O Recital (conto erótico)

O Recital.
Era uma sexta-feira como hoje e fui num show, pra vocês terem uma ideia, sou magro, alto, másculo, bonito. Tava frio e num momento em que a galera tava no pogo, sinto que um cara que tinha ficado a noite toda atrás de mim tava me roçando demais, botava as mãos nos meus ombros pra pular, me dava empurrõezinhos suaves, etc. De repente me viro pra olhar pra ele, e era um cara gato, loiro e com barbinha, que piscou o olho pra mim e eu respondi.
Depois de um tempo sentia ele muito perto, tipo o volume dele tava bem colado na minha bunda e me excitou pra caralho, de vez em quando botava as mãos nas minhas omoplatas, o show já não era importante, a única coisa que eu conseguia pensar era no volume desse cara roçando nas minhas nádegas.
Na saída, no meio da multidão, perdi ele por um momento mas vi ele perto e ele me chamou pra subir no carro com ele, como tinha bebido muito álcool, aceitei.
Depois de um silêncio estranho ele falou:
– Gostou? Me chamo Martín.
Eu: sim, foi bom.
– Olha como você me deixou.
Nessa hora ele baixou a calça de uma vez e eu pude ver o pau dele duro, bonito, cheio de veias e grande apontando pro teto enquanto dirigia, eu não conseguia falar nada. Fiquei olhando pra pica dele e a minha ficou duríssima.
– Olha, moro aqui na esquina, mas se quiser a gente fica no carro.
Eu: sim, bora, você também deixou o meu duro.
Chegando na casa dele, ele enfiou o carro na garagem e sem mais enrolação pegou minha cabeça e falou: prova que é uma delícia. Eu virei no banco como pude e meti o pau dele na boca de uma vez, e depois baixei um pouco a calça dele pra lamber ele inteiro, ele gemia.
– Como você gosta dessa pica, promíscuo.
– Vi sua bunda e não me segurei.
– Sabia que era promíscuo, chupa essa pica, bebê.
– Ahh ahh
Gemia e gemia e de vez em quando dava estocadas de pau na minha boca, tava muito duro e muito gostoso, eu não aguentei e comecei a bater uma. As bolas dele balançavam, eu de vez em quando chupava e acariciava elas.
– Encheria sua boca de porra agora, mas quero essa bundinha apertada. Ele disse:
A gente desceu do carro e no corredor da entrada ele fez eu me inclinar pra frente e colocar as mãos na parede. Ele colocou a camisinha e começou a acariciar minha bunda toda e a passar saliva, eu não via a hora de ele meter, mas não falava nada, a gente mal tinha baixado as calças. Ele batia na minha bunda com a rola e dava pinceladas no meu cu com a pontinha. Ele chegou o rosto perto da minha orelha e, enquanto lambia, falou: - lá vai. Deu uma estocada e custou a entrar, eu gemia igual um louco.
- Você gosta?
Ele começou a bombar, eu sentia o atrito da rola dele. A gente gemeu e gemeu.
Ele metia bem forte.
- Toma
- Toma
- Toma
Eu: - Isso, bebê, assim mesmo.
- Você não vai esquecer dessa rola, vou gozar. Ajoelha que vou te dar.
Quando eu ajoelhei, ele começou a bater na minha cara toda com a rola dele.
Ahhh, ahhh, eu gritava e ele se punhetava. Eu não abri a boca, mas senti todos os jatos de porra no meu pescoço e no meu rosto.
- Levanta rápido, ele falou.
Quando eu levantei, ele passou a rola cheia de porra na minha bunda e no meu cu. Ele tremia de prazer e eu não aguentei mais, me masturbei um pouco e gozei. Nessa hora, ele me apertou contra o peito dele, me empurrou contra a parede, me deu um beijo no pescoço e um tapinha na bunda.
- Sua putinha gostosa, você tirou toda a minha porra.
Depois disso, ele me levou pra casa e me deu o número dele.
Ahh, nunca mais vi ele, eu tava de férias e tive que voltar 😞. Mas foi uma das melhores experiências da minha vida.

9 comentários - O Recital (conto erótico)

jpcel
Excelente relato, me puso a mil!
rico relato, yo te hubiera comido la cola pero bueno .............