Tenho um primo que, nas férias, costumava passar uns dias na minha casa. Juntos, fazíamos várias coisas, entre elas ver filmes pornô que passavam de madrugada. Por sorte, tínhamos uma TV no meu quarto. Na hora de dormir, tinha um colchão com rodas onde as visitas dormiam, mas como ele tinha medo, subia na minha cama, que é de casal. Foi assim que tudo começou.Um dia ficamos acordados até tarde e lá pelas 12:30 começou o filme pornô. Não demorou pra ficarmos de pau duro, assim que o filme começou eu percebi o pau do meu primo crescendo dentro da calça dele e ele notou que o meu também tava crescendo. Cada um se cobriu com seu cobertor e a gente bateu punheta vendo as cenas de sexo, mas quando o filme acabou ainda estávamos excitados, então começamos a contar histórias de garotas da escola que eram gostosas, de quais ele já tinha comido e até começou a me explicar como.
— A Selina eu comi outro dia, parceiro — ele me disse.
- Ah é? E aí, como foi? perguntei eu enquanto me esfregava a piroca.
—Bom, ela veio fazer tarefa lá em casa e tu sabe como ela é desligada, se abaixou pra pegar alguma coisa na minha frente e eu percebi que ela não tava de fio dental.
— E aí, já passou a mão nela na hora
—Não, esperei pra ver o que mais ela ia me mostrar e, como não quis mais, me fiz de besta e me esfreguei a pica na frente dela, mas por cima da calça. Por sorte, a gente tava sozinho.
- Ah, é? Mas como é que você deu- Queria mais detalhes da parada.
Foi aí que meu primo começou a montar o cenário na cama.
Vira de costas" — ele me disse — "Não vai ficar nervoso se eu te tocar
—Ehh, vale, mas ia ser estranho — falei.
Não seja viado, é pra você ter uma ideia melhor.
Continuei, virei de costas e ela começou a passar a mão na minha bunda e a esfregar meu peito.
Assim que eu tava com ela, depois enfiei minha rola nela" — ele dizia.
Enquanto contava a história, ele ia fazendo tudo como se eu fosse a puta da Selina. Ele encostou o volume dele na minha bunda e senti aquele pedaço de carne dura esfregando no meu cu. Isso me excitou um pouco e eu encostei mais a bunda no pau dele, ele percebeu e começou a fazer movimentos pélvicos simulando a penetração, eu tava excitadíssimo. Ele continuou contando a história e colocou a mão no meu pau com a desculpa de que era a buceta da Selina. Ele passou a mão bem de leve no meu pau e eu senti que ia gozar, mas não, aos poucos ele foi se soltando mais até enfiar a mão por baixo da minha roupa e pegar nas minhas bolas, que já estavam meio frias, depois subiu até meu pau, que tava quente e duro, e começou a bater uma punheta bem devagar. Eu já não aguentei mais e abaixei a calça, deixando minha bunda de fora e à disposição dele.
—Então me diz o que cê fez depois, primo? — perguntei ansioso.
Continuou contando enquanto molhava a mão com saliva e passava no meu pau pra lubrificar. Arriou a calça e liberou o pau dele, que não hesitei em pegar. Meu deus! Era muito grande e grosso, um pouco mais que o meu, bati uma punheta suave enquanto ele seguia contando.
—Depois coloquei a pica nua no meio da bunda dela, mas sem meter — disse ele
Foi então que senti minha buceta se abrindo pra aquela porra de carne quente se acomodar e começar a bater uma punheta no meu rabo. Já a história dele tinha tomado outro rumo, tudo dependia do que eu dissesse, tava tão tesuda que perguntei.
—Ela não te chupou antes? — perguntei
-Ahh! Sim! Primeiro ela me deu um boquete bem gostoso - disse ele entrando na minha brincadeira
Ele se deitou de barriga pra cima e eu desci até o pau dele, que já tava meio molhado com os fluidos. Peguei com uma mão e passei a língua numa das bolas, tava bem depilado, era uma delícia sentir o saco na boca, todo molhado de saliva. Subi com a língua pelo tronco inteiro até a cabeça e enfiei na boca.
-Aaahh!, isso aí, primo, assim!- gemeu de prazer
—Mmm, deixa a história pra outro dia, só me fala se você gostou — eu disse.
-Sim, sim, mas enfia ela toda na boca.
—Seus desejos são ordens — falei.
Enfiei aquele pedaço de carne que, faltando uns centímetros pra entrar tudo, já tinha me dado o primeiro engasgo.
-Mmm, primo, que gostoso é chupar pau- eu disse
-Ahh! Sim? Agora deixa eu provar também
Continuei chupando a pica, aquele líquido salgadinho que sai antes pra lubrificar me deixava louco, chupei mais rápido e ele gemia com vontade mas sem fazer muito escândalo.
-Para, para que eu vou gozar
Nisso eu parei e por pouco ele não gozou na minha boca ou na minha cara.
—Bom, agora é a minha vez de comer — disse ele.
—Não, nada disso, primeiro come minha buceta—falei, propondo um anal.
—Ôh, primo, me esquentou demais, já quero essa buceta.
Eu fiquei de quatro, dando a minha bunda lisinha pra ele fazer o que quisesse. Ele se ajoelhou atrás de mim, me segurou pela cintura e ficou passando a mão na minha bunda, dando uns tapas. Aí ele fez algo que eu nunca esperava: abriu minhas nádegas pra ver melhor meu cu e enfiou a língua no meu cuzinho.
-Mmmmm, ufff! que gostosa!- falei eu
—Uai, sim Dani, que buceta gostosa —completou ele.
Ela me deu muita língua por um bom tempo, me fazendo torcer e gemir igual uma puta louca, naquele momento eu era a puta dela. Depois de deixar minha bunda um pouco aberta e lubrificada de tanta língua, ela se preparou pra enfiar a rola em mim. Me pegou pela cintura de novo e colocou a cabeça da rola na minha entrada anal e, aos poucos, começou a meter.
-Mmmm, Ahhh! Mmmmh! Issooo!- eu gemia a cada centímetro de pau que entrava em mim.
—Toma isso, sua putinha, Daniel — ele me dizia.
-Simh... agora sou uma putahhh... mas sóh sua putahh!
Aquele pedaço quente dentro do meu buraquinho me deixava louco, nunca tinha sido comida e muito menos com aquela beleza de pica que meu primo tinha, eu queria ela só pra mim. Comecei a empurrar pra trás com minha bunda pra ele me penetrar mais e assim começar o vai e vem. Aquela pica pulsando dentro de mim me deixava extasiado. Ele começou a me penetrar de um jeito selvagem, minha buceta já cedia e aquele roçar me fazia gritar. Só se ouviam meus gemidos de prazer, os grunhidos dele e o barulho da minha bunda batendo na pélvis dele.
-Sim sim sims ahh sim ahh ahh ahh siiiiii mais forteeee- eu pedia
—Não te basta, puta? Então toma — ele dizia enquanto me comia com mais força.
Depois de um tempo, ele gozou dentro do meu cu e encheu tudo, tanto que transbordou. Fiquei um tempão largado ali, querendo mais, aquela sentada no cu tinha me deixado louco. Não é que eu seja gay, sou mais bi, porque apesar de eu gostar de pica, também curto buceta e peito. Meu primo se jogou na cama cansado, e eu do lado dele, pegando na pica dele.
—Ainda quer chupar minha pica, primo? — perguntei.
—Ah sim, me deixou com vontade de provar.
Ela pegou no meu pau e apontou pra boca dela, deixando entrar de uma só vez. Começou a chupar enquanto me batia uma. Lembro que depois de um tempo gozei dentro da boca dela sem avisar, mas ela disse que não tinha gosto ruim, até engoliu. Assim a gente dormiu, pelados, debaixo do mesmo cobertor, de conchinha.
De manhã, acordei com um pau duro enfiado entre minhas duas nádegas, tava com uma daquelas ereções matinais. Me vesti e fui no banheiro, quando voltei ele já tinha acordado e eu falei.
- Dá tempo pra mais uma enrabada porque meus pais não estão em casa -
-Então ela tirou as cobertas e deixou a pica dele bem dura no ar. Eu subi em cima dele e estava prestes a experimentar algo novo, cavalgar numa rola. Peguei ela, coloquei minha buceta em cima e, aos poucos, fui sentando até chegar no fundo. Comecei a pular devagar até meu cú ceder, gemendo igual uma puta. Adorava sentir aquela pica enfiada no meu rabo, e ele grunhia de prazer. Depois de uns 15 minutos pulando na rola dele, desci e comecei a chupar com força até ele encher minha boca toda de porra. Engoli tudo e falei pra ele.
—A verdade é que é uma delícia mesmo, a gente devia tomar mais vezes.
-É muito gostoso, e descobri que adoro chupar pica-
-Isso que você nunca experimentou ter uma rola no seu cu, é o máximo-
-Bom, as férias ainda não acabaram e eu quero continuar te arrombando a bunda.
Essas palavras ficaram ecoando na minha cabeça, pelo visto isso não ia parar por aí. Claro que continuamos transando, às vezes ele vem na minha casa, às vezes eu vou na dele.
— A Selina eu comi outro dia, parceiro — ele me disse.
- Ah é? E aí, como foi? perguntei eu enquanto me esfregava a piroca.
—Bom, ela veio fazer tarefa lá em casa e tu sabe como ela é desligada, se abaixou pra pegar alguma coisa na minha frente e eu percebi que ela não tava de fio dental.
— E aí, já passou a mão nela na hora
—Não, esperei pra ver o que mais ela ia me mostrar e, como não quis mais, me fiz de besta e me esfreguei a pica na frente dela, mas por cima da calça. Por sorte, a gente tava sozinho.
- Ah, é? Mas como é que você deu- Queria mais detalhes da parada.
Foi aí que meu primo começou a montar o cenário na cama.
Vira de costas" — ele me disse — "Não vai ficar nervoso se eu te tocar
—Ehh, vale, mas ia ser estranho — falei.
Não seja viado, é pra você ter uma ideia melhor.
Continuei, virei de costas e ela começou a passar a mão na minha bunda e a esfregar meu peito.
Assim que eu tava com ela, depois enfiei minha rola nela" — ele dizia.
Enquanto contava a história, ele ia fazendo tudo como se eu fosse a puta da Selina. Ele encostou o volume dele na minha bunda e senti aquele pedaço de carne dura esfregando no meu cu. Isso me excitou um pouco e eu encostei mais a bunda no pau dele, ele percebeu e começou a fazer movimentos pélvicos simulando a penetração, eu tava excitadíssimo. Ele continuou contando a história e colocou a mão no meu pau com a desculpa de que era a buceta da Selina. Ele passou a mão bem de leve no meu pau e eu senti que ia gozar, mas não, aos poucos ele foi se soltando mais até enfiar a mão por baixo da minha roupa e pegar nas minhas bolas, que já estavam meio frias, depois subiu até meu pau, que tava quente e duro, e começou a bater uma punheta bem devagar. Eu já não aguentei mais e abaixei a calça, deixando minha bunda de fora e à disposição dele.
—Então me diz o que cê fez depois, primo? — perguntei ansioso.
Continuou contando enquanto molhava a mão com saliva e passava no meu pau pra lubrificar. Arriou a calça e liberou o pau dele, que não hesitei em pegar. Meu deus! Era muito grande e grosso, um pouco mais que o meu, bati uma punheta suave enquanto ele seguia contando.
—Depois coloquei a pica nua no meio da bunda dela, mas sem meter — disse ele
Foi então que senti minha buceta se abrindo pra aquela porra de carne quente se acomodar e começar a bater uma punheta no meu rabo. Já a história dele tinha tomado outro rumo, tudo dependia do que eu dissesse, tava tão tesuda que perguntei.
—Ela não te chupou antes? — perguntei
-Ahh! Sim! Primeiro ela me deu um boquete bem gostoso - disse ele entrando na minha brincadeira
Ele se deitou de barriga pra cima e eu desci até o pau dele, que já tava meio molhado com os fluidos. Peguei com uma mão e passei a língua numa das bolas, tava bem depilado, era uma delícia sentir o saco na boca, todo molhado de saliva. Subi com a língua pelo tronco inteiro até a cabeça e enfiei na boca.
-Aaahh!, isso aí, primo, assim!- gemeu de prazer
—Mmm, deixa a história pra outro dia, só me fala se você gostou — eu disse.
-Sim, sim, mas enfia ela toda na boca.
—Seus desejos são ordens — falei.
Enfiei aquele pedaço de carne que, faltando uns centímetros pra entrar tudo, já tinha me dado o primeiro engasgo.
-Mmm, primo, que gostoso é chupar pau- eu disse
-Ahh! Sim? Agora deixa eu provar também
Continuei chupando a pica, aquele líquido salgadinho que sai antes pra lubrificar me deixava louco, chupei mais rápido e ele gemia com vontade mas sem fazer muito escândalo.
-Para, para que eu vou gozar
Nisso eu parei e por pouco ele não gozou na minha boca ou na minha cara.
—Bom, agora é a minha vez de comer — disse ele.
—Não, nada disso, primeiro come minha buceta—falei, propondo um anal.
—Ôh, primo, me esquentou demais, já quero essa buceta.
Eu fiquei de quatro, dando a minha bunda lisinha pra ele fazer o que quisesse. Ele se ajoelhou atrás de mim, me segurou pela cintura e ficou passando a mão na minha bunda, dando uns tapas. Aí ele fez algo que eu nunca esperava: abriu minhas nádegas pra ver melhor meu cu e enfiou a língua no meu cuzinho.
-Mmmmm, ufff! que gostosa!- falei eu
—Uai, sim Dani, que buceta gostosa —completou ele.
Ela me deu muita língua por um bom tempo, me fazendo torcer e gemir igual uma puta louca, naquele momento eu era a puta dela. Depois de deixar minha bunda um pouco aberta e lubrificada de tanta língua, ela se preparou pra enfiar a rola em mim. Me pegou pela cintura de novo e colocou a cabeça da rola na minha entrada anal e, aos poucos, começou a meter.
-Mmmm, Ahhh! Mmmmh! Issooo!- eu gemia a cada centímetro de pau que entrava em mim.
—Toma isso, sua putinha, Daniel — ele me dizia.
-Simh... agora sou uma putahhh... mas sóh sua putahh!
Aquele pedaço quente dentro do meu buraquinho me deixava louco, nunca tinha sido comida e muito menos com aquela beleza de pica que meu primo tinha, eu queria ela só pra mim. Comecei a empurrar pra trás com minha bunda pra ele me penetrar mais e assim começar o vai e vem. Aquela pica pulsando dentro de mim me deixava extasiado. Ele começou a me penetrar de um jeito selvagem, minha buceta já cedia e aquele roçar me fazia gritar. Só se ouviam meus gemidos de prazer, os grunhidos dele e o barulho da minha bunda batendo na pélvis dele.
-Sim sim sims ahh sim ahh ahh ahh siiiiii mais forteeee- eu pedia
—Não te basta, puta? Então toma — ele dizia enquanto me comia com mais força.
Depois de um tempo, ele gozou dentro do meu cu e encheu tudo, tanto que transbordou. Fiquei um tempão largado ali, querendo mais, aquela sentada no cu tinha me deixado louco. Não é que eu seja gay, sou mais bi, porque apesar de eu gostar de pica, também curto buceta e peito. Meu primo se jogou na cama cansado, e eu do lado dele, pegando na pica dele.
—Ainda quer chupar minha pica, primo? — perguntei.
—Ah sim, me deixou com vontade de provar.
Ela pegou no meu pau e apontou pra boca dela, deixando entrar de uma só vez. Começou a chupar enquanto me batia uma. Lembro que depois de um tempo gozei dentro da boca dela sem avisar, mas ela disse que não tinha gosto ruim, até engoliu. Assim a gente dormiu, pelados, debaixo do mesmo cobertor, de conchinha.
De manhã, acordei com um pau duro enfiado entre minhas duas nádegas, tava com uma daquelas ereções matinais. Me vesti e fui no banheiro, quando voltei ele já tinha acordado e eu falei.
- Dá tempo pra mais uma enrabada porque meus pais não estão em casa -
-Então ela tirou as cobertas e deixou a pica dele bem dura no ar. Eu subi em cima dele e estava prestes a experimentar algo novo, cavalgar numa rola. Peguei ela, coloquei minha buceta em cima e, aos poucos, fui sentando até chegar no fundo. Comecei a pular devagar até meu cú ceder, gemendo igual uma puta. Adorava sentir aquela pica enfiada no meu rabo, e ele grunhia de prazer. Depois de uns 15 minutos pulando na rola dele, desci e comecei a chupar com força até ele encher minha boca toda de porra. Engoli tudo e falei pra ele.
—A verdade é que é uma delícia mesmo, a gente devia tomar mais vezes.
-É muito gostoso, e descobri que adoro chupar pica-
-Isso que você nunca experimentou ter uma rola no seu cu, é o máximo-
-Bom, as férias ainda não acabaram e eu quero continuar te arrombando a bunda.
Essas palavras ficaram ecoando na minha cabeça, pelo visto isso não ia parar por aí. Claro que continuamos transando, às vezes ele vem na minha casa, às vezes eu vou na dele.
13 comentários - Meu primo (REAL) [Conto GAY]
gran relato chabon ME ENCANTO