Olá, pessoal! Hoje trago pra vocês o relato da minha primeira vez como passivo. Espero que curtam.
Depois de ficar com algumas mulheres, comecei a sentir curiosidade por outras coisas. Enquanto via pornô e observava aqueles paus enormes penetrando com força as mulheres, sentia vontade de ser aquela mulher. No começo, achei que era só uma fantasia passageira, mas depois senti a necessidade de ser aquela mulher de verdade, de ser possuída e violada por uma daquelas pirocas enormes que a gente vê. E aí começou tudo: coloquei um anúncio e, na hora, um cara me chamou. Uns 30 anos, mais ou menos. Ele disse que ia realizar todas as minhas fantasias e que ia me tratar bem por ser minha primeira vez.
Eu tinha mil dúvidas. Homens não me excitavam — e ainda não me excitam hoje. O que me encanta é a pica bem grande e suculenta dos caras batendo no meu céu da boca quando eu desço pra saborear e arrombando minha bunda quando me penetram. Chegou o dia, desci pra abrir a porta, estava nervoso pra caralho, porque era novo e nunca tinha ficado com um homem. Chegamos no meu apê, fechei a porta e ele me agarrou pelo pescoço e me beijou. Aquele beijo me deu sensações estranhas: por um lado, não gostava, mas me sentir como a putinha dele me dava um tesão do caralho. E quando ele falou: "Desce e chupa como a putinha que você é", senti um calor incrível e obedeci como a putinha que sou. Desci e, quando vi, não era pequena nem grande — bem do tamanho pra uma primeira vez.
Comecei na hora a querer engolir inteira. Foi difícil e não consegui engolir toda, mas sentir aquele pedaço de carne na minha boca finalmente foi um prazer sem igual. E sabia que, desde aquele dia, tudo tinha mudado. Continuei chupando aquele pau, quase me engasgando várias vezes, e ele, me puxando pelos cabelos, me deixava mais louca. Me levantou com força pelo pescoço, me jogou contra a parede com violência e sussurrou no meu ouvido: "Agora você vai sentir o que é ser uma putinha." Esse jogo de estupro e de ser a putinha dele me enlouqueceu. Ele lubrificou um pouco minha bunda e começou devagar, colocando só a cabeça. Já tava doendo pra caralho, mas... Eu aguentava, e quando ele meteu, soltei um grito que só fez ele ficar mais excitado. Ele começou a bombar devagar e com ritmo, eu já estava no céu. Fechei os olhos e deixei que a parede e ele fizessem o trabalho. Eu estava acabado, minhas pernas tremiam. A única coisa que eu fazia era gemer e gemer, sentir como ele me penetrava forte e com ritmo me fazia querer mais e mais pica. O safado batia com força nas minhas nádegas, o que me deixava ainda mais excitado e fazia eu jogar a bunda pra trás no ritmo da pica dele, enquanto ele continuava batendo e eu continuava gozando.
Até que depois de um tempo, não muito, eu senti que ele estava prestes a gozar porque ele bombava muito forte, e senti aquela porra quentinha encher toda a minha bunda... Fiquei com muita vontade de provar, mas isso ficaria para outro dia.
Depois de ficar com algumas mulheres, comecei a sentir curiosidade por outras coisas. Enquanto via pornô e observava aqueles paus enormes penetrando com força as mulheres, sentia vontade de ser aquela mulher. No começo, achei que era só uma fantasia passageira, mas depois senti a necessidade de ser aquela mulher de verdade, de ser possuída e violada por uma daquelas pirocas enormes que a gente vê. E aí começou tudo: coloquei um anúncio e, na hora, um cara me chamou. Uns 30 anos, mais ou menos. Ele disse que ia realizar todas as minhas fantasias e que ia me tratar bem por ser minha primeira vez.
Eu tinha mil dúvidas. Homens não me excitavam — e ainda não me excitam hoje. O que me encanta é a pica bem grande e suculenta dos caras batendo no meu céu da boca quando eu desço pra saborear e arrombando minha bunda quando me penetram. Chegou o dia, desci pra abrir a porta, estava nervoso pra caralho, porque era novo e nunca tinha ficado com um homem. Chegamos no meu apê, fechei a porta e ele me agarrou pelo pescoço e me beijou. Aquele beijo me deu sensações estranhas: por um lado, não gostava, mas me sentir como a putinha dele me dava um tesão do caralho. E quando ele falou: "Desce e chupa como a putinha que você é", senti um calor incrível e obedeci como a putinha que sou. Desci e, quando vi, não era pequena nem grande — bem do tamanho pra uma primeira vez.
Comecei na hora a querer engolir inteira. Foi difícil e não consegui engolir toda, mas sentir aquele pedaço de carne na minha boca finalmente foi um prazer sem igual. E sabia que, desde aquele dia, tudo tinha mudado. Continuei chupando aquele pau, quase me engasgando várias vezes, e ele, me puxando pelos cabelos, me deixava mais louca. Me levantou com força pelo pescoço, me jogou contra a parede com violência e sussurrou no meu ouvido: "Agora você vai sentir o que é ser uma putinha." Esse jogo de estupro e de ser a putinha dele me enlouqueceu. Ele lubrificou um pouco minha bunda e começou devagar, colocando só a cabeça. Já tava doendo pra caralho, mas... Eu aguentava, e quando ele meteu, soltei um grito que só fez ele ficar mais excitado. Ele começou a bombar devagar e com ritmo, eu já estava no céu. Fechei os olhos e deixei que a parede e ele fizessem o trabalho. Eu estava acabado, minhas pernas tremiam. A única coisa que eu fazia era gemer e gemer, sentir como ele me penetrava forte e com ritmo me fazia querer mais e mais pica. O safado batia com força nas minhas nádegas, o que me deixava ainda mais excitado e fazia eu jogar a bunda pra trás no ritmo da pica dele, enquanto ele continuava batendo e eu continuava gozando.
Até que depois de um tempo, não muito, eu senti que ele estava prestes a gozar porque ele bombava muito forte, e senti aquela porra quentinha encher toda a minha bunda... Fiquei com muita vontade de provar, mas isso ficaria para outro dia.
5 comentários - relato gay
calienteee...