Trio bi em cabaré vagabundo

Num povoadinho de Córdoba, 6 mil habitantes, sem nada melhor pra fazer fui num cabaré meia-boca, que ficava na periferia da cidade. Na real era uma casa pintada de azul claro com uma porta de chapa enferrujada, e lá dentro tinha umas seis mesas quadradas, uma mesa de sinuca, uma jukebox, uma geladeira balcão que servia de bar, e duas putas que de 1 a 10 eram nota 2, uma merda total. Naquela hora qualquer coisa servia, mas as duas gatinhas tavam ocupadas, e logo foram embora com os dois caras. Numa mesa tinha um velho meio bêbado, e o bar era atendido pela Carola, uma negra gorda de peitão e bundão, que vestia uma regata de lycra preta que deixava ver as tetonas enormes e uma minissaia do mesmo material, mas branca. Comecei a beber e a conversar com a Carola, e como já eram cinco e meia da manhã, a noite tava perdida, e o álcool e as luzes azuis foram me levando, comecei a dar em cima da gorda, foda-se... Coloquei uns quartetos na jukebox e puxei ela pra dançar, e ela mandou eu esperar, trancou a porta com chave, e a putaria começou. Entre tanta bebida e apalpada na dança fui ficando tesudo, e a negra também, então quando tava quase lá, beijei ela e encostei meu pau duro na buceta dela. Apalpei a bunda dela e levantei a minissaia, deixando a rabona enorme dela à mostra, coberta só por uma micro tanga de oncinha, que era engolida por aqueles glúteos descomunais. O velho abriu os olhos arregalados, e fiz sinal pra ele chegar perto, e sem demora ele veio e encostou por trás, assim, feito um sanduíche, a gorda tava passando a melhor noite da vida dela hahaha. Fui levando os dois contra uma parede, e o velho ficou com as costas apoiadas nela, a Carola com a bunda encostada na braguilha do cara, e eu me ajoelhei, tirei os sapatos dela, beijei devagar os pés, e fui subindo lentamente pelas pernas até a buceta dela, que exalava aquele cheiro de mulher no cio, molhada, e passei a língua na buceta, e comecei a chupar ela, e a Carola gemia, e no meio de tanta lambida, aparece entre as pernas dela a pica do velho, durona e grossa, então eu chupava um pouco a buceta da negra e um pouco a pica do velho até que a minha gorda gozou numa gozada monstra!!!!
Filhos da puta!! Então são festeiros, agora vão ver, disse a Carola, e fomos para um dos quartinhos que as putas usam pra atender os clientes, um retângulo com uma cama de casal, uma luz vermelha e um banquinho com uma bacia de água como todo mobiliário, lá nos despimos os três, e enquanto o velho enfiou a pica na boca dela, eu meti nela, e de repente ela tirou a pica da boca dela e colocou na minha enquanto eu comia ela, me fez sair de dentro dela, mandou o velho sentar na cabeceira da cama, me mandou deitar de bruços pra chupar a pica dele, e ela me deu uma chupada de cu fenomenal, colocou uma camisinha num vibrador preto, e enfiou em mim devagar enquanto eu saboreava a pica gostosa do coroa.
Depois de um tempo, ela tomou o lugar do velho pra eu chupar a buceta dela, e mandou o velho me comer, tarefa que ele executou já que fazia uma hora que estávamos na ação e ele ainda não tinha metido!, então ele me atacou brutalmente, desajeitadamente por trás, sorte que eu estava dilatado pelo vibrador da Carola, e verdade seja dita, esqueci da buceta dela porque a fodida que o velho tava me dando era foda, ele me macetava sem piedade, mas quando eu estava prestes a gozar, a Carola parou ele e mandou tirar, se virou de bruços e pediu pra eu fazer a rabeta, alucinante!!, aquela bunda enorme toda pra mim, criei coragem e enfiei fundo, e ela chupava a pica do velho, e num determinado momento quando percebeu que eu tava quase lá, me fez sair, me deitou de barriga pra cima, deu umas chupadas fortes no velho e quando ele começou a gozar, enfiou a pica do tipo na boca, tomei um pouco da porra dele, mas era tanta que escorria pelo canto da boca, nunca tinha visto tanta porra!!, pelo visto tava há um tempão sem transar esse coroa, nisso ela montou no meu pau e deu uma trepada daquelas e eu gozei dentro com tudo, fodaço!
Tomamos umas cervejas, e eu ainda tava com fome de pau, então me fazendo de besta comecei a acariciar o pau mole do velho, e quando ele ficou um pouco mais duro comecei a chupar até ele ficar bem duro, aí pedi pra ele me comer, fiquei de quatro e ofereci minha bunda pequenininha, e ele me partiu no meio, me comeu um tempão, depois deitei ele de barriga pra cima e sentei no pauzão dele, e montei como uma puta.
Carola fumava sentada na ponta da cama e assistia o show, chegou perto e sentou na cara do velho pra ele chupar a buceta dela, e depois de um tempo, saí daquela posição e deitei de bruços, minha preferida, e aí o velho me comeu de novo e encheu meu cu de porra.
Sinceramente, fisicamente nenhum dos meus parceiros sexuais valia nada, mas que noite do caralho eu passei, dois dias depois cruzei com o coroa na rua e não acreditava que tinha deixado aquele velho me comer, mas o tesão do momento falou mais alto que meus preconceitos, e a Carola nunca mais vi porque tive vergonha de ir na balada.

7 comentários - Trio bi em cabaré vagabundo

Son lindos los trios Bi Pasate por mis relatos que te cuento uno de mis trios y algo más. Que
lástima que estamos lejos, sino intentábamos uno.