Bere: Meu Primeiro Dia Parte 1: O Manual

Olá, pessoal.
Este é meu primeiro post e vou contar, em vários, a história que está rolando agora e alguns relatos que curti.
Sou um cara crossdresser, com uma garota tv de armário que adora usar roupas femininas e assumir o papel passivo.

Por muito tempo, tive uma vida dupla, onde na alternativa, sempre buscava chance de achar lugares vazios, tipo em casa, no trampo, ou num hotel, pra me vestir e me sentir uma gostosa, sempre sozinha.

Mas a partir de agora, peguei o nome de Berenice, e vou contar minha experiência com minha melhor amiga, que descobriu meu segredo e agora, em troca de me acompanhar, me maquiar e ajudar com os brinquedos sexuais pro meu prazer, me usa pro dela. Ela tem uma dominante reprimida, e depois que fecha a porta, viramos nosso alter-ego. Eu viro a Bere e ela vira a Ana, a cliente favorita da minha putaria.

PRIMEIRO CAPÍTULO.

Exatos 3 minutos antes da hora, na esquina da Patriotismo com Eixo 7 Sul, a bordo do Volkswagen Bora Preto dela, chegou a mina, cujo nome não conheço, mas com quem passei a semana toda combinando esse pacto de perversão. Eu, parado ali, com meus tênis e jeans surrados, boné e camiseta, com uma mala marrom, fiz o sinal. Ela parou, abriu a porta e, em silêncio, entrei. Era o trato. Super amigos na vida real, mas naquele momento, não sabíamos quem éramos. Ela andou uns 700 metros e entramos num Motel recém-reformado. Pagou a tarifa de 5 horas e fez o sedã seguir o manobrista até a garagem número 8. Desligou o carro e apertou o botão de fechar a garagem. Subiu de novo e me encarou.

— Tá pronto?
— Sim — respondi, meio nervoso.

Sem mais delongas, abri minha porta e entreguei 6 folhas grampeadas, recém-impressas, que tinham uma espécie de "manual de uso" da puta Bere.

A carta dizia mais ou menos assim:

Olá.Bem-vinda ao meu mundo.
Quero te agradecer por me deixar compartilhar toda essa vontade de definir de uma vez por todas essas curiosidades que tenho sobre minha personalidade. Valeu pela confiança e pela paciência. Com certeza te deixei esse bloquinho enquanto faço o necessário pra me introduzir de forma natural no meu mundo. Quero que saiba, de cara, que isso foi escrito e compilado numa quarta-feira, com a intenção de te dar algo pra fazer enquanto me preparo pra minha transformação.

Como já te falei, sou um monstro criado a partir dos medos e dos hormônios da juventude, mas também sou algo alheio a mim mesmo, ou seja, sou independente da minha vida normal. No momento em que nosso evento acabar, voltaremos a ser quem somos.

Mas, por que esclarecer isso? Provavelmente hoje vão rolar coisas das quais amanhã você não vai querer lembrar, ou talvez você me diga coisas que não ache certo recordar. Tô falando que quero que você dê asas ao seu desejo e ao seu lado mais sombrio. Pra fazer uma analogia, hoje você vai subir numa montanha-russa e vai gritar coisas que nunca diria, e depois talvez peça desculpas. O de hoje é esquecível, então se sinta à vontade. Com a mesma confiança com que daqui a pouco vou te mostrar meu lado rosa, fique à vontade pra mostrar seu lado mais perverso.

Tá bem. Preparei uma pequena compilação de contos que curti muito. Através deles, não tenho outra intenção senão estimular o músculo mais erótico do seu corpo. Me faça um favor agora: liga o botão "on" da sua imaginação. Fique à vontade pra se acariciar, afinal ninguém tá te vendo.
____________________________Daniela.Esta é a história da iniciação do meu namorado como submisso feminino. Escrevo esta história pelo prazer de lembrar como descobri minha paixão por jogos de dominação e minha primeira experiência neles. E também para mostrar a outras mulheres que os homens nem sempre são o que parecem. Sou uma mulher na casa dos trinta, embora quando isso aconteceu eu tivesse uns 27 anos, sou baixinha, de corpo bonito, sem curvas exageradas e meio atlética (mais nova, pratiquei natação).

Me considero e sou considerada uma mulher normalzinha, puxando pra gostosa: cabelo castanho na altura dos ombros, rostinho bonito, olhos castanhos... Mas naquela época tinha algo em mim que pode surpreender muita gente: eu era virgem. Sim, com 27 anos ainda não tinha perdido minha virgindade. Embora tivesse praticado muitos jogos sexuais com vários caras, sempre tive medo da penetração e não tinha encontrado o cara ideal, então cheguei nessa idade nesse estado.

Naqueles dias, comecei a sair com um cara do meu trabalho: Daniel. A gente se conhecia desde que entramos juntos na empresa, uns 3 anos atrás, e, bom, uma noite a gente se pegou e decidiu tentar e ficar juntos. Daniel era um cara atencioso, simpático e introvertido, era bonito sem ser o típico metido: magro, olhos verdes, loiro escuro...

A gente se via todo dia no trabalho, depois eu levava ele de carro até a casa dele. Ele morava com os pais, era mais novo que eu: tinha 25, então geralmente a gente ficava conversando no carro por um bom tempo. Mais tarde, eu costumava levar o carro pra um terreno baldio perto da casa dele pra gente se pegar à vontade. Durante as primeiras semanas, a gente só teve sexo manual ou ele esfregava o pau dele no meu clitóris, às vezes através da roupa íntima, minha ou dele. O Daniel adorava gozar na cueca dele e entrar em casa com o esperma molhando a calça dele. Nos fins de semana, a gente costumava ir pro meu apartamento, que eu dividia com outras duas minas, e, como a maioria dos fins de semana não... estavam, porque era mais confortável.
Como ele conhecia meu medo de penetração, sugeriu que talvez com sexo oral eu relaxasse e perdesse o medo.
A verdade é que eu tinha orgasmos magníficos com a língua dele brincando no meu clitóris, e mesmo depois de gozar, continuava tendo espasmos por um bom tempo. Daniel também não ficava atrás, porque ficava extremamente excitado em me dar prazer com a boca e se masturbava tentando gozar ao mesmo tempo que eu. Assim começamos outras brincadeiras, como por exemplo, em vez de ir para o descampado, nos aproximávamos de lugares mais visíveis e até procurávamos que alguém me visse gozar através dos vidros do carro enquanto ele me chupava.
Outras vezes ficávamos até tarde no trabalho e ficávamos só de roupa íntima trabalhando em salas contíguas; sabíamos quando o vigia passaria e esperávamos o último momento para nos vestir – chamávamos isso de "a pega", quem se vestisse primeiro perdia.
Isso nos excitava muito. Assim iam rolando nossas brincadeiras, cada vez buscando algo mais excitante, mas sem exagerar: roupas íntimas cada vez mais sexy, jogos de aluna e professor, etc... Assim, aos poucos, comecei a pensar que com Daniel seria capaz de me deixar penetrar, já que tinha muita confiança nele por causa das nossas brincadeiras.
Mas o realmente excitante só começou depois de 6 meses, numa ocasião em que os dois ficamos até tarde trabalhando, não tinha ninguém no escritório. E embora tivéssemos muito trabalho, eu tinha certeza de que ele ia jogar "a pega". Então, pra assustá-lo, entrei de repente na sala dele, bem antes de o guarda de segurança chegar; não me surpreendi ao vê-lo só de cueca, mas também estava se masturbando vendo um site na Internet. Ele se assustou e rapidamente desligou o computador. Perguntei o que ele estava vendo, mas ele só respondeu que era sites pornô pra ver como se desvirgina uma mulher pela primeira vez, porque estava estudando pra fazer direito comigo.
Deixei pra lá, mas a Na semana seguinte, por acaso entrei no escritório dele quando ele não estava, pra deixar uns documentos. O computador dele tava ligado e não resisti em dar uma olhada... Daniel era confiante com o computador dele, porque logo encontrei todos os arquivos. Minha surpresa foi enorme: ele tinha uma imensa coleção de fotos, histórias e vídeos pornô. Mas quase desmaiei quando vi que toda aquela coleção era praticamente de travestis e transexuais. Na verdade, tinha de tudo, desde homens peludos de calcinha até mulheres sensuais com um pau entre as pernas. Mas o que mais tinha eram fotos de homens bem maquiados, depilados, com próteses mamárias e lingerie fina se acariciando ou transando. Também encontrei uma série de fotos onde um homem é obrigado a se vestir de mulher por várias garotas e, no final, o prostituem, deixando que dois caras com paus enormes o estuprassem. Também achei um monte de histórias onde os caras eram forçados a se vestir de garotas e agir como tal. Encontrar aquele material me deixou ao mesmo tempo excitada e indignada. Fiquei indignada por ele não ter confiança suficiente pra me contar suas fantasias e, ao mesmo tempo, me excitava a ideia de obrigá-lo a se vestir de garota. Naquela mesma noite, quando estávamos no carro e começamos a nos pegar, tive uma ideia. Tirei a calça jeans que eu tava usando e depois a calcinha, e ele já tava se preparando pra me lamber quando eu o parei e joguei minha calcinha na cara dele, ordenando que ele a vestisse. Ele nem hesitou: se despiu completamente. Tava com uma ereção tremenda, o pau dele dobrava pra cima e quase tocava a barriga. Não era muito grande, mas dura e firme, oferecia um espetáculo incrível. Era uma calcinha de lycra preta com um pouco de renda na parte de cima. Ele vestiu e a ereção ficou ainda mais marcada. Mandei ele se deitar no banco de trás do carro e me sentei na cara dele: ele começou a me lamber como um louco, enquanto eu passava a mão no pau dele. Por cima da calcinha. Ele gozou na hora e eu continuei cavalgando ele por um bom tempo, até eu também gozar. Depois ele quis tirar a calcinha e eu não deixei. Falei pra ele deixar a calcinha até amanhã, toda cheia de porra. Ele se vestiu e, sem dizer nada, subiu pra casa dele. No dia seguinte era sexta-feira, e no escritório perguntei se ele ainda tava com a calcinha. Ele confessou que no quarto dele tinha gozado mais duas vezes dentro dela e que isso o excitava pra caralho. A resposta dele também me excitou, e foi assim que tudo continuou. No fim de semana seguinte, quando fomos pra minha casa, ele ainda tava com a calcinha, embora fedesse a porra e tivesse uma mancha branca enorme na frente. Mandei ele se despir, e ele fez isso rapidão. Na hora percebi que tudo que eu mandava, ele fazia sem reclamar nem resistir. Também não acreditei no que meus lábios falaram: — Sabe, sempre quis te vestir com um vestidinho meu de verão, te maquiar e te encher de beijos. — Sim. Ele continuava pelado no meio do meu quarto, esperando eu vesti-lo de menina, e isso me excitava, me excitava pra caralho. Mas ele também não ficava atrás, tava com uma ereção doida. Abri meu armário e fui pegando vestidos que podiam servir: colocava nele por cima pra ver se ficava bom e, se eu gostasse, jogava na cama. Ele ficava de olhos baixos o tempo todo. Depois de escolher uns 4 ou 5, abri minha gaveta de roupa íntima e peguei uma meia-calça branca e uma calcinha bem delicada, também branca com renda, combinando com um sutiã. Mandei ele vestir a calcinha e o sutiã. Fiquei apalpando ele por um bom tempo, sem deixar ele me tocar e sem tocar no pau dele. Eu mesma abaixei minha calcinha, levantei minha minissaia e me acariciei na frente dele, o que deixava ele ainda mais humilhado e excitado. Depois peguei algodão e coloquei de enchimento no sutiã dele, e mandei ele vestir a meia-calça branca. Me surpreendi que ele fez tudo naturalmente, sem nenhuma dificuldade, do mesmo jeito tinha feito com o sutiã.
- Você já tinha usado roupa de menina antes?
- Sim
- Você gosta de ser menina?
- Sim

Mandei ela vestir um vestido de algodão azul com mangas e sem decote. Sexy, mas sem mostrar nada, e a verdade é que marcava uma bunda bem feminina, e com os enchimentos do sutiã ficava muito bom. Além disso, como era um pouco mais alto que eu, o vestido cobria exatamente a bunda dela. A figura dela do pescoço pra baixo parecia uma garota... Faltavam alguns detalhes, mas pra mim já estava me excitando pra caralho... Então rapidinho passei um pouco de batom e blush nela. Tava tão excitada que mal conseguia fazer a linha da boca direito.

- Dança pra mim, Danielita.

Chamar ela pelo nome feminino excitou ela ainda mais. Coloquei uma música e ela começou a dançar super sexy, enquanto eu me deitava na cama e comecei a me masturbar. Ela viu e fez o mesmo, acariciava os peitos falsos, enfiava as mãos por baixo do vestido e esfregava a bunda, até passar as duas mãos pra frente e se masturbar freneticamente. Eu me aproximei, ela se ajoelhou e enfiou a cabeça entre minhas pernas, lambendo minha buceta, enquanto continuava se masturbando. Eu sentia o batom dela quando beijava meu clitóris, foi uma experiência única. Gozei na cara dela várias vezes.

Me joguei na cama pra relaxar de um dos orgasmos mais intensos da minha vida enquanto ela gozava na calcinha e na meia-calça, sujando tudo, soltando gemidos bem agudos, quase como uma mulher. Continuou assim, encolhida aos pés da cama, com o vestido e a roupa íntima que eu tinha dado tudo manchado. Dei uma bronca nela por ter sujado meu vestido e a calcinha, que era de renda, e mandei ela ir lavar tudo no banheiro imediatamente.

Ela se levantou de cabeça baixa e foi pro banheiro. Fiquei um tempo pensando no que tinha acontecido e em como me excitava a ideia de mandar nela, dizer o que fazer e como se vestir. Não achei que fosse nada errado nem pervertido, mas sim sexy e que podia render. aproveitássemos nossa vida sexual e explorássemos nossas fantasias ao máximo. Levantei para ir contar pra ele e o encontrei lavando o vestido, a calcinha e a meia-calça no lavatório, ainda com o sutiã vestido. Ali percebi que ele seria minha Danielita todo o tempo que estivéssemos a sós e que sempre usaria roupas de menina pra mim.

8 comentários - Bere: Meu Primeiro Dia Parte 1: O Manual

wow! que maravilla ese relato de Daniela, aparte de calentarme a mil me emocionó hasta las lágrimas, que buena onda encontrar una mujer con la cual compartir el preciado secreto y que te vista y te maquille. Debe ser el summun.
En cuanto a ti y a tu amiga leyendo mientras te transformas... uf!
Espero más, mucho más.
Y me alegra ser la primera en comentar y dejar tus primeros puntos.
Besitos ❤️
Excelente relato amigo, espero ansioso a ver como sigue !!!

Excelente relato. Me trajo muchos recuerdos, ahora a esperar cómo sigue.

Bere: Meu Primeiro Dia Parte 1: O Manual
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