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Da última vez, eu tinha experimentado com Sandra algo que um dia eu tinha fantasiado e que se concretizou da melhor forma. Dessa vez, a gente ia ir um pouco mais longe, mas eu ainda não sabia como; ela já tinha tudo planejado. Naquela sexta-feira, estávamos sentados no sofá do apartamento dela, conversando sobre fantasias, e eu, tarado como sempre, me deixei levar e falei tudo. Sim, tudo. Contei que já tinha fantasiado com homens e travestis, antes de fazer tudo o que a gente fez da outra vez, e com essa confissão, os olhos dela brilharam.
— Ah, você tem fantasias homossexuais? Adoro que você me conta isso e me excita também — ela disse.
— Sim, tenho. Um dia, quem sabe, eu realizo — falei. E ela respondeu: — Vou te ajudar a realizá-las, e o que eu mais quero é que você faça isso na minha frente. Quero ser a espectadora. Adoraria te ver com outro homem.
Começamos a nos beijar e a nos apalpar ali no sofá. Tirei os peitos lindos dela para fora da blusa e fiquei beijando e chupando, enquanto ela desabotoava minha calça. — Lembra que eu te falei que dessa vez sua bunda ia ser o centro da festa? Quero ela toda pra mim e quero que você me deixe fazer tudo o que eu quiser — ela disse. Eu concordei, falei que ela podia fazer tudo o que quisesse, que ela mandava dessa vez.
Fomos para a cama e chegamos lá quase nus. Nos reviramos, nos beijamos e nos chupamos enquanto ficávamos pelados. Ela se levantou, virou de costas e colocou a pussy na minha cara, e eu chupei com gosto, como sempre. Depois, fizemos um 69 até que ela desceu mais, afastando a pussy da minha boca, dobrou minhas pernas para frente, deixando meu cu aberto, e começou a chupar com vontade. Ela chupava e fazia força com a língua para dentro, e eu adorava. Depois, enfiou um dedo e depois outro, e minha bunda foi se dilatando. Ela tirou da gaveta do criado-mudo um vibrador tipo bolinhas, do menor para o maior, e começou a enfiar em mim. Ela estava entre minhas pernas e ia colocando, cada vez um diâmetro maior. Falei para ela deitar. e eu com o consolador enfiado na minha bunda, fiquei de quatro e comecei a chupar a buceta dela. Ela tava toda molhada e excitada, e gemia de prazer. Fui por cima dela com intenção de meter, mas ela não quis.
— Ainda tenho mais pra fazer — ela explicou.
— Se você me foder agora, vai perder a graça.
Ela se colocou atrás de mim e começou a tirar o consolador bolinha por bolinha. Mandou eu esperar e foi pro banheiro. Não demorou nem cinco minutos e quando saiu, tava incrível. Vestia uma transparência preta que deixava ver os peitos dela. Meia-calça com liga, também preta. E o mais excitante: ela tava com um cinto com um consolador cor de pele que parecia uma cock de verdade. Tava linda e perversa.
Ficou parada do lado da cama e mandou eu chupar ele, e foi o que fiz. Chupei como se fosse uma cock de verdade e como se ela sentisse o prazer. Deitei de barriga pra cima, abri minhas pernas e pedi pra ela me foder. Ela só passou gel lubrificante na cock de fantasia, se colocou entre minhas pernas e começou a foder meu cu, já dilatado por tudo que veio antes.
Dessa vez senti muito mais prazer do que na outra ocasião. Sentia a cock dentro de mim e cada investida sacudia meu corpo inteiro. Enquanto me fodía, desabotoei a transparência preta dela, deixando os peitos dela no ar, que balançavam e pulavam, e me dava muito prazer. Tava louco, não sabia onde me agarrar e me agarrava nos lençóis.
Ela mandou eu ficar de quatro e me fodeu de novo. Metia por trás e me segurava pela cintura, e eu morria de prazer, mas já não aguentava mais. Doía um pouco, mas também me dava muito prazer. Aí eu me retirei e deitei de bruços, exausto e alterado.
Ela se deitou sobre mim, abriu minhas pernas, se ajeitou travando meus pés com os dela e enfiou de novo dentro de mim. Se recostou nas minhas costas, enfiando os braços debaixo do meu peito, e me fodía mais devagar. Eu sentia não só prazer anal, mas também o corpo ofegante dela sobre mim. E não sei como aconteceu, se foi aquela cock dentro do meu cu, os peitos dela nas minhas costas ou o roçar da minha pica com as... Lençóis, acabou e eu tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida. Ela me apertou forte e parou de se mexer enquanto gozava, e devagar se retirou de dentro de mim e se deitou ao lado. Precisou de um tempo pra me recuperar, ela ainda estava muito excitada, então assim que pôde, subiu em cima de mim e me cavalgou por um tempo enquanto nos beijávamos ou eu chupava e beijava os peitos dela. Tirei meu pau da buceta dela e comecei a enfiar no cu dela, pra isso ela endireitou o corpo pra trás pra entrar mais fácil. Sandra se sentava no meu pau e ele entrava todo no cu dela, eu segurava ela pela cintura. Depois ela se virou, de costas pra mim, e assim deitada em cima de mim, continuei enfiando por trás, eu a abraçava e apertava os peitos dela. Então, quando vi que ela já estava cansada, coloquei ela de quatro, comecei a foder ela até ela gozar e eu gozar também outra vez dentro dela, e ficamos deitados assim, os dois exaustos depois de uma noite muito boa de sexo.
Mais tarde, mais calmos, ela me disse que tem um amigo gay e que eu o conheço. A gente tinha se conhecido uma noite que saí com ela pra beber algo e por acaso esbarramos nele e ela nos apresentou. Era um cara com uma certa lábia, uns 28 anos, não parecia gay, ou melhor, eu não imaginava. Ela disse que se eu gostasse, a gente podia fazer algo.
— Para! Não sei se eu gosto! Nunca gostei de um homem! Quer me fazer gay? — falei.
— Não é que eu quero te fazer gay, você me disse que já fantasiou. E eu gostaria que a gente fizesse um ménage. Já sei — continuou — A gente se encontra um dia e se rolar algo, a gente faz, e se não rolar... tudo bem, sem problema.
Eu topei um encontro próximo. O cara não era nada feio, não é que eu gostasse dele, mas não sentia rejeição e era uma boa chance. Foi assim que uma semana depois a gente teve um encontro os três. Mas isso eu vou contar na próxima vez.
Obrigado por ler e se você gostou, deixa seu comentário.
Da última vez, eu tinha experimentado com Sandra algo que um dia eu tinha fantasiado e que se concretizou da melhor forma. Dessa vez, a gente ia ir um pouco mais longe, mas eu ainda não sabia como; ela já tinha tudo planejado. Naquela sexta-feira, estávamos sentados no sofá do apartamento dela, conversando sobre fantasias, e eu, tarado como sempre, me deixei levar e falei tudo. Sim, tudo. Contei que já tinha fantasiado com homens e travestis, antes de fazer tudo o que a gente fez da outra vez, e com essa confissão, os olhos dela brilharam.
— Ah, você tem fantasias homossexuais? Adoro que você me conta isso e me excita também — ela disse.
— Sim, tenho. Um dia, quem sabe, eu realizo — falei. E ela respondeu: — Vou te ajudar a realizá-las, e o que eu mais quero é que você faça isso na minha frente. Quero ser a espectadora. Adoraria te ver com outro homem.
Começamos a nos beijar e a nos apalpar ali no sofá. Tirei os peitos lindos dela para fora da blusa e fiquei beijando e chupando, enquanto ela desabotoava minha calça. — Lembra que eu te falei que dessa vez sua bunda ia ser o centro da festa? Quero ela toda pra mim e quero que você me deixe fazer tudo o que eu quiser — ela disse. Eu concordei, falei que ela podia fazer tudo o que quisesse, que ela mandava dessa vez.
Fomos para a cama e chegamos lá quase nus. Nos reviramos, nos beijamos e nos chupamos enquanto ficávamos pelados. Ela se levantou, virou de costas e colocou a pussy na minha cara, e eu chupei com gosto, como sempre. Depois, fizemos um 69 até que ela desceu mais, afastando a pussy da minha boca, dobrou minhas pernas para frente, deixando meu cu aberto, e começou a chupar com vontade. Ela chupava e fazia força com a língua para dentro, e eu adorava. Depois, enfiou um dedo e depois outro, e minha bunda foi se dilatando. Ela tirou da gaveta do criado-mudo um vibrador tipo bolinhas, do menor para o maior, e começou a enfiar em mim. Ela estava entre minhas pernas e ia colocando, cada vez um diâmetro maior. Falei para ela deitar. e eu com o consolador enfiado na minha bunda, fiquei de quatro e comecei a chupar a buceta dela. Ela tava toda molhada e excitada, e gemia de prazer. Fui por cima dela com intenção de meter, mas ela não quis.
— Ainda tenho mais pra fazer — ela explicou.
— Se você me foder agora, vai perder a graça.
Ela se colocou atrás de mim e começou a tirar o consolador bolinha por bolinha. Mandou eu esperar e foi pro banheiro. Não demorou nem cinco minutos e quando saiu, tava incrível. Vestia uma transparência preta que deixava ver os peitos dela. Meia-calça com liga, também preta. E o mais excitante: ela tava com um cinto com um consolador cor de pele que parecia uma cock de verdade. Tava linda e perversa.
Ficou parada do lado da cama e mandou eu chupar ele, e foi o que fiz. Chupei como se fosse uma cock de verdade e como se ela sentisse o prazer. Deitei de barriga pra cima, abri minhas pernas e pedi pra ela me foder. Ela só passou gel lubrificante na cock de fantasia, se colocou entre minhas pernas e começou a foder meu cu, já dilatado por tudo que veio antes.
Dessa vez senti muito mais prazer do que na outra ocasião. Sentia a cock dentro de mim e cada investida sacudia meu corpo inteiro. Enquanto me fodía, desabotoei a transparência preta dela, deixando os peitos dela no ar, que balançavam e pulavam, e me dava muito prazer. Tava louco, não sabia onde me agarrar e me agarrava nos lençóis.
Ela mandou eu ficar de quatro e me fodeu de novo. Metia por trás e me segurava pela cintura, e eu morria de prazer, mas já não aguentava mais. Doía um pouco, mas também me dava muito prazer. Aí eu me retirei e deitei de bruços, exausto e alterado.
Ela se deitou sobre mim, abriu minhas pernas, se ajeitou travando meus pés com os dela e enfiou de novo dentro de mim. Se recostou nas minhas costas, enfiando os braços debaixo do meu peito, e me fodía mais devagar. Eu sentia não só prazer anal, mas também o corpo ofegante dela sobre mim. E não sei como aconteceu, se foi aquela cock dentro do meu cu, os peitos dela nas minhas costas ou o roçar da minha pica com as... Lençóis, acabou e eu tive um dos orgasmos mais intensos da minha vida. Ela me apertou forte e parou de se mexer enquanto gozava, e devagar se retirou de dentro de mim e se deitou ao lado. Precisou de um tempo pra me recuperar, ela ainda estava muito excitada, então assim que pôde, subiu em cima de mim e me cavalgou por um tempo enquanto nos beijávamos ou eu chupava e beijava os peitos dela. Tirei meu pau da buceta dela e comecei a enfiar no cu dela, pra isso ela endireitou o corpo pra trás pra entrar mais fácil. Sandra se sentava no meu pau e ele entrava todo no cu dela, eu segurava ela pela cintura. Depois ela se virou, de costas pra mim, e assim deitada em cima de mim, continuei enfiando por trás, eu a abraçava e apertava os peitos dela. Então, quando vi que ela já estava cansada, coloquei ela de quatro, comecei a foder ela até ela gozar e eu gozar também outra vez dentro dela, e ficamos deitados assim, os dois exaustos depois de uma noite muito boa de sexo.
Mais tarde, mais calmos, ela me disse que tem um amigo gay e que eu o conheço. A gente tinha se conhecido uma noite que saí com ela pra beber algo e por acaso esbarramos nele e ela nos apresentou. Era um cara com uma certa lábia, uns 28 anos, não parecia gay, ou melhor, eu não imaginava. Ela disse que se eu gostasse, a gente podia fazer algo.
— Para! Não sei se eu gosto! Nunca gostei de um homem! Quer me fazer gay? — falei.
— Não é que eu quero te fazer gay, você me disse que já fantasiou. E eu gostaria que a gente fizesse um ménage. Já sei — continuou — A gente se encontra um dia e se rolar algo, a gente faz, e se não rolar... tudo bem, sem problema.
Eu topei um encontro próximo. O cara não era nada feio, não é que eu gostasse dele, mas não sentia rejeição e era uma boa chance. Foi assim que uma semana depois a gente teve um encontro os três. Mas isso eu vou contar na próxima vez.
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