos uns drinks e ele soltou, na lata: "vamos pra outro lugar?" Aí minhas pernas amoleceram e o tesão disparou. Tava com um medo do caralho, mas lembrava dele todo grandão, pelado e bronzeado como tinha visto na praia, e falei: "não quero ir pra outro lugar, mas gostaria que a gente fosse um pouco pro carro."
Fomos pro carro, ele dirigiu umas quadras e perguntou: "paramos um pouco pra relaxar?" Falei "bora", já tava decidido. Estacionamos debaixo de umas árvores num bairro normal, era noite e com o vidro escuro não dava pra ver nada de fora. O cara pegou minha mão e disse: "olha como eu tô tarado" e colocou minha mão na virilha dele. Tava durasso, adorei apalpar o volume.
Ele desabotoou a calça, a cueca e tirou um tronco do caralho, mostrou a cabecinha e perguntou: "gostou?" Eu nem olhava pra cara dele, só não tirava os olhos daquela rola ereta, grossa, cabeçuda e cheia de veias. Não me segurei, peguei nela com vontade, ele segurou minha nuca e puxou minha cabeça pra perto da rola dele. Enfiei na boca, não acreditava, e ali comecei. Era meu primeiro boquete, chupei meio sem jeito no começo. Depois, melhor, eu tentava imitar as gostosas que tinham me chupado ou que eu tinha visto em algum pornô. Ele não parava de respirar fundo, me segurava pela nuca e falava: "Vai, putinha, você tá indo muito bem."
O gosto era horrível, mas eu tava tão excitada que gostava. Ele tava muito tesudo. De repente, começou a tremer e eu senti a boca quente — ele tava gozando! O gosto era nojento, mas ele me segurava pela nuca e forçava pra meter mais fundo, e eu não consegui evitar engasgar e engolir a maior parte da porra.
Ele terminou de gozar e me soltou. Abri a janela do carro e comecei a cuspir pra fora enquanto ele se limpava e abotoava a calça. Ligou o carro e disse: "Vamos, vou te dar uma lição pra você nunca me esquecer."
Fiquei com muito medo, falei que não, que me levasse pro apartamento. Ele me levou. No caminho, comprei uma água mineral pra tirar o gosto ruim.
Entrei no apê, me despi e fui pro banheiro. Abri o chuveiro, entrei debaixo da água quente. Só precisei me masturbar e gozei como nunca até aquele momento. Foi incrível.
Uns dias depois, o cara me comeu, mas isso é outra história.
6 comentários - La primera pija que me comí (real)