Quando eu era moleque, eu gostava de um cara que morava na esquina da minha casa. A gente sempre saía nos fins de semana e ia pro campo, o que acabava dando naquela situação de dormir e às vezes não dava cama pra todo mundo. Eu me esforçava pra conseguir dormir com ele, ele era "heterossexual".
Ele era bonito, definido, bem masculino, um pouco baixinho.
Um dia, numa festa, a gente tava sozinho em casa e ele tava no quarto dos fundos, supostamente metendo a buceta numa mina. Quando terminou, me pediu pra arrumar um pouco o quarto onde ele tinha estado, enquanto ele se despedia da garota. Quando entrei, além da cama bagunçada, encontrei a camisinha dele cheia de porra quente do lado da cama. Eu tava louco de tesão. Peguei, olhei de perto e já ia começar a bater uma quando ele apareceu de repente, sem a mina, e disse:
— O que cê tá fazendo? ... Tive que me masturbar pra gozar porque aquela filha da puta não deixou eu comer ela.
— Eu (vermelho de vergonha, tentei esconder a camisinha, mas ele viu)
— Ah, mano, eu jogo isso fora, valeu. (saiu com a camisinha)
Quando voltou, começou a me mostrar com poses e explicações detalhadas como a gostosa tinha deixado ele de pau duro sem deixar ele meter. De repente, num momento, ele tirou o pau pra fora e falou:
— Olha! Ainda tô de pau duro.
Vi o pau dele todo vermelho, inchado, com restos de porra e bem venoso. Nem preciso dizer como eu tava, minha boca enchia d'água e minha bunda também. Depois ele guardou o pau e fez sinal pra eu deitar com ele.
— O que você faria se fizessem isso com você? (ele me pergunta) Olha como ela deixou ele! (tira o pau de novo)
Eu: Se quiser, eu te ajudo.
— Cê é louco! Vamo dormir!
A gente ficou no quarto dos fundos e, enquanto eu me acariciava devagar o pau com a ponta dos dedos pra ele não perceber, ele se virou, me abraçou de conchinha e encostou o pau em mim. Sem dizer nada, como se tivesse dormindo, ele puxou minha cueca pra baixo e começou a enfiar um dedo na minha bunda. O calor e o roçar do pau dele... O corpo dela me deixava louco, até que criei coragem e agarrei a rola dela com a mão.
Ele não disse nada, fingiu que tava dormindo (se fez de bobo), até que me pegou pela cabeça enquanto eu batia uma pra ele e me fez chupar aquela pica, eu tava no céu.
— Ahh, ahh, ahhh — ele começou a gemer.
Eu chupava que nem um louco até que ele puxou meu cabelo com força e levantou minha cabeça na altura dele, mordeu minha orelha e falou:
— Vira.
Dito e feito, levantei bem a bundinha e ele meteu a rola, lubrificada só com um pouco de saliva. Doeu pra caralho, mas foi a coisa mais excitante da minha vida.
— Sss, sssss, sssss — era a única coisa que eu falava enquanto ele me comia com tudo e mordia minha orelha.
— Cê é uma putinha, hein? Toma, toma, vagabunda.
Foi a última coisa que ele disse, e eu gozei com minha pica roçando no lençol. Depois de me comer gostoso, ele tirou a rola e encheu minha bunda toda de porra quente, deu um tapinha na minha raba, virou de costas e continuou dormindo como se nada tivesse acontecido.
COMENTEM, OPINEM, TENHO MAIS EXPERIÊNCIAS, ADORO QUE ME MANDEM MENSAGENS COM COISAS QUE QUEREM FAZER OU RELATOS, EM BREVE MAIS HISTÓRIAS.
Ele era bonito, definido, bem masculino, um pouco baixinho.
Um dia, numa festa, a gente tava sozinho em casa e ele tava no quarto dos fundos, supostamente metendo a buceta numa mina. Quando terminou, me pediu pra arrumar um pouco o quarto onde ele tinha estado, enquanto ele se despedia da garota. Quando entrei, além da cama bagunçada, encontrei a camisinha dele cheia de porra quente do lado da cama. Eu tava louco de tesão. Peguei, olhei de perto e já ia começar a bater uma quando ele apareceu de repente, sem a mina, e disse:
— O que cê tá fazendo? ... Tive que me masturbar pra gozar porque aquela filha da puta não deixou eu comer ela.
— Eu (vermelho de vergonha, tentei esconder a camisinha, mas ele viu)
— Ah, mano, eu jogo isso fora, valeu. (saiu com a camisinha)
Quando voltou, começou a me mostrar com poses e explicações detalhadas como a gostosa tinha deixado ele de pau duro sem deixar ele meter. De repente, num momento, ele tirou o pau pra fora e falou:
— Olha! Ainda tô de pau duro.
Vi o pau dele todo vermelho, inchado, com restos de porra e bem venoso. Nem preciso dizer como eu tava, minha boca enchia d'água e minha bunda também. Depois ele guardou o pau e fez sinal pra eu deitar com ele.
— O que você faria se fizessem isso com você? (ele me pergunta) Olha como ela deixou ele! (tira o pau de novo)
Eu: Se quiser, eu te ajudo.
— Cê é louco! Vamo dormir!
A gente ficou no quarto dos fundos e, enquanto eu me acariciava devagar o pau com a ponta dos dedos pra ele não perceber, ele se virou, me abraçou de conchinha e encostou o pau em mim. Sem dizer nada, como se tivesse dormindo, ele puxou minha cueca pra baixo e começou a enfiar um dedo na minha bunda. O calor e o roçar do pau dele... O corpo dela me deixava louco, até que criei coragem e agarrei a rola dela com a mão.
Ele não disse nada, fingiu que tava dormindo (se fez de bobo), até que me pegou pela cabeça enquanto eu batia uma pra ele e me fez chupar aquela pica, eu tava no céu.
— Ahh, ahh, ahhh — ele começou a gemer.
Eu chupava que nem um louco até que ele puxou meu cabelo com força e levantou minha cabeça na altura dele, mordeu minha orelha e falou:
— Vira.
Dito e feito, levantei bem a bundinha e ele meteu a rola, lubrificada só com um pouco de saliva. Doeu pra caralho, mas foi a coisa mais excitante da minha vida.
— Sss, sssss, sssss — era a única coisa que eu falava enquanto ele me comia com tudo e mordia minha orelha.
— Cê é uma putinha, hein? Toma, toma, vagabunda.
Foi a última coisa que ele disse, e eu gozei com minha pica roçando no lençol. Depois de me comer gostoso, ele tirou a rola e encheu minha bunda toda de porra quente, deu um tapinha na minha raba, virou de costas e continuou dormindo como se nada tivesse acontecido.
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5 comentários - Camisinha (conto erótico)